Romance Mortal
11 Jogo perigoso - Parte 1
Notas iniciais
e cmo ninguem comento antes to repostando
se nao vier comentarios deleto a fic '-'
boa leitura
Quinta-feira, 11/11/10 13:24 P.M. horário de Washington
A azulada apenas colocou a bolsa sobre o ombro enquanto direcionava-se a saída de sua sala de aula. Assim que atravessou a porta deparou-se apenas com o albino que a esperava ao lado da porta enquanto ao fim do corredor, virando a direita, havia um grupo pequeno de garotas, novatas provavelmente, todas cochichando e observando o jovem rapaz.
Lass sorriu presunçoso já notando a jovem ao seu lado observando-o.
– O que faz aqui? – indagou-a franzindo a testa enquanto ajeitava melhor a bolsa sobre seu ombro.
– Você falou na aula que não havia vindo de carro, então pensei em dar-lhe uma carona – disse-o com um sorriso malicioso logo piscando o olho para a jovem cuja sobrancelha erguida mostrava a surpresa perante aquele ‘convite caridoso’.
De canto de olho Mari pode ver o grupo de garotas, inclusive a loira e seus clones, mais que indignadas enquanto esperavam pela resposta da azulada.
– Hmm... – pensou-a por uns instantes.
– Podemos ir para minha casa... – disse-o aumentando o sorriso enquanto aproximava-se da garota – e vamos estar sozinhos...
A garota apenas deu de ombros afastando o rapaz cuja proximidade mostrava-se grande por demasia.
– Tudo bem – murmurou a jovem por fim ajeitando a gola da roupa escolar negra de Lass que apenas ergueu a sobrancelha perante aquele ato.
Logo ambos seguiram em direção ao estacionamento e, durante todo o percurso, Lass manteve seu braço ao redor da cintura de Mari o que fez muitos, inclusive alguns professores, olhassem para a jovem surpresos, ou até mais que isso.
Mari suspirou já rodando os olhos enquanto montava sobre a moto colocando sua bolsa entre si e Lass para logo envolver seus braços ao redor do albino.
Foram-se alguns minutos e logo a moto fora estacionada frente a residência em que o jovem dividia com a ruiva.
O primeiro cômodo com o qual a azulada deparou-se foi a sala nesta haviam dois sofás, uma estante onde localizava-se uma tevê de quarenta e duas polegadas sobre, a mesma possuía alguns poucos enfeites. Ao meio do aposento uma pequena mesa de centro se fazia presente e sobre esta havia um copo, contendo gelo e uma bebida com cor de ferrugem, ao lado deste uma taça contendo um liquido rubro.
– Bela casa – murmurou a azulada adentrando na casa logo atrás de o rapaz, mas logo parando já percebendo a testa franzida que o mesmo possuía enquanto observava a mesa de centro, ou o que havia sobre esta.
O olhar do albino voltou-se para a escada onde logo deparou-se com uma sapatilha vermelha jogada ao pé desta. Alguns degraus mais para cima outra sapatinha e já no andar superior podia-se ver apenas uma jaqueta de couro negra.
Agora foi a vez de a azulada franzir a testa enquanto subia a escada de dois em dois degraus enquanto o albino mantinha-se em seu encalço.
– Eu conheço essa jaqueta – disse-a tomando-a em mãos, mas logo largando a mesma enquanto seu olhar surpreso seguia a trilha de roupas, tanto masculinas quanto femininas, que se seguiam pelo corredor.
Ambos apenas ergueram as sobrancelhas enquanto Lass reconhecia as roupas femininas sendo de Elesis, enquanto Mari reconhecia as roupas masculinas sendo de Sieghart, a mesma lembrava-se de ter dado aquela jaqueta negra para o moreno.
O jovens apenas trocaram um olhar cúmplice logo seguindo a trilha de roupas parando enfim frente a porta do quarto da ruiva onde o silencio deixava tanto Mari quanto Lass curiosos e desconfiados.
O albino apenas travou o maxilar segurando-se para não pegar uma arma em seu quarto para matar a ruiva e seu acompanhante ali mesmo. O mesmo valia para a azulada que se segurava para não pegar sua arma na mesma hora, arrombar a porta daquele quarto e sair puxando o maldito moreno pelos cabelos apenas para jogá-lo em alguma vala no caminho para casa.
Respiraram profundamente antes de abrir devagar a porta do aposento particular da ruiva. O primeiro local em que o olhar de ambos decaiu fora sobre a cama onde depararam-se com a ruiva aconchegada nos braços do moreno. Ambos cobertos pelo mesmo lençol, mas isso não deixava de esconder o fato de que estes não trajavam peça de roupa alguma, já que as mesma encontravam-se espalhadas pela casa.
