Rise Of The Hogwarts Guardians
12 Na Floresta Proibida
Notas iniciais
Os cinco se encontram na Floresta Proibida com o Hagrid e o Garotão, o São Bernardo do guarda-caças. Contou para os alunos que tinha um outro cão, Canino, que morreu de causas naturais a uns 30 anos, mas que ainda sim sentia falta do amigo.
Como é noite, precisavam de lanternas para enxergar sobre as árvores e os arbustos do local.
—Aqui é arrepiante!- Comentou Anna, enquanto passava a lanterna sobre as árvores. Os amigos concordaram.
Os cinco precisavam ajudar o guarda-caças a vigiar o local, por ordem da Minerva. Ela sempre faz isso com os alunos que infligem as regras, sabendo que o Hagrid cuidará deles.
—Eu lembro que passeava por aqui com meus amigos quando estudava em Hogwarts. Claro, com a supervisão dos professores. E também levava Harry Potter e seus amigos por aqui.- Contou Hagrid, lembrando do passado que sente tanta falta. Harry estava pelos seus 60 ou 70 anos, enquanto que o meio-gigante, bem, ele não gosta de informar, mas provavelmente já passou dos 100, e mesmo assim aparentava ter uns 60 anos.
—Você conhece o Harry Potter!?- Perguntou Merida com encanto nos olhos. Ela sempre admirou Harry Potter nas histórias de seus pais. O seu pai, grande fã dele, sempre fala o quão corajoso ele era na época de escola. É uma pena que nenhum dos dois tenha conhecido.
—Claro. Somos melhores amigos, tanto que ele ainda conversa comigo depois de ter saído da escola.
—E como ele era?- Desta vez, quem perguntou foi o lufano.
Hadrid franziu o cenho, tentando lembrar.
—Ele, pelo que me lembro, é mais baixo do que ele. Bom, quem não é?...- Riu da própria piada, enquanto os alunos apenas sorriram. Não acharam a piada tão engraçada, e isso deixou o meio gigante constrangido, fazendo-o para de rir. -...Bem…- Pensou. -...Eu não cheguei a perguntar o nome de vocês. Então vou perguntar: Como se chamam?
—Eu sou Merida DunBroch.- A ruiva valente respondeu empinando o nariz de orgulho.
—Me chamo Soluço.- Disse o moreno.
—Eu sou Jack Frost.- Respondeu o albino, também em tom orgulhoso.
—Eu sou Anna, e essa é a minha irmã Elsa.- Respondeu a ruivinha, apontando para si e para a loura ao seu lado, que acenava com a mão enluvada.
Os cinco e Hagrid continuaram caminhando sob a tenebrosa floresta, que era mais assombrosa durante a noite. Soluço se sentia incomodado com o breu que havia, não só por ser noite, como também ouvia tantas histórias sobre a floresta que tinha um receio sobre o lugar. Porém ele estava aí por conta da Merida, e por um amigo ele não se arrepende.
—Está bem?- Merida perguntou para o lufano, aparentemente preocupada. Ele parecia que iria correr segundos mais tarde.
—C-claro! Por que está p-perguntando!?- Gaguejou, atrapalhando a sua ideia de parecer corajoso diante de uma menina. Seu pai fala que funciona para conseguir uma namorada.
—Parece que vai correr de medo.
—Qu-que iss-sso! Nem Thor t-tem medo!
Merida riu, mas compreendia o medo do menino. É, como a Anna disse, um lugar arrepiante. Porém, diferente do lufano, fica curiosa em conhecer o lugar. Então, para confortar o Soluço, disse:
—Se você se arrisca em quase ser expulso para me salvar da McGonagall, eu não entendo o motivo de ter medo de uma floresta escuro.
Então Soluço a encarou como se ela tivera esquecido o sentido da vida. O moreno se pergunta como a menina acha que consegue comparar um quase expulsão com o risco de estar na Floresta Proibida durante a noite. Muito mais o sorriso que se formara do rosto dela.
—Sabe que uma coisa não faz nada a ver com outra, não sabe?- Perguntou o moreno, duvidando do intelecto da ruiva.
