Notas iniciais
Primeiramente agradeço os comentários que tenho recebido. Fico feliz e agradeço de coração. Nesse capítulo temos vários casos mas destaco o encontro de Sara com a sogra ( colocamos um bonitinho). Colocamos as falas de Beth Grissom em Itálico. O poema recitado por Milton e Sara é: A Flecha e a Canção de Henry W. Longfellow

Grissom já pronto, na sala, terno impecável e expressão de quem está se perguntando se a gravata está mesmo alinhada. Ele olha o relógio, ajeita os óculos… e então a porta do corredor se abre.

Sara aparece… um deslumbre. Um vestido longo, elegante e sóbrio, perfeitamente alinhado com o estilo dela. Cabelos bem lisos, maquiagem discreta e um brilho no olhar.

Grissom prende a respiração como se tivesse levado um choque elétrico.

GG (quase sussurrando): Uau...

SS (sorrindo): Isso é um “uau” do tipo “você está linda” ou “esqueci até onde estamos indo”?

GG (levantando-se lentamente, sem tirar os olhos dela): Os dois. E também do tipo “eu sou o homem mais sortudo do planeta”.

Ele se aproxima, pega delicadamente a mão dela e beija com reverência.

GG: Se minha mãe não gostar de você, eu troco de mãe.

SS (rindo): Não fala isso nem brincando!

GG (com um olhar apaixonado): Tô brincando... mas não muito.

SS (enlaçando o braço no dele):

Então vamos, senhor Grissom. Vamos encantar sua mãe e o coquetel inteiro.

GG: Miss Sidle, esta noite você vai causar mais que qualquer evidência em um crime complicado.

Eles saem de casa de braços dados, prontos para enfrentar juntos mais um momento marcante — agora fora do laboratório, mas com o mesmo coração investigativo e cúmplice que os uniu.

Grissom estaciona o carro, mas antes de sair segura a mão de Sara.

GG (olhando nos olhos dela):

— Espera um pouquinho... tem algo que eu preciso te contar antes da gente entrar.

SS (um pouco surpresa):

— Tudo bem... o que foi?

GG:

— Lembra da época da explosão no laboratório, quando você me chamou pra sair e eu recusei?

SS: Lembro sim. Fiquei chateada… e até disse que nunca mais ia te convidar de novo. Por que está falando disso agora?

GG (respira fundo): Porque… eu recusei, mas não queria ter feito isso. Na verdade, tudo o que eu queria era sair dali com você, jantar, rir... Mas no dia seguinte eu tinha uma consulta médica — uma avaliação para uma cirurgia.

SS (confusa): Cirurgia?

GG: Não sei se você percebeu que às vezes eu parecia distante, ou te ignorava... você ficava brava e com razão. Mas não era por mal. Eu... (emociona-se e para por um instante)

SS (apertando a mão dele):

Gil... você não me respondia porque... não estava me ouvindo??

GG (assente, com os olhos marejados):

Descobri que tinha otosclerose. É uma doença hereditária que veio da minha mãe. Ela nunca fez a cirurgia, e acabou perdendo a audição. Eu fiz. E só a Cath sabia... porque ela foi ao hospital. Não consegui esconder dela.

SS (emocionada): Eu me lembro! Naquele caso do rapaz morto aqui mesmo, no Instituto, você usou ASL perfeitamente...

GG (sorri): Aprendi ainda criança, por causa da minha mãe. E queria te contar isso agora. Antes de você conhecer ela... antes de você saber pelas palavras de outra pessoa.

SS (com firmeza e carinho):

Gil... você podia — devia — ter me contado. Eu teria ido com você pro hospital, estaria do seu lado em cada momento. Se a cirurgia não tivesse dado certo, se você tivesse perdido a audição… eu não desistiria de você por isso. Nunca.

(pausa, com emoção nos olhos)

— Eu amo o homem Gilbert Grissom exatamente como ele é. Inteiro, imperfeito, e absolutamente brilhante.

Grissom segura o rosto dela com carinho e a beija, com ternura e gratidão.

GG (sussurrando):

— Eu não sei o que fiz pra merecer você ao meu lado.

SS (sorrindo):

— Eu sei: você nasceu. E agora, vamos entrar. Tenho que agradecer à mulher que colocou você no mundo.

