Royal Oak
6 Psyche-opathic Love
Notas iniciais
Oláaa~! ♥ Lhes apresento o sexto capítulo de Royal Oak!
Poxa vida, dessa vez eu demorei um bocadinho né? Vou tentar ser mais ágil com as atualizações! :3
Ahh, tenho um pequeno aviso antes que leiam... o começo do capítulo está beeem confuso! Tentei deixar o mais claro que pude, mas não deu pra ficar perfeito por causa dessa confusão de Shizaya e Tsusyche. Espero que me perdoem! ♥
Sem mais lero-lero, Royal Oak - capítulo 6!
Poxa vida, dessa vez eu demorei um bocadinho né? Vou tentar ser mais ágil com as atualizações! :3
Ahh, tenho um pequeno aviso antes que leiam... o começo do capítulo está beeem confuso! Tentei deixar o mais claro que pude, mas não deu pra ficar perfeito por causa dessa confusão de Shizaya e Tsusyche. Espero que me perdoem! ♥
Sem mais lero-lero, Royal Oak - capítulo 6!
Shizuo parecia começar a entender a situação – o moreno ao seu lado era, na verdade, esse tal Psyche... e seu “clone” era, na verdade, esse tal Tsugaru.Mais do que isso era impossível que ele entendesse.Voltando de seus pensamentos, Shizuo pôde ver a expressão preocupada de Tsugaru, que não tirava seus olhos de Psyche por um segundo. – Não diga essas coisas! Eu vim até aqui pra te buscar, não posso ir embora sem você. – Psyche lançou-lhe um olhar um tanto macabro.Segurou-se no braço de Shizuo ainda mais forte. – Como é teimoso! Não quero ir com você, Tsugaru; pare de perder o seu tempo e vá logo embora. Já tenho tudo o que eu preciso bem aqui~! ♥ – Psyche olhou para Shizuo com uma expressão totalmente diferente da de um segundo atrás – estava todo sorridente e corado. – Nee, Shizu-chan, vamos agora? ♥Izaya sentiu algo dentro de si estalar. Psyche havia usado o apelido que Izaya usava antes com Shizuo. Tudo o que estava acontecendo – essa confusão toda que o moreno estava causando, estava deixando Izaya irado; seu sangue fervia em suas veias e a maior vontade que ele sentia no momento era chutar Psyche bem forte.- Ei! Quem você pensa que é pra chamar ele de “Shizu-chan”?! E você é tão burro quanto uma porta! Tem um homem que se importa tanto com você, e você simplesmente o ignora!Psyche soltou um sorriso maligno, que quase fez Izaya dar um passo para trás. – Ehh... se for assim, nós somos iguais então, Izaya-san. E se pensa que eu estou falando daquele moleque gangster, a porta é menos burra que você.Izaya não sabia o que pensar naquela hora. Não seria possível que Psyche estava falando de Shizuo, seria?Tsugaru cerrou seus punhos; sua expressão parecia machucada. – Psyche... por favor! – O moreno franziu suas sobrancelhas, estava ficando de saco cheio dos dois. – Tsugaru, como você é chato! Vá embora logo, e leve essa porta com você! — , disse enquanto apontava Izaya.- Ei, você. – A voz de Shizuo possuía um tom inidentificável enquanto ele olhava Psyche. – S- sim, Shizu-chan?- Então você não é o Izaya?- Não... – Naquele momento, todos estavam em silêncio. Shizuo tinha os olhos fechados e parecia muito irritado; Izaya, que o conhecia bem, sabia que alguém iria se machucar.No caso, Psyche.Shizuo levantou o moreno pela camisa e o jogou a uns bons metros de distância, gritando, “Nunca mais me chame de Shizu-chan”. Tsugaru saiu correndo até Psyche e ajoelhou-se ao seu lado. – Psyche! Você se machucou? — , disse enquanto ajudava o moreno a sentar-se.Psyche, porém, estapeou-lhe a mão. – Não me toque! — , disse rispidamente.Com o impacto da queda, o tapa-olho que o moreno estava usando começou a escorregar por sua face até cair em seu colo, revelando um olho roxo. Tsugaru sentiu um nó na garganta; quem havia lhe machucado assim? – Você está ferido! Como isso aconteceu?- Não é da sua conta.- Psyche...- ...~FlashbacK~– Então... pronto pra ser raptado, Masaomi Kida-kun?Em um movimento limpo e rápido, o homem correu até Kida, saltando por cima do sofá até alcançá-lo e prender seu pescoço usando o fio de seus fones de ouvido. – Agora, seja um bom menino e reze pra que aquele Izaya seja bom também.Psyche já ia levar o loiro até a porta, quando este começou a falar. — ...o que você vai fazer com ele? — , perguntou numa voz baixa. A cabeça de Psyche pendeu para um dos lados e sua expressão era confusa. – Não devia estar mais preocupado com o que eu vou fazer com você?- Me diz logo! O que vai fazer com ele?! – O moreno virou os olhos. – Tá bom, tá bom. Vejamos... provavelmente eu vou dar um fim sangrento nele pra que nunca mais chegue perto do meu amado~! ♥ Talvez eu o enforque numa via pública, talvez o enfie num saco e jogue no rio... são tantas as possibilidades!Kida cerrou seus punhos, cabisbaixo. – Não vou deixar...- Eh?- Nunca vou deixar você encostar nele! – O loiro não precisou pensar duas vezes. Usou o peso de Psyche contra ele mesmo e jogou-o para frente, fazendo com que ele caísse atrás do sofá. No momento em que o moreno se levantava, Kida pulou sobre o sofá e lhe deu um chute no rosto, acertando seu olho.
