Notas iniciais
https://youtu.be/Fo_Hg_G8z4U-Gesto de carinho entre Hope e Renesmee. https://youtu.be/RYvAMt_tBO8-Alec vê Renesmee e Hope brincando de esconde-esconde.

P.O.V. Alec.

Todo o ponto dela vir para cá foi para poder passar mais tempo comigo, mas eu estou sempre aqui na sala do Trono.

—Mestre, preciso de uma folga.

—Uma folga?

—Todo o ponto de Hope ter vindo pra cá foi para passar mais tempo comigo, para que eu pudesse conhecê-la, mas ao invés de conhecê-la estou aqui.

Então eu ouvi ela gritando:

—Mãe! Manhê! Mãe!

Ela veio correndo.

—Vocês viram a minha mãe?

—Não. Porque?

—Porque eu preciso de ajuda.

—E será que eu não posso ajudar?

—Ela sumiu. Ela está desaparecida.

—Quem está desaparecida?

—A Vilma!

—Quem é a Vilma?

—A minha coelhinha! Você. Você consegue achar qualquer coisa em qualquer lugar não consegue?

Perguntou Hope á Dimitre.

—Consigo. Quer que eu ache um coelho?

—Não é um coelho! É uma coelha! E o nome dela é Vilma! Eu to afobada porque eu revirei o meu quarto e eu não achei ela. E se eu não achar ela e acontecer alguma coisa com ela eu nunca iria me perdoar!

Era engraçado ver o drama que ela fazia por causa da sua coelha de pelúcia.

—Trouxe um coelho para dentro do Castelo?!

Perguntou Caius indignado.

—Ela é uma coelha. Por favor, Por favor, me ajude a encontrar a Vilma!

—Coelhos fazem muita sujeira!

—A Vilma não.

—Aposto que faz.

—A Vilma é de pelúcia!

—Todo esse drama por causa de um coelho de pelúcia?!

Hope olhou para Caius e meteu o dedo nele.

—Ela é uma coelha! E o nome dela é Vilma!

—Você ousa me cutucar?!

—Você ousa falar mal da Vilma?! Ela é melhor que você! E querem saber, vocês são uns imprestáveis!

—Ei! Eu ouvi você gritando. Qual o motivo da gritaria?

—A Vilma sumiu.

—E qual foi o último lugar em que você viu a Vilma?

—Ela tava comigo quando eu fui ver o que o papai tava fazendo.

—E quando foi isso?

—Ontem. Á noite.

—E onde foi isso?

—No quarto do papai.

—Então sabemos onde a Vilma está!

Hope saiu correndo e a mãe foi atrás. E quando elas voltaram ela já estava com a sua coelha de volta.

—Vem, vou te mostrar um lugar legal aqui nesse Castelo.

Eu decidi que eu queria ir atrás dela e eu fui. Eu segui o cheiro e elas estavam no jardim.

—Nossa! Que lindo.

—É impressionante não é? Praticamente um milagre. A vida e a natureza sempre encontram um caminho. Mesmo no meio de toda essa morte.

—Você conta e eu me escondo.

—Tudo bem.

—Não vale espiar.

—Não vou.

Logo Renesmee estava procurando.

—Saia, saia de onde quer que esteja.

Bateu um vento e então...

—Peguei você!

Eu ouvi o som da risada da minha filha.

—Você está ficando muito boa nisso. Toca aqui.

Elas bateram as mãos.

—Eu atravessei a água e isso cobriu meu rastro.

—Você molhou seus sapatos novos?

—Eu apenas flutuei pelo rio.

—Hope, quais são as regras da mamãe sobre você usar os seus poderes? Você tem que estar sempre com a sua pulseira especial porque...

—Porque me ajuda a manter o controle. Eu sei. Só tava brincando, eu atravessei pisando encima das pedras.

Renesmee acariciou o rosto de Hope.

—Mãe, podemos ir embora agora?

—Porque você quer ir embora?

—Porque o papai não liga pra mim. Eu quero voltar pra casa, para a tia Alice, tia Rose, tio Jasper, vó Esme, vô Carslile, vô Edward, vó Bella e o tio Emmett.

—E o tio Emmett. Mas, porque você acharia que o seu pai não liga pra você?

—Porque ele sempre tem alguma outra coisa pra fazer. Ele nem se ofereceu pra me ajudar a encontrar a Vilma!

Ela pegou uma pedra.

—E eu odeio ele ainda mais agora!

Ela atirou a pedra longe. A pedra que ela jogou fez um buraco no muro do Castelo.

—Se você quer ir embora, a gente vai. Vou comprar passagens de volta pra casa. Tá?

—Vamos no avião comercial?

—Vamos.

—Legal! Tem ursinhos de gelatina. Vamos brincar de novo?

—Vamos. Sua vez de me procurar.

Hope escondeu o rosto no tronco da árvore e começou a contar.

—Amor.

—Tá falando comigo é? Mas, agora é meio tarde.

—Hope...

—Estamos aqui a dois meses! E essa é a primeira vez que você tomou a iniciativa de falar comigo! E você de me fazer perder a conta!

Ela recomeçou a contar do um. E quando ela chegou no dez...

—Pronta ou não... lá vou eu!

Hope levou dez minutos para encontrar a mãe.

—Te achei! Te achei!

—É. Você me achou.

—To com fome e com sede.

—Vamos arrumar um jeito de você se alimentar.

—Eles não tem bolsas de sangue aqui não é?

—Não. A mamãe vai arrumar um jeito de você se alimentar tá?

—Tá.

Renesmee carregou Hope pra dentro.

—Mamãe?

—O que?

—A minha mão tá doendo.

—Dá a mão.

Ela estava ferida. Renesmee a levou para o quarto, e enfaixou a mão dela com gaze.

—Vai ficar tudo bem. Descansa tá querida?

—Tá.

Deitou ela na cama e enfeitiçou a porta ao sair.

—Porque enfeitiçar a porta?

—Porque eu não confio em você. E eu não tenho tempo pra discutir isso agora.

—Onde você vai?

—Hope está machucada o que é muito ruim e ela não está curando o que é pior ainda. Ela tem que se alimentar. Por isso eu vou ao hospital. Vou ter que roubar.

—Roubar?

—Bolsa de sangue. Tchau.

Ela saiu. A porta do quarto de Hope estava aberta o que era estranho. Já que Renesmee com certeza lançou algum tipo de feitiço no quarto.

Eu entrei.

—Oi querida.

—Não devia ter entrado aqui.

—E porque não?

—Porque agora não vai conseguir sair. Mamãe usa esse feitiço pra me colocar de castigo quando eu faço coisas erradas.

—Eu aposto que consigo sair.

—Vinte dólares que não consegue.

—Tudo bem. Apostado.

Eu tentei passar pela porta, mas fracassei. Eu ficava batendo naquela barreira invisível.

—Acho que eu ganhei. Você me deve vinte dólares.