Esta primeiro ri como resposta, achando graça no lufano, que continuava confuso. Depois, Merida respondeu:
—Só falei isso porque fiquei muito feliz em mentir para a diretora por minha causa, para que eu não seja expulsa.
Porém Soluço continuou confuso, e Merida então especificou.
—Eu queria falar sobre isso, e como eu não sabia como começar, eu falei aquilo.
Então Soluço entendeu.
—Então você não sabia como falar sobre isso, e decidiu me confundir?- Perguntou irônico, rindo no final.
Merida deu um leve empurrão no amigo, saindo do lado dela.
—Eu só disse isso porque eu queria te agradecer e não sabia como.
—Tudo bem…- Voltou a estar do lado da ruiva. -...Eu fico feliz que não será expulsa.
—Eu fico feliz também.
Surgiu um silêncio que os desconfortou. Soluço coçou a cabeça, envergonhado, enquanto que a Merida apenas mirou os olhos para baixo.
—Você é um grande amigo, Soluço.- Merida disse rápida, querendo falar isso a um tempo, mas com vergonha de como o moreno iria interpretar. Gostaria que interpretasse como “amigo” mesmo.
Soluço imaginou que Merida queria dizer outra coisa, pela forma que estava. Mas depois pensar em estar enganado, pois seria impossível ser o que ele imaginou.
—Você também é uma grande amiga, Merida.- Disse sorrindo para a ruiva, que sorriu em resposta.
Hagrid de repente parou de andar, surpreendendo os cinco, principalmente Merida e Soluço que não prestaram atenção e esbarraram nomeio gigante, sem querer. Hagrid passou a lanterna em volta das árvores que contornava o grupo.
—É melhor separarmos.- Disse, ainda observando as árvores.
Os cinco não discordaram do guarda-caças.
—Seremos assim: A Elsa, a Tosse e o Menino da Bengala vão para a esquerda…- Apontou para Elsa, Soluço e Jack, e os dois últimos fizeram caretas por conta da forma que foram chamados. -...E as duas ruivas Anna e Merida e o Garotão vão para a direita comigo. Mas tenham cuidado.
—E se alguma coisa aparecer?- Soluço perguntou, receoso sobre separar o grupo.
—Bobagem! Não existe lugar mais seguro que Hogwarts. Fique tranquilo!- Respondeu de bom humor para tentar acalmar o lufano, que não funcionou da maneira que queria. Porém, mesmo nervoso, assentiu, e todos se separaram.
…
Anna, Merida , Hagrid e Garotão caminham tranquilos na floresta, somente o cão que pareci ter medo.
—Ele sempre é assim, como o Canino.- Hagrid disse sobre a reação do cão, que andava ao lado dele e de vez em quando uiva de medo.
As duas riram do guarda-caças e de seu cão. Ele sempre parece estar de bom humor, apesar das coisa que acontecem em Hogwarts.
—Hagrid…- Merida chamou-o. -...Você não tem medo? O Garotão tem motivo de ter medo, mas você…
—Eu também tenho receio…- Hagrid interrompeu-a. -...Mas estou acostumado com isso. O Mundo da Magia já passou por coisas piores na época de Você-Sabe-Quem que mais uma ameaça no Ministério e em Hogwarts não fará diferença.
Anna e Merida se entreolharam, confusas e surpresas.
—Ameaça!?- Anna perguntou, arqueando a sobrancelha.
Então Hagrid se tocou no que dissera e logo se arrependeu.
—Eu não devia ter dito isso. Eu não devia ter dito isso!
As ruivas logo se assustaram com a informação. Era como os outros alunos comentavam nos corredores da escola, que algo ruim está para vir.
—Como não devia ter dito!?- Exclamou Merida em choque por ver que o meio-gigante queria guardar a informação.
—Informação confidencial. Apenas os professores, a diretora e eu sabemos disso em toda a Hogwarts… E agora vocês duas.
—Mas por que não nos contou?...- Merida perguntou, irritada. -...É muito arriscado guardar tal segredo.
—Porque a Minerva teme que os alunos não confiem mais na escola. Não quer que os alunos pensem mais, e voltem para as casas e nunca mais voltar para Hogwarts. E eu também.
—Não terá alunos querendo fugir…- Anna argumentou, indo contra a opinião de Hagrid. -...Eu, por exemplo, quero proteger a escola.
