Ricordare è Vivere

22 Quando i Guerrieri Vedevano Vittime


Notas iniciais
Brass e Catherine viram vitimas

Dia seguinte levantaram tarde, pois o compromisso era só depois do almoço.

No banheiro, sob a água morna caindo pelos ombros, os dois se revezavam no chuveiro enquanto riam lembrando da noite anterior.

SS (ensaboando os ombros dele):

— Sabe que por um instante achei que você ia recuar? Quando te vi entrando no banheiro, me puxando pela mão, me deu vontade de rir. Achei que fosse desmaiar de nervoso e rir ao mesmo tempo.

GG (passando os dedos pelos cabelos dela):

— Sara… eu estava com tanta vontade quanto vergonha. Foi uma guerra interna. Mas quando você falou “te espero perto do banheiro”, eu soube que já estava perdido. Você é a única mulher do mundo que me faz esquecer do bom senso.

SS (rindo): Ué, a fantasia era sua! Eu só ajudei a realizar. E diga-se de passagem, realizei com muito estilo.

GG: Ah, realizou sim… Mas sair de lá com as pernas tremendo, o cabelo bagunçado e com medo de dar de cara com a Cath me deixou em alerta. Sério, se ela tivesse me visto naquele estado, eu teria que pedir demissão da equipe forense por vergonha.

SS: Ainda bem que eu fui convincente com aquela desculpa da cólica! Mas o melhor foi o olhar dela depois... entre confusa e desconfiada. Aposto que ela ainda está tentando entender o que aconteceu ali.

GG (com um meio sorriso):

— E eu ainda não acredito que você gemeu... alto o suficiente pra ela ouvir. Você tentou se controlar, mas falhou miseravelmente, miss Sidle.

SS (dando um tapinha leve no ombro dele):

— A culpa é sua, doutor Grissom! Com aquele seu jeitinho metódico até nisso... a mulher perde a cabeça!

Ambos riram alto, cúmplices e felizes.

Cumpriram os compromissos em Boston, almoçaram novamente com a família de Mario e se despediram dele que só voltaria em 03 dias.

No aeroporto encontraram Eros os aguardando:

GG: O galã mexicano não desiste!!

Eros: Bom, peço desculpas pelo vexame no Baile, não sei o que me deu e Sara entendi que perdi e não vou lhe perturbar, mas se algum dia mudar de ideia me ligue. Cath e Grissom obrigado por terem vindo e façam uma boa viagem.

Agradeceram só com o balançar da cabeça e entraram no avião. Acreditem, mas os dois aproveitaram que Cath apagou e realizaram a segunda fantasia de Grissom.

O voo fretado de retorno estava tranquilo. Catherine, depois de um vinho no almoço e outro no embarque, já dormia profundamente com o fone de ouvido torto e a cabeça encostada na janela. As luzes estavam baixas e o silêncio reinava na cabine.

Grissom olhou para Sara e cochichou:

GG: Acha que dá?

SS (com aquele olhar de desafio):

— Só se você for discreto e rápido.

GG: Não sei o que me deixa mais nervoso… o risco ou o fato de eu realmente querer isso desde que me contou sua experiência...

Sara soltou um risinho abafado, pegou a mão dele e puxou calmamente. Passaram pelo corredor como se nada demais estivesse acontecendo. Quando chegaram à porta do banheiro, ela entrou primeiro. Alguns segundos depois, ele a seguiu.

O espaço era apertado, mas os dois já estavam entrosados demais para se incomodar com isso.

Entre beijos e risadas contidas, Grissom sussurrou:

GG: Segunda fantasia riscada da lista...

SS (encostada nele, ofegante):

— E você ainda achava que eu não toparia…

Do lado de fora, um leve toque metálico da porta se fechando foi a única pista para quem estivesse acordado — o que, felizmente para eles, não era o caso de quase ninguém.

SS: Dessa vez o doido foi você. Que fogo foi esse?

GG: Aproveitando a oportunidade. Agora me diz: aumenta ou não aumenta o prazer?

