Roar

6 Missing? POV Múltiplo


Notas iniciais
Heey Gente;; Sorry pela demora.. Mas pelo menos eu escrevi né?? haha'' Vou tentar atualizar mais rápido mas a criatividade está faltando.. Espero que gostem!! Bjoos!! -- ClatoS/Sarah

POV — Sarah -

– Estamos quase lá. Eu juro. — Leo disse rindo.

Tinhamos saído do Acampamento. Andando. E eu não faço nem ideia de onde estávamos. Já fazia 2 horas que estávamos caminhando em linha reta. (Graças aos Deuses eu estava de tênis) E Leo não mostrava nenhum sinal de cansaço, e parecia saber muito bem pra onde estava indo.

– Porque a gente não chama um taxi? — perguntei sem ar.

– Tem algum ponto de taxi aqui? — ele disse rindo.

Acho que ele estava pregando alguma peça em mim. Estavamos no meio do nada. LITERALMENTE. Tudo que eu via era árvores e mais árvores e Olha! Uma árvore.

– Eu quero voltar — eu disse com raiva.

– Você sabe o caminho de volta? — ele sorriu.

Vontade de pegar esse sorriso maravilhoso e enfiar na bunda do minotauro.

– Você não é o que eu imaginava ser.

– Eu sei que não — ele riu — Eu sou muito melhor!

– Vai sonhando.

– Pare de reclamar.

– Não. Eu nunca devia ter vindo.

– Você vai gostar da minha surpresa.

– Eu não quero sua surpresa. — apesar de eu querer profundamente saber onde ele estava me levando.

– Você fica linda quando está brava.

– Obrigada.

– De nada. — ele parou de andar por um momento e disse — Chegamos.

Olhei pros lados e só havia árvores. Será que ele é louco?

– Chegamos aonde exatamente?

– Olhe e aprenda — ele agachou e colocou deu dedo indicador numa pedra, instantaneamente uma passagem se abriu no solo. — Venha.

– Eu? Entrar ali? Com você? Nem morta.

– Você vai gostar! — ele esticou a mão e segurou na minha. — Você está com medo?

– Não. — menti.

– Eu vou te proteger — ele abriu um sorriso confiante. Deixei que ele me levasse e apertei sua mão com firmeza. A passagem se fechou atrás de nós e eu não vi nada a não ser o escuro.

.

.

.

.

POV — Marina -

– Eu não sei onde ela está! — Gritou Sophy.

Já fazia mais de 2 horas que Sarah havia sumido com o Leo e estávamos começando á ficar preocupados. Nós estávamos na Casa Grande falando com Quíron.

– Mas você foi a última que falou com ela! — Disse Luciana frustada.

– Calma gente, Eles devem ter se perdido — Nico disse.

– COMO VOCÊ OUSA ME MANDAR ME ACALMAR! — Luciana.

– Hey! Não grita com ele não! — eu.

– AH POR FAVOR NÉ? A VIDA DA MINHA AMIGA ESTÁ EM RISCO E VOCÊ ME PEDE PRA NÃO GRITAR COM ELE? — Luciana.

– Luciana, Não tem necessidade de ficar tão nervosa, Nós vamos encontrá-los. — disse Quíron — Onde foi a última vez que os viu Sophy?

– Eu já disse, a última vez que eu vi eles estavam em frente ao chalé de Hermes. — Sophy diz calmamente.

– E quantas horas eram? — Quíron.

– 13:15 — Sophy.

– Tudo bem. Ela contou á algum de vocês onde eles iam? — Quíron.

– Não né! Se a gente soubesse já estariamos lá já. — Luciana falou mais calma.

– E se eles se depararam com algum monstro? — perguntei nervosa.

Todos ficaram tensos. Mesmo conhecendo a Sarah á apenas um dia já parecia que ela estava aqui desde sempre. Estávamos muito preocupados com ela.

– Vamos pensar em coisas boas pessoal — disse Travis dando um sorriso amarelo — Ás vezes estamos nos preocupando atoa.

– É verdade meninos — Quíron falou — Eles podem estar se divertindo em algum lugar.

– Verdade! — disse Travis alegre — Eles podem muito bem ter ido pra um motel e..

– TRAVIS! — A Luciana disse vermelha. Raiva ou vergonha? Talvez os dois..

– Pior é que é verdade gente, vocês conhecem o Leo. — disse Nico sem jeito.

A porta se abre como um furacão e Percy e um Connor Vermelho entram.

– EU ME RECUSO A ACEITAR ISSO! — ele diz bravo. Sua voz assustando todos na sala.

– Por mais que você queira que não seja verdade irmão — diz Travis debochando — A sua queridinha está nos braços de outro.

Connor levanta o punho em ameaça quando Quíron grita:

– CHEGA! Isso foi errado de se dizer Travis e não é necessário bater em seu irmão Connor. Vamos resolver isso de modo civilizado por favor.

– Hm — Connor grunhiu enquanto Luciana xingava Travis baixinho.

– Eu acho que deveriamos procurá-los. — Percy falou. Seu olhar estava um pouco triste, mas era óbvio o motivo. Annabeth.

Ela havia partido á uma semana em uma missão com Jason Grace. Agora que estava tudo bem entre os dois acampamentos ( CHB e CJ ) estávamos nos unindo quase sempre quando íamos em missões. Quando Annabeth foi solicitada pra missão com Jason ,e não Percy, ele ficou enciumado. E como eles ainda não haviam voltado, Percy estava preocupado com sua namorada.