Eles descem do carro de mãos dadas, prontos para um novo capítulo.

Assim que entraram no salão elegante e decorado, alguns convidados logo vieram cumprimentar Grissom, reconhecendo-o de outras ocasiões. Entre apertos de mãos e acenos cordiais, Sara observava com discrição até que os olhos de Grissom encontraram os de uma mulher de presença marcante: sua mãe, Beth Grissom.

BG (com um sorriso afetuoso):

— Filho, que bom que veio. Estava cheia de saudades de você!

(olha para Sara com curiosidade e entusiasmo)

— E essa é a bela moça da qual você falou? Espero que seja a mesma que te encantou em São Francisco...

GG (com um sorriso contido e orgulhoso):

— Também estava com saudades, mãe. E sim, é ela. Mamãe, essa é a Sara.

Antes que ele completasse, Sara ergueu as mãos e respondeu em ASL, ainda um pouco hesitante, mas determinada:

SS (em sinais):

— “Muito prazer em conhecê-la, senhora Grissom. Desculpe a falta de prática nos sinais, ainda estou aprendendo.”

BG (visivelmente surpresa e emocionada):

— Oh... que maravilhosa surpresa.

GG (encarando Sara, surpreso e encantado):

— Querida... desde quando está aprendendo?

SS (sorrindo, um pouco envergonhada):

— Quando estivemos aqui naquele caso, fiquei frustrada por não conseguir me comunicar bem com todos. Queria conversar, entender, fazer parte. Então resolvi aprender. Não estudo tanto quanto gostaria por causa da correria do trabalho, mas sempre que posso, pratico.

BG (com um brilho no olhar):

— Pode ficar tranquila, também leio lábios. E saber do seu esforço em aprender, só mostra respeito e desejo genuíno de inclusão. Isso me deixa muito feliz, Sara. De verdade.

(faz uma breve pausa, tocando suavemente o braço de Sara)

— Vou ali conversar com alguns colegas do Instituto, mas já volto. Quero apresentá-los a algumas pessoas importantes… E Sara, depois volto. Vamos conversar, sim?

SS (sorrindo): Claro, será um prazer.

BG: Com licença, queridos.

Beth sai com elegância, deixando os dois momentaneamente a sós.

Quando a senhora Grissom saí:

GG (surpreso e tocado):

— Amor… estou realmente surpreso. Por que não me contou antes?

SS (com um sorriso tímido):

— Nem sei explicar… Acho que queria guardar como surpresa. E hoje, quando você disse que viríamos aqui, pratiquei um pouco mais. Agora, sabendo que sua mãe se comunica em ASL, preciso intensificar os estudos. Não posso fazer feio de novo.

Grissom sorriu, claramente encantado.

GG:

— Você nunca faz feio. No máximo me deixa sem palavras.

Antes que Sara pudesse retrucar com algum comentário espirituoso, ouviram a voz firme — porém calorosa — da senhora Beth Grissom, chamando-os com um gesto gentil.

BG (animada):

— Vamos, quero apresentar vocês a alguns colegas do Instituto.

O casal se juntou a ela e passaram a circular pelo salão, sendo apresentados a professores, pesquisadores, médicos e convidados ilustres — todos muito receptivos, especialmente com Sara, que a cada nova apresentação mostrava sua simpatia e respeito. Alguns, inclusive, se comunicavam em sinais, o que deixou a investigadora ainda mais motivada a continuar seus estudos.

Depois de algumas voltas, foram conduzidos a uma ala mais reservada onde seria servido o jantar. Sara olhou ao redor, encantada com a decoração elegante e acolhedora, com flores brancas e luzes amareladas pendendo do teto como pequenos vaga-lumes.

Ao avistar o buffet, seus olhos brilharam.

SS (quase como uma criança vendo brinquedo novo):

— É buffet?! Ai, meu Deus, amo buffet!

GG (brincando):

— Você ama comida. O buffet é só um atalho.

SS (rindo):

— Claro que amo comida! Ainda mais quando tem uma seção só de pratos vegetarianos… olha isso, Grissom! Tem lasanha de abobrinha!

GG (sussurrando enquanto pega um prato):

— Só falta você casar comigo por causa da comida...

SS (com olhar travesso):

— Ainda dá tempo de mudar o motivo?