SS: Nossa o negócio é o parceiro porque com você, como aumentou, foi uma loucura. Você foi maravilhoso!

Período fora do laboratório acabou, então hora de voltar a realidade.

Um caso chega aos CSI: Uma mulher é encontrada morta, baleada na boca em sua própria casa, no trabalho do marido todos estão mortos menos ele. No decorrer das investigações descobrem que o marido é o culpado sobre tudo mas a essa altura ele esta num quarto de um hotel cassino com uma refém e Brass esta com ele no quarto. Quando Grissom liga para Brass e o informa sobre Sammy ( o irmão dele que acreditavam estar vivo mas descobrem estar morto) e diz que Willie sabe e os está interpretando. O capitão fala para o criminoso que já sabe de tudo e o mesmo surta disparando dois tiros no peito de Jim. A SWAT invade e o mata.

Grissom informa para a equipe o que ocorreu com Brass.

No hospital o médico conversa com Grissom sobre o estado de Brass e que ele como procurador do paciente decida se pode ou não realizar a cirurgia de Brass. Coloca os prós e contras, deixando um tempo para o supervisor decidir. No hospital ele é chamado para um caso em que o corpo decapitado de um homem foi encontrado nos trilhos do trem.

No caso estão além de Gil, Nick, Sara, Sofia e os outros se dividem no hospital acompanhando Jim. O corpo do cara esta todo diferente e eles começam a investigar o motivo. Hodges e Nick analisam o tecido encontrado envolto da vitima e verificam ser antigo.

Em seu escritório, Grissom estuda um livro sobre espartilhos, revelando que os homens também os usavam e Sara entra, pergunta se ele está bem, fazendo um carinho no seu ombro e o mesmo responde que sim. A perita percebe que ele esta lendo um livro sobre espartilho e desvia o assunto para isso, então começam a conversar sobre o tema e como estava a vitima. Gil explica que talvez a vitima se inspirasse na época Vitoriana onde o espartilho era considerado uma vestimenta masculina.

SS: Fico até feliz em saber que essas ideias malucas não ficava só no universo feminino.

GG: Hum!! É chamado de "cintura de vespa", o que é revelador. Vespas são do grupo de insetos 'himenóptera'. A noção de hímen sugere virgindade, em vespas predadoras, a genitália não funciona mais como órgão reprodutor é usado como ferrão!

SS: Vai transar e acaba ferroado! Basicamente, o medo de todos os homens! Bom, os fragmentos de ossos recuperados da cena são de baleia, que é o que eles usavam para fazer espartilhos. e o gerente da loja que trabalha com esse produto reconheceu Caleb Carson como cliente assíduo. Ei onde você aprendeu tanto sobre espartilho?

GG: Nos livros

SS: Sei ... Bom, vou com Sofia na casa da vitima, tchau!

Grissom retorna ao hospital e na conversa com o médico ele explica que o capitão pode nunca acordar mas o supervisor diz a ele para fazer a cirurgia para remover a bala. Ele então liga para Ellie e a informa sobre a situação de seu pai.

Mario retorna de viagem e já atuando no hospital, avisa a Grissom que vai participar da cirurgia de Jim e qualquer coisa avisara. Ellie chega e dá trabalho para todos, mas a equipe releva por Brass.

No caso que estão investigando, Sara e Sofia descobrem que a vitima participava de uma encenação da Guerra Civil. Vão precisar ir até o local.

Chegando ao local da encenação da Guerra Civil, Sara e Sofia observaram a movimentação de pessoas ainda desmontando acampamentos, bandeiras e tendas. O ambiente parecia um misto de cosplay histórico com feira cultural. Um dos organizadores explicou que a vítima, Henry Wallace, era um dos mais ativos na encenação, sempre interpretando um soldado confederado, apesar de não ter histórico militar.

SOFIA (consultando anotações):

— Ele era figurante fixo. Estava presente em todos os ensaios e eventos oficiais. Sumiu na noite da última apresentação.

SS: Então talvez o crime não tenha sido em casa... mas aqui.

