Notas iniciais
Amores meus eu sei que estou devendo mais capítulos de Existe Amor em Nós, mas eu tive um estalo de criatividade enquanto ouvia a música dessa dupla que eu amo e associei ao meu casal preferido e saiu uma história rs Espero que gostem, foi feita com carinho por essa que vos fala. Vejo vocês lá embaixo. Se quiserem ouvir enquanto leem: https://www.youtube.com/watch?v=Ack_3EAZLlE

Lembra daquele garoto que sentou do seu lado

Te ofereceu no recreio um sanduíche amassado?

Uma garota loira estava sentada em um dos bancos mais afastados do colégio, seus olhos verdes e brilhantes examinavam as outras crianças que brincavam com seus respectivos amigos com melancolia. Ela não tinha amigos, nunca teve. Sempre que tentava se aproximar de alguém a pessoa sempre se afastava, por mais que se esforçasse ela parecia repelir possíveis amigos. Queria ser como Manuela, a garota era amiga de todo mundo, simpática, talentosa e alegre, todos queriam se aproximar dela, todos queriam ser como ela e Sabrina não era diferente. Principalmente porque a garota era a melhor amiga de Téo Cavichiolli, o garoto mais lindo e doce que a loira já havia conhecido. Era apaixonada pelo garoto desde que se entendia por gente, ao longos de seus doze anos de vida sempre sonhou com uma aproximação com ele e quando imaginou que havia conseguido ele lhe disse que amava Manu e todas as suas esperanças caíram por terra. E as coisas só pioraram quando ela ouviu ele conversando com Mateus, falando mal dela! Desde aquele dia ela jurou que o odiaria com todas as suas forças e passou a se dedicar a prejudicar tanto a ele quanto a seus amigos.

—Um sanduíche por seus pensamentos — um moreno disse enquanto estendia um lanche meio amassado para a garota que sorriu e pegou — Eu percebi que você não gosta daquele trio de idiotas.

—Quarteto — ela corrigiu enquanto desembrulhava o sanduíche — A Manuela é a líder deles e está desaparecida, mas ela é tão insuportável quanto.

—Então que tal nos unirmos? — ele sentou ao seu lado e sorriu — Você conhece eles melhor do que eu e pode me dizer o que fazer para irritá-los — ela o encarou duvidosa enquanto terminava o lanche — Podemos nos ajudar vai. O que me diz?

—Você me convenceu — ela sorriu e ele retribuiu — Meu nome é Sabrina.

—Eu sei — ele disse simplesmente — Eu sou o Omar.

Eles riram e começaram a conversar, Sabrina contou para o garoto tudo o que sabia sobre o quarteto e eles combinaram que começariam a aprontar com eles no dia seguinte. A loira saiu do colégio mais animada e ao chegar em casa encontrou no portão um embrulho curioso, abriu o papel e encontrou dentro dele uma caixa com uma única rosa lilás e um bilhete que dizia o seguinte:

“E quando eu me distraí o amor chegou. E num piscar de olhos, entre uma palavra e outra o meu coração já era teu. Eu não sabia que era pra ser assim. Que ia ser assim. Mas aconteceu. É que o amor sabe sempre a hora de acontecer — Romântico Anônimo.”

Mesmo sem saber quem era aquela pessoa ou se era apenas uma brincadeira de mau gosto ela sorriu verdadeiramente enquanto os olhos brilhavam,entrou em casa carregando carinhosamente a caixa com a rosa que acabara de ganhar sem perceber que era observada por alguém que se escondia nas sombras e sorria com os olhos brilhando de contentamento ao ver que ela havia gostado do presente.

Lembra daquele rapaz que você nem dava bola

Que escrevia eu te amo nas paredes da escola?

