Romances Proibidos
25 O Segredo do anel
Notas iniciais
P.O.V. Jane.
Eu fiquei sabendo que os Cullens andam de dia sem se expor. A pergunta é como?
—Sim Jane. Como?
Nesse segundo a garota entrou pela porta.
—Eu queria saber se é verdade o que contam que seu clã sai ao sol sem se expor.
—É.
—Como?
—Nunca vai saber. Vocês Volturi viverão nas sombras para sempre!
—Jane.
—Dor.
—Fique fora da minha mente.
—Jane?
—Dor.
—Sai da minha cabeça!
As coisas começaram a flutuar. A telecinesia dela afetava tudo.
—Jane o que é isso?
—É ela.
—Olhe pra mim Jean querida...
—Não! Para com isso!
Então ela mirou no mestre Aro e o matou.
—Não Jean! Mestre!
P.O.V. Caius.
Ela o matou. A Cullen matou Aro. E resistiu á Jane.
—Eu o matei. Eu o matei. Sou uma assassina. Eu não queria matá-lo. Queria? Queria. E não me arrependo. Ele era um assassino, falso, mentiroso. Mereceu. Eu estou livre e vocês também.
—Acho que não somos tão diferentes assim doce Mikaelson.
—Ta errada. Eu sou tudo o que você não é. Sua alma está manchada com o sangue dos inocentes, você mata crianças porque acha graça. Passou séculos se alimentando do sangue dos inocentes, porque não se afoga nele.
Eu sentia o sangue vindo, estava me afogando nele, engasgando nele e então eu vi a morte.
—Jane!
—Ela não está morta. Não de verdade. Vai se levantar.
E então eu acordei.
—Isso foi... horrível.
—Ótimo. Agora sabe como é morrer afogada. Sabe como é a dor. Adeus.
—Você cometeu um crime.
—E qual foi?
—Matou um vampiro.
—Todos aqui já mataram vampiros e fizeram coisa pior. Se formos todo vampiro que já matou um vampiro, não fica um meu irmão.
—Eu não sou seu irmão!
—Óbvio que não. A minha única irmã se chama Sarah Cullen Mikaelson!
—Porque você o matou?
—Eu jamais me ajoelharei diante de vocês. Eu os mato antes, eu morro antes.
—Você tem coragem garota. Se trabalhasse para nós...
—Eu não mato crianças! Eu não me alimento de pessoas e não fico parada diante do sofrimento delas. Eu não sinto prazer em ferir os outros. Você não pode me controlar e sabe que não pode por isso você me teme. Ótimo. Tema mesmo, porque quando menos esperar vou transformar sua alegria macabra em cinzas. Ela vai virar cinzas na sua boca e você vai sentir o gostinho.
Mestre Caius começou a vomitar cinzas.
—E pra você zero á esquerda. Eu tenho um presente especial.
Ela trouxe o fantasma de Didime de volta da cova.
—Ela já estava aqui Jane.
—Chega. O cheiro das suas cinzas está me incomodando.
Ela estalou os dedos. E o Mestre parou de vomitar.
—Mestre.
—Sua desgraçada!
Ele partiu pra cima dela e ela meteu uma seringa nele injetando-lhe algo.
—O que é isso? Minha visão!
—Vocês Volturi agora tem um humano que sabe demais. Bem vindo de volta á estrada da mortalidade Caius Volturi.
—O que é isso?
—A cura. Obviamente.
—Cura? Cura pra que?
—Imortalidade.
—Podemos transformá-lo de volta.
—Você pode tentar.
Alec foi tentar, mas ela o segurou.
—Não. Ele é o irmão, a responsabilidade é dele. Ele é o último que sobrou.
—Ela está certa. É minha responsabilidade.
Foi o Mestre Marcus tentar transformá-lo que tudo foi por água abaixo. Ele foi contaminado pela cura e Mestre Caius começou a morrer.
Seus órgãos começaram a falhar e ele começou a morrer de velhice.
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