Elas conversaram com alguns membros do grupo e logo uma trilha chamou a atenção — havia um caminho isolado atrás de uma tenda que dava para uma clareira. Sara olhou para Grissom e sugeriu que fossem juntos verificar.

SS (já com um leve sorriso):

— Vamos, General Grissom? Talvez encontremos pistas.

GG (segurando a câmera):

— Só se você estiver pronta para um duelo. Posso não ter um mosquete, mas tenho lentes com ótimo alcance.

Sara, entrando na brincadeira, pegou a câmera da bolsa e se posicionou como se fosse sacar uma arma. Deram alguns passos um em direção ao outro, estilo faroeste, até que um clique ecoou: Grissom havia "atirado" primeiro. Sara rebateu com um disparo de flash na cara dele.

GG (fazendo drama): Fui atingido! Na lente!

SS (rindo): A guerra está empatada.

Durante a descontração, Sara percebeu algo no chão perto de uma pedra coberta por folhas e lama. Agachou-se e analisou com cuidado.

SS (séria agora): Grissom... isso é sangue seco. E tem marcas de arrasto.

Grissom se ajoelhou ao lado dela, examinando as folhas com pinça e máscara.

GG: Sangue sim... e pelo estado, há cerca de 48 horas.

Sofia chegou em seguida com um oficial do evento e confirmou que ninguém tinha utilizado aquela área desde o último ensaio.

SOFIA: Então temos cena de crime. E parece que o ferimento foi acidental — o organizador disse que a vítima improvisava demais e gostava de carregar réplicas com "efeitos especiais". Vai ver, errou na dose.

GG: Ou alguém errou com ele e tentou encobrir.

SS: A guerra pode ter sido uma encenação... mas o sangue aqui é real.

Descobriram que foi um acidente.

A equipe vai toda vai para o hospital, pois mesmo com o susto dado, Brass recobra a consciência.

MS: Grissom no momento vou liberar só você para entrar. Amanhã o restante poderá entrar.

A equipe concorda e fica do vidro olhando o amigo. Grissom diz ao capitão que o fã clube dele esta lá fora e ele acena. Brass agradece a Grissom por não puxar o plugue dele.

Em Casa...

Sara ainda escovava os dentes, corpo coberto somente por um robe — o típico momento de fim de dia. Grissom, já deitado, começou a divagar.

GG (calmo, pensativo):

— Sabe, às vezes penso em como gostaria de morrer. Não de uma hora para outra... queria ter tempo. Ser diagnosticado com algo como câncer... algo que me desse aviso. Assim eu me despediria das pessoas, voltaria a ler Moby Dick, viajaria mais, talvez até escrevesse alguma coisa.

Sara parou o movimento de escovar, abaixou a escova e encarou o espelho por alguns segundos. Não respondeu de imediato. Lavou o rosto, enxaguou a boca e foi até a cama em silêncio. Sara se apoia na cama, de joelhos no chão e o encara.

SS (baixinho): Eu não estou pronta pra te dizer adeus.

Grissom dá aquele sorrisinho a lá Grissom.

GG: Ainda bem!! Vem deitar amor!

Ele a puxou com delicadeza para perto e deitou com ela nos braços. Apoiados um no outro, com os corações sincronizados, ficaram apenas ouvindo a respiração mútua.

O quarto ficou em silêncio. Um silêncio cheio de amor, de presença. Nenhuma despedida. Só promessas silenciosas de continuidade.

Pela manhã a equipe volta ao hospital e a visita ao capitão é liberada:

CW: Que susto que você nos deu amigo!?

SS: Verdade, bota susto nisso!

JB: Olha pensei que desta vez eu ia embora, mas graças a Deus não aconteceu.

Ficaram conversando com o capitão e depois partiram para almoçar juntos. Depois foram para casa descansar um pouco antes do turno.

Gil aproveitou para ir no barbeiro, resolveu tirar a barba e deixar o cabelo bem baixo. Quando volta para casa:

SS: Gente que homem é esse que chegou aqui?

GG: Gostou?