Através dos anos a amizade entre Omar e Sabrina havia evoluído muito, apesar de muitas pessoas odiarem os dois, eles não se importavam, desde que estivesse juntos e pudessem dar risada daquilo no final do dia. Já eram adolescentes, Omar estava perto de chegar a maioridade enquanto a loira acabara de completar os seus dezessete anos e estavam no ultimo ano do ensino médio, logo começariam as responsabilidades de entrar em uma faculdade e dar orgulho aos pais cursando um curso superior que lhes garantiriam um fututo promissor. Apesar de serem muito amigos eles discutiam quase todos os dias, o moreno estava apaixonado por Isabela, irmã gêmea de Manuela recém-descoberta e a loira não suportava a ideia de conviver com a cópia da garota que sempre odiou. Já Omar não suportava os ataques de ciúmes da melhor amiga, ela sempre deixou claro que amava Téo, então deveria ficar feliz dele estar se envolvendo com a pseudo-namorada do mesmo. E para confundir ainda mais a cabeça da menina as flores que recebia continuaram chegando sem que ela conseguisse descobrir quem era aquela pessoa que não queria se revelar de modo algum, era sempre como no primeiro dia, ela encontrava as rosas no portão acompanhadas de algum bilhete fofo. Porém, naquele dia ao chegar no colégio, pensando no porquê de não ter recebido a sua rosa no dia anterior, foi surpreendida por um Eu te amo Sabrina — R.A.”, escrito na parede frontal da escola e sorriu, aquela era sem dúvida uma surpresa e tanto.

—Pelo visto alguém anda abalando corações — Omar comentou divertido enquanto se aproximava da amiga — Quem é o seu namorado?

—Ele não é meu namorado — ela sorriu enquanto recolhia a rosa vermelha que estava no portão do colégio e sorrindo — E eu nem sem quem ele é!

—Que estranho — o garoto deu um sorriso de lado ao ver o sorriso bobo na face da amiga — Você gosta dele?

—Como você disse é estranho — ela ficou séria e o encarou — Eu gosto de alguém que nunca vi na minha vida, nem o nome dele eu sei! Mas…

—Mas? — o rapaz encorajou

—É tão lindo e encantador receber essas flores que eu não consigo parar de imaginar como será o dia que ele se revelar.

—Ele só precisa de um sinal seu — Omar disse baixo mas a loira escutou, no entanto não entendeu o que o amigo quis dizer.

—O que você disse?

—Não foi nada, vamos entrar.

Aquele cara que te deu um guarda-chuva

Quando a tempestade te pegou na rua

Sabrina corria em meio a tempestade, praguejava baixinho por não ter escutado a sua mãe quando a mesma disse que para levar um guarda-chuva quando saiu de casa para fazer um trabalho na biblioteca do colégio. Estava parada na calçada enquanto esperava uma solução cair do céu quando sentiu que a chuva não caia mais em cima de si, mesmo que continuasse a chover forte e ao virar para o lado encontrou Omar que sorria brincalhão para ela enquanto segurava um guarda-chuva em cima de ambos..

—Você tá ensopada — ele riu — Vem, eu vou te levar pra casa.

Ela assentiu e seguiram em silêncio enquanto rumavam para a casa da garota. Ao chegar no portão ela agradeceu e se despediu, mas assim que se virou o melhor amigo a chamou de volta. Ela virou-se e o encontrou com um embrulho na mão, semelhante aos que recebia e estranhou. Seria ele? Porém ao ver a cara de confusão da jovem ele disse rapidamente.

—Estava embaixo da caixa de correio — ele sorriu enquanto ela descia — Achei que você não iria querer perdê-lo.

—Claro que não — ela sorriu — Obrigada.

Ele assentiu e virou-se para ir embora, Sabrina entrou em casa sorrindo e abriu o embrulho encontrando uma rosa cor-de-rosa e um bilhete:

Nem todas as palavras do mundo conseguirão expressar o que sinto por você; nem todos os segundos de inúmeras horas serão suficientes para estar ao seu lado. R.A.”

