Ricordare è Vivere
38 Prova de Fogo - Parte 02
Notas iniciais
Grissom liga para Paola em SF e conta sobre o ocorrido com a amiga dela, pede para ela avisar Thiago. Promete que qualquer novidade avisara.
Logo Mario chega a sua sala:
MS: Oi Grissom! Alguma novidade?
GG: Conseguimos algumas coisas, mas ainda nada concreto.
MS: E você como esta?
GG: Me segurando para não desabar. Não sei nem o que pensar.
Grissom respira fundo, ainda sentindo o peso da tensão que não o deixa escapar.
GG: Paola já está avisada, assim como o Thiago. São os melhores amigos dela, não poderia deixar de avisa-los.
Mario se senta ao lado dele, mostrando o apoio ao cunhado.
Mario: Sei que não é fácil, Gil. Mas lembre-se, você não está sozinho nessa. E a Sara é forte, mais do que muita gente imagina.
GG: Obrigado, Mario. Preciso me apegar a essa força dela agora. Não posso falhar.
Mario: Você não vai falhar. E quando tudo isso acabar, a gente vai brindar a vitória.
Grissom esboça um sorriso cansado, com um fio de esperança renovada.
Grissom vai se juntar a Greg em um analise e outros continuavam em suas buscas.
Greg olha para Grissom, percebendo a tensão no rosto do supervisor, mas também a determinação que nunca o abandonou.
GS: Estamos juntos nessa, chefe. Vamos analisar tudo com calma e encontrar qualquer pista que possa levar até ela.
Grissom assente, focado no trabalho, enquanto a notícia do turno convocado começa a movimentar o laboratório.
Ecklie entra com autoridade:
CE: A prioridade agora é única e clara — encontrar a Sara. Convoquei o turno da manhã para ajudar nas buscas e análises.
GG: Obrigado, Ecklei. Isso vai fazer toda a diferença.
CE (com um olhar sério): Depois conversaremos sobre vocês dois, mas agora é hora de concentrar forças.
Hodges avisa a Grissom que os esporos de pólen recuperados do cabelo de Natalie e do para-choque do carro se sobrepõem no Red Rock Canyon.
Nick revira o apartamento com atenção redobrada, até que encontra algo — um endereço de um ferro velho usado para descartes de carros. Ele rapidamente liga para Brass, que não perde tempo e sai em disparada.
Chegando no local, Brass, tomado pela fúria e agindo como o “Jiraya”, confronta o homem responsável pelo reboque.
JB (com voz firme e impaciente): Você levou o carro da Natalie para onde, seu filho da mãe?
O homem, claramente assustado com a postura agressiva de Brass, tenta se justificar, mas logo cede ao medo.
Homem: Eu... eu deixei o carro no deserto, perto do velho moinho.
JB: É melhor você não estar mentindo, porque eu vou atrás de você se for mentira.
Brass joga o homem no capo do carro e liga para a equipe, determinado a seguir a pista e salvar Sara.
A equipe se espalha pelo deserto, o sol já alto castigando cada passo. O calor é sufocante, e o vento seco levanta pequenas nuvens de poeira. Todos estão exaustos, mas ninguém pensa em parar.
Grissom, com os olhos varrendo cada detalhe da paisagem, aperta o passo, sentindo a ansiedade corroer cada minuto que passa.
GG (respirando fundo, preocupado): Faz horas que ela está aqui… sem água… sem sombra…
Cath, andando ao lado dele, tenta manter o tom firme para segurar o ânimo do amigo.
CW: Gil… ela é guerreira. Você sabe disso. A Sara já sobreviveu a coisas que muitos não suportariam. Ela vai aguentar.
Ele apenas assente, mas o aperto no peito não diminui. Enquanto isso, ao longe, Greg sinaliza algo com a mão, e todos começam a se aproximar, esperançosos de que a busca esteja prestes a mudar de rumo.
Sofia e Nick começam a andar de carro ao redor do deserto e em determinado momento avistam um brilho ( Sara esta com um espelho retrovisor na mão mas acaba desmaiando de exaustão e desidratação.) e Nick vê o sol refletindo no espelho.
Nick chega primeiro até Sara, se ajoelha ao lado dela e rapidamente tira o espelho de sua mão.
NS (desesperado): Sara! Ei, fica comigo!
Ele verifica sua respiração, mas o desespero aumenta quando percebe que está muito fraca. Sofia, no rádio, grita:
SC: Encontramos a Sara! Condição crítica! Precisamos de atendimento médico imediato, agora!
