Romanoroger True Love -
19 Capitulo 19 - Meu Capitão
Notas iniciais
[Steve POV]
Meu sangue fervia, não era visível mais saiam fumaça de meus ouvidos. Os meus batimentos estavam acelerados, a sensação era que meu coração fosse sair pela boca. Cerrei meus punhos. Pronto para acertar a cara de Loki. Natasha estava presa atrás de mim, com lágrimas descendo de seus olhos, a respiração profunda e intensa.
A ver daquela forma me deixava agoniado. Loki estava a minha frente, rindo como se aquele momento lhe desse prazer. Ao lado de Natasha Clint tentava a tirar daquelas cordas, puxando-as para baixo, usando praticamente toda sua força. Negativo, ele não conseguia puxar.
A distância entre nos dois era minima. Olho fixamente para Loki, com um olhar tão severo e negativo. Cerro meus punhos, contendo e unindo minha raiva neles. O deus me fita sorrindo torto. Pondo as mãos ao lado de sua coxa, mexendo os dedos. Apanha uma arma localizada em sua coxa a apontando em minha direção. Um tiro é disparado, vindo em minha direção como uma flecha. Ponho meu escudo a minha frente, fazendo a bala bater e cair no chão.
– Para um deus, você está muito mal equipado — esbravejei
Ponho-me em uma posição reta, colocando o escudo a frente. O Deus olha gargalhando, soltando a arma e a jogando longe. O mesmo ajeita sua vestimenta. Loki corre em minha direção, norteando chutes em cima e em baixo. Ponho meu escudo a frente, protegendo-me. Ataca novamente, com socos e pontapés. Me defendo, esperando o momento certo para nocautear seu rosto.
Loki move sua perna para cima, me acertando na cintura. Dou um passo para trás, preterindo um chute em sua barriga, fazendo-o cambalear para trás. Jogando-o contra a parede. Me aproximo indozindo socos em sua cara, em ambas direções. Ele hesita depois de demonstrar tontura, mas se mantém de pé. Corro novamente para perto dele, acertando no meio de suas pernas, em seguida, em seu tronco, após em seu peito e incessantemente em sua face. Após giro meu corpo, movendo minha perna em seu rosto novamente.
Loki é jogado contra a parede, batendo a cabeça. Vejo sangue escorrer de seu rosto. Sentia-me um pouco aliviado, mas a raiva ainda predominava meu corpo. O deus passa as mãos pelo ferimento em seus lábios, vira seu rosto para mim, dando um sorriso sarcastico.
– Muito bem Capitão — sua voz era pesada — Pena que não estou sozinho nessa
Já tinha quase certeza disto, aquele covarde trabalhar sozinho? Não téria capacidade sulficiente para isso. Com toda certeza não.
– Isso não é novidade — sorri torto, com irônia em minhas palavras — Você não é capaz de lutar sozinho, não tem capacidade pra isso — Disse debochado, erguendo uma sobrancelha
Loki desmanchou seu sorriso. Emitindo um rosnado com os dentes. Logo o mesmo gesticula sua mão esquerda. Bucky surge ao meu lado, já direcionando socos em meus braços. Vou me defendendo, até que deixo escapar meu braço, e sou atingido em cheio no estomago, sendo jogado a parede. Ouso Natasha gritar atrás de mim, com a voz um pouco rouca, mais dava para entender que era meu nome que ela chamava.
Levanto-me, respirando fundo, acumulando toda a minha raiva em meus punhos, Bucky deveria ter ajudado Loki. Não permitia que alguém machucasse Natasha daquela forma, sinceramente, ela foi a mulher em que me apaixonei perdidamente, não era igual quando me apaixonei por Peggy, era diferente , mais forte, o jeito de Natasha me deixava impressionado, como ela falava, como ela sorria. Tudo nela me deixava feliz, e ver que alguém a tinha ferido tão gravemente. Amaçava meu coração, da mesma forma que lixo é compactado.