Ouvi você falar de outros amores

Eu vi o mundo então perder as cores

Omar chegou no colégio animado no dia seguinte, mas seu sorriso morreu ao ver Sabrina acompanhada de Mateus no pátio. Aproximou-se para tentar ouvir alguma coisa, mas só pegou o final da conversa.

—Pensa bem — ele sorriu — Eu sou real, ele pode não ser.

Depois de dizer essas palavras o garoto beijou a bochecha da loira e saiu. O moreno reparou que a menina ficou aérea com as palavras que ele disse e resolveu puxar assunto.

—O que o Mateus queria?

—Me dizer que gosta de mim — ela disse de cabeça baixa e Omar arregalou os olhos — E dizer também que poderia me fazer mais feliz que o Romântico Anônimo, afinal eu nem sei quem ele é — ela sorriu triste — Talvez ele tenha razão, sabe?

—Será? — indagou indiferente, embora estivesse despedaçado — Você me disse que gostava dele, que saber quem ele era não importava.

—Mas já são cinco anos Omar — ela o encarou — Cinco anos que recebo aquelas flores e nunca encontrei uma pista de quem seria ele! Talvez ele nem seja real,pode ser apenas uma brincadeira — ela suspirou — Talvez ele não seja quem eu procuro — ela se levantou — Eu mereço alguém de verdade.

Sabrina saiu, precisava ficar sozinha, precisava pensar no que faria. Porém ao chegar em casa teve uma surpresa, apesar de já ter recebido um embrulho no dia anterior, havia outro embrulho em sua porta. Pegou e entrou, não notando novamente que era observada, porém dessa vez os olhos que a observavam brilhavam com as lágrimas. Lágrimas que também caíram dos olhos verdes da menina quando ela leu a carta escrita com a mesma letra caprichada porém um pouco mais tremida:

“Sabrina,

Depois de muito pensar, refletir e ponderar resolvi te escrever essa carta. Você sempre quis saber quem eu era, sempre procurou as minimas pistas em qualquer canto que pudessem te levar até a minha verdadeira identidade, mas eu nunca deixei. Eu sempre escondi todos os meus rastros, eu tinha medo de quando me revelasse não fosse a mim quem você sempre imaginou, sempre procurou e muitas vezes eu pensei em desistir de tudo ou até mesmo ir até você e te mostrar que eu sempre estive aqui e você nunca percebeu. Eu sempre estive por perto, mesmo sem você notar, porém isso não importa mais. A verdade é que eu me escondi por achar que eu não era bom o suficiente pra você, porque você é a pessoa mais incrível que eu conheço, a garota mais doce e sensível que já cruzou o meu caminho, eu amo cada detalhe em você, cada parte sua, cada expressão, cada gesto para mim é especial. No entanto, eu sei admitir quando perdi e hoje quando te vi com o Mateus eu percebi que você merece alguém que possa ser real em sua vida, alguém que seja real e corajoso o suficiente para te dar tudo o que você merece. Essa é a última carta que eu te escrevo, a última rosa que eu envio e a última vez que você sabe de mim. Você merece ser feliz e eu sinto que nunca serei a pessoa certa para isso. Mesmo assim não se esqueça que sempre vou estar aqui quando precisar. Não tente descobrir quem eu sou, apenas guarde nossas lembranças nesses cinco anos que estivemos presentes na vida um do outro. Apenas seja feliz, o seu sorriso ainda é o mais lindo que eu conheço. Eu te amo.

Pra sempre seu,

Romântico Anônimo”

A loira ainda encarava aquele simples pedaço de papel sem entender o que havia acontecido, por que ele havia desistido? Por que ele se despediu sem perguntar se era isso que ela queria? Era injusto ele conquistá-la daquela maneira e depois ir embora. Pegou a rosa amarela e dormiu abraçada com a mesma, foi a primeira vez em sua vida que chorou até dormir.

