Notas iniciais
Heey Galera,tudo bem? Vocês nem devem se lembrar de mim e nem dessa Fic. Tinha deixado ela inativa,de lado e me esqueci completamente do contexto dessa história. Na real,eu não sabia como continuar. De certa forma eu pensei muito e ia excluir a fic e começar ela de novo. Porque estava relendo ela e percebi que cometi vários erros. Inclusive apressando a gravidez da Nat,ao invês de deixar para o final. Isso me fez pensar por dias. Mas eu não fiz isso por consideração a vocês e pelo fato da história já ter um caminho bem longo até aqui. Já fiz vocês esperarem por muito tempo e muitos não devem lembrar também,assim como eu. Onde essa Fic tinha parado exatamente. Por tanto tinha parado quando a Nat e o Steve tinham viajado. Ela já estava perto de ter os bebês e ia revelar alguma coisa. Porém não me lembro o que era isso. Então pensei em esquecermos isso e dar continuidade sem esse detalhe. Por favor não me matem! Mas vou ter avançar tudo novamente. Espero que não deixem de acompanhar a história. Aproveitem o capitulo! Peço desculpas novamente. Ah! E Leiam as notas finais.

[Natasha]

Já havia se passada uma semana que estávamos hospedados em Moscou. Caminhamos e vimos muitas coisas diferentes. Muitas coisas tinha mudado dés da última vez que estivera lá. Claro, as ruas e prédios antigos eram mantidos e agora viraram pontos turísticos, cujo pessoas passavam todos os dias postando fotos, se exibindo diante de monumentos, que para mim tinham um grande significado. Lembravam-me na época que todo aquele cenário era cercado por tanques de guerras e corpos despendidos em todos os cantos.

Naquela manha de quarta feira, acordei com a luz do sol, adentrando sobre a janela. O vento batia em meus cabelos me despertando lentamente. A esse ponto dormir se tornara um desafio para mim e meu corpo. Steve, pobre coitado. Servia como um belo travesseiro, seus braços robustos eram aconchegantes. E o calor do seu corpo me garantia uma boa noite de sono. Exceto pelas movimentações em meu ventre, que aconteciam toda hora, a cada movimento pitoresco, isso provocava insónias. E nunca tive tantos pesadelos quanto agora.

Movi-me na cama tentando me espreguiçar. Esticando meus braços para cima, levantando meu tórax permanecendo sentada na cama. Ao meu lado um loiro agarrava minhas pernas. Seus cabelos bagunçados e a boca aberta, provavelmente babando em seu travesseiro. Movimentei-me cautelosamente para não o acordar. Steve tinha um sono pesado, ainda mais depois das tardes cansativas que lhe dei, ele merecia um bom descanso. Levanto da cama andando até o banheiro para me banhar. Após arrumo meu cabelo. Vestindo shorts vermelho e uma camiseta mais larga e velha que Steve guardara em seu guarda roupa.

A casa onde estávamos morando temporariamente tinha vista para a Catedral mais conhecida de Moscou. Cujo tinha uma iluminação maravilhosa ao entardecer. Como era cedo, por volta dás 09:30 da manhã agora estivera cheio de pessoas fotografando e sorrindo como se nada tivesse acontecido. Apesar de estarmos tecnicamente de férias, eu tinha coisas importantes para resolver. Lugares que precisava garantir que estivessem intactos. Suspirei ao pensar no local que iria, não queria dizer a Steve. Se fosse para ir neste cenário, era melhor que fosse sozinha. Lá estava minhas lembranças, de como tudo começou. De certa forma, não queria incomodar mais uma vez o dia de Rogers, sei que quer me proteger, mas precisava fazer isso sozinha.

Desço as escadas segurando no corrimão. Minha protuberância me atrapalhava de ver onde estava pisando. Porém estava contente, logo isso iria acabar e poderia vestir e caminhar sem sentir dor alguma. Coloco a mão involuntariamente sobre meu ventre, acariciando de leve enquanto caminhava para a cozinha. Abro a geladeira, pegando na geladeira ingredientes para um sanduíche saudável de atum e outros incrementos. Sento-me vagarosamente montando meu lanche. Sinto de leve como se bolhas estourassem dentro de mim, involuntária coloco a mão sobre e dou um sorriso torto.

— Qual o problema? Não gostam de atum? – Falo sozinha, dando um leve sorriso de canto – Sem problemas, como outra coisa – Levantei e peguei uma vasilha, colocando dentro cereal que encontrei no fundo da dispensa. Assim que comi, senti os dois se silenciarem. Assenti e sorri.

Após me alimentar subo novamente para me trocar para sair. Adentrando o quarto vejo Steve de pé, a frente da varanda. O mesmo se virou, sorrindo ao me ver. Caminhou lentamente em minha direção, passando sua mão pela minha cintura. Olhando-me nos olhos, o fitava, aqueles lindos olhos azuis.

— Bom dia Nat, não senti você levantar – Steve sorriu abobado, aproximando seus lábios da minha boca. Trocamos saliva por uns minutos até respirando fundo. O mesmo passou as mãos sobre meu cabelo – Está tudo bem?

