Ricordare è Vivere

4 Fine della luna di miele


Notas iniciais
Como diz o título é o fim da lua de mel dos pombinhos na Califórnia mas de modo bem HOT (mãe não leia esse capítulo). Despedida e hora de voltar para a realidade de Vegas. Temos uma passagem de tempo também. Aproveitem!!!

"Eu nem acreditava que aquilo estava acontecendo, eu sentia meu corpo tremer que nem carne de rã de tanto desejo dele. Logo ele começou a me beijar. Os beijos eram fortes, intensos, a mão de Grissom começou a acariciar entre minhas pernas e eu comecei a passar a mão na sua ereção que estava super evidente sob a calça. Sem se soltar fomos parar na cama onde meu vestido e sutiã foram lançados longe e logo meus seios foram alvos de uma boca sedenta e sua mão atrevida continuou entre minhas pernas me deixando flutuante. Queria retribuir, então troquei de posição e em cima dele comecei a beijar seu pescoço dando leves mordidas no lóbulo da sua orelha. Descendo fui passando meus lábios por seu peito, abdômen e cheguei nas coxas. Massagens na virilha fizeram Gil aumentar os gemidos e sua respiração estava forte me deixando em êxtase por proporcionar prazer para ele. Envolvi a ereção dele e logo ele segurou minha mão e com a voz rouca:

" Sara eu nunca fiz... "

O tranquilizei: " pra tudo tem a primeira vez e fico feliz que seja comigo, posso continuar?"

"Sim, tinha que ser com você a primeira de muitas"

Grissom me deixou trabalhar mas senti o quanto prazeroso estava para ele e me deixou mais excitada ( se isso era possível). Quando viu que chegaria ao êxtase, inverteu a posição comigo.

GG: Minha querida agora é a minha vez.

Estremeci na hora e quando vi aquele homem fazer do meu corpo sua passarela tremi por inteira. Então ele me puxou e proporcionou para mim o mesmo prazer que lhe dei ao fazer da minha "amiga" brinquedo em sua boca. Meu corpo pedia por ele e logo ele atendeu esse pedido. Ele começou a enfiar sua ereção dentro de mim com todo cuidado ciente de suas proporções e quanto a mim estava para lá de excitada. Os movimentos estavam aumentando a cada minuto e então eu pediu mais forte e ele me atendeu. Gritos, gemidos, declarações eram ouvidos no quarto e não tínhamos mais controle de nossos corpos. Apesar de não ter tido muitos parceiros, nunca havia sentido tanto prazer quanto agora. Grissom ficou deitado em cima de mim exausto e acabamos dormindo assim. Antes do amanhecer vi aquela ereção matinal nele e não resisti, comecei a alisar o corpo dele e com uma voz rouca em seu ouvido disse:

“Vejo algo que podemos aproveitar”... Toquei em sua ereção o que prontamente tive resposta: " quem sou eu para negar um pedido à uma dama..." Ele sentou-se e pediu que eu fosse para seu colo. Nós nos encaixamos e logo começamos a nos movimentar. Grissom segurou minha cintura e aumentando a velocidade a coisa virou uma loucura. Me apoie em seu ombro e nunca me imaginei gritando de prazer mas o fiz.Ambos atingimos o clímax ao mesmo tempo. "

Pela manhã tomaram banho e café juntos. Sabiam que era chegada a hora mas nenhum deles queria falar. Sara resolveu ir ao aeroporto com Grissom. Enquanto esperavam o voo:

SS: Gil esses dias que passei ao seu lado foram os melhores da minha vida e saiba que jamais esquecerei, pois de alguma forma você entrou no meu peito e acho difícil sair... Começou a chorar

Grissom abraçado com ela : Sara quando eu partir, não se lamente, pode chorar, guarde nossos sorrisos, nossos abraços, os momentos que pareceram eternos. Tenho mesmo que ir mas levarei pedaços de você comigo e deixarei pedaços meus com você.