A ambulância chega rápido ao local indicado pelos dois. Cath e Grissom chegam também. Ele chega derrapando na areia, salta do carro e corre até onde ela está.
GG (ajoelhando-se, a voz embargada): Sara… amor… por favor…
Os paramédicos estão trabalhando rapidamente, fazendo as avaliações. Solicitam remoção com helicóptero. Quando um deles olha para cima e diz:
PM: Não estou encontrando pulso!
O rosto de Grissom fica pálido. Ele sente o mundo girar.
O helicóptero chega e a preparam para remoção com o supervisor dizendo que vai junto. Durante o voo o filho de Beth segura firme a mão da morena.
GG (quase um sussurro, mas firme): Você não vai me deixar… ouviu? Você não vai.
Os paramédicos continuam trabalhando e são encontrados sinais. Sara abre os olhos e a primeira coisa que vê é o nome de Grissom no colete, mas logo apaga de novo.
No Hospital ela é levada para avaliação e exames. Mario vai falar com Grissom e diz que qualquer novidade retorna para avisar.
Enquanto os médicos e enfermeiros levam Sara pela emergência, Grissom acompanha até onde o deixam, parando na porta, incapaz de tirar os olhos dela. Ele ainda sente a pressão da mão dela na sua, mesmo que tenha sido por poucos segundos antes de ela desmaiar novamente.
Mario se aproxima, coloca a mão no ombro dele e fala com voz calma, tentando transmitir segurança:
Mario: Gil, deixa eles trabalharem. Ela está viva, isso é o mais importante agora. Eu vou acompanhar tudo lá dentro e qualquer novidade eu volto para te avisar, prometo.
Grissom apenas acena, o olhar perdido na porta que se fechou atrás da maca.
GG: (voz baixa) Eu… eu quase perdi ela, Mario…
Mario: Mas não perdeu. E isso é o que importa.
Mario segue para dentro, enquanto Grissom se apoia na parede do corredor, tentando controlar a respiração. Ele passa a mão pelo rosto, enxuga discretamente os olhos e fecha por um instante, como se estivesse reunindo forças para o que ainda vem pela frente.
Logo todos se juntam ao supervisor.
Depois de um bom tempo, Mario aparece e vai falar com a equipe e o cunhado:
MS: O quadro de Sara é grave, mas de momento controlado. Estamos tratando uma grave desidratação, fratura no pulso, lesões pelo corpo. De momento deixamos ela sedada para melhor tratamento de queimaduras e machucados, então recomendo para vocês irem para casa e retornar amanhã de manhã que é a previsão dela acordar.
O grupo começa a se dispersar pelo corredor, ainda visivelmente abatido. Grissom hesita, lançando um último olhar na direção do quarto onde Sara está.
GG: (voz baixa) Não gosto da ideia de deixá-la sozinha…
Mario dá um passo mais perto, falando com firmeza, mas sem perder o tom acolhedor:
MS: Gil, ela não vai estar sozinha. Eu vou estar aqui a noite toda, e a equipe médica é excelente. Você não vai ajudar se estiver exausto e com a cabeça a mil.
Brass coloca a mão no ombro do amigo:
JB: Vamos, Gil. Amanhã você vai precisar estar inteiro pra ela.
CW: Também vou Grissom! Precisamos passar no apartamento de Sara para separar algumas coisas para ela.
GG: Cath, eu e Sara moramos juntos!
CW: Então fica mais fácil, vamos todos para casa e Mario qualquer novidade nos ligue.
MS: Pode deixar Cath!
No estacionamento, antes de entrar no carro, Grissom olha para o prédio iluminado e murmura para si mesmo, quase num voto silencioso:
GG: Aguenta firme, querida… eu tô aqui.
Jim e Cath vão com o amigo para a casa dele. Os dois resolveram descansar na casa dele para não deixa-lo sozinho. Cath entra no quarto do casal enquanto Grissom esta no banho e vê fotos dos dois juntos.
CW: Jim como esses dois estavam juntos debaixo do nosso nariz e não percebemos?? Greg me deu o alerta há poucos dias, mas...
JB: Separou as coisas de Sara? Vamos para a sala.
CW: Jim Brass me lembro que você há um tempo atras me disse que sabia algo muito melhor que Grissom e Heather. Era isso? Você já sabia dos dois?
JB: Sim Cath, já sabia.