A azulada foi a primeira a movimentar-se já adentrando no cômodo com o albino vindo atrás de si. Esta parou frente ao leito com Lass ao seu lado.
O jovem pigarreou fazendo com que o casal acordasse um pouco assustados, mas logo a expressão de ambos mudou de susto para terror, pelo menos vindo da parte do moreno já que este sabia como a azulada era assustadora quando estava brava, já a ruiva apenas ergueu a sobrancelha para o albino, mas logo voltou-se para a azulada cuja jogava um olhar mortal sobre Sieghart.
O primeiro movimento da azulada foi puxar o lençol que cobria o casal revelando que, diferente do que pensava, o moreno vestia uma samba-canção enquanto a ruiva vestia uma calcinha vermelha, apenas.
– Ta louca garota? – berrou Elesis agarrando-se ao travesseiro para cobrir seus peitos.
Apesar das palavras pronunciadas pela ruiva terem sido ditas de forma bruta Mari as ignorou com facilidade enquanto mantinha seus olhos heterocromáticos fixos no moreno que apenas engolia em seco já sentindo um frio percorrer-lhe a espinha.
– Deus ou o Diabo, seja quem estiver me ouvindo ai, eu juro que não vou reclamar se um de vocês me matar agora – proclamou o moreno ajoelhando-se sobre a cama e unindo as mãos frente a face em sinal de oração.
A jovem apenas caminhou para o lado em que o moreno encontrava-se ajoelhado e, antes que este tentasse fugir, Mari agarrou-lhe pelos fios negros de seu cabelo e o puxou para fora da cama logo o arrastando para fora do aposento ignorando o olhar abismado de Lass e Elesis.
Quinta-feira, 11/11/10 15:23 P.M. horário de Washington, residência de Mari Ming Onette
A azulada apenas jogou sua bolsa enquanto adentrava na própria casa seguida pelo albino. Estivera na casa dele e dera uma boa surra em Sieghart após encontra-lo na cama com a ruiva, não fez isso por ciúme, na verdade a própria azulada sequer fazia idéia de o por que ter batido no moreno.
– Sinta-se em casa, literalmente – murmurou-a tirando o óculos e o depositando sobre a pequena mesa de centro que havia frente ao pequeno sofá logo sentando-se no acolchoado móvel.
O albino apenas seguiu o mesmo processo sentando-se no sofá ao lado da azulado e logo depositando seus pés sobre a pequena mesa a sua frente.
A jovem bocejou apoiando a cabeça no ombro do rapaz ao seu lado.
– Cansada? – indagou-o.
– Não ando dormindo muito bem por esses dias... – murmurou-a coçando os olhos e logo abrindo um longo bocejo.
O albino sorriu pequeno acariciando de leve a bochecha da jovem enquanto a mesma apenas acomodava-se em seus braços.
Lass reprimiu um bocejo enquanto entrelaçava sua mão na da azulada logo apoiando sua cabeça sobre a da garota.
Quinta-feira, 11/11/10 19:08 P.M. horário de Washington, residência de Mari Ming Onette
– Alô? – murmurou o albino baixo olhando de canto de olho para a azulada deitada no sofá certificando-se de que esta estava realmente dormindo. — Quer que eu vá agora...? É eu estou ocupado... claro que há coisas mais importantes... – o jovem bufou perante o que seu superior lhe dissera. – Ok... estarei já ai – disse-o por fim desligando o celular.
– Hm... – gemeu a azulada abrindo os olhos devagar fingindo que estava a dormir sendo que, na verdade, escutara a conversa do rapaz ao telefone. – Vai sair? – murmurou-a assim que o jovem estava próximo.
– Sim – murmurou-o suspirando logo em seguida.
– Sieg não vai vir hoje a noite – murmurou-a desviando seu olhar para a janela enquanto via que já havia escurecido. Quanto tempo havia dormido?
O albino apenas aproximou-se de Mari e selou os lábios da garota em um beijo rápido. Antes que a jovem desse conta o rapaz já havia partido.
A garota respirou fundo erguendo-se rapidamente assim que a porta da casa fora fechada. Puxou o celular de sua bolsa com rapidez já discando o numero ao qual estava programado.
– Von Crimson – disse-a com firmeza assim que a pessoa do outro lado atendeu. – Esta na hora de fazer seu trabalho – fora tudo o que a azulada pronunciou antes de desligar o aparelho e rumar em direção a seu quarto onde Lupus estava a sua espera, amarrado e amordaçado claro.
Notas finais
bjoss ;*
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