Bucky acerta seu braço mecânico em meu rosto, fazendo meu maxilar queimar por dentro. Passo minhas mãos pelo meu rosto, sentindo sangue escorrer de meu nariz. Levanto-me firme, pondo os punhos a frente de meu rosto, me defendendo de seus golpes. De repente sinto uma penetração vir de minhas costas, algo potiagudo. Uma vaga melancolia compria o meu peito. Lágrimas escorreram ao sentir a tremenda dor.
Cai no chão, ileso, ferido. Viro meu rosto devagar, vendo que Loki havia feito aquilo. Meu corpo começara a tremer freneticamente, como se raios estivessem correndo em minhas veias. Meu corpo pareceu amolecer, fazendo-me cair para o lado, ficando no chão deitado.
Clint avista-me, correndo em minha direção para me ajudar. Sinto minhas pálpebras se fecharem várias vezes, me esforço para poder as manter abertas. Corro meus olhos pelo local. Vendo que Loki e Bucky haviam sumido, após minha derrota. Sentia raiva de ter perdido, por um momento me senti insatisfeito por não sair tão virotioso. Mas abri um sorriso no rosto ao perceber que pelo menos, havia deixado ematomas no rosto de Loki. Raramente perdia alguma luta, de fato isso me deixava nervoso, mais consegui manter que ninguém mais se machucasse.
Clint se ajoelha ao meu lado, passando seu braço por dentro do meu, me mantendo de pé. Movi meus braços para trás, sentindo a gravidade do ferimento. Logo sinto, a moleza retornar ao meu corpo, não resisto e fraquejo. Caindo novamente no chão, fechando minhas pálpebras novamente, antes em deixar de olhar para o rosto de Natasha, que esbanjava preocupação, sussurrando algo como ''Aguenta firme Steve'' ela dizia. Logo meus olhos se fecharam.
[Natasha Pov]
Passei a me acostumar as dores que sentia naquele instante. Minha respiração estava tão pesada que mal podia falar. Avistei Steve a minha frente, desmaiado e ferido. Dês de que participei daquela missão com Steve, nunca o vi perder dessa forma, ver isso pela primeira vez era complexo. Clint encostou o corpo do loiro na parede, e correu em minha direção, sua expressão angustiada me fitava.
O mesmo procurava a minha volta, um jeito de tirar dali, persuadi com a cabeça, lhe indicando que as cordas me prendiam, e me impediam de sair. Clint puxou as cordas, uma de cada vez, com cautela. Assim que o faz, meu corpo se move mole. Caio em cima dos braços de Clint, que me segura com força. Pondo-me de pé, com os braços entrelaçados em seu ombro. Piso no chão, sentindo como um raio tivesse atingido a região da minha cintura e ventre, deixo uma de minhas mãos escapar dos ombros de Clint, a colocando em cima de minha barriga.
– Natasha, oque ele fez com você? — dizia Clint, preocupado
– Muita coisa — indaguei, franzindo minha testa devido as dores — Precisamos ajudar o Steve — Digo, soltando-me de seu ombro
– Não, você fica quietinha -Incumbiu Clint — Não tá vendo como você tá? — Clint colocou a minha frente, estendendo os braços
– Eu estou bem Clint — nego o fitando seriamente — Me ajuda com o Steve — cambaleava, caminhando lentamente
– Natasha, larga de ser teimosa! — esbravejou Clint, parando a minha frente, olhando cínico para meus olhos — Lhe conheço a muito tempo, sei que está se fazendo de durona, mais você não está bem
– Clint, só são algumas machucados daqui a pouco passa — digo — Preciso ajudar o Steve.
Impuro Clint para o lado, fazendo o mesmo bufar. Sei que ele queria meu bem, posso até não estar me sentindo maravilhosamente em bom estado. Posso estar sentindo dores penetrantes e intensas, sentindo uma vontade enorme de me jogar em uma cama e dormir por horas. Mas, Steve precisava da minha ajuda. Me esforço para correr em sua direção, mas sou interrompida por Sam a minha frente, já com Steve entrelaçado em seu pescoço.