—E eu também.- Merida apoiou a amiga. Sabe que, por Hogwarts e pelos seus amigos, ela apoia qualquer coisa.
—Isso é muito arriscado. Não se sabe ainda se a escola fechará ou não.
Anna e Merida se entreolharam novamente, chocados.
—Fechar a escola!?
Logo Hadrig se tocou que, novamente, cometeu o erro de falar mais do que devia.
—Eu não devia ter dito isso. Eu não devia ter dito isso!...- Põs a mão na testa, indignado por novamente falar o que os professores ordenaram que não fosse dito na frente dos alunos. -...Esquecem isso, e vamos continuar com… Com o que devemos fazer.
Hagrid continuou andando com o Garotão e a sua lanterna para frente, tentando ignorar as perguntas que as ruivas insistiam em fazer, respondendo apenas que não pode falar.
…
Soluço, Elsa e Jack andaram atentos sobre a floresta. Os três observavam cada canto, e passavam a lanterna de cada árvore para certificar de que estavam seguros por onde andaram.
—”Tosse”...- Soluço comentou revoltado, lembrando do que o guarda-caças o chamou momentos antes. -...Não tem nada ver com “Soluço”.
—E ele me chamou de “Menino da Begala”...- Disse Jack, também revoltado. -...Esse cara é péssimo com nomes.
—Mas ele lembrou do meu.- Disse Elsa rindo por contrariar Jack.
—Grande coisa lembrar do seu nome. O pior é que ele nem sabe que isso é um cajado, e não uma bengala.- Apontou para o cajado com traços azuis que está carregando na outra mão, bravo.
Soluço e Elsa riram da raiva que Jack estava sentindo apenas por Hagrid confundir cajado com uma bengala. Os dois concordam que são parecidos, mas o albino discorda disso. Então lembraram que é a primeira vez que o sonserino carrega o seu cajado depois que entrou em Hogwarts. Eles viram primeiro quando Jack levava na estação de trem, quando foram para a escola.
—Jack, o que você está fazendo com isso?- Soluço perguntou, apontando para o cajado de Jack.
Jack ficou surpreso com a pergunta. Isso fez lembrar da conversa que teve com Norte antes de ir para a floresta.
“—Jack, leve o cajado!- Disse Norte, preocupado com o que pode acontecer.
Os dois estavam na sala do professor, discutindo sobre a ida de Jack e seus amigos até a Floresta Proibida, a qual o bom amigo alega que é muito perigoso por contas do últimos acontecimentos e era melhor estar preparado.
—Mas Norte…- Jack tentou argumentar sobre a opinião, porém Norte o interrompeu.
—Não dá para discutir. Essa floresta é perigosa, e se você vai para lá, é bom se prevenir.
—Mas eu já tenho a varinha. Não precisa se preocupar.
—Eu sei que já tem a varinha, mas leva o seu cajado. Coisas estranhas podem acontecer e uma varinha não pode cuidar de todas elas.
Sem mais o que falar, Jack se retirou da sala, indo em direção ao Salão Comunal da Sonserina pegar o seu cajado, que se encontrava embaixo da cama do albino.”
—Eu quis trazer.- Jack respondeu de forma rápida para que o assunto terminar.
Os dois se entreolharam por conta da resposta do albino, mas decidiram deixar quietos sobre a questão, vendo que Jack não ia continuar.
—Então…- Soluço começou a falar, tentando mudar de assunto. -...Devemos ter cuidado, caso alguma criatura apareça e não queremos nos machucar, certo?
—Isso é óbvio!- Comentou Jack.
—Isso é óbvio, mas quem disse que se importa?
Jack se assustou ao ouvir a voz assombrosa e, ao mesmo tempo, familiar. Passou a lanterna por entre as árvores que circulava os três, vendo se encontra o dono da voz.
Soluço e Elsa estranharam a repentina preocupação e medo do albino, sendo que ele não é assim.
—O que houve, Jack?- Elsa perguntou, aparentemente preocupada com o sonserino. Se ele estava preocupada, então a situação é realmente séria.
Porém Jack não prestou atenção na pergunta da loura, e sim na próxima frase da voz assombrosa.