Trocaram um beijo apaixonado e o voo fora anunciado. Gil partiu e deixou uma Sara em lágrimas que quando ele já estava longe:

"É Gil Grissom eu te amo!!! "

Enquanto o avião ganhava altitude, Grissom olhava pela janela, tentando focar nas nuvens para disfarçar a dor que apertava o peito. Ele ainda podia sentir o cheiro do perfume de Sara em sua camisa, o gosto do último beijo nos lábios, e as palavras dela ecoando na mente: “Você entrou no meu peito e acho difícil sair…”

GG (pensando):

"Difícil não, impossível."

Ele sorriu com ternura lembrando dos momentos que passaram juntos.

Enquanto isso, no aeroporto, Sara ainda estava sentada no banco onde se despediram. As lágrimas insistiam em cair, mas agora havia um leve sorriso em meio à tristeza. Paola havia lhe dito para viver o presente, e ela viveu. Intensamente.

Agora, tudo o que queria era transformar essa história em um futuro — mesmo que incerto, mesmo com a distância.

Pegou o celular e escreveu uma mensagem:

SS: “Já estou com saudade. Já estou contando os dias. Não deixe de escrever, de ligar… de lembrar de mim. Boa viagem, Gil.”

Minutos depois, ainda em voo, Grissom ativou o Wi-Fi do avião e a notificação apareceu. Sorriu e respondeu na hora:

GG: “É impossível esquecer você. Mal saí e já quero voltar. Assim que eu puder, você terá notícias minhas. E se depender de mim… isso é só o começo.”


Em Vegas

CW: Jim você vai buscar Grissom no aeroporto?

JB: Vou sim e também quero inspecionar a bolsa dele para ver se usou o nosso presentinho.

CW: Boa !!! Me conta depois kkk

Logo o avião pousou em Vegas. Grissom avistou Brass

GG: Não precisava vir me buscar, pegava um taxi.

JB: Que isso amigo, jamais. Vamos pra casa e me conta como foram esses dias

O caminho foi rápido, porém só Brass falou. Grissom ficou quieto o tempo todo, cena notada pelo capitão. Chegando no apartamento de Gil, Jim não aguentou e perguntou:

JB: Aconteceu algo??

GG: Não, porque?

JB: Você está tão calado, aéreo, disperso.

GG: Deve ser cansaço da viagem. Vou tomar um banho, fique a vontade.

Era o que Brass precisava e rapidamente foi mexer na bolsa de Gil achando logo sua nécessaire. Ao abrir teve uma surpresa. Havia uma caixinha com 02 preservativos e não eram dos quais ele tinha colocado ali. A caixa dizia que continha 06 unidades.

JB: É acho que meu amigo aproveitou com vontade essa viagem kkk

Quando Gil voltou viu um olhar debochado no rosto de Brass

GG: Que cara é essa???

JB: Acho que a culpada por fazer você ficar disperso é a mesma que lhe ajudou a usar os preservativos que lhe dei e te fizeram comprar mais.

GG: BRASS VOCÊ MEXEU NAS MINHAS COISAS?? POR ISSO NÃO GOSTO DE VOCÊS NA MINHA CASA.

Grissom estava brabo

JB: Para com essa brabeza, pega um conhaque e fala da moça.

GG (bufando): Você invadiu minha privacidade, Jim. Isso é inaceitável!

JB (sem se abalar, sentando no sofá):

— Ah, para vai… Você tá bravo porque eu descobri que você se apaixonou! Olha só, Grissom, o senhor racional, entomologista implacável, virou um romântico em tempo recorde.

GG (tentando manter a compostura):

— Eu não estou apaixonado… Eu só… conheci alguém diferente.

JB (arqueando a sobrancelha):

— Seis diferentes, no caso, pela contagem da caixinha.

GG (suspira, pega o conhaque e se rende ao sofá):

— Tá bom, Jim. Eu me envolvi, sim. Muito mais do que imaginei possível.