– Sinto muito ruiva — Sam dizia sorrindo torto — Mais Clint está certo, deixa que os homens façam essa parte — Emiti um grunhido ao ouvir suas suplicas
– Ah claro! Os homens são mais fortes — disse debochada — Mais que bobagem! — Dizia incrédula pela atitude marxista deles
Sam gargalhou andando junto a Tony, que seguravam Steve. Caminhava ao lado de Clint, que não tirava seus olhos de mim. Ao decorrer de meus passos, tudo se tornava mais complicado. Senti novamente o choque percorrer meu corpo. Não pude deixar de estremecer ao sentir, cambaleei para o lado. Colocando novamente minha mão a cima de meu ventre, sentindo não apenas dor dentro, sentindo os ferimentos na minha pele. Barton se moveu rapidamente ao perceber meus movimentos. Segurando-me pela cintura, olhando para meus olhos, soltando um sorriso torto.
– Lhe falei que você não estava bem — Disse dando um sorriso superior — Deixa eu te ajudar
Desta vez não recuei, permiti que me ajudasse a caminhar. Em minutos chegamos até a torre. Tony e Sam correram com Steve rapidamente até o elevador. Pepper que estava na portaria olhava horrorizada, com as mãos sobre os lábios. Senti uma tontura atingir meu corpo, minha cabeça doer, azucrinando cada vez mais. Clint me ajudava a caminhar. Pepper virou seu rosto em minha direção, vendo o meu estado. Toda ferida, com roupas intimas, com a expressão pálida, cabelos bagunçados e uma dor tremenda.
Clint me levara para o sofá. Me sentei, aquilo suou como um alivio. Pepper correu na minha direção, sentando-me ao meu lado. A mesma franziu o cenho ao me ver, logo fixou seus olhos em torno do meu corpo, parando eles na região de meu ventre.
– Meu deus! Onde você tava? Oque aconteceu com você? — disse bitolado — Céus! Preciso examinar você
– Loki... — dizia com a voz falha — E-le..- gaguejei ao falar, sentindo outra pontada me atingir
De repente a minha volta tudo começou a ficar embaçado. Como se a torre estivesse girando em 180 graus. Meu corpo tremia freneticamente, sentia meus dedos e braços formigarem. Me sentia perplexa, cerrei meus olhos, a ponto de ver Clint chamar meu nome, Pepper gritar socorro, o som do vento bater nas cortinas. Tudo isto, antes de me encontrar desmaiando.
[....]
Caminhava lentamente dentro de um hospital, nas minhas mãos havia minha pistola, vestia meu traje de Viúva Negra. Meus sentidos permaneciam aguçados, captado sons e barulhos vindo de ambos os lados. Olhei a minha volta, procurando onde os grunhidos começavam. De repente uma garotinha, de cabelos loiros e curtos surgiu a minha frente, abraçando minhas pernas.
– Moça, me ajuda! Me ajuda! – dizia a criança – Vamos todos morrer
– Shiu! Se acalma oque houve? – dizia com meu tom de voz calmo
– Não sei, alguém está atacando o hospital – disse – Logo na hora da minha sobremesa – deu continuidade passando a língua no beiço
– Vou te levar para um lugar seguro tá bom? – sorri. A menina assentiu e pegou em minha mão
Segurei firme na mão daquela garota, por mas estranho que fosse, era como se já a conhecesse. Caminhamos até encontrar um grupo de pessoas reunidos na recepção dos hospital, todos apavorados, em pânico. Soltei a mão da garota, que avistou seus pais e correu para seus braços. A menina acenou para mim sorrindo, acenei de volta virando-me para trás. Virei-me para trás, correndo pelos corredores do hospital, até que parei em um corredor grande e extenso, com as paredes brancas e as luzes piscando em sintonia. Um homem vestindo uma roupa preta, com detalhes verdes e dourados. Usando como se fosse uma jaqueta com as mesmas colorações, acompanhando de uma capa verde e longa. Tinha cabelos pretos, da altura de seus ombros, me fitava com uma expressão cruel e severa.
