Notas iniciais
https://youtu.be/m7phfMPJyg0-Hope se reúne com a Alta Guarda https://youtu.be/R5UYDMhLyJ4-Hope derrota Genevieve https://youtu.be/kbtMka0LRdQ-Hope salva sua mãe.

P.O.V. Aro.

Assim que eu acessei as memórias de Alec eu fiquei alarmado. A criança consegue criar seres híbridos, meio vampiros, meio lobisomens? E os está criando para nos derrubar?

Eu não serei destronado por uma garotinha de sete anos!

—Acho que já permitimos que essa praga de híbridos fosse longe demais. Temos que acabar com isso.

—Acabar com isso? O que isso quer dizer?

—Se é o sangue da sua filha que cria essas abominações, temos que cortar o mal pela raiz.

Eu nunca esperaria aquela reação de Alec.

—Se você... encostar um dedo na minha filha... juro por Deus que eu vou te fazer sofrer muito.

—Por muito tempo nós não tivemos nenhuma família, mas agora temos a Hope. E parece-me que infelizmente você perdeu a aposta, irmão.

—Sim. Parece-me que sim. E vocês perderam dois membros da sua Guarda. Quem diria? Três vampiros de três mil anos morrendo de medo de uma garotinha de sete.

Eles fizeram as malas e partiram.

P.O.V. Alec.

Não acredito que o Mestre iria matar a minha filha. Quando chegamos a híbrida estava esperando.

—Você me deve cem dólares.

Eu entreguei uma nota de cem para ela.

—Obrigado.

—Aquela loira é híbrida também?

—Não. Ela é uma bruxa. Puro sangue cem por cento bruxa.

—E porque ela está aqui?

—Não é óbvio? Ela é á favor da unificação. O que é raro. Uma puro sangue á favor de uma mudança como essa.

—Com licença.

Fui até a bruxa, mas assim que viu minha aproximação um homem veio correndo. Ele era vampiro.

—Tudo bem Matt. Eu posso cuidar de mim mesma.

—Não contra ele. Maldito Volturi!

—Espera, Volturi? Essa não é o sobrenome do pai da Hope?

—Eu sou o pai da Hope. E estou aqui para protegê-la. Aro a quer morta.

—Agora me diga algo que eu não saiba.

—Matt, deixa de ser mal educado. Oi, sou Diana Bishop e esse é o meu namorado Mattew Clairmont.

—Soube que você é uma bruxa.

—Eu sou. Mas, os meus pais me expulsaram no segundo em que anunciei que estava namorando um vampiro e que pretendia ter uma família com ele e depois me transformar.

—Porque?

—Vampiros odeiam as bruxas e as bruxas odeiam os vampiros. Híbridos como a sua... sei lá o que ela é sua, a mãe da sua filha e a sua filha... são considerados como sendo pior do que abominações. Chamam de hereges.

—Sim. É verdade. Uma bruxa é uma serva da natureza e um vampiro é uma abominação da natureza. Geralmente, você é uma coisa ou outra, mas nunca os dois. Á menos que nasça de um relacionamento entre uma bruxa e um vampiro.

Disse Renesmee e Diana respondeu:

—Eu não acredito que conheci três bruxas Petrova. Isso é demais!

—Sendo uma delas uma ex-bruxa.

—Sim. Eu conversei com a Bella sobre o seu relacionamento com Edward, ela disse que só contou a ele a verdade sobre si mesma depois do nascimento de sua filha. Depois de sua transformação.

—E como vocês se conheceram?

—Matt e eu?

—Sim.

—Na biblioteca da Universidade de Oxford. Eu estava, pesquisando e ele simplesmente apareceu. Sou descendente das bruxas de Salém.

—Quantos anos você tem?

—Mil e quinhentos. Sou geneticista.

—E você?

—Historiadora.

—Eu já tenho um filho Marcus Whitmore. É proibido o relacionamento amoroso entre espécies. Mas, logo não será mais. A sua filha vai mudar isso.

—Vai?

—A gente não escolhe quem ama. E conosco, pelo menos pra mim... foi amor á primeira vista.

—Pra mim também Diana.

—E o seu filho?

—Eu faço o possível para Marcus gostar de mim, mas ele meio que me odeia.

—Ele é contra o meu relacionamento com Diana.

—Quem diria que alguém encontraria o amor da sua existência numa biblioteca?

—Eu sei.

—Eu sou uma nerd. E como uma boa nerd eu sentei e estudei. Nunca me preocupei muito com namorados ou relacionamentos amorosos. Eu pensava quer saber? Seja o que Deus quiser. Os estudos primeiro e o resto que se dane.

—No meu caso foi um pouco diferente. Depois de descobrir que minha esposa Magda era infiel e que já havia sido traído inúmeras vezes com vários homens eu fiquei desiludido e resolvi me focar no trabalho.

—Você já se alimentou da sua namorada?

—Ficou maluco garoto?! Diana me ensinou a amar outra vez, eu não me perdoaria se a ferisse ou... pior.

Então, a mãe da minha filha interrompeu a discussão.

—Eu sabia que viria. Só estava meio receosa quanto ao lado que escolheria, afinal... traição parece ser a especialidade dos Volturi. Está pronto para rever a sua garotinha?