—Jack Frost, se eu não conhecesse você, diria que o medo te abalou.
—Mas como…- Jack disse, porém não terminou sua frase pela surpresa e dúvida do por quê daquilo acontecer novamente.
—”Mas como” o quê, Jack?- Soluço perguntou, também preocupado com o amigo.
Mas também não ouviu o colega, porque ouviu novamente a voz, vindo de sua esquerda.
—Espero que seus amigos não entrem no meu caminho.
Isso fez Jack ficar bravo, porque aquilo não era somente uma frase, era uma ameaça, e ameaçar seus amigos era como ameaçar a si mesmo. E isso o albino não deixaria passar, então seguiu a voz, deixando seus amigos de lado, preocupados. Soluço e Elsa não deixariam Jack correr sozinho na floresta, então seguiram-no.
—JACK, ESPERA!!- Elsa chamou-o, tentando parar o albino, porém este não ouviu. Estava mais concentrado na voz estranha do que nos seus amigos.
—JACK!!!- Soluço tentou chamar também, sem sucesso como no caso da Elsa.
Os gritos de Elsa e Soluço foram ouvidos por Anna, Merida e Hagrid, que não entendiam o que estava acontecendo. Os gritos vinham da direita deles, então seguiram.
Enquanto isso, Jack ouvia a voz com mais clareza, significando que estava chegando perto do dono dela.
—Isso, Jack! Venha até mim, juntos com seus amigos idiotas…- Riu maleficamente. -...Imagine a surpresa que terão.
Jack, revoltado, pensou na ideia de voar, já que estava com seu cajado. Porém olhou para trás, acompanhando a sua lanterna, e viu que seus amigos estavam seguindo-o, como tinha ouvido.
“Droga!”, pensou, desistindo da ideia.
Voltou a virar para frente e quase bateu numa das árvores. Por sorte, virou antes que batesse, e impediu isto. Quando passou, mirou sua lanterna para frente, e revelou um manto negro com capuz, que cobria o rosto da pessoa presente.
Jack não teve dúvida quem era e disse:
—Breu! O que está fazendo aqui!?
A pessoa coberta pelo manto enfim retirou o capuz da cabeça, relevando a face escuro e arrepiante, e seus olhos não negava quem era. Brilhava como o Eclípse Lunar.
—Ora, picolé ambulante, eu imaginei que soubesse o que quero.- Respondeu simplesmente, e o sorriso maléfico surgiu em seus lábios como se achasse graça.
Jack deixou o cajado cair no chão e pegou sua varinha, escondida na manga do uniforme. Ele apontou para o seu a sua frente.
—Suma daqui!- Ordenou.
Breu apenas riu.
—Que lindo, Jack! Agora é um bruxo...- Comentou sem sentir-se abalado com a ameaça de Jack. -...Só que você não sabe de uma coisa: Eu também sou!- Dito isso, retirou sua varinha escuro com finas listras douradas da manga de seu manto, deixando Jack surpreso.
—Como!?
—Eu acho que não é hora de perguntas…- Dito isso, Breu apontou a varinha para Jack e lançou o feitiço: -...Crucio!
Jack estranhou por um momento porque não conhecia o feitiço, até que o feitiço o atingiu. Isso causou uma dor insuportável por todo corpo, sem nem conseguir pensar em como evitar a dor.
Soluço e Elsa chegaram e viram o que acontecia, que os deixou extremamente assustados. Soluço não sabia o que fazer, mas Elsa logo entregou a lanterna para Soluço, mandando-o segurar, retirou a varinha que estava na manga da seu uniforme e lançou o feitiço:
—Expelliarmus!
O feitiço atingiu no homem, e sua varinha voou para longe. Jack pôde enfim se acalmar, depois que o homem enfeitiçou-o, mas isso não chateou-o. Pelo contrário, riu.
—Senhorita Arendelle! Finalmente pude ter a honra de te conhecer.
Elsa ficou extremamente surpresa com o fato de saber o nome dela. Afinal, nunca tinham se encontrado.
—Sabe quem eu sou?
—Sim, e eu gostaria muito de saber mais sobre você.- Disse, aproximando da loura e do moreno. Esticou o braço, e sua varinha, que tinha saído de sua mão, voltou rapidamente, e apontou para os dois.