— Não poderia estar me sentindo melhor – Sorri pelo nariz – Melhor você ir escovar esses dentes, está com um bafo horrível – zombei, olhando rapidamente para baixo

— Engraçadinha, já escovei meus dentes – Steve se afastou, fazendo conchinha com a mão, verificando meu questionamento – Acordou fazendo gracinhas, não estou com bafo

— Ora Steve, onde está seu senso de humor? – Afasto-me indo em direção a uma pilha de roupas no canto superior do quarto. Apanho dois pares de roupa.

Após me vestir tateio minhas mãos pelo guarda roupa a procura de uma bolsa. Ao achar a pego, colocando sobre o braço. Saio do quarto lentamente mais sou seguida por Steve, que segurou no meu braço firme. Fitando-me com as sobrancelhas franzidas.

— Onde você vai? – Indaga o loiro arrugando o rosto – Lembre-se que tem que tomar cuidado, não pode sair sozinha, você sabe que eles podem nascer a qualquer momento.

Balancei a cabeça positivamente, dando uma leve gargalhada. De fato sabia que aquilo ia acontecer. Mas achava engraçado a forma que Steve se preocupava. Era errado ser sínica nesses momentos, mas sua cara de bobo, fazia-me rir internamente. Me aproximo do loiro, correndo minhas mãos pelos seus cabelos loiros. Aproximo meus lábios lhe dando um selinho.

— Fica tranquilo Rogers, nada vai acontecer – Sorri dando-lhe continuidade ao beijo – Ainda sei me cuidar sozinha Capitão, só garanta que quando chegar tenha panquecas pra mim comer – Dei-lhe outro beijo e me despi do local

*

Chegando no local destinado me deparo com a visão que já esperava que tivesse. A frente lá estava a casa onde cresci, aprendi tudo que sei até hoje. A minha volta era notável que o local estava abandonada. Com toda certeza mais ninguém adentrava o local. A grama estava alta a ponto de cobrir o portão enferrujado. Caminhei lentamente até a entrada analisando tudo que podia. Sentia uma brisa tocar delicadamente em meu rosto. O ar estava gélido, o que me causou arrepios no corpo.

Ao entrar na sala daquele casarão antigo, tem-se, de início, uma desagradável sensação de abandono e de uma certa tristeza. Era vago meu sentimento de que um dia aquele saguão tinha as paredes vermelhas, com textura de veludo e janelas limpas. As paredes, já quase sem cor devido à ação do tempo, descascando aos poucos. O chão já sem brilho e o teto no qual havia um lustre luxuoso, mas empoeirado , confirmavam a impressão inicial. Sentia-se também no ar o odor dos moveis quebrados nos devidos lugares. Aquele cheiro de bolor estava me causando náuseas.

Caminhei até as escadarias, que eram longas e cumpridas. Tateei minhas mãos no corrimão. E lentamente as lembranças irradiavam em minha mente. Comecei a ouvir vozes, pisquei meus olhos e foi como se tivesse voltado naquela época. Avistava todo o movimento no saguão, várias garotas de diferentes tamanhos, cabelos e pele treinavam no quarto ao lado. Marchei acompanhando as vozes, até chegar na sala que costumava treinar. Imediatamente minha cabeça começou a doer devido a lembrança, era como se milhões de bombinhas tivessem estourando.

Minha respiração começou a pesar. Pisquei várias vezes até perceber que minha visão estava ficando turva. Levo meu corpo aos degraus e me apoio colocando a mão sobre a cabeça, sentindo a tontura e o tremor dominar meu corpo. Sentia minhas mãos estremecerem e o suor descer pelas minhas costas.

— Mais que droga está acontecendo? – Vociferei tentando me colocar de pé – Vamos Natasha, você consegue – Dizia para mim mesma, quando finalmente me coloquei de pé, ainda cambaleando mais o suficiente para sair dali.

Steve tinha razão, minhas emoções e meu corpo não era mais o mesmo por enquanto. Sabia que tinha que sair antes que a coisa piorasse. Não devia ter saído nessas condições. Podia ter ganhado peso, ter mudanças hormonais com o passar dos meses, mas uma coisa nunca mudara. Minha teimosia e curiosidade que somente Natasha Romanoff sabe do que estou falando.

Antes de sair verifico novamente o redor. Ainda haviam coisas que precisava garantir que estivessem por lá. Uma caixa de segredos estava escondida, e lá continha informações que somente eu, sabia o que aquilo iria resultar se alguém com a mente brilhante pudesse, usar isso contra a humanidade. Algo que não me afetaria somente, mas afetaria minha futura família.

Saindo do local adentro meu carro e dirijo em direção a nosso lar temporário. Não havia me dado conta, mas parecia pouco tempo que fiquei naquela casa. Todavia tinha passado a tarde toda perambulando. Já estava escuro, e a noite estava densa e nublada. Infelizmente o local que escolhi frequentar era abandonado, e parecia que a névoa era mais densa. Enquanto dirigia as lembranças voltavam em minha cabeça.

