Rotten Soul
1 Prólogo
Notas iniciais
Essa é minha primeira Fanfic de Supernatural
Espero realmente que gostem.
Estou postando o prólogo, se voces se interessarem pelo resto eu continuo se não nao.
Conto com voces para comentar sobre
Obrigada
Xx
- Conta de novo… de novo!!!! — Pedia Leanne ao pai.
- Mas ja te contei essa história milhares de vezes. — suspirava e ria o pai. — Ia falar de vampiros hoje ou wendigos.
- Por favor — Pediu mais uma vez Leanne com seus imensos olhos verdes.
- Tudo bem — se rendeu o pai. — nao sei como não se cansa dessa historia. — Leanne deu seus costumeiros pulinhos de alegria.
Leanne correu para sua gaveta e pegou um pequeno pote com sal e um prego de ferro que foi dado pelo pai. Ela nunca ouvia a história sem esses objetos. O pai vendo a filha empolgada pegando os objetos sorriu.
- Filha voce é a unica pessoa que gosta dessa história, desse tipo de história na verdade. — ele riu novamente.
- Toma pai, pra você. — Leanne deu ao pai o pote com o sal. — Ah, quase esqueci. — ela gritou e correu até o armário pegando um colar com o pingente em pentagono e um circulo em volta do mesmo. Colocou logo no pescoço e se sentou animada na cama esperando a história começar.
- Bom, vamos começar. — o pai olhou para a filha de apenas 7 anos e sorriu; tomou fôlego e começou. — Era uma vez — ele sempre começava com o costumeiro “era uma vez” para enfatizar que era apenas um conto. Leanne insistia que era real. — um demônio. Ele era o pior demonio que ja existiu.
- Pai, pai… o nome dele, nao se esqueça.
- Claro, claro.. Crowley. O pior demônio que ja existiu. O rei do inferno.
- Rei do inferno — disseram juntos em uníssono. — Pai, nao esquece de falar que ele caçava animais!
- Filha você quer contar a história? — perguntou o pai ja meio irritado com as interrupções.
- Desculpa, pai. Gosto quando você conta.
- Tudo bem. Crowley caçava animais, mais especificamente Alces e Esquilos.
- Pai, é engraçado que em todas as histórias que voce conta, todos os monstros caçavam Alces e Esquilos.
- Leanne!! — repreendeu o pai.
- Ok, vou ficar quieta. — ela fingiu zipar a boca e jogar a chave fora. — Só uma coisa. Eu quero ser o Alce dessa vez.
- Nada disso, Lee, eu sempre sou o Alce. Você é o esquilo. — sempre a mesma discussão, Leanne pediu varias vezes para ser o Alce mas o pai sempre queria ser o Alce. Vendo que a discussão nao seguiria ela concordou em ser o Esquilo como sempre. — Crowley era esperto, sempre passava a perna quando tinha a chance. Se importava apenas com ele. Ele adorava nos eng… — o pai engasgou — enganar o Alce e o Esquilo.
- Papai, pode usar a primeira pessoa. — A pequena Leanne riu. — Você sempre se confunde.
- Eu gosto de deixar na terceira. — ele sorriu e continuou. — Crowley podia ser esperto mas quando o Alce e o Esquilo trabalhavam juntos ninguém conseguia engana-los. Ninguem. Eles realmente eram muito poderosos juntos.
- Mas eles nao brigavam?
- Claro, mas mesmo brigados eles davam tudo um pelo outro. Se sacrificariam para proteger o outro. Continuando a história, Crowley ja começou conhecendo o Alce e o Esquilo enganando. Deu uma arma poderosa para matar um outro monstro poderoso, mas o mostro era poderoso demais e a arma não funcionou……..
(***)
- Pai, um dia quero encontrar um Alce e ter uma amizade igual a do Alce e do esquilo.
- Eu sou seu Alce. — O pai fingiu indignação.
- Mas o Alce da história nao era pai e nem familia do Esquilo.
- Claro que nao. — Ironizou o pai. Mas apenas ele sabia a ironia. — Ja contei a história, agora tente dormir, Leanne. — O pai deu um beijo na testa da filha.
- Amanhã você conta dos Wendigos? Nao não….. Conta daquele anjo que ajuda o Esquilo. — o pai riu da ansiedade da filha com as futuras histórias.
- Vou pensar. Agora vá dormir. — Leanne pegou os objetos e colocou debaixo do travesseiro e tentou dormir abraçada com eles. — Querida, guarde o sal e o ferro. Vai acabar perdendo.
- Nao posso, pai, o Crowley pode aparecer a qualquer momento.
- Nao se preocupe, ele deve estar atrás do Alce e do Esquilo.
- Mas você é o Alce. — ela pareceu desesperar.
- Então eu vou proteger você custe o que custar, Esquilo.
Notas finais
Acham que eu devo continuar?
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