– Concordo com Percy. — disse Nico. Percy sorriu em forma de 'obrigado' e Nico sorriu de volta. Estranho?

– Tudo bem então. — disse Quíron — Formem duplas e vão a procura deles. Se não o encontrarmos no Acampamento mandarei um grupo ao amanhacer para procurá-los. Alguma pergunta?

– Eu tenho — disse uma voz feminina da porta. Percy ficou tenso. Eu vi os olhos de Nico brilharem. Eu já sabia quem era.

Porque ela resolveu aparecer logo agora?

.

.

.

.

POV — Leo -

Eu sabia que ela estava com medo. Mas eu não queria estragar a surpresa. Eu estava segurando sua mão. E ela estava esmagando a minha. Sério. Parei de andar e ela apertou mais forte. ( Se é que tinha como. )

– Sarah, você está com medo, eu entendo — eu disse — Mas eu estou aqui do seu lado e nada vai acontecer com você tudo bem?

Silencio.

– Sarah?

Silencio.

– Sarah você tá bem? — a mão dela estava começando a desapertar a minha. Eu apertei a dela cuidadosamente. Nada.

Começei a puxá-la pra perto, pra confortá-la. Senti o corpo frágil dela encostar no meu e coloquei minha outra mão no cabelo dela. Senti o coração dela batendo calmamente. A respiração se normalizando. Me senti culpado. Ela estava assim por minha culpa.

– Me perdoa. — eu falei sussurrando. — Me perdoa Sarah?

Ela apertou minha mão.

– Perdoar pelo quê? — a voz dela era um sussurro também.

– Por querer te fazer uma surpresa. Eu não sabia que ia estar tão escuro. Da última vez que eu vim não estava.

– Tudo bem. — ela respirou fundo e se afastou um pouco, sua mão ainda segurando a minha. — Vamos.

– Você ainda quer continuar?

– Estou curiosa pra saber qual é a surpresa. — ela disse e pude sentir o sorriso em sua voz. Eu sorri. Apesar de não enxergarmos nada, tenho certeza que ela sentia o meu também.

Prosseguimos o caminho, ela iria gostar da minha surpresa. Eu tenho certeza.

.

.

.

.

Depois de andar mais uns 5 minutos. Chegamos ao fim da passagem. A luz me fez fechar os olhos depois de passar tanto tempo no escuro. Sarah também. Quando nossos olhos se acostumaram com a claridade, Sarah abriu um enorme sorriso. Como eu havia sentido falta daquele sorriso.

– Isso é íncrivel!! — ela disse animada. Logo depois me abraçou. Senti o cheiro de seu perfume, tão doce, porém tão rebelde. — Leo?

– Hm? — disse simplesmente.

– Você pode me soltar agora. — ela riu.

Soltei ela meio envergonhado. Mas acho que ela nem reparou. Me puxou em direção ao jardim.

Sim. Estavamos em um jardim. Mas não era qualquer jardim. Era um jardim de rosas. Rosas brancas e vermelhas maravilhosas. Em um lugar no meio do jardim havia um pequeno banco de madeira. Ela me levou até lá. E nós nos sentamos. Ela ficou admirando a vista por alguns segundos depois de olhar pra mim.

– Onde nós estamos? — ela perguntou com um pequeno sorriso.

– No jardim de um velha mansão.

– Espere. Estamos na casa de alguem? Isso não é ilegal?

– Não se esse alguem estiver morto.

– Se esse alguem está morto, quem cuida do jardim?

– O jardineiro.

– Porque um jardineiro cuidaria de um jardim sem dono? — ela deu uma risada.

– Porque o antigo dono fez ele prometer que cuidaria. E o jardineiro cumpre sua promessa.

– Eu não compreendo — os olhos dela brilharam por um momento — Porque o dono faria o jardineiro prometer algo tão bobo?

– Não é bobo pro dono. Deixe-me contar a história.

Ela se aproximou um pouco.

– Conte.

Ela estava me seduzindo. Será que ela sabia disso?

– Era uma vez um homem. Ele tinha um cargo muito importante para seu país e.. — Ela se aproximou novamente. Seus olhos faíscaram. — e um dia ele resolveu comprar esta mansão.

Eu me levante nervoso e apontei para o casarão do outro lado do jardim. Ela olhou rapidamente e logo colocou sua mão em meu braço me puxando para eu me sentar. Minhas pernas bambearam e eu me sentei.

– Ele era um homem cruel me entende? — eu falei e ela balançou a cabeça — Ele matava seus concorrentes para não perder o cargo.

Ela tremeu um pouco.

– Como ele os matava? — ela perguntou interessada.

– Veneno. — respondi — Ele envenenava seus concorrentes. Colocava-o na bebida deles na hora do jantar.

– Ninguem desconfiava? — ela se aproximou mais e segurou em minha mão. Eu pude perceber que ela estava ansiosa.

– Não. E se desconfiassem não tinham coragem de ir contra ele. Mas ele também disfarçava. — dei uma risada irônica — Ele bebia do próprio veneno. Só um pouquinho é claro.

O clima estava tenso. Porém o olhar dela me insinuava para continuar.

– Sua boca enchia de ferimentos, fazendo com que sangrasse. Mas ele encobria o cheiro.

Fiquei em silencio esperando ela me perguntar como. E ela o fez.

– Como?

– Com rosas.