Colocou seu pé direito sobre o peito de Psyche e fez pressão para que ele não escapasse. – É você, que está me perseguindo? – O moreno parecia confuso. – Perseguir pra quê? Eu tenho cara de perseguidor?Kida lhe ignorou. – Você... você é o demônio? – Psyche gargalhou por algum tempo. – Você é louco? Que demônio?- ...Com Psyche ainda no chão, o Masaomi puxou-lhe pela gola da jaqueta e levou-o até a porta, jogando-lhe violentamente para fora. – Se aparecer aqui de novo ou se eu souber de alguma coisa que você fez contra o Izaya, é bom você já ter a sua cova preparada. — , disse o loiro antes de bater a porta.Agora o moreno teria que mudar de estratégia... e provavelmente comprar um tapa-olho.~Fim de FlashbacK~- Psyche... por que você foi atrás desse garoto? -, perguntou Tsugaru ainda preocupado. – Se eu tivesse ele seria mais fácil dar um fim no Izaya, e eu poderia ter Shizu-chan só pra mim. Mas você tinha que aparecer e estragar tudo, né?Tsugaru abaixou sua cabeça enquanto Psyche se levantava, balbuciando algo do tipo “eu volto aqui outra hora”; o tapa olho seguro em sua mão esquerda.Enquanto isso, mais ao fundo, Shizuo e Izaya observavam a cena. Assim que Psyche foi embora e Tsugaru passou a parecer deprimido, agachado no chão, o Orihara deu alguns passos para ir confortá-lo, mas Shizuo segurou seu pulso. – Izaya... será que, aquela hora... você estava com ciúmes?- Hã?- Você parecia bravo quando ele me chamou de Shizu-chan. – Izaya corou escarlate; talvez Shizuo estivesse certo – uma parte dentro dele dizia que apenas ele podia chamar Shizuo daquela forma, ainda que fosse um tanto egoísta.O Orihara virou o rosto e tirou seu punho do aperto de Shizuo. — ...não confunda as coisas. – Sem mais, saiu de lá e foi até Tsugaru.O Heiwajima apenas assistia enquanto Izaya ajudava o loiro a se levantar. Na verdade, era um tanto nostálgico, não só o moreno ajudando Tsugaru – aquela cena toda de brigar por causa do apelido era típica de Izaya antigamente.Mesmo quando Shizuo estava errado numa briga ou discussão, Izaya iria protegê-lo – fazia com que o loiro parecesse estar certo e ganhava sempre. O Heiwajima ficava ainda mais feliz quando ganhava um abraço depois de tudo.Mas parece que mudou tudo, né., pensou, um pouco deprimido. Não queria mais olhar enquanto Izaya ajudava aquele homem – virou-se e saiu de lá. Tinha muitas coisas pra fazer antes de começar o seu turno no pub.Quem sabe, trabalhar ajudaria o loiro a superar essa história.-Kida não havia deixado a carta desde o momento em que a encontrou, em frente à sua porta. Pior que isso; ele não havia aberto ela ainda; estava com medo do que iria encontrar.Uma coisa era certa – aquele Psyche não era o seu perseguidor, e não havia lhe mandado aquela carta... e também não era o “demônio” que queria informações sobre ele. Mas...Talvez não fosse boa idéia descobrir quem o estava perseguindo... e de qualquer forma, quem quer que fosse, já não o perseguia mais.O loiro quase sentia falta daquela presença constante... claro, era perturbador saber que cada movimento estava sendo observado, mas pelo menos Kida não se sentia tão solitário.Claro, ele tinha Izaya, mas... agora que Shizuo havia reaparecido, o Orihara estava ficando cada vez mais distante, e por mais que isso machucasse Kida, não havia nada que ele pudesse fazer. Ele realmente estava perdendo Izaya.Não que ele o possuísse, em primeiro lugar... apesar de ter aceitado seu amor, Izaya nunca o retornou. Não precisava nem dizer; Kida sabia que não passava de um bom amigo para ele.Apesar de ficar chateado por ter se esforçado tanto para fazer o moreno feliz, Kida sabia que não podia forçar o outro a amá-lo. Ele estava perdendo o pouco que possuía de Izaya.Tê-lo como apenas um amigo não era o problema – ainda que estivessem “namorando”, não passavam de amigos, então não mudaria tanta coisa assim... mas Kida voltaria a ser apenas um menino solitário. Não importava quantos aderissem à sua gangue; ele não conseguia se relacionar com eles e formar um laço que realmente importasse.Por alguma razão, apesar de deixar Kida sempre atento e um tanto