JB (sério agora): Fala dela pra mim.

GG (olhar distante):

A conheci nas palestras. Ela é CSI também e estava para aprimorar seus conhecimentos no trabalho. Me encantei assim que bati o olho nela e não consegui desgrudar até hoje de manhã. Ela é o tipo de mulher que te atravessa. Inteligente, sarcástica, forte, sensível. Ela me desarmou, Jim. Eu me vi falando sobre coisas que nunca contei pra ninguém. Dormi de conchinha, você acredita nisso?

JB (rindo): O Gil Grissom dormindo de conchinha… Essa é nova!

GG (sorri): Ela mudou meu eixo, minha perspectiva. E não foi só físico — apesar de... bom, você viu o estoque acabar.

JB: E agora?

GG: Agora ela tá lá e eu aqui. Mas não vou deixar isso morrer. Já falei com ela hoje cedo. A gente vai manter contato. Não quero perder o que começou.

JB: Só espero que você não volte a se esconder atrás dos seus insetos.

GG (decidido): Não dessa vez. Com ela, eu quero ser mais do que o cara dos insetos.

JB (levantando o copo):

— Então brindo a isso, Gil. Que você siga com a mesma coragem que teve ao comprar outra caixa.

GG (rindo e erguendo o copo): Idiota...

JB: Eu sei. Mas sou o idiota que te conhece melhor do que ninguém.

Enquanto os dois riam e brindavam, Grissom sentia que finalmente tinha alguém com quem valia a pena romper as barreiras que construiu ao longo dos anos.

JB: Posso saber porquê você não a convidou para vir à Vegas??

GG: Brass ela é jovem, está em inicio de carreira, terminando uma Pós e já entrando no Mestrado. Não queria atrapalhar a vida dela. Foi bom enquanto durou e eu gostaria de mudar de assunto.

JB: ok, só digo uma coisa... Não a conheço mas já a admiro muito.

GG: Posso saber por quê??

JB: Porquê em duas semanas e pela quantidade de preservativo que eu estou calculando que você usou, ela acabou com o estoque de esperma do seu corpo. Fez sua vida sexual ser mais ativa em duas semanas do que sua vida toda Kkkkkk

Grissom ficou extremamente vermelho mas caiu na risada

Em São Francisco

Sara não parava de pensar nos momentos que passou com ele. No pescoço tinha uma correntinha que ele comprou em um dos passeios

Paola: hei!! Oi!! Terra chamando Sara

Sara : oi!!!

Paola: Pela sua cara Grissom já foi e te deixou com o coração na mão, completamente apaixonada.

Sara: É, só me toquei disto quando o vi indo ao setor de embarque. Bom mas a vida não para e vida que segue né. Vamos trabalhar.

Paola (cruzando os braços e observando a amiga):

— Trabalhar com essa cara de quem escuta Shania Twain no repeat desde ontem? Duvido!

Sara (rindo):

— Tá bom… Talvez a música esteja tocando no meu subconsciente. Mas não é só isso. É tudo, sabe? As conversas, os beijos, os silêncios confortáveis… Nunca me senti tão vista por alguém.

Paola (apontando para o colar):

— E esse presentinho no pescoço aí? Que cara de lembrança boa!

Sara (segurando o pingente com carinho):

— Ele comprou quando estávamos caminhando perto do píer. Disse que queria que eu tivesse algo dele, mesmo que fosse só uma coisinha simples.

Paola: Ai amiga, isso é mais do que uma lembrança. Isso é um marco.

A conversa foi interrompida pelo toque do telefone de Sara e quando olha no visor...

Paola: Bom vou tomar banho enquanto alguém mata as saudades.

SS: Sidle!

GG: Sara é Gil!! Cheguei bem, o voo foi tranquilo. Só a saudade de você que esta me matando..