Eu só assenti com a cabeça.

—Vamos.

Nós entramos na casa e eu vi a minha filhinha dormindo.

—Quer que eu acorde ela pra você?

—Não. Vamos... deixa-la dormir.

Ficamos algumas horas matando o tempo quando elas finalmente apareceram na porta.

—Pessoal, olha quem está acordada.

—Olá.

—Olá.

—Mamãe? Eu posso ir brincar no jardim?

—É. Claro querida. Só, fique á vista está bem?

—Tá bem.

Ela se sentou numa mesinha e começou a colorir uma folha com um pincel.

—Me diga. Que coisas horríveis você disse a ela sobre mim?

Perguntei e a resposta dela me surpreendeu.

—Eu disse a ela que você é vampiro como os meus pais, que tem o seu poder especial e é isso. Eu passei esse tempo todo protegendo ela de tudo, incluindo os rumores horríveis que circulam sobre você e a sua irmã gêmea.

—Rumores horríveis?

—De que os terríveis e sanguinários gêmeos Volturi obedeceriam o mestre, torturariam e matariam a própria... Filha/sobrinha. Honestamente não esperava que viesse aqui com o intuito de protegê-la. Estava me preparando pra te matar.

—Achou que eu seria tão baixo?

—Achei. Como disse, estava me preparando pra te matar e a Jane.

—Uau!

—Só será um monstro se se comportar como um. E lamento informar, mas vocês se comportam como tal e por tanto o são. Aro fez de vocês vampiros e tudo o que são agora.

Hope veio correndo.

—O que foi querida?

—Posso senti-los. Estão aqui.

Ela pulou no colo de Renesmee.

—Nada vai machucar a minha garotinha.

—Sim. É verdade. Nada vai machucar a nossa garotinha.

Eu pude sentir o cheiro dos Mestres. De Félix e Dimitre. E logo eles apareceram no nosso campo de visão.

—Alec.

—Félix.

—E quem é você?

—Genevieve.

—Você é uma bruxa. Porque está ajudando eles?

—Essas suas abominações devem morrer. E você com elas.

—Me põe no chão.

P.O.V. Aro.

A garotinha acabou com Genevieve.

—Vocês acharam que eram os únicos com uma bruxa do seu lado? Errado. E eu acho que a minha bruxa é melhor do que a sua bruxa.

Dimitre pegou a mãe e ele apanhou. Porém, era mais velho, por tanto mais experiente.

—Deixe a minha mãe em paz!

Ela fez uma magia e Dimitre largou a Cullen. Ele não parecia estar sentindo nenhum tipo de dor, mas a largou.

—Por favor, me perdoe.

A Cullen olhou para ele com medo e nojo.

—Mamãe!

—Está tudo bem. Você está bem. Nós estamos bem.

Elas se abraçaram e a menininha falou com raiva.

—Você não devia ter vindo aqui.

Logo, estávamos cercados.

—Acabem com eles. Eu quero eles mortos!

Eram as criaturas híbridas e elas caíram matando encima de nós. Eram mais fortes do que nós. Um deles mordeu Félix. Afundou os dentes em sua carne. Á princípio formou-se uma ferida, mas a ferida cicatrizou.

Eu sorri.

Outra das híbridas mordeu Caius e o mesmo aconteceu. Entretanto, dentro de algumas horas eles começaram a queimar de febre e a alucinar.

Em menos de vinte e quatro horas, estavam mortos. Então, ela sorriu para mim. O mesmo sorriso sacana que eu havia lhe dado algumas horas atrás.

—E agora? Vai me matar também? Vai nos matar?

—Eles merecem algo melhor do que isso. É tudo o que eu sempre quis pra eles! Algo melhor! Mas, você? Te matar? Sonha. Tenho um castigo bem pior pra você Aro.

Ela me atacou. Foi um ataque físico. Veio pra cima de mim.

Eu estava prestes a matá-la.

—Você vai estar morta finalmente.

—E você vai ser humano!

Senti uma fisgada. Doeu.

—Ai.

A fisgada me obrigou a soltá-la.

—Hope!

A mãe afastou-a de mim. Puxou-a para perto.

—Minha visão. O que você fez comigo pirralha?!

—Eu te dei a cura. Agora você é humano, sem chance de retorno. Se algum vampiro tentar te transformar vai acabar muito mal para ambas as partes.

Rosalie saiu.

—Uma cura? Existe uma cura?!

—Sim. E agora, a cura está dentro dele. Se você quiser... é só beber.

—Como assim?

—A cura corre pelas veias dele.

Respondeu a menininha. Rosalie se aproximou.

—Quem diria? Quem diria que um dia, as suas leis se voltariam contra você? Afinal, agora você é um humano que sabe demais.

—Eu sinto muito. Por favor, não me machuque. Eu sinto muito.

—Só que.. eu não.

Rosalie agarrou no meu cabelo e afundou os dentes em meu pescoço bebendo meu sangue.

—Aproveite quando o tempo... começar a tirar o atraso. Veja, já começou.

Rosalie trouxe um espelho e eu vi os meus cabelos ficando grisalhos, finos, caindo em tufos. Então... meus dentes.

—Logo os seus órgãos vão começar a falhar e você vai morrer.