estressado, a presença do perseguidor lhe fazia bem. Não parecia que queria lhe fazer mal – na verdade, parecia sentir medo. Será que considerava o loiro uma ameaça?Era um fato que o próprio Masaomi não sabia o que faria quando descobrisse quem o perseguia – existia, sim, a possibilidade de ele ser violento. Talvez fosse isso que o impedia de abrir aquela carta...Afundou o rosto na palma de suas mãos, enquanto o vento do parque municipal tentava congelá-lo vivo. Ele não se importava – o banco em que ele estava sentado estava gelado, o chão estava gelado, seu coração também estava.Tirou, talvez pela milésima vez naquele dia, a carta de dentro do bolso de sua jaqueta. Olhou o papel branco; seu nome em letras grandes na frente. Ficou olhando a carta pelo que pareceu uma eternidade, até que finalmente resolveu abri-la.Cortou o canto do papel e retirou uma folha que jazia lá dentro, desdobrando-a com cuidado. O perseguidor parecia ter escrito bastante... e as letras estavam impecáveis; com certeza ele havia feito vários rascunhos antes de conseguir essa versão. De qualquer forma, a carta lia:“Kida Masaomi-kunSei que você deve me odiar agora. Já estou te seguindo a um tempão, e nunca tive a coragem de aparecer na sua frente e dizer quem eu era... na verdade, ainda não tenho. Mas queria dizer que a minha intenção não é machucá-lo, nem nada assim... é que eu realmente gosto de olhar pra você.Estudamos na mesma escola, mas acho que você nunca me viu por lá... bom, ninguém vê. Você estuda um ano na minha frente, senpai, e por muito tempo eu te admirei de longe; continuo admirando...Eu queria ser como você. Queria que alguém me notasse... principalmente se esse alguém fosse você. Queria que você me olhasse com os seus belos olhos e me dissesse, “Ei, eu sei que você existe”.Kida Masaomi-kun, espero que me perdoe por ficar te seguindo assim. Depois que as aulas acabaram, eu realmente senti a sua falta, apesar de nunca ter realmente falado com você.Todo dia, todo dia eu pensava... “Hoje eu vou falar com ele, com certeza!”... mas eu nunca consegui. Sou mesmo um fraco, né? Mas eu realmente tenho medo de conversar com você pessoalmente... não sei como me dirigir a você, não sei como falar tudo o que eu quero falar... e também tenho medo de ser ignorado ou rejeitado, como acontece sempre.Sei que tenho sido um estorvo esse tempo todo, e eu sinto muito, muito mesmo... isso só aconteceu por que eu sou um covarde...Mas agora eu quero consertar as coisas, Kida Masaomi-kun. Eu sei que é repentino, e você pode simplesmente ignorar isso tudo, mas... eu realmente queria te encontrar, e não ficar me escondendo mais.Será que você poderia vir me encontrar na ponte do parque, antes dos fogos de artifício do final do ano?”E assim a carta acabou, sem assinatura nem nada do tipo. Mas com um conteúdo que parecia tão romântico... será que era uma garota?Se bem que uma menina não teria vigor suficiente para segui-lo o dia todo. Então era um menino?Kida suspirou. O banco em que ele estava sentado ficava bem ao lado da ponte, e ele a olhou um pouco pensativo.Seja lá quem fosse, se parecia bastante com o Masaomi – parecia alguém solitário, que só quer que alguém esteja lá por ele. Kida podia simpatizar com esse sentimento.Pelo visto, ele não assistiria aos fogos com Izaya, mas duvidava que era realmente isso que o moreno queria – por mais que Shizuo o tivesse feito sofrer, o Orihara o amava, não importava o quanto negasse. Seu coração sempre foi do Heiwajima.O Masaomi levantou-se e espreguiçou; ficar parado ali não lhe faria bem. Dobrou a carta com cuidado, recolocou-a no envelope e inseriu-a em seu bolso, saindo então daquele parque...Faltavam apenas dois dias... dois dias para que conhecesse esse alguém que se parecia tanto com ele.
Notas finais
Awww pobre perseguidor-san, tão sozinho ele né? E pobre Kida-kun... e Shizu-chan... e Tsukkun... só dá loiro sofrendo aqui né HAHOIAHIAHIAHOI
Espero de coração que tenham gostado!
Até o próximo capítulo! ♥
Espero de coração que tenham gostado!
Até o próximo capítulo! ♥
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