SS: Gil eu... também estou morrendo de saudades. Que bom que chegou bem. Daqui a pouco começa o meu plantão.

GG (com a voz suave, mas sentida):

— Eu sei, minha linda… também tenho que retomar as coisas por aqui. Mas só queria ouvir sua voz mais uma vez antes de você mergulhar no seu mundo CSI.

SS (sorrindo):

— Gil, você não faz ideia do bem que me faz. Esse som da sua voz… é como se me puxasse pra perto, mesmo estando a milhas de distância.

GG: E eu queria mesmo era te puxar pra um abraço. Mas já que não posso, fica aqui comigo em pensamento, combinado?

SS: Já estou aí, Gil. No seu pensamento, no seu dia… e no seu coração, eu espero.

GG (com um tom emocionado):

— Com certeza. Você tá em tudo por aqui.

(pausa)

— Boa sorte aí, perita Sidle. Vai lá salvar o mundo e não esquece de me mandar uma mensagem no fim do expediente, tá?

SS (rindo baixinho): Pode deixar, perito Grissom. Até mais tarde…

Desligou com um suspiro profundo, o celular ainda entre os dedos, enquanto Paola espiava do corredor com a toalha na cabeça.

Paola (cruzando os braços com um sorrisinho):

— E eu achando que era só um caso de verão…

SS (olhando pro celular):

— Nem eu imaginava… mas agora acho que é mais do que isso, Pao. Ele entrou e ficou.

Paola (dando de ombros):

— Então já sabe, né? Quando o universo conspira, a gente só obedece.

Sara sorriu, pegou a bolsa, ajeitou a correntinha no pescoço… e foi viver o hoje. Mesmo com saudade, com coração apertado — ela esperava que a história deles só estivesse começando.

Na sala de descanso do laboratório em Vegas...

Catherine estava terminando de revisar alguns laudos quando Jim Brass entra com aquele típico ar de quem sabe de algo e está se divertindo com isso.

CW: E aí, chefe... foi buscar o Grissom no aeroporto?

JB (com um sorrisinho):

— Fui sim. E posso dizer com total convicção: nosso plano funcionou perfeitamente.

CW (ergue uma sobrancelha):

— Ah é? Ele usou o presentinho?

JB (segurando o riso):

— Usou... e ainda teve que comprar mais. Encontrei a caixinha nova pela metade na nécessaire. O homem se superou!

CW (rindo):

— Uau, isso é quase inédito. Mas me diz… quem é a sortuda?

JB (cruzando os braços e fingindo mistério):

— Isso ele não me contou. Fiquei cutucando, mas ele só ficou vermelho, bravo e mandou eu parar de fuçar nas coisas dele. Falou só que era uma CSI do laboratório de lá, porém não deu mais detalhes e nem nome. Típico Grissom. A verdade é que o cara tá mexido. Não para de olhar pro nada, não comeu quase nada. A coisa ali foi séria, Cath.

CW (pensativa): Se mexeu com ele desse jeito, não foi só uma aventura. Esse homem vive com a emoção trancada num laboratório. Se ele se permitiu sentir... é porque foi real.

JB: Exato. Só não entendo por que tanto mistério. Devia estar orgulhoso, até eu fiquei feliz por ele. Nunca vi aquele cara voltar de uma viagem tão... diferente.

CW (sorrindo de canto):

— Ah Jim, quando ele estiver pronto, ele conta. Por enquanto, vamos deixar ele com esse segredinho. Mas que eu tô morrendo de curiosidade, ah... isso eu tô!

JB (rindo): Você e eu, minha amiga. Você e eu.

CW: Aposto que foi uma morena... as loiras não mexem com ele daquele jeito.

JB (arqueando a sobrancelha): Hum... será?

Um ano e sete meses depois...

O tempo tinha passado. O que antes eram ligações diárias, agora se tornaram mensagens ocasionais. Grissom e Sara seguiam suas rotinas em cidades diferentes, realidades distintas, mas com uma saudade silenciosa que insistia em permanecer.