[Narrador]

As cortinas balançavam acompanhando os passos leves de garotas jovens dançando balé. Acompanhadas de uma mulher mais madura, com a expressão severa. No canto superior do quarto uma menina ruiva, um tanto alta lutava com um homem duas vezes maior que ela. Era determinada, estava disposta a derrubar o homem. A jovem garota depositou um golpe certeiro em seu queixo, fazendo bater as costas no chão e resmungar. Logo atrás surgiu outra mulher, mais alta mais durona e com um olhar de puro sarcasmo. Aplaudindo o empenho da garota.

— Muito bem Natasha, está indo muito bem – Disse a mulher, a jovem a encarou sorrindo de canto, se achando vitoriosa – Mas ainda é fraca e precisa de algo pra facilitar seu empenho – Disse com rispidez, fazendo o sorriso da menina se desmanchar

— O que quer dizer Senhora Clark? – Natasha se levantou se aprontando

— Me siga!

Natasha seguiu sem hesitar para as escadarias de mármore branco. Ao chegar no andar superior ambas caminham para um sala reservada. A iluminação era baixa. Adentrando haviam maquinas estranhas de tortura. Cujo Natasha não sabia, mas aquilo ia ser sua punição por errar mais uma vez. A jovem tentou escapar, mas braços mais fortes a agarram pela cintura. Levando a jovem para testar as maquinas. Naquele instante podia-se apenas ouvir vozes.

— Me tirem daqui, porque estão fazendo isso comigo? Por favor, me soltem!!

[Natasha]

Minha cabeça martelava, se tornara duas vezes mais pesada. Como se não bastasse minha visão ficara turva novamente. Instintivamente soltei do voltando, colocando a mão sobre a cabeça, com as sobrancelhas franzidas e vozes gritando, sons de agonia invadiam minha mente como parasitas. De repente vejo uma luz se aproximar do carro e quando me dou conta, o veículo começa a capotar para esquerda. Descendo ladeira a baixo, na mesma velocidade que uma bola de canhão.

Desmaiei por alguns segundos. Quando consegui abrir os olhos minimamente pude ver minhas mãos sangrando, escorrendo de algum lugar de meu rosto. Imediato, senti uma forte pontada no ventre, como se a pancada não teria sido o bastante. Sinto meus pulmões trabalharem para bombear ar, e minhas pupilas se fechando sozinhas. Minha garganta começara a trancar, juntamente de meu coração acelerado. Em questão de minutos não estava tão consciente. Apenas estava sentindo a pontada no colo do ventre, e um liquido descendo pelas minhas pernas. Aos poucos adormeci, sentindo meus ouvidos entupirem.

[Steve]

Já estava agoniado por Natasha ter sumido praticamente o dia inteiro. As panquecas que já estava preparadas, agrupadas sobre a mesa já estavam frias.Caminhava de um lado para o outro, esperando que alguma coisa pudesse acontecer. Que a porta abrisse e verei minha linda ruiva chegando.

Depois de alguns minutos sentada ouvi o bater na porta. Sem hesitar ando rapidamente abrindo a maçaneta. Exibindo um sorriso no rosto. Ao ver quem era o sorriso se desmancha e fico preocupado, somente de ver aquele uniforme azul na minha frente.

— Boa Noite, o senhor é Steve Rogers? — Disse um rapaz, cujo suas roupas apontavam que era um policial. Imediatamente meu coração bateu em disparada

— Sim, o que fazem aqui? — Questionei, colocando a mão no bolso da calça. Tentando não transparecer minha preocupação.

— Sua esposa Natasha Romanoff, está internada — Meu rosto se corou — Ela sofreu um acidente e precisamos que o senhor me acompanhe até o hospital

Estava corado,meu coração bateu em disparada. E tudo que pensei naquele momento era que Natasha podia estar morta, ou ainda pior nossos filhos não terem sobrevivido ao acidente. Lembrei do que ela me disse de manhã, que tudo ficaria bem. Mas não fora o que aconteceu, tudo estava desmoronado,e minha família podia estar em perigo.

Notas finais
Então..... O que acharam do capitulo? Gostaram? Peço perdão por ter feito isso com a Nat,mas vocês iram entender daqui a pouco. Peço desculpas pela demorar e também se não transpareci muito bem a escrita, se tiver erros podem me dizer. Espero que tenham gostado. Comentem,Compartilhem e Favoritem Ah! Antes que me esqueça. Postei uma nova Fanfic sobre o passado da Natasha, e dessa vez prometo que não vai fracassar. Vai contar sobre a vida dela e sobre a vida das pessoas que ela matou. Um pouco diferente daquelas que estão acostumados a ver,vai ter umas coisinhas a mais... https://fanfiction.com.br/historia/739589/Dreamy_Indomitable_Stasha/ <~ Aqui está o link, comentem para saber suas opiniões. Agradeço dés de já Bjs da Scar e da Holly♥ Até o próximo! Peço desculpas novamente kkkkk
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.