Rivedere i capitoli della vita
18 Capítulo 18
Notas iniciais
GG: Como todos já sabem, Sara esta gravida!! O que não sabem é que... bom... quem é o pai desta criança.
NS: E você sabe quem é?
GG: Sim Nick, eu sei! Com enorme felicidade que digo para todos que o pai sou eu e que nós dois estamos juntos há mais de 02 anos.
O silêncio imperou na mesa!!
O impacto da revelação de Grissom ainda pairava sobre a mesa. As conversas pararam, os talheres congelaram no ar e o silêncio constrangedor virou protagonista. Apenas Catherine e Brass disfarçavam os risos, claramente se divertindo com a reação dos colegas.
SARA (olhando ao redor, desconfortável):
— Vocês poderiam falar algo, por favor? Esse silêncio tá me dando medo...
GREG (encarando Sara e depois Grissom, desconcertado):
— Deixa eu ver se entendi, Sarinha… esse tempo todo vocês estavam namorando e nós — peritos altamente treinados — no segundo maior laboratório do país… não percebemos?!
BRASS (dando uma risada e apontando pra si mesmo):
— Eu já sabia!!
NICK (virando pra ele com cara de indignado):
— Você não conta, Brass! Você é quase um detetive mesmo!
SOPHIA (olhando séria para Grissom):
— Grissom, nós dois saímos pra jantar durante esse período. Se vocês já estavam juntos, como você deixou Sara naquela situação?
SARA (responde firme, mas com leveza):
— Então Sophia… estávamos ficando. Nada sério ainda. E o bonitinho ali foi embora sem me avisar de nada. Fiquei sabendo pela rádio corredor. Quando decidi fazer o mesmo — iria sair com um promotor — ele apareceu na minha casa, louco de ciúme, e me pediu em namoro.
GRISSOM (tentando se explicar, um pouco envergonhado):
— Sophia, nosso jantar foi entre amigos. Eu nunca tive a intenção de…
SOPHIA (interrompendo, magoada mas sincera):
— …pra mim não foi só isso, Grissom. Por isso perguntei pra ela. Mas… desculpa, Sara. Eu não sabia.
CATHERINE (rindo):
— Ai Grissom, sendo Grissom! Tapado como sempre!
(olha pra Greg)
— Ah, Greg… só pra constar: eu também sabia!!
GRISSOM (suspira e balança a cabeça):
— Hahaha, eu só soube que precisava contar porque minha mãe me obrigou. Obrigado, Beth!
WARRICK (divertido, com o prato na mão):
— Tu gosta de viver perigosamente, hein Griss? Passou a noite com a Heather namorando a Sara? Meu amigo… que audácia!
SARA (de braços cruzados, encarando Grissom com um meio sorriso):
— Me separei dele por causa disso, Warrick! Voltamos tem alguns dias só! E esse bonito aí me dá um trabalho danado, esquece tudo e todos… inclusive a mim. Fiquei revoltada, queria bater nele e na “amiga” por me fazerem de palhaça.
GRISSOM (pega na mão dela, sincero):
— Eu juro, não vou negligenciar você nunca mais, meu amor. Ainda mais agora, com o nosso baby a caminho.
AL (erguendo a taça, com um sorriso enorme):
— Então, gente… em vez de ficarmos puxando arquivos antigos tentando confirmar que nossos instintos falharam, que tal comemorarmos a felicidade desse casal e a chegada do baby Grissom?!
NICK (erguendo o garfo): Verdade! Vamos comer, que eu tô morrendo de fome!
Todos caem na gargalhada. O clima, antes cheio de choque e silêncios, vira festa. Beth sorri emocionada da cozinha ao ver sua família — biológica e escolhida — tão feliz. E Hank, o cachorro, late como se também brindasse ao amor que, apesar dos tropeços, venceu mais uma vez.
Ainda sentados, rindo das piadas sobre o relacionamento escondido, Grissom pigarreia. Todos se voltam para ele, inclusive Sara, surpresa ao ver o semblante sério e doce do entomologista.
GRISSOM (de pé, com uma caixinha discreta nas mãos):
— Tem mais uma coisa que preciso fazer… e queria aproveitar que estão todos aqui pra serem testemunhas disso.
SARA (arqueando a sobrancelha, desconfiada):
— O que você precisa fazer, Gil?
GRISSOM (respira fundo, abrindo a caixinha e revelando uma aliança antiga, mas polida com carinho):
— Algo bem sério… e que eu já esperei muito tempo pra fazer. Na verdade, o que quero dizer é que já passou da hora…
pausa dramática
…de darmos um passo importante nas nossas vidas. Essa aliança foi dada pela minha mãe. Ela disse que eu devia entregá-la à mulher que eu escolhesse pra ser minha esposa. Claro que só me deu depois que te conheceu… e caiu nos teus encantos, assim como eu.
Todos riram, incluindo Beth, que da cozinha apenas levantou os dois polegares com um sorriso orgulhoso.
SARA (sorrindo entre lágrimas): Isso prova que passei no teste com a sogra.
GRISSOM (olha para Beth e depois volta os olhos para Sara): Sim, passou com louvor.
Então, ele se ajoelha, ainda segurando a aliança com delicadeza.
GRISSOM (emocionado): Sara Sidle… Na frente de todos aqui presentes, eu te pergunto: Você me aceita com todos os defeitos que eu vou tentar contornar? Com todo esse amor imenso que carrego no peito? Você me aceita como seu marido?
Um silêncio cheio de emoção tomou conta do ambiente. Os olhos de Sara estavam marejados, o sorriso dominava seu rosto.
SARA (segurando as mãos dele): É claro que eu aceito! E espero que você me aceite como sua esposa, com todos os meus defeitos… Incluindo esse ciúme que eu juro que vou tentar controlar. Mas, em troca, prometo te dar muito amor.
GRISSOM (levantando-se e colocando a aliança nela): Eu quero você pra sempre na minha vida.
Eles se beijaram em meio a aplausos, assobios e emoção de todos ao redor. Greg se levantou teatralmente e colocou a mão no coração.
GREG: Pronto! Acabei de perder o amor da minha vida!
Todos caíram na gargalhada enquanto Brass dava tapinhas nas costas de Grissom, e Catherine piscava pra Sara com orgulho.
A noite chegou silenciosa. O almoço tinha terminado, os últimos convidados tinham ido embora. A casa, agora em paz, era só deles. Hank dormia aos pés da cama. O abajur aceso espalhava uma luz suave pelo quarto. Grissom saía do banheiro secando os cabelos, enquanto Sara já estava deitada, vestindo uma camiseta larga e segurando uma das primeiras roupinhas que Beth havia comprado para o bebê.
SARA (sorrindo, mexendo no tecido):
— Você percebeu que minha mãe postiça já praticamente montou o enxoval inteiro?
GRISSOM (deita ao lado dela, apoiando a cabeça no braço):
— Percebi… e amo isso. Aliás, ela já tá mais preparada do que nós dois.
SARA (olhando para ele): Será que vamos dar conta de tudo, Gil? Ser pais, lidar com o laboratório, com os olhares, os julgamentos…
GRISSOM (segura a mão dela): Não vou mentir. Vai ser difícil às vezes. Mas você é a mulher mais forte que conheço, e eu… sou completamente apaixonado por você. Nós somos uma equipe. Sempre fomos.
SARA (com os olhos marejados): Eu me sinto segura com você. E agora mais do que nunca. Quando você ajoelhou hoje… por um momento eu não vi o Grissom racional e misterioso. Eu vi um homem apaixonado, que deixou o mundo saber que me ama.
GRISSOM (acariciando o rosto dela): Porque é isso que eu sou. Eu amo você, Sara. Cada detalhe. Cada silêncio. E agora, cada batida do coração que cresce dentro de você.
SARA (encostando a cabeça no peito dele): Eu ouvia tanto que amor de verdade não existe… Mas o que temos me prova o contrário. Eu posso enfrentar qualquer coisa com você do meu lado.
Os dois ficaram em silêncio por um momento, ouvindo apenas o som dos seus próprios corações e a respiração suave um do outro.
GRISSOM (sussurrando): Eu vou estar aqui. Em cada ultrassom. Em cada enjoo. Em cada madrugada em claro… e cada sorriso. Você nunca mais vai se sentir sozinha.
SARA (sorri, já com a voz sonolenta): Eu não estou sozinha há muito tempo. Só demorei pra perceber isso.
Ele a envolve com os braços. Sara fecha os olhos. Grissom beija sua testa com ternura. A luz suave do abajur é apagada. No escuro, apenas o som de duas almas em paz.
voz interna de Grissom
“Se algum dia eu duvidei do que merecia… hoje não duvido mais.
O amor da minha vida está deitada ao meu lado.
E dentro dela, cresce nosso milagre.”
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O lugar era escuro, úmido e silencioso, exceto pelos sons esporádicos de vento batendo contra as janelas quebradas. Um gerador mantinha uma luz fraca na sala onde Natalie estava deitada em um colchão improvisado, pálida mas acordada. Próximo dali, Teddy observava pela janela, com um cigarro entre os dedos, o rosto perdido em pensamentos.
TEDDY (sussurrando para si mesmo): Ela me olhava e não via. Tudo que eu fiz foi por ela. Até mesmo... isso.
Enrico entra trazendo uma bandeja com água, um antibiótico e um pouco de comida, observando o amigo com uma expressão cansada.
ENRICO (colocando a bandeja sobre a mesa): Ela nunca te pediu nada disso, Teddy. Nem essa guerra, nem essa dor. E sinceramente? Isso não é amor, é obsessão.
TEDDY (se vira lentamente, irritado): Amor e obsessão andam lado a lado, Enrico. Você não entende… eu a vi antes de qualquer um. Antes daquele idiota daquele Grissom, antes dela virar uma policialzinha de laboratório. Ela era minha. Ela era… minha razão.
ENRICO (cruza os braços): Ela nunca foi sua. Você inventou um sentimento na sua cabeça. E mesmo se tivesse sido recíproco um dia… isso acabou. Você invadiu a vida dela, colocou a equipe dela em perigo, quase a matou!
TEDDY (encarando-o, olhos frios): E ainda assim… ela me olhou com os olhos que nunca usou com ele. De raiva? Talvez. Mas ainda assim… era ela me olhando. E aquilo me fez sentir vivo.
ENRICO (desabafa, frustrado): Isso é doentio. E sabe o que é pior? Você nem percebe que ela nunca vai te amar. Mesmo se Grissom sumisse do mapa, ela ainda não escolheria você.
Teddy se aproxima lentamente, com um sorriso estranho no rosto, quase vazio.
TEDDY: Talvez. Mas ela vai se lembrar de mim. De tudo que fiz. E se não for por amor… será pelo medo. E o medo pode manter alguém por perto por muito tempo, Enrico.
Nesse momento, Natalie geme de dor e chama por Teddy, interrompendo a tensão. Ele se vira de volta para ela com um rosto completamente diferente — calmo, quase gentil.
NATALIE (fraca): Teddy... você ainda vai me ajudar, não vai? Ainda vamos acabar com eles?
TEDDY (segura sua mão): Vamos sim, querida. Eles vão pagar. E eu vou ter a Sara de volta… de um jeito ou de outro.
Enrico se afasta em silêncio, preocupado com o rumo que tudo estava tomando. A loucura parecia crescer naquele galpão. E algo dizia que o pior ainda estava por vir.
Depois de um plantão puxado, a equipe estava reunida no conforto da casa de Catherine. Todos estavam acomodados de maneira informal — uns no sofá, outros sentados no tapete ou encostados nas almofadas. O clima era de descanso e companheirismo. Nick entregava cervejas, Greg montava uma torre de batatas fritas e Warrick ria das histórias de laboratório. Mas o clima mudou quando Sara pediu atenção.
SS (com tom mais sério, mas calmo):
— Eu queria falar com vocês sobre algo que ficou mal resolvido e que talvez ajude a entender por que Teddy representa uma ameaça tão grande…
O grupo se aquietou aos poucos. Gil segurava a mão dela, e Catherine acenou com a cabeça, encorajando-a.
SS: Eu conheci o Teddy na faculdade. Ele era carismático, divertido… inteligente. A gente começou a namorar ainda em Harvard e continuamos depois, em São Francisco. No começo, parecia tudo normal. Ele era muito carinhoso, atencioso demais até… Mandava flores quase todo dia, me enchia de mensagens, e chegou até a fazer uma tatuagem com a letra “S”. Achei exagerado, mas... no fundo, pensei que era só amor. Só que com o tempo, isso foi virando outra coisa.
(Pausa. Todos atentos. Brass se recostou no encosto com o olhar mais sério.)
SS: Um dia, percebi que os sacos de lixo do meu apartamento estavam mexidos, rasgados. Fui nas câmeras de segurança do prédio e vi o Teddy revirando tudo. Quando perguntei, ele disse que não era nada — mas era. Ele estava tentando descobrir se algum homem tinha me visitado. Depois, percebi que ele ia até meu trabalho, todos os dias, só pra me ver na hora do almoço. Ficava parado do outro lado da rua. E quando eu confrontava, ele dizia que era saudade.
SC (sem conter a surpresa): Isso é perseguição, Sara…
SS (confirma com a cabeça): Sim. Mas eu só entendi isso tarde demais. Ele começou a aparecer na porta da minha casa nos dias em que eu nem estava lá. Me mandava mensagens dizendo com quem eu tinha saído, o que eu tinha vestido. Até que um dia, me pediu pra largar tudo — meus estudos, minha carreira — e casar com ele. Queria que eu fosse uma esposa submissa, “a mulher da vida dele”. Disse que, se eu aceitasse, nunca mais sairia de casa.
CW (indignada): Que horror, Sara…
SS: Terminei. Mas ele continuou. Ligações, mensagens, ameaças. Registrei queixa. Ele sumiu por um mês, depois voltou se dizendo arrependido. Não caí na conversa. Algum tempo depois, ele me encurralou na saída do trabalho. Disse que me viu entrar em um hotel duas noites seguidas com um homem e que ficou lá na frente, na chuva, até a polícia tirá-lo de lá.
NS (curioso, mas tenso): Mas você tinha ficado mesmo com alguém?
SS (olha para Grissom): Sim. Tinha ficado com ele. (sorri de leve) Gil estava hospedado lá. Ficamos juntos dois dias. Teddy nunca soube quem era o homem. Ele surtou.
GG (com expressão sombria): Isso foi mesmo em São Francisco? Então... ele já estava te perseguindo bem antes de Vegas.
GS (quase engasgando com a batata): Pera aí… vocês estavam juntos antes de Vegas?! Tipo, já tinha esse lance há anos?
SS (rindo): Calma, Greguinho. A gente se conheceu em SF, e ficamos juntos às vezes… nada fixo, mas quando me mudei pra Vegas e entrei pra equipe, a gente se afastou. Só voltamos mesmo pra valer há uns dois anos.
GG (com orgulho e firmeza):
— E agora não largo mais! (beija a mão dela e depois lhe dá um beijo carinhoso nos lábios)
O grupo aplaudiu, mas o clima ainda estava carregado pela revelação. Catherine puxou a perita para um abraço, Nick coçou a cabeça visivelmente desconfortável e Brass apenas comentou:
JB: Se esse cara aparecer de novo, não vai ser só você que ele vai enfrentar, Sara. Vai ser a gente toda.
CW: Isso mesmo. Ninguém mexe com nossa menina.
SS (emocionada): Obrigada, gente. De verdade. Só queria que vocês soubessem… porque agora, tudo pode acontecer. E eu não quero esconder mais nada.
Após um momento surgiu uma duvida por parte de Sophia: cadê a Heather?
GG: Não sei e nem quero saber!! Espero sinceramente que se mantenha bem longe.
Gil não quer saber, mas onde está Heather??
Heather está sentada em uma poltrona confortável, vestindo um vestido leve e sem maquiagem. Sua postura ainda carrega a altivez de quem comandava uma boate luxuosa, mas há algo novo em seu olhar: serenidade. A médica já havia saído, e agora ela e Mark conversam sozinhos, cercados de panfletos sobre maternidade e com uma ultrassonografia repousando na mesa lateral.
MH (sorrindo, aliviado): Te agradeço por me deixar acompanhá-la!! Estou realmente feliz de poder estar aqui contigo.
LH (com um leve sorriso cansado): Olha... de verdade? Espero que seja você o pai dessa criança. Seu apoio, sua paciência… têm sido importantes pra mim. Com tudo que aconteceu... eu não posso cobrar do Grissom a mesma coisa. Não agora. Não depois de tudo.
MH (mais sério agora): Sinceramente, Heather? Eu acho que sou o pai. Conversei com a Sara, ela me contou que falou com o Grissom naquele dia, lembra? Ela disse que ele tinha ligado dizendo que iria ao banheiro e que já voltaria. E foi exatamente o que aconteceu. Não teria dado tempo dele sair, ir até você, e voltar. É impossível.
LH (olhando para o chão, reflexiva): Eu não lembro direito daquela noite… Aquela droga que Natalie usava bagunçou tudo. Mas estou tentando focar no agora. E agora… você tem sido alguém em quem posso confiar.
MH (segura a mão dela): Eu vou estar aqui, Heather. Do seu lado. Você e esse bebê não vão passar por isso sozinhos.
Heather não responde de imediato. Seus olhos enchem um pouco, mas ela segura. O peso de uma vida cheia de escolhas difíceis e caminhos obscuros ainda está ali, mas agora, há algo diferente: esperança.
LH (tentando mudar o clima): Que tal um jantar? Algo leve, sem perguntas, sem passado… só a gente e talvez uma sobremesa decente.
MH (sorrindo): Por que não? Vamos. Eu conheço um lugar com o melhor tiramisù da cidade.
Os dois se levantam. Heather pega a ultrassonografia, olha por um instante e sorri de leve. Saem lado a lado, deixando para trás os fantasmas de uma boate escura e seguindo em direção a uma nova chance — ainda incerta, mas pela primeira vez, mais leve.
O ambiente é agradável, com música ao vivo, velas nas mesas e aroma de manjericão no ar. A família Grissom está acomodada em uma mesa, rindo e saboreando o jantar. Tudo seguia perfeitamente até que Sara, ao olhar na direção da entrada, congela por um instante.
SS (encarando): Eu não acredito nisso...
vira o rosto rapidamente para Grissom
— Invoquei o nome e ela surgiu.
BG (confusa): De quem você está falando, querida?
GG (deixando os talheres): Você vai descobrir já, já, mãe... porque estão vindo pra cá.
Todos olham discretamente. Heather Kessler e Mark Holden caminham juntos na direção da mesa, vestidos elegantemente, como um casal comum. Ela segura a bolsa de forma despreocupada e caminha com uma expressão neutra no rosto. Mark, sempre gentil, acena antes mesmo de chegar.
LH (sorridente, com voz serena, mas com certo tom irônico): Boa noite a todos!! Que surpresa encontrá-los por aqui.
faz uma pausa, encarando Grissom e Sara com leveza fingida
— E como vai o futuro papai?
Um silêncio desconfortável recai sobre a mesa por dois segundos. Sara cerra os olhos e cruza os braços.
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