Quanto tempo esperei a frase certa

Pra te mostrar que eu era

Sabrina chegou no colégio no dia seguinte procurando por Omar, precisava da ajuda do amigo para descobrir quem era o tal cara que tanto mexia com ela, mas ao encontrá-lo conversando com Isabela se sentiu estranha, como se alguma coisa estivesse fora de lugar. Os dois conversavam animados e o moreno ria de alguma coisa que a irmã de Manuela dizia, vê-lo tão descontraído com outra pessoa que não era ela fez com que a loira fechasse a cara, sentia um aperto no peito e um gosto amargo na boca que não sabia explicar. Assim que viu a melhor amiga o garoto deu um sorriso para ela que lhe preocupou, ele parecia triste e sem vida, ela nunca havia visto Omar assim. Ajeitou-se quando viu que ele vinha em sua direção e sorriu sem graça para ele.

—Oi Sabrina — ele disse sério — Achei que você estivesse com o Mateus.

—E por que eu faria isso?

—Pelo que você me disse ontem eu achei que você e ele estivessem juntos — ele disse cabisbaixo — Mas o que você queria comigo?

“Saber o que você tanto ria com a Isa, talvez?” foi o que ela pensou em dizer, mas se conteve e disse apenas:

—Eu preciso da sua ajuda — ela o puxou para um local mais afastado, sentaram-se no mesmo banco de cinco anos atrás — Eu quero descobri quem é o Romântico!

—Você não disse que ia desistir dele? — Omar perguntou surpreso e a jovem o encarou confusa — Foi o que você disse ontem!

—Eu disse que talvez eu desistiria — ela disse — Mas parece que ele entendeu errado.

—Como assim? — se fez de desentendido — O que houve?

—Ele me mandou uma carta, a última carta. — ela suspirou — Eu preciso descobri quem é ele e você vai me ajudar.

—Eu? — o rapaz engasgou com a própria fala e a amiga o encarou — Eu preciso ir ao banheiro.

A loira achou estranha a pressa do amigo, mas a sua atenção foi totalmente desviada para a mochila mal fechada jogada de qualquer jeito em cima do banco. Um pequeno pedaço de papel saia pela abertura do zíper e ela o reconheceu de imediato e levada pelo impulso abriu a mochila do melhor amigo encontrando dentro do embrulho aberto a caixa com a rosa e o bilhete, reconhecendo-os de imediato. A rosa era azul, a letra era a mesma e o bilhete dizia:

“Sei que disse que aquela seria a última, mas não resisti. Jamais te esquecerei — R.A.”

—Sabrina? — Omar chamou ao ver que ela havia encontrado algo que não deveria e se desesperando. — Não era para você achar isso!

—É você? — ela perguntou enquanto encarava todas as provas — Sempre foi você? — perguntou novamente — Me responde Omar!

—Sim,o Romântico Anônimo sempre fui eu — ele disse de cabeça baixa — Me perdoa por tudo, eu nunca deveria te mandar aquelas flores, aqueles bilhetes, eu fui um idiota, eu…- ele se interrompeu e suspirou — Eu sempre te amei Sabrina — ele a encarou — Desde a primeira vez que eu te vi.

—Por que você nunca me falou? — ela levantou-se ficando frente a frente com o garoto — Por que você escondeu isso durante todos esses anos?

—Eu tinha medo. Medo de você me odiar, de você achar que eu tava brincando com seus sentimentos — ele passou as mãos nervosamente pelos cabelos — Eu tive medo de me revelar e você…

—Dizer que não te quero — ela completou por ele — Agora tudo faz sentido! Você sempre estava presente de alguma forma nos dias que eu recebia as flores, você sempre me dizia alguma coisa relacionada as coisas que estavam escritas nos bilhetes, mesmo sem perceber — ela sorriu sem que o amigo percebesse — Você nunca me deixou saber como era a sua letra. Você escondeu perfeitamente tudo de mim.

—Sabrina me perdoa, eu não devia ter escondido isso de você, eu sinto muito por tudo que eu fiz.