Os dois caíram na risada discretamente e seguiram para se servir. Naquela noite, entre conversas animadas, olhares trocados e um inesperado sentimento de pertencimento, Sara sentiu que aquele jantar não era apenas um evento — era um novo capítulo.

Durante a refeição, Beth conversava animadamente e Grissom, sentado entre ela e Sara, traduzia com dedicação, ainda que seu rosto estivesse cada vez mais vermelho à medida que as palavras da mãe iam revelando mais do que ele gostaria.

BG (sorrindo ao olhar para Sara):

— Ele voltou completamente mudado de São Francisco. Foi me visitar, sentou na minha sala e contou que conheceu você. Dizia que se sentia como um adolescente…

Grissom pigarreou e tentou suavizar a tradução, mas Beth ergueu a mão para impedi-lo.

BG (insistindo, para Sara):

— Exatamente como estou dizendo, minha querida. Ele disse que fez coisas que nunca se imaginou fazendo. Ficou encantado. Completamente.

GG (baixinho, tentando desviar): Mãe…

BG (com um olhar travesso):

Ficava andando pela casa, sorrindo sozinho. Falava com um brilho nos olhos que eu nunca tinha visto antes. E agora, olhando para vocês dois… eu vejo esse brilho ainda aí. E mais lindo ainda: vejo o brilho ser correspondido.

Sara, emocionada e ligeiramente surpresa com a sinceridade da sogra, apenas olhou para Grissom. Ele a encarou de volta, os olhos marejando sutilmente.

Não precisaram dizer nada. A troca de olhares dizia tudo.

Beth, então, pegou um pedaço do pão do seu prato, deu uma mordida tranquila e comentou casualmente, quebrando o silêncio:

BG: E pensar que eu achava que meu filho ia se casar com um microscópio...

Sara segurou a risada, enquanto Grissom abaixava a cabeça, rendido.

SS (tentando conter o riso):

— Eu prometo tratá-lo melhor do que o microscópio, senhora Grissom.

BG (brincando):

— Se você conseguir convencê-lo a passar mais de 10 horas por dia fora do laboratório, já é um milagre!

Ao final de tudo prometeram um jantar em casa antes da senhora Beth ir embora.

Como trabalharam no dia da folga, ganharam o outro dia para ficarem em casa. Combinaram de sair, mas novamente foram chamados. Grissom foi primeiro e depois Sara foi chamada. Ao chegar ao local brincou com o namorado:

SS: Meu encontro foi cancelado.

GG: Tenho certeza que ele teve um bom motivo.

SS: Bom, vou averiguar o outro quarto.

Avaliando o quarto Sara lembra que o namorado de uma delas falou que moravam na casa 06 meninas e só tinham 05 corpos. Chega perto da cama, se inclina, de repente a perita leva um arranhão no rosto e Sara grita pedindo apoio chamando a atenção de Grissom que corre assustado em direção aonde a perita estava. Sara logo vê que é outra vítima e a tranquiliza dizendo que o socorro estava vindo, só que antes da chegada da ambulância a garota morre nos braços de Sara. O caso foi pesado, todos trabalhando arduamente até que chegam no assassino. Sara em lágrimas assiste a reportagem sobre o assassinato das jovens. Grissom enxuga uma lágrima do olho e coloca o braço em volta dela enquanto caminham pelo corredor e ficam fora de vista.

Chegando em casa Grissom leva Sara para a banheira e faz curativo no arranhão do rosto da amada.

GG: Vou buscar um chá para você.

Levou o chá para o quarto e voltou ao banheiro para busca-la. Pegou o roupão e Sara ainda em silêncio saiu da banheira, vestiu-se e virou para o amado:

SS: Obrigada por cuidar de mim!

GG: Cuido de você assim como você cuidou de mim e agora mocinha vamos deitar bem juntinhos naquela cama.

Plantão seguinte Sara ficaria em casa, mas o caso que surgiu Greg não poderia trabalhar por envolver o irmão do rapaz que ele matou. Sara então assumiu seu lugar no caso. Várias reviravoltas e trocas de acusações entre os envolvidos e os CSI finalmente conseguiram achar os culpados.

Novo dia, novo plantão que havia começado tranquilo.