Elsa e Soluço e afastaram, com medo do homem. Ele torturou Jack, e podia fazer algo pior com os dois. Então apareceu Hagrid, Anna, Merida e Garotão do outro lado, e assim que chegaram, ficaram confusos sobre o que acontecia.
—O QUE É ISSO!?- Hagrid exclamou.
O homem logo ficou bravo com a presença de mais pessoas. Vendo que tinha muitas pessoas contra ele, se sentiu ameaçado. Irritado, sumiu como uma névoa negra, deixando todos ali presentes.
Jack, ainda se recuperando do feitiço, ficou sem acreditar no aconteceu como todos. Levantou com dificuldade, e quase caiu, se não fosse Soluço e Elsa que o ajudaram, e foi pegar o seu cajado, sendo novamente ajudado pelos amigos por conta da dor. Parece que ainda sente.
—Vamos! Você precisa ir na enfermaria.- Disse Hagrid, indo em direção a Jack e ajudando a andar. E levou todos para a escola.
…
No dia seguinte, Jack já tinha se estabilizado do feitiço. A enfermeira disse que esse feitiço não foi grave como costuma ser por ter durado poucos segundos. Citou uma vez em que esse feitiço deixou duas pessoas loucas e internadas até falecerem, que era o caso de Alice e Frank Longbottom, pais do professor Neville Longbottom. Para a sorte de Jack, o feitiço não o desestabilizou de forma permanente.
Os cinco foram novamente visitar a Rapunzel na enfermaria. Anna trouxe orquídeas para trocar com as que estava no vaso que fica na mesa próximo á cama da loira, que já estavam murchando e perdendo a cor violeta. Sentaram em cadeiras próximas à cama.
—Já está chegando o Natal e ela é obrigada a estar aqui.- Merida é a primeira a falar, angustiada por ver a amiga. Todos ficam assim no momento que encontram a loira dessa forma, mas sempre visitam.
—Você está com o livro?- Perguntou Jack para Merida, enquanto olhava para Rapunzel.
—E a capa do Harry Potter?- Soluço perguntou, pois Merida não tinha devolvido a capa para o lufano, e ele precisava devolver para a amiga.
—Estão guardados embaixo da minha cama…- Respondeu a pergnta dos dois, encarando o albino. -...E nem imaginam quem estava lá.
Os quatro ficaram curiosos. Merida não tinha contado para ele quem estava na sessão reservada.
—Quem?- Os quatro perguntaram em uníssono
Merida gesticulou o braço para indicar os outros se aproximar. Ao ficarem mais próximos, Merida sussurrou:
—A professora Elphaba e a Professora Mills.
Os quatro arregalaram os olhos de surpresa. Jack ousou falar, mas Merida tampou a boca antes. Não queria que outras pessoas ouvissem, mesmo que fossem apenas a enfermeira.
—E o que elas faziam lá?- Soluço perguntou em voz baixa.
—Não sei, mas sei que elas queriam o livro que peguei.
—Como sabe?- Anna perguntou em voz baixa.
—Quando eu achei o livro, ele estava em cima de uma mesa, e não guardado na estante como costuma ser. Então imaginei que podia ser o livro, pois foi usado. Quando peguei e fui caminhando de volta para a porta, ouvi as vozes das professoras perguntando onde estava o livro que queriam. Concluí que estavam falando do livro que peguei.
Jack, depois de absorver o que ouviu, levantou e pôs-se a pensar, deixando seus amigos confusos.
—O que está fazendo, Jack?- Elsa perguntou.
—Se elas queriam o livro, é porque elas usariam para alguma coisa.
—Nos conte uma novidade.- Provocou Soluço. Era óbvio para todos que queriam alguma coisa.
Jack riu irônico pelo comentário do moreno e disse de provocação:
—Mas o senhor sabe o que poderia ser?
Soluço ficou calado, mas ainda sim riu.
—O que estamos esperando!? Se temos o livro, vamos ler.- Anna disse.
—Mas onde?...- Soluço questionou. -...Não pode ser na biblioteca.
—E nem nas casas porque todos vão estranhar.- Merida disse.
Elsa pensou sobre isto, e ficou feliz com a ideia.
—Eu sei onde!
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