—Só me diz uma coisa — ele a encarou curioso — As cores das rosas tem um significado, não é? Porque você me mandava flores sempre, mas as rosas e os bilhetes foram apenas em alguns momentos.

—Cada cor de cada rosa representa a evolução do meu sentimento por você — ele a olhou nos olhos antes de prosseguir — A primeira, lilás, significa amor à primeira vista, ao primeiro olhar que foi exatamente o que eu senti quando encontrei os seus olhos na multidão de pessoas que me encaravam curiosas quando eu pisei aqui pela primeira vez. Odiar aqueles três foi apenas uma desculpa para me aproximar de você, para ter coragem de ir até onde você estava — ele sorriu carinhoso e ela retribuiu — A rosa vermelha representa a paixão que foi o meu segundo sentimento por você, eu me apaixonei intensamente pela melhor amiga que eu poderia ter — ela já possuía os olhos marejados — A rosa cor-de-rosa representa o carinho que eu sempre tive por você e também que o meu amor cresce a cada dia mais — ele sorriu e continuou — A rosa amarela é o amor platônico, não correspondido, pois eu nunca esperei que você me amasse, e no momento que você me disse aquelas coisas eu imaginei que nunca te teria e essa — ele pegou a rosa azul de dentro da caixa e a colocou entre os dedos de Sabrina, cobrindo as mãos da menina com as suas — Significa amor verdadeiro, aquele que só sentimos uma vez na vida, e o que eu sinto por você é esse amor raro e forte que ninguém é capaz de tirar de mim.

—Omar eu nem sei o que dizer — Sabrina disse emocionada — É tudo tão lindo e tão intenso que eu nem consigo imaginar algo para te dizer.

—Não precisa dizer nada — ele soltou as mãos dela e a loira sentiu falta daquele contato — Eu nunca esperei que você me amasse, eu só queria te mostrar o meu amor — ele sorriu e pegou a mochila em cima do banco — Seja feliz Sabrina, eu também vou tentar ser.

Ele virou-se para sair, os olhos vermelhos pelas lágrimas que ele não deixava cair e o semblante triste faziam que aquela cena ainda fosse mais melancólica. Sabrina encarava as costas do amigo enquanto o mesmo se afastava sentindo o coração afundar no peito, ainda segurava a rosa que ele havia colocado em suas mãos e os olhos derramavam grossas lágrimas. Determinada seguiu em passos firmes até Omar e o puxou para que a encarasse, antes de dizer qualquer coisa o olhou nos olhos e se aproximou, o garoto que tinha os olhos arregalados pela aproximação repentina da loira apenas deixou a mochila cair e envolveu a cintura da mesma quando os lábios se tocaram pela primeira vez dando inicio a um beijo calmo e apaixonado onde muita coisa era dita e todos os sentimentos eram passados sem precisarem de uma palavra. Romperam o beijo lentamente e sorriram.

—Você me entregou o seu coração por todos esses anos e agora é a minha vez — a loira sorriu enquanto pegava a mão de Omar e depositava a rosa azul que o mesmo lhe dera minutos antes — Eu te amei todos esses anos sem nem saber que o meu melhor amigo e o meu grande amor eram a mesma pessoa — ela sorriu ainda mais — Apesar do meu coração sempre tentar me avisar eu estava cega demais para perceber — ela o olhou nos olhos enquanto dizia as palavras que sempre guardou dentro de si — É você, sempre foi você. Você é meu melhor amigo, meu Romântico Anônimo, meu amor. — Omar ainda a encarava encantado — Eu te amo Omar Ferraz, sempre amei.

Não eram necessárias palavras, não eram necessários gestos. Naquele momento era necessário apenas sentimentos. Ela finalmente descobriu quem era seu amor secreto e ele finalmente pode dizer a ela tudo o que escreveu por todos aqueles anos.

Romântico anônimo!



Notas finais
Então o que vocês acharam? Bom? Ruim? A opinião de vocês é muito importante para mim. Beijos e até a próxima :*
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!