Revolução Francesa - A la Hetalia!
6 Capítulo 1
Notas iniciais
[Com o passar dos dias...]
Napoleão acabou crescendo rapidamente e suas obras foram tão ligeiras que ele decidiu então fazer o quê? Claro! Expandir seu território. Francis estava indo bem, estava tomando poder, graças ao seu amigo Napoleão. Mas como sempre, percebeu que seu inimigo, Iggy, ainda estava no poder industrialmente. Então ele teve uma ideia. XABLAU!Bloqueio Continental. Chamando todos os países europeus para uma pequena reunião...
— Bonjour~* Prestem atenção no que vou dizer agora! Nenhum de vocês poderão mais fazer trocar de mercadorias ou comprar qualquer souvenir daquele viciado em chá!
— E como você vai nos proibir? O Incrível Eu não vai deixar de ter uma guitarra nova por causa de você.
— Eu concordo – disse o espanhol.
— Eu sei que você ainda está bravo comigo, Prússia. E sei que ainda não somos mais o Bad Friends Trio, Espanha. Mas leia com atenção isso aqui! — o francês entregou a declaração para o prussiano.
— Você se separou de nós porque quis...
— Na verdade eu precisava...
— Que seja! – O prussiano começou a ler a carta: — Eu, blá blá blá... por causa do idiota do Inglaterra, blá blá blá... – o prussiano procurava o que o interessava – declaro o Bloqueio Continental, na qual nenhum país europeu poderá mais ter relações econômicas com o Inglaterra.
— Francamente! Eu tenho fortes laços econômicos com ele, não posso abandonar tudo de uma vez! – protestou o austríaco.
— Concordo... – disse o alemão. – Também tenho laços econômicos.
— Não é problema! Porque eu irei dar para todos vocês... o que vocês precisam! – o francês havia lançado um sorriso malicioso para o romano.
— Bastardo que nem o Espanha... – o italiano virou o rosto revoltado.
— Puff... – uma voz veio de uma viela mal iluminada. – Você escutou isso, Senhorita Fada? Esse idiota acha que vai conseguir me superar industrialmente! – o inglês saiu em meio à escuridão com os braços cruzados, dando risadas. – Eu pago pra ver!
— Então pode começar a me pagar!
É... mas Francis estava muito confiante que acabou se ferrando maravilhosamente num salto 15 [taca purpurina]. Ele não conseguiu fazer com que suas mercadorias fossem o suficiente para tanto pedido.
— Senhor França! – um homem chegou à oficina onde Francis trabalhava bufando.
— O que houve, Jean?
— Soube que Portugal e o Espanha ainda estão com relação econômicas com o Senhor Inglaterra!
— Aqueles infelizes...! Quem são eles para me desafiar?!
— O que o senhor irá fazer?
— Mostrar a eles quem é que manda!
— Mas o Senhor Espanha ainda é seu amigo, não?
Francis parou e pensou um pouco.
— Falarei com ele...
Dito isso, Francis foi até o território português, mas acabou se encontrando com o Espanha sentado num muro baixo tocando seu violão.
— Ah, França! Buenos días!
— Não estou a fim de falar com você agora. Meu assunto é com o Portugal. E estou muito desapontado com você... