Rise of the Brave Tangled Frozen Dragons
15 Capítulo 14: Darkness in the Tooth Palace
Notas iniciais
Usando o portal, não foi realmente difícil chegar ao Palácio dos Dentes. Portanto, se viram em uma parte completamente silenciosa do reino da Fada do Dente. As fadinhas não voavam de um lado para o outro, trazendo ou indo buscar os dentes das crianças, na verdade, elas sequer estavam à vista e Jack temia que tivessem recebido o mesmo destino que os ietes na fábrica de brinquedos.
O espírito do inverno fez sinal para que todos permanecessem em silêncio e começou a caminhar lentamente pelo palácio aberto, lutando para fazer o mínimo de ruído possível. Hiccup, Elsa, Merida, Rapunzel e Anna faziam o mesmo, embora o pé postiço do chefe de Berk provocasse alguns mínimos barulhos que, mesmo quase inaudíveis a eles próprios, todos ali temiam que Breu pudesse escutar, afinal, o silêncio ali instalado era o suficiente para que mesmo uma agulha caindo no chão fosse um estrondo.
– Vocês já podem parar de andar como se eu não soubesse que estão aqui. – Uma voz que não pertencia a nenhum deles se fez ouvir, chamando a atenção de todos para a direção do som, encontrando um homem de pele cinzenta, cabelos pretos duros e olhos dourados que continham um brilho ardiloso e cruel, usando uma capa preta. Jack o conhecia bem. Aquele era o Rei dos Pesadelos, Breu.
– Você! – O espírito do inverno jamais fora alguém considerado cauteloso ou pensativo. Impulsivo como era, e em plena fúria por tudo o que havia visto em um único dia, ele correu em direção ao inimigo, que sequer fez qualquer menção de se defender, e pulou , arremessando uma rajada de gelo com seu fiel cajado.
Breu, sem aparentar muita dificuldade, chamou suas areias de pesadelo com um gesto silencioso da mão e estas formaram uma barreira que o protegeu, embora houvesse congelado completamente no processo. Jack novamente investiu contra o bicho-papão, atirando-lhe gelo a esmo, sendo que seus ataques eram sempre impedidos pelas areias negras que pareciam surgir de todo lugar. Finalmente, visivelmente cansado do pequeno jogo desenvolvido entre ele e o guardião da diversão, Breu usou suas areias e estas avançaram para o outro espírito, que, sem esperar pelo golpe, foi completamente envolvido por elas, restando apenas sua cabeça livre da escuridão arenosa.
– Se isto é tudo o que você tem, eu me sinto envergonhado por ter sido derrotado por você cem anos atrás. – Breu comentou com sarcasmo, juntando suas mãos em suas costas e caminhando com a postura ereta, circulando o local onde Jack, Hiccup, Merida, Rapunzel, Anna e Elsa estavam. O espírito do inverno estava lutando para se libertar de sua prisão, embora sem obter qualquer resultado, recebendo ajuda de Anna e Rapunzel enquanto que Merida, Hiccup e Elsa mantinham os olhos em seu inimigo, atentos. – Então são vocês as crianças que o Homem da Lua escolheu para me derrotar? – O espírito do medo questionou com ironia pingando em seu tom de voz, deixando claro que tinha plena consciência da profecia feita contra ele. Soltou uma baixa gargalhada e revirou os olhos. – Patético. – Disse antes de, subitamente, fazer com que suas areias avançassem em direção ao grupo.
Hiccup e Merida imediatamente saíram de seus lugares com a intenção de desviar, porém as areias não chegaram a alcança-los, pois foram impedidas por uma barreira de gelo feita por Elsa, que agora estava com as mãos erguidas, as palmas voltadas para o pequeno muro de gelo que fizera entre ela e o bicho-papão. Ele pareceu ligeiramente surpreso, mas logo sua expressão retornou a tédio misturado com ironia.
– Parece que temos uma geladinha aqui. – O Rei dos Pesadelos comentou, alternando olhares entre Elsa e Jack. Por um curto segundo, fez anotações mentais entre o gelo que os dois eram capazes de criar. O de Elsa era visivelmente mais artístico, pois, mesmo em um momento de batalha, entalhes perfeitos e graciosos de flocos de neve se formavam em sua barreira de defesa. Os poderes da Rainha da Neve também pareciam mais consistentes, mas, apenas com a demonstração que recebera, ele não era capaz de avaliar as habilidades de seus jovens inimigos. Aparentemente, ele teria que demorar um pouco mais ali do que era esperado a princípio. – Então, vamos, loira, faça o seu pior! – Provocou, recebendo em resposta apenas um semicerrar de olhos por parte de Elsa. Ela tinha um controle sobre suas emoções melhor do que Jack tinha, isso era fato.
Sem esperar por qualquer reação do grupo à sua frente, Breu novamente convocou suas areias negras, vindas de todos os lados e cercando os cinco humanos e o guardião preso. A escuridão arenosa rapidamente se juntou em um único ponto e foi em direção a Hiccup, que desviou do gesto com uma velocidade que indicava sua experiência com aquele tipo de situações. Quando a areia seguiu para Merida, a ruiva não teve dificuldades em realizar o mesmo que o castanho. Porém, Rapunzel e Anna não eram guerreiras como os dois primeiros, de modo que, quando as areias se voltaram para elas, não havia dúvidas de que seriam atingidas. Com um gesto rápido, Elsa se abaixou e tocou o chão do palácio com as mãos nuas. O gelo rastejou a uma velocidade impossível de acompanhar e cresceu em altura ao ficar entre as areias e as princesas que eram seu alvo, formando uma grossa barreira. Percebendo o momento de distração da Rainha da Neve, o Rei dos Pesadelos logo convocou mais de suas preciosas areias de pesadelo e atirou-as na direção da loira.
– Elsa, cuidado! – Anna gritou ao ver o que ia em direção de sua irmã, porém, fora rápido demais para que a rainha de Arendelle sequer tivesse a chance de se virar para ver do que se tratava.
As areias negras se chocaram contra as costas da Rainha da Neve, mandando-a em direção a uma das paredes do palácio. A loira bateu nela com um barulho alto antes de cair no chão com um baque surdo, arfando de dor.
– Elsa! – Anna imediatamente correu até sua irmã, sem qualquer cautela sobre o que poderia acontecer com ela por sua falta de atenção, de modo que não viu as areias que anteriormente haviam atacado a Rainha da Neve vindo em direção a ela.
– Anna! – Rapunzel exclamou e correu até sua prima mais jovem, empurrando-a para fora do caminho das areias negras, ambas caindo no chão com um baque alto em causa do gesto repentino da princesa de Corona.
Breu achou a situação, no mínimo, interessante. Era claro que a ruiva e a morena não tinham formação de batalha, embora isso fosse compensado pelos poderes de Elsa e Jack e as habilidades invejáveis de Hiccup e Merida. No entanto, claramente, eles não sabiam como trabalhar em conjunto, e aquilo era algo que ele poderia explorar sem muita dificuldade, principalmente naquele momento. A Rainha da Neve estava caída no chão, ainda se recuperando do golpe que recebera, o espírito do inverno estava preso em areias de pesadelo, incapaz de se mover, a princesa de Arendelle e a princesa de Corona estavam no chão, o que lhe daria uma pequena vantagem. No entanto, Hiccup e Merida ainda estavam prontos para a batalha, de modo que foram eles quem atacaram o bicho-papão naquele momento.
A princesa de Highland disparou uma flecha contra o Rei dos Pesadelos, que foi protegido por uma barreira de areia negra. Nisto, Hiccup aproximou-se por trás e tentou aplicar um golpe com sua espada de fogo, mas teve seu braço segurado por Breu, que o arremessou em direção a Merida, que, sem tempo para desviar, foi atingida. A ruiva e o castanho caíram no chão com baques altos, imediatamente lutando para se levantar em meio à confusão da queda.
– Isso é tudo o que vocês têm? – Breu arqueou uma sobrancelha em sinal de divertimento, passando o olhar por todos os outros presentes. Elsa havia conseguido finalmente se levantar, embora sua postura sempre perfeita estivesse ligeiramente vacilante e seu rosto estivesse contorcido de dor. Ele deve tê-la atingido com mais força do que pretendia, concluiu. Merida e Hiccup haviam se levantado com a rapidez de guerreiros treinados, já com suas armas em mãos e prontos para continuar a batalha. Jack continuava preso e, ao que tudo indicava, não iria conseguir sair sem ajuda. Anna e Rapunzel também já estavam de pé e correram em direção a Elsa, verificando, preocupadas, o estado da loira de olhos azul-gelo. – É decepcionante, eu devo dizer. – Ele declarou com um sorriso de divertimento, aparentemente satisfeito com o desenrolar dos eventos em volta dele.
– Cale-se! – Merida exclamou, mirando outra flecha e atirando-a na direção do Rei dos Pesadelos, que, novamente, se protegeu com uma barreira de areia. A ruiva, ao que parecia, tinha um temperamento semelhante ao espírito do inverno, o que tornaria mais simples lidar com ela.
Com uma parte de suas areias negras vindo em sua defesa como a princesa de Highland continuava a disparar certeiramente contra ele, ele focou a outra parte em continuar a atacar. Em primeiro lugar, arremessou-as na direção de Hiccup, que novamente saiu do caminho antes que algum dano pudesse ser feito a ele. Porém, diferentemente de antes, Breu não pareceu inclinado a alterar seu alvo, atacando novamente o chefe de Berk, que, sem tempo para desviar, revidou com um ataque de sua espada flamejante, que cortou as areias ao meio, impedindo-as de feri-lo. O bicho-papão franziu o cenho ligeiramente. Aquela espada poderia ser um problema para ele eventualmente, principalmente pelo fato de o treinador de dragões saber manuseá-la com maestria.
Breu preparou-se para lançar mais areia de pesadelo em Hiccup, que estava distraído desviando-se e atacando aquelas que já o cercavam. Porém, uma dor repentina e aguda em seu braço direito chamou-lhe a atenção para uma flecha cravada ali. Virando-se de costas para o chefe de Berk, ele viu que Merida o havia contornado e havia lhe atirado o projétil que agora estava atravessando seu braço. Um líquido negro viscoso semelhante a sangue escorreu da ferida recém-aberta quando o Rei dos Pesadelos, sem pestanejar, arrancou a flecha e jogou-a no chão, mirando a princesa de Highland com os olhos dourados cheios de ódio, fazendo-a tremer internamente. As areias de pesadelo reunidas anteriormente para Hiccup lançaram-se contra a ruiva, que estava chocada demais para realizar qualquer ação defensiva. Porém, antes que Merida pudesse ser machucada, Rapunzel apareceu entre ela e as areias mortais, levando o golpe e sendo arremessada na direção da princesa de Highland, que a segurou embora houvesse também batido as costas na parede no processo.
– Você está bem?! – Merida perguntou um pouco mais alto do que pretendia, genuinamente preocupada. Ela, Rapunzel, Elsa, Anna, Jack e Hiccup eram um grupo recém-formado, não exatamente amigos. Estavam juntos apenas com o objetivo de derrotar Breu, de modo que a surpreendeu que a princesa de Corona estivesse disposta a protegê-la daquela forma.
– Eu vou ficar. – Rapunzel respondeu enquanto ficava de pé com a ajuda da ruiva. A morena segurava a área de suas costelas com uma expressão de dor contorcendo suas feições infantis.
A atenção de todos se voltou para Breu quando o bicho-papão começou a rir histericamente, alto o suficiente para que o som ecoasse por todo o Palácio dos Dentes. O Rei dos Pesadelos ria como um louco, aparentemente aproveitando o que estava em volta dele. Suas gargalhadas eram tão altas e frequentes que aparentava que não havia nada mais engraçado do que aquela situação.
– Se já acabamos com essa mediocridade, eu gostaria de brincar com meus brinquedos novos agora. – Ele declarou com um sorriso sádico e um olhar louco, então se virando para Rapunzel e Merida, que agora o olhavam verdadeiramente assustadas, como não estiveram até aquele momento.
Antes que qualquer uma das meninas pudesse registrar, areias de pesadelo se chocaram contra elas, prensando-as contra a parede e tirando-lhes completamente o fôlego. Hiccup rapidamente se moveu para ajudar, mas uma tira de escuridão arenosa segurou sua perna protética, fazendo-o cair no chão, e o arrastou para longe das duas princesas, espalhando-se também por suas pernas e torso, envolvendo-o como feito anteriormente com Jack, que ainda estava preso, impotente para realizar qualquer ação enquanto seus mais novos amigos estavam sob ataque. Por fim, sobraram apenas Elsa e Anna, para quem Breu se virou assim que percebeu esse fato.
Elsa rapidamente se moveu e puxou sua irmã para trás de si, ficando entre ela e Breu, apesar dos protestos silenciosos de Anna contra esta ação. Revirando os olhos, o Rei dos Pesadelos chamou suas areias negras e, como feito com Hiccup, fez com que elas agarrassem as pernas da Rainha da Neve, jogando-a no chão. Antes que Anna pudesse sequer pensar em fazer algo para ajudar sua irmã, ela foi presa à parede que havia atrás de si por espinhos feitos de areia negra, sendo que um deles crescia contra sua garganta. E, mesmo olhando do chão onde estava caída, aquela cena pareceu terrivelmente familiar a Elsa, levando-a a olhar para o bicho-papão, que voltara a rir histericamente. Aquilo foi o suficiente para atiçar a ira da rainha de Arendelle. As areias que prendiam seus pés e a impediam de se levantar congelaram instantaneamente, permitindo que ficasse de pé. Breu então parou de rir e centrou sua atenção na loira.
– Ninguém te contou? – Elsa perguntou com a voz estranhamente neutra, fria e afiada como um caco de gelo. Seus olhos estavam semicerrados e o azul neles estava duro e gélido. Ela aparentava apenas pura calma. Uma calma mortal. – Este truque é meu. – Declarou, jamais tirando os olhos do Rei dos Pesadelos, que arqueou uma sobrancelha em resposta a essa afirmação.
Elsa não perdeu tempo em atacar o espírito do medo com seus poderes gelados. Gelo rastejou pelo chão, formando estacas que empalariam o bicho-papão caso ele não fosse veloz o suficiente para desviar. As investidas ofensivas da Rainha da Neve vinham com tanta frequência que o Rei dos Pesadelos não tinha tempo para formar seus próprios ataques. Mesmo com maior parte de sua atenção centrada em não ser atingido, Breu alternou olhares entre a calma e mortal rainha de Arendelle e indefesa e inocente princesa de Arendelle. Ao que parecia, mexer com a ruiva é o que basta para despertar o monstro adormecido dentro da bela loira. Ele fez uma nota mental de avaliar este fato futuramente para que pudesse ser usado a seu favor, mas tudo o que ele poderia fazer no momento era tentar não ser derrotado pela fúria incontida da loira de olhos azul-gelo.
Durante a pequena batalha que ocorria entre o Rei dos Pesadelos e a Rainha da Neve, as areias que prendiam Merida e Rapunzel recuaram, pois aparentemente o bicho-papão não conseguia reunir concentração o suficiente para mantê-las ali. Hiccup e Jack, por outro lado, continuaram presos, apesar de seus esforços incessantes para se libertar. As princesas de Highland e Corona logo correram até Anna, na tentativa de ajudar a ruiva mais jovem. Usando uma espada e uma frigideira, respectivamente, Merida e Rapunzel foram capazes de libertar Anna dos espinhos arenosos, que ainda assim continuaram crescendo contra a parede, perfurando-a, fazendo com que a princesa de Arendelle engolisse em seco com o pensamento de que poderia ter sido ela.