Cath se joga no sofá com Hank a olhando:
CW: Estou chocada que não percebi nada.
Grissom vem chegando e resolve mexer com a amiga: " Esta ficando sem "faro" senhora Catherine Willows."
CW: Palhaço, claro que não! Vocês são dois dos melhores peritos deste país, sabem disfarçar bem. Tenho diversas perguntas, mas vou esperar Sara sair do hospital e fazemos um almoço lá em casa.
GG: Tenho até medo do interrogatório da Willows.
JB: Amigo, vocês estão ferrado porque espero umas 20 perguntas.
CW: Um pouco mais...
Eles riem, mas o riso é leve, quase um alívio depois de tantas horas de tensão.
Brass vai até a cozinha preparar chá para os três, enquanto Grissom se recosta no sofá e Hank coloca a cabeça no colo de Cath, pedindo carinho.
CW: (coçando Hank) Pelo menos ele não disfarça… esse aqui entrega o afeto de longe. Diferente de vocês dois, que esconderam o romance como se fosse caso de segurança nacional.
Brass retorna com as canecas e entrega uma para cada um.
GG: Segurança nacional, não… mas algumas coisas a gente gosta de manter longe dos curiosos.
CW: Ah, então eu sou curiosa agora?
GG: (com um meio sorriso) Sempre foi.
Eles conversam por mais alguns minutos até que o silêncio começa a dominar a sala. A tensão acumulada e o cansaço físico finalmente cobram o preço, e os três decidem ir descansar.
Antes ir para o quarto, Grissom olha pela última vez para o celular na mesinha. Nenhuma mensagem nova de Mario. Ele suspira, passa a mão pelo cabelo e pensa que a noite será longa… mas que, no dia seguinte, ele estará ao lado de Sara quando ela acordar.
No outro dia o trio se dirigiu para o hospital com um Grissom ansioso. Encontraram Mario e ele informa que Sara esta acordada tem uns 15 min, confusa um pouco ainda. Libera para Grissom ir logo.
Grissom praticamente atravessa o corredor em passos largos, ignorando olhares e cumprimentos, até chegar à porta do quarto.
Ele respira fundo antes de entrar, tentando conter a avalanche de emoções. Ao abrir a porta, vê Sara apoiada no travesseiro, o braço engessado e alguns curativos visíveis. Os olhos dela, ainda cansados e um pouco turvos, se voltam para ele.
SS: (voz fraca) Gil…?
GG: (se aproximando rapidamente, pegando a mão dela) Sou eu… estou aqui.
Ela esboça um sorriso suave, embora o esforço a faça fechar os olhos por um instante.
SS: Achei que… (respira com dificuldade) fosse sonho…
GG: Não, é real. Você está segura agora.
Ele se senta ao lado da cama, mantendo os dedos entrelaçados nos dela, como se precisasse confirmar que ela está ali, viva.
Sara o observa por um momento, e mesmo na confusão, percebe o quanto ele está abatido.
SS: Você não dormiu…
GG: Não tinha como… não sem saber que você estava bem.
O silêncio entre eles é carregado de significado, e apenas o monitor cardíaco quebra o momento. Grissom se inclina e beija a testa dela, permanecendo ali por alguns segundos, até sentir que ela relaxa um pouco.
GG: Sara eu senti tanto medo, mas o pessoal deu a maior força e consegui ficar em pé.
SS: Amor o importante é que assim como o Nick, a equipe e você me encontraram, estou aqui.
Grissom se ajeita e beija a namorada e da porta escutam um pigarro:
JB: Será que este pai pode ver a filha?
SS: Claro que sim!!
Todos entram e um a um vão cumprimentando a colega.
CW: Sara trouxe roupas e alguns produtos para você. Estou cuidando de alguém para ele poder cuidar de você quando receber alta. Ah e me aguarde porque já estou preparando minhas perguntas para o casalzinho.
Todos começaram a rir e uma Sara confusa logo fala: " Preciso ser atualizada das coisas".
Grissom sorri e aperta de leve a mão dela.
GG: Vamos te atualizar, mas só quando você estiver mais forte. Sem interrogatórios agora.
CW: (rindo) Relaxa, Sara. Mas já adianto que a “detetive Willows” está pronta para ação.
JB: E o “interrogador Brass” também.
SS: (olhando para Grissom, ainda meio confusa) Ai, meu Deus… o que vocês aprontaram enquanto eu estava fora?
GG: (com um meio sorriso) Nada que já não estivesse acontecendo… só que agora, aparentemente, todo mundo resolveu prestar atenção.