SS: Muitooo, apesar que adoro sua barba, mas mudar de vez em quando é bom. Jesus me ajude com esse homem gato ao meu lado!!!

Os dias passaram e Brass recebeu alta com Sara o buscando no hospital. Logo ele voltou ao trabalho. Turno novo: Sara e Warrick ficaram em um caso e Gil, Cath e Nick em outro. Os casos rapidamente foram resolvidos e turno terminado. Nick e Cath chamam Grissom para ir em um show mas ele declina alegando um compromisso, o que não era mentira, pois foi jantar com Sara.

Brass foi fazer uma tatuagem sob a cicatriz da bala que diz "11 de maio de 2006".

Catherine e Nick estão no bar e são brindados com uma performance surpresa de John Mayer. Nick acaba saindo com uma mulher e Cath fica no bar e recebe uma bebida de um cara. Pela manhã Cath acorda sem entender onde esta e completamente nua. Se situa onde esta, verifica sua bolsa e vai ao banheiro, ela coleta provas debaixo de suas unhas e realiza um kit de agressão sexual em si mesma. Pega o telefone e liga para alguém...

Sofia recebe o chamado de uma pessoa morta e ao chegar ao local identifica ser Izzy Delancey um antigo cantor de rock. Sofia liga para...

Grissom e Sara estão em casa dormindo e o telefone dos dois toca praticamente ao mesmo tempo. Sara saí do quarto para atender e Gil fica:

GG: Grissom!

SC: Gil, bom dia!! Temos um caso quente e preciso de você, vou te passar o endereço.

Na sala:

SS: Sidle

CW: Sara é Catherine, preciso de sua ajuda num caso, mas peço extremo sigilo. Não conte a ninguém!

SS: Ok te encontro logo, logo aí !!

Grissom vai ao encontro de Sara na sala: “Amor temos um caso quente, Izzy Delancey foi encontrado morto em casa, vem comigo?”

SS: Gil, te encontro no local depois, antes vou precisar passar num local que depois te falo.

Os dois se arrumam e vão aos seus respectivos endereços.

Grissom e Sofia analisam o local e encontram uma réplica perfeita da cena do crime no local. Sofia diz que o detalhe no modelo é assustador e Grissom responde que nunca viu nada parecido antes.

Enquanto isso Sara chega no Motel onde esta Cath que explica tudo o que aconteceu. A perita diz a ela que qualquer evidência que ela mesma coletou seria inadmissível, mas Catherine diz que não quer abrir uma investigação. Sara vai processar o quarto onde estava a colega, termina, passa no laboratório deixa o que coletou e vai encontrar Grissom na cena da casa de Izzy.

Grissom fica maravilhado com a recriação perfeita da cena e junto com Sara analisam tudo e chegam a conclusão que a maquete foi feita antes do crime acontecer. Apesar da pressão de Eckley, não conseguem fechar esse caso.

Mais tarde a equipe sofre um susto: A filha de Cath foi sequestrada. A equipe consegue resgatar Lindsay e descobrem que tudo não passou de vingança contra Sam Braun e quando Cath e ele estão conversando o viúvo de Robert (o cara que se suicidou no antigo caso de Sara) Joe Hirschoff chega atirando em Sam que morre nos braços de Cath.

SS: Que pesadelo foram esses dois dias, coitada da Cath!

GG: Foi horrível mesmo e o pior é ele ter sido morto na frente dela. Vem aqui, me abraça que quero ficar bem junto!

No turno seguinte o laboratório recebe um grupo de alunos para uma visita e Grissom os guia. Ele diz aos alunos que parte de ser um CSI é aprender a trabalhar na ausência de incerteza absoluta e destaca as coisas que foram aprendidas em cada caso. Grissom é então perguntado por que ele faz o que faz. Ele responde: "Porque os mortos não podem falar por si mesmos".

Começa em Las Vegas uma onda de ataques realizados por um bando violento de adolescentes que batem violentamente em pessoas aleatórias. A caminho de uma cena um CSI entra na rota do grupo.

Notas finais
Quem é o CSI em perigo???