Anna então centrou seu olhar onde se desenrolava a batalha entre o espírito do medo e a feiticeira do inverno. Seus olhos se arregalaram em sinal de choque e medo. Aquela cena era exatamente como ela imaginava a batalha de Elsa contra os guardas do duque de Weselton desde que o acontecimento lhe fora relatado pela própria rainha de Arendelle. E, naquele momento, Anna realmente sentiu medo de sua irmã. Não, não de sua irmã, pois aquela pessoa atacando tão brutalmente o bicho-papão em nada se assemelhava à sua calorosa e gentil irmã mais velha, sequer à régia e serena rainha de Arendelle. Não, aquela pessoa tão mortalmente furiosa não se poderia ser a mesma loira que se esgueirava com Anna à noite para brincar na neve no salão de festas, que adorava chocolate, ou que construíra um ser tão bom inocente quanto Olaf.
– Elsa! – A ruiva mais jovem chamou, ignorando os alertas de Merida e Rapunzel, correndo até onde sua irmã estava. Anna, verdadeiramente, não se importaria se algo acontecesse a Breu, ela na verdade o odiava. Mas sabia que Elsa não viveria consigo mesma se, ao despertar de seu estado de puro ódio, descobrisse o que havia feito.
Breu agora estava preso na mesma posição que Anna estivera anteriormente, e, tal qual ocorrido com a ruiva, um espinho afiado, desta vez de gelo, crescia contra sua garganta. A princesa de Arendelle finalmente alcançou sua irmã e colocou uma mão em seu ombro, na tentativa de lhe chamar a atenção. Imediatamente, a postura rígida de Elsa relaxou e o gelo em seus olhos pareceu derreter ao olhar para Anna. Os espinhos de gelo pararam de crescer, apesar de ainda manterem o Rei dos Pesadelos preso contra a parede.
– Sinto muito. – A Rainha da Neve se desculpou ao finalmente se dar conta de seu comportamento anterior. E ela parecia tão culpada que o coração de Anna se partiu em dois por anteriormente ter realmente sentido medo de sua irmã mais velha. A ruiva não perdeu tempo em abraça-la, sendo que a loira permaneceu estranhamente rígida em resposta ao gesto.
Rapunzel e Merida rapidamente se juntaram à irmãs de Arendelle, olhando de esguelha para Hiccup e Jack, que ainda lutavam para se libertar. Ao que parecia, Breu não estava disposta a permitir que aqueles dois ficassem livres para ataca-lo. A atenção das quatro se dirigiu à parede onde até anteriormente o Rei dos Pesadelos estivera preso, percebendo então que agora o espírito do medo estava livre e o barulho que chamara sua atenção era das palmas ruidosas e terrivelmente lentas que ele estava batendo.
– Parece que eu encontrei sua fraqueza, loirinha. – Breu alternou olhares entre Elsa e Anna, fazendo com que a Rainha da Neve estremecesse e se libertasse do abraço de sua irmã, colocando-a atrás de si, embora agora tivesse suas reservas sobre se estava ação realmente seria suficiente para proteger a ruiva mais jovem da ira do espírito do medo. – Mas eu já estou cansado disso. – Ele declarou com uma expressão monótona antes de esta se dissolver em um sorriso sádico.
Breu ergueu as mãos e a maior quantidade de areia de pesadelo que qualquer um ali, até mesmo Jack, já havia visto se reuniu atrás dele, quebrando a parede para ter livre acesso ao interior. Era uma onda simplesmente gigantesca, de tamanho desumano. Elsa, Anna, Rapunzel, Merida, Jack e Hiccup engoliram em seco. Sem dúvidas, o Rei dos Pesadelos estava mais poderoso do que nunca.
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