– Loki? – questionei, arqueando as sobrancelhas – Diga logo oque você quer – Disse friamente
– Ora, ora, ora! – Pronuncia com escarnio – Acho que eu ia deixar você?
– Depois de ter levado uma surra, me tratado daquele jeito, tem a cara de pau de aparecer nos meus sonhos? – esbravejei
– Chama aquilo de surra? – gargalhou – Meu pai lutava melhor que Steve
Uma raiva tomou conta do meu corpo, parti para cima de Loki em disparada. Cerrei meus punhos para o tocar, mas ele se desfez em fumaça. De repente ouvi novamente os gritos, virei-me para trás, e o hospital estava em chamas, as pessoas estavam sendo queimadas vivas. Senti como se minha cabeça estivesse sendo esmagada, levei minhas mãos a minha nuca, caindo no chão. Loki apareceu novamente a minha frente, segurando a garotinha, pisquei meus olhos duas vezes ao ver, foi o tempo exato para Loki agir. Ele segurou firmemente pelo vestido da criança, gesticulou suas mãos para o lado, e logo a garota começou a pegar fogo.
– Não!!!!!!!! – Gritei, emitindo um grito de angustia. Com uma sensação estranha, e minas lágrimas caíram de meu rosto.
[....]
Dores haviam sido amenizadas, sentia que minhas forças estavam voltando. Eu havia acordado de mais um pesadelo.
Coloco os braços para trás, dando apoio para que pudesse sentar na cama. Clint estava sentado em uma cadeira ao lado da cama, olhava para o teto, até perceber que havia acordado. Rapidamente virando seu corpo em minha direção, esbanjando um sorriso alegre.
– Como está se sentindo? — indagou — Achei que não ia mais acordar — sorriu
– Estou me sentindo bem melhor — disse sorrindo, saber que ele estava ao meu lado me alegrava — Por quanto tempo eu apaguei?
– Você dormiu praticamente o restante do dia — disse — Pepper cuidou de seus ferimentos
– Obrigado por me ajudar Clint — sorri — Vou ficar lhe devendo uma — dou continuidade dando um sorriso superior
– Não me agradeça, somente certifique-se que tem que tomar mais cuidado — Clint dizia gargalhando — Se não vai ficar de castigo e não ganha biscoito – zombou Barton
– Fala sério Clint! — disse gargalhando — Fala como se eu fosse uma criancinha indefesa — reviro os olhos
Logo Pepper se aproxima de mim, ela usava um jaleco branco, com luvas transparentes nas mãos. Seu cabelo estava arrumado em um coque frouxo, haviam remelas em seus olhos, indicando que provavelmente ela devia ter acordado a pouco tempo. Pepper fica a frente da cama, sorrindo ao me ver acordada.
– Natasha!! Que bom que você acordou — Pepper dizia aliviada — Precisamos conversar
– Obrigada pela ajuda! — disse com firmeza — Sobre oque devemos conversar? — deu continuidade pondo-me em uma posição ereta
Clint me olhou, um olhar de pensar alterava seu rosto.
– Felizmente consegui resolver todos seus ferimentos, e provavelmente em questão de 1 dia eles vão estar cicatrizados — deu um suspiro — Mais eu quase não consegui salvar seu bebê
Meu coração, minha respiração parou por alguns segundos. Clint olhou para Pepper atordoado. Um sentimento de culpa e tormenta irradiava de meu peito.