Ambos se lembravam com carinho daqueles dias intensos em São Francisco — os passeios, os sorrisos, os olhares cúmplices... os beijos e os silêncios confortáveis. Mas a distância foi vencendo o entusiasmo.

Sara estava mais focada no trabalho, com a agenda cheia e novos casos surgindo o tempo todo. Às vezes, olhava para a correntinha no pescoço e sorria sozinha, lembrando de como ele a colocara em seu pescoço em um dia de sol perto da baía.

Grissom, por outro lado, mantinha-se no laboratório, imerso entre vidros, análises e relatórios. De vez em quando, parava no meio de alguma apresentação e lembrava da última palestra em São Francisco — e de como ela estava linda naquele vestido preto.

Eles ainda conversavam, mas não com a mesma intensidade. Uma mensagem de bom dia aqui, uma ligação rápida ali.

O que antes era quente, espontâneo, agora parecia morno e protocolar.

Até que, numa tarde qualquer em Vegas, Catherine, sempre atenta, percebeu Grissom mais quieto do que o normal.

CW: Gil, você tá bem?

GG (sem tirar os olhos do microscópio):

— Estou, só… só pensando.

CW (cruza os braços):

— Pensando ou lembrando?

Grissom não respondeu de imediato. Apenas soltou um suspiro leve e olhou pela janela.

GG: Às vezes acho que deixei algo passar. Ou alguém.

Catherine se aproximou com um olhar compreensivo, mas firme.

CW: Gil, você sabe onde ela está. Se ainda sente... por que não faz algo?

Ele apenas balançou a cabeça com um sorriso cansado.

GG: Porque às vezes o tempo cria muros... e eu não sei se ela ainda quer que eu atravesse.

Gil estava envolvido com a Antropóloga Teri Miller. Desde que voltara de São Francisco, Teri Miller havia se reaproximado. Profissionalmente era excelente, pessoalmente agradável — mas algo dentro de Gil não se entregava. Ela percebia, mas não pressionava. E talvez fosse por isso que a relação ainda perdurava: confortável, leve… mas sem a centelha.

Em São Francisco...

Sara folheava uns papéis, tentando se concentrar no novo caso, mas sua mente vagava. Tinha terminado há pouco com Ken Fuller, que havia retornado por alguns meses à cidade. A tentativa de reviver algo com ele foi mais por carência do que por amor verdadeiro — e ambos sabiam disso. O fim foi maduro, quase sem dor.

Ela tirou os óculos, esfregou os olhos e apoiou o queixo na mão.

Paola (chegando com café):

— Café e um pouco de juízo pra você, mestra Sidle.

SS (sorri): Acho que o café eu aceito, o juízo... já perdi faz tempo.

Paola: Isso eu sei. Esta livre, leve e solta novamente.

SS: Quero pensar em mim e me concentrar no meu trabalho.

Ambos seguiam suas vidas, mas nenhum dos dois estava completo. Os dias passavam e o tempo começava a pressionar silenciosamente os dois corações teimosos que, embora afastados, continuavam batendo em sintonia.

O destino só Deus sabe. Como diz um trecho do poema de Cora Coralina:

"Nas palmas de tuas mãos leio as linhas da minha vida.Linhas cruzadas, sinuosas, interferindo no teu destino.Não te procurei, não me procurastes –íamos sozinhos por estradas diferentes.Indiferentes, cruzamosCorri ao teu encontro.Sorri. Falamos..."

O destino encarregou-se de junta-los de novo na mesma cidade. Vegas aí vamos nós!!!

Notas finais
Encerramos oficialmente o que a cabecinha da autora achou que aconteceu entre eles dois em São Francisco. Começamos agora a jornada baseada na série mas com interpretações minhas, minhas opiniões e sem seguir 100% pq a ideia é essa, se basear. Próximo capítulo: Vegas ganha uma rainha