Chegando ao local do crime, Gil e Sara atravessaram o jardim externo do luxuoso e chamativo bordel. Moradores dos arredores observavam a cena isolada pela polícia. O corpo do ex-boxeador jazia à beira da piscina, com marcas visíveis de agressão.

Sara se aproximou, ajoelhando-se cuidadosamente ao lado do corpo. Tocou de leve na água com as luvas cirúrgicas e ergueu o olhar para o parceiro:

SS: Devido à temperatura da água, vai ser impossível estimar com precisão a hora da morte agora.

GG (olhando em volta, com um tom neutro):

— Lugares como esse costumam manter a piscina aquecida pra encorajar as garotas a ficarem de topless.

Sara levantou lentamente os olhos para ele, arqueando uma sobrancelha, claramente surpresa.

SS: Ah é? E você sabe disso como exatamente?

Gil arregalou um pouco os olhos ao perceber o que acabara de dizer, desviou o rosto rapidamente e coçou a lateral do pescoço, visivelmente sem graça.

GG: Bom... foi o que... me disseram.

Sara tentou conter o riso, mas não conseguiu. Levantou-se e deu um tapinha leve no braço dele.

SS (em tom provocador):

— Claro, Grissom. “Te disseram”. Igual aquele “amigo” seu que tinha uma conta no site de acompanhantes?

GG (murmurando, enquanto tirava fotos da cena):

— Cientificamente falando, a temperatura da água é um fator importante para... uh... entomologia post-mortem.

SS: Cientificamente falando, você ficou bem vermelho agora.

Ele fingiu ignorá-la e continuou o exame no local. Mas Sara ainda sorria, se divertindo com o momento.

Enquanto os dois prosseguiam na análise do corpo, ela comentou:

SS: Bom, vamos ver se conseguimos pistas que não estejam... flutuando.

GG (ainda evitando contato visual):

— Por favor, só me diga que esse cara não foi morto com um salto agulha...

Brass tem a honra de interrogar as garotas do bordel, ou as "fornecedoras de prazer". Nenhuma delas se lembra de ter ouvido algo incomum na noite anterior.

Enquanto caminhavam em direção ao trailer, algumas garotas do bordel passaram perto, lançando olhares e elogios ao chapéu de Grissom. Ele, discretamente, ajeitou a aba e lançou um rápido olhar para elas, sem perder a compostura.

Sara aproveitou o momento para puxar assunto, com aquele tom provocativo que só ela tinha com ele.

SS: E aí, já esteve num lugar desses antes?

GG (com jeito profissional, mas relutante):

— Trabalhei num caso de assassinato-suicídio num bordel...

SS (interrompendo, com um sorriso malicioso):

— Não, Gil. Eu não quero saber do trabalho. Quero saber se você já esteve como cliente.

Grissom parou, pensou um instante e respondeu com sinceridade e um leve ar de timidez.

GG: Como cliente? Não.

SS (arqueando a sobrancelha, intrigada):

— Nunca pagou por sexo?

GG (com um tom reflexivo):

— Não. Acho a ideia muito fria.

SS (curiosa): Ah é? Por quê?

GG (olhando nos olhos dela, com um sorriso suave):

— Sexo deveria ser uma oportunidade de conexão entre as pessoas. O sexo pago, para mim, faz exatamente o oposto. Não tem sentimento, só vazio... deixa a gente triste.

Sara sorriu, mexendo no cabelo, se aproximando um pouco mais dele.

SS (brincando, com olhar cheio de cumplicidade):

— Eu tenho certeza que não te deixo triste.

Grissom sorriu mais ainda, seu olhar brilhando de afeto.

GG (segurando a mão dela por um instante):

— Não, você me faz feliz.

Eles continuaram a caminhar lado a lado, com aquele silêncio confortável que só quem se entende profundamente pode compartilhar.

O trailer está bagunçado, com frascos de comprimidos espalhados por toda parte. Grissom e Sara cuidadosamente documentam e recolhem evidências para avaliação.

De repente, Grissom chama, com voz baixa mas firme:

GG:

— Sara, poderia vir aqui, por favor? Preciso da sua ajuda.

SS (curiosa):

— Claro, o que aconteceu?

Ela se aproxima, e ele a puxa suavemente para uma área mais escura nos fundos do trailer, longe do campo de visão dos outros.

SS (rindo, surpreso):

— Enlouqueceu, homem?