Nick, que tinha ficado em silêncio, se aproxima e segura a mão dela do outro lado.
NS: A gente só está feliz que você voltou inteira… ou quase inteira.
Sara retribui o sorriso, emocionada, e olha ao redor, vendo todos ali.
SS: Vocês são minha família, mas eu estou curiosa e quero saber. O que aconteceu?
GG: Amor, analisando o caso chegamos a conclusão que o seu sequestro foi uma vingança da Natalie contra mim e acabei revelando o nosso namoro para todos.
SS: Ahhh!! A vingança eu sabia, Natalie me deu a entender e medo agora eu estou do interrogatório da Willows mais do que o do Ecklie.
Todos riram e Nick falou que até ele esta com grandes curiosidades das perguntas da loira.
Greg, que estava encostado na parede, não resistiu e entrou na conversa:
GS: Olha, Sara… se a Cath não perguntar, eu pergunto. Então se prepara.
CW: (rindo) Não se preocupe, Greg. Eu sei perguntar melhor do que você.
JB: Eu, particularmente, estou esperando para ver o Grissom tentando responder sem gaguejar. Vai ser ouro puro.
GG: (balança a cabeça, irônico) Obrigado pelo voto de confiança, pessoal.
SS: (rindo e segurando a mão dele) Ah, eu vou adorar ver isso.
O clima no quarto ficou leve, com risadas e olhares cúmplices. Grissom, apesar de se manter sério na postura, tinha um brilho visível no olhar — alívio e carinho misturados.
Nick, se levantando para ajeitar a cadeira, comentou:
NS: Bom, pelo menos dessa vez todo mundo vai rir… diferente de como a gente começou essa semana.
Um silêncio breve de concordância pairou, logo quebrado por Sara, que apertou de leve a mão de Grissom:
SS: E eu vou sair daqui pra gente continuar vivendo. Juntos.
Grissom sorriu discretamente, mas Cath não perdeu a chance:
CW: Anotem aí… essa foi a primeira resposta boa pro meu interrogatório.
Sara ficou ainda mais 03 dias no hospital saindo do local com o namorado e Mario:
SS: Obrigada irmão!
MS: qualquer coisa me liguem!
Grissom cuida de Sara e informa que Ecklie os suspendeu por 07 dias. Da banho, comida na boca e Sara mexe com ele que desse jeito que esta sendo mimada não quer melhorar não.
GG: Ah não! Quero a senhora boazinha pois tenho uns planos para executar.
SS: Posso saber quais?
GG: Não, segredo é segredo.
SS: Então terei que aguardar.
Faz uma carinha triste para engabelar o namorado, mas não cola.
Grissom apenas sorriu de canto, se inclinando para dar um beijo rápido na testa dela.
GG: Pode fazer essa carinha à vontade, que não vai funcionar.
SS: (fingindo indignação) Você está imune a mim?
GG: Quando é pra guardar segredo… totalmente.
Ela bufou de leve, mas estava claramente se divertindo. Hank, deitado ao lado do sofá, levantou a cabeça como se também participasse da conversa.
SS: Olha só, até o Hank está me apoiando.
GG: (rindo) Ele só está esperando ganhar um petisco.
Nos dias seguintes, Grissom manteve a rotina dedicada: preparava as refeições, ajudava Sara a se sentar com cuidado, ajeitava as almofadas, e até controlava o tempo das caminhadas curtas dentro do apartamento.
A perita volta a sofrer com pesadelos e de momento vai fazendo uso de remédios.
Durante um caso que estão atuando juntos, Warrick revela a Catherine que ele e Tina se divorciaram. Cath fica surpresa e ele explica que havia muitas brigas e continua explicando para a colega sobre tudo.
Passado dias do sequestro, Ecklie chama Sara ao laboratório para interrogá-la e Grissom o ignora.
Sara entrou no prédio, sentindo todos os olhares acompanharem seu passo lento pelo corredor. A tipoia no braço esquerdo e os curativos discretos na testa e no lado do rosto denunciavam que o retorno dela não era exatamente por vontade própria.
Ao chegar ao escritório do diretor, o encontrou sentado a mesa, com um bloco de anotações à frente e aquela expressão neutra.
CE: Sidle, obrigado por vir. Eu entendo que você ainda esteja se recuperando, mas precisamos esclarecer alguns pontos.
SS: (sentando-se) Se é sobre meu relacionamento com o Grissom… eu não tenho nada a esconder.