– Mais está tudo bem com ele? — engoli um seco — Pepper me diga — meu sangue começou a ferver
– Se acalma! — A voz de Pepper era a mais calma possível — Tem um corte bem perto do seu ventre, por 1,2 centímetros ele não chegou perto da placenta, o seu bebe não morreu por um triz, mas por conta disso sua gravidez se tornou completamente de risco
Não tinha palavras em minha boca. Não haviam argumentos. Somente meu coração quase ter parado. Já perdi muitas pessoas importantes na minha vida, e consegui superar, mas se perdesse meu filho, séria uma dor, que nunca iria parar, uma ferimento jamais cicatrizado.
– Então Natasha....- Pepper se aproximou de mim — Sei o quanto é difícil pra você ter uma vida sem lutas, missões mais você terá que abrir mão disso
– Farei oque for possível para manter meu filho seguro — Disse com firmeza
– Não se preocupe! Clint está certificado que ira lhe ajudar por um tempo — Pepper sorriu — Enfim, você quer saber o sexo do bebê? Já está com 3 meses
– Hã...- olhei para os lados — Quero....mas antes, onde está o Steve?
– Steve está...ele não está bem — Disse Pepper — Por isso Clint ira cuidar de você até que Steve se recupere
– Posso ao menos ver ele? — indaguei
Pepper assentiu. Levantei-me cautelosamente da cama com leveza por conta dos ferimentos, curativos e o cansaço que atingia meu corpo. Clint seguia a meu lado, Pepper caminhava na frente. A mesma nos levou até uma porta, cujo ela a empurrou e parou, dando permissão para que entrar na sala. Ao pisar meus pés dentro dela, avistei Steve em uma cama, assim como a que eu estava. Imediatamente corri para seu lado, sentando-me em uma cadeira ao lado da cama. Passei a minha mão entre seus cabelos loiros, que estavam úmidos. A coloração de sua pele estava pálida, marcas roxas em seus braços, rosto, peito e um corte grande próximo a sua costela. Ele respirava com a ajuda de aparelhos, em seu braço direito um equipamento para medir sua pressão ativava a cada cinco minutos. Olhei para seu rosto ferido, senti as lágrimas de meus olhos escorregarem de meu rosto, aproximei meus lábios e lhe dei um selinho. Logo virando meu rosto em direção a Pepper, respirando fundo, e passando levemente minha mão a baixo dos meus olhos.
–Até quando ele vai ficar desse jeito? – repliquei
–Até segunda ordem, acho que amanha ou depois estará recuperado – Dizia Pepper olhando nas maquinas ao lado dele – No momento ele está dormindo, devido aos remédios que demos a ele
– Assim que ele acordar, me avise! — sorri de canto. Me levantando, antes depositando outro beijo em seus lábios — Você vai ficar bem meu Capitão
[.....]
Caminhamos com Pepper até a sala, onde ela insistiu que me sentasse. A mesma colocou-se a minha frente, segurando um papel branco com anotações. Clint estava parado em frente da janela, olhando a bela vista que tinha lá de cima, que eu devia confessar que era um ótimo lugar, para que você ficasse quando precisava pensar. O fato de Steve estar daquele jeito me incomodava, a decisão de saber ou não se nosso filho, é uma menina ou um menino acho que devia ser tomada por nos dois, e não somente por mim.
– Então Natasha, ainda vai querer saber o sexo do bebê hoje? – Pepper sorriu de canto
– Prefiro esperar que Steve acorde – repliquei, olhando para Pepper por alguns segundos – Isso nas suas mãos, é resultado não é? – arquei as sobrancelhas
– Como você adivinhou? – Disse a ruiva surpresa – Bem, é que eu imaginei que você queria saber, e eu não aguento mais esperar para te contar
– Então me conte – disse gargalhando – Antes que você exploda de tanta ansiedade
Pepper sorriu, Clint que estava em seu canto se virou para nossa direção. Sentando-se a meu lado, olhando atento para Pepper assim como eu. A ruiva virou para frente o papel em suas mãos. Palavras e mais palavras, em negrito, até ver a grande palavra, apontando o sexo de meu filho.
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