GG (com um sorriso malicioso):

— Sim. E você é a culpada. Estou louco para fazer uma coisa... e vou fazer.

Antes que Sara tenha tempo de perguntar o que, Grissom a beija profundamente, só parando quando falta o ar.

Eles ficam ali, respirando acelerados, conectados naquele momento só deles.

De repente, a voz de Nick chega da entrada, quebrando o clima.

Nick (chamando):

— Sara! A gente precisa de você aqui!

Sara sorri, afastando-se com um olhar divertido.

SS (baixinho, provocando):

— Você é doido, sabia? Tchau!

Grissom fica ali, rindo sozinho, assistindo ela sair enquanto ajeita o chapéu e volta ao trabalho.

Área externa próximo ao trailer de Feliz

Sara examina atentamente o chão, marcando algumas evidências de sangue espalhadas pela grama.

SS (apontando):

— Veja, Nick, há gotas de sangue seguindo essa trilha. Elas vão na direção do trailer de Feliz.

Nick acena, preocupado, enquanto eles continuam avançando.

De repente, são abordados por um homem idoso, vestido com roupas simples mas de postura firme — Milton. Ele segura uma foto emoldurada de sua falecida esposa, com uma flecha presa nela.

Milton (com voz grave e carregada de emoção):

— Eu já disse, alguém atirou na minha esposa!

Os peritos acompanham Milton até seu trailer. O ambiente é modesto, mas tem um toque acolhedor.

Em um momento de silêncio, Milton começa a recitar, quase para si mesmo, quase como se falasse com a memória da esposa.

Milton (recitando): Disparei uma flecha ao ar, Ela caiu à terra, não sei onde; Pois, pela sua rapidez, a vista Não a pode seguir em seu voo.Lancei ao ar uma canção, Ela caiu à terra, não sei onde; Pois quem teria a vista tão aguda e sã, Capaz de seguir o voo da canção?

Nick interrompe suavemente, impressionado.

Nick: É um poema muito bonito, Milton.

Milton solta um riso cansado.

Milton: Os jovens de hoje não sabem nada disso...

Ao terminarem a coleta no trailer, enquanto se preparam para partir, Nick saí primeiro, mas Sara, antes de sair, surpreende o idoso ao completar a recitação.

Ela fala com voz calma e serena, olhando para Milton.

Sara (recitando): Muito tempo depois, num carvalho, Encontrei a flecha, ainda intacta; E a canção, do começo ao fim, Encontrei-a novamente no coração de um amigo.

Ela sorri levemente.

SS: Não perca a fé, Milton.

O idoso solta uma risada suave e dá uma piscadinha para a foto da esposa.

Milton: Obrigado, menina. Às vezes, é tudo que a gente precisa.

No final foram tantas as causas para morte que não definiram um culpado.

Em casa Sara brinca com Grissom:

SS: Não temos piscina aquecida mas você poderia me mostrar seu conhecimento na prática em nossa banheira?

GG: Meu conhecimento é de depoimentos que frequentadores me informaram, mas posso trabalhar no que ouvi e colocar em prática.

Como os crimes em Sin City não param, o suicídio de um agricultor cuja fazenda foi invadida pela SWAT e uma mulher que foi assassinada e sua cabeça empalada e montada em uma parede leva o laboratório criminal a uma forma de teorias da conspiração de que algumas pessoas são na verdade répteis disfarçados. O caso envolve toda a equipe e se mostra muito trabalhoso porque muitos dos envolvidos parecem que sofreram lavagem cerebral.

Como já estão a horas trabalhando no caso, Grissom, Sara, Greg e Cath vão para casa descansar. Por coincidência Sara liga a televisão e esta passando Godzilla. Gil e Hank se juntam a ela na cama. Na metade do filme:

SS: Eu sempre sinto pena do monstro.

GG: Então desliga antes que eles usem o destruidor de oxigênio contra ele.

Olha para ela, levanta, assovia chamando Hank e vai em direção ao escritório. Ele resolveu montar uma maquete da sua sala do laboratório para tentar entender o Assassino das Miniaturas. Sara só acompanha a cena e então se vira para pegar o controle, porém algo chama sua atenção dentro de um livro.

Notas finais
Momentos românticos por enquanto antes de começar o terremoto Sidle.