CE: (ergue as sobrancelhas) Então é verdade?
SS: Sim. Nós nos conhecemos há muitos anos, mas… nos tornamos íntimos há dois anos, creio ter sido um Domingo o dia X. Estamos juntos desde então.
Ecklie anotou algo no bloco, tentando não demonstrar curiosidade demais.
SS: Ecklei sei que a situação não é a ideal, mas nós sempre separamos vida pessoal e profissional.
CE: Ok, certo!! Você por acaso sabe onde está Grissom?
SS: Sinceramente não!!
Acabado a conversa com Conrad, a morena retorna para casa levada pelo irmão que foi busca-la no local.
Depois de muita luta Ecklie encontra Grissom em seu escritório, onde ele diz a Ecklie que ele e Sara são íntimos há nove anos. Ecklie fica irritado e sai gritando para ele e Sara esclarecerem suas histórias.
Grissom estacionou o carro em frente ao kartódromo e desligou o motor. Olhou para Sara, que sorria esperando o momento de sair.
GG: Sabe, contei para o Conrad que estamos juntos há nove anos. Ele quase não acreditou.
Sara riu, balançando a cabeça.
SS: Eu disse que estamos juntos há 02 anos.
GG: Por isso então. Eu falei 09 anos e fui falando desde o inicio.
SS: Ah, eu quero ouvir isso! O que você disse exatamente?
GG: Disse que você é a mulher da minha vida, e que, apesar das nossas brigas e loucuras, sempre estive ao seu lado. E que o Conrad melhor se acostume com isso, porque ele não vai conseguir nos separar tão cedo.
Sara gargalhou, e então trocou um olhar cúmplice com ele.
GG: (com um sorriso maroto) Mas sabe o que mais nunca vou esquecer? A primeira vez que te vi. Você entrou na sala com aquele rabo de cavalo, o cabelo preso, e uma roupa que deixava claro o quanto você sabia ser atraente. Quase me deu arrepios.
SS: (fazendo cara de indignada) Mente poluída!
GG: Não é mentira, é a verdade! Minha mente só é mega ativa quando se trata de você.
Sara sorriu, e o clima ficou leve.
SS: Ah, já que estamos falando de mudanças… vou mudar para o turno da manhã. Acho que seria injusto com o resto da equipe se você fosse mudar por mim.
Grissom pensou por um momento, depois assentiu com respeito.
GG: Concordo. Você merece trabalhar tranquila, sem ficar se preocupando comigo ou com as tensões que causamos.
Sara segurou a mão dele com carinho.
SS: E assim, vamos seguir lado a lado, no turno que for.
Eles saíram do carro, prontos para o desafio e para o que viesse pela frente — juntos.
Grissom a beija e vão ao encontro da equipe.
Chegando no kartódromo, o som dos motores e o cheiro de borracha queimada preencheu o ar. A equipe já estava lá, animada e pronta para a competição.
Nick, com o capacete pendurado no braço, acenou animado:
— Olha só quem chegou! Grissom e Sara, a dupla que vai perder feio pra gente.
Catherine, já vestida para a corrida, piscou para Sara:
— Pronta para mostrar quem manda, Sara?
Sara sorriu e respondeu, confiante:
Com certeza! Hoje a gente veio pra ganhar!
Grissom deu um sorriso divertido e colocou o braço em volta da cintura dela:
— Vocês vão ver, sou um piloto imbatível.
Greg, já com o capacete na cabeça, brincou:
— Só se for na imaginação, Grissom. Hoje eu vou deixar você comendo poeira!
A risada geral tomou conta do grupo, criando um clima leve e descontraído. Enquanto se preparavam para a largada, Sara olhou para Grissom e disse:
Pilote por nós dois... e que a gente aproveite cada momento.
Grissom apertou a mão dela, com brilho nos olhos:
— Sempre, amor!!
Depois da disputa de Kart, Sara conta um pouco de como foi o sequestro e então Catherine fala para todos irem para sua casa almoçarem e poderem conversar sossegados.
SS: Poderem nos interrogar em paz né?
GG: Amor estamos ferrados!!
CW: Queridos serão somente algumas perguntas. Dúvidas e mais dúvidas.
Albert: Olha conhecendo a Willows estou com pena de vocês. Me contem depois, não poderei acompanha-los e Brass falou que os encontra lá.
O grupo se dirigiu aos seus carros e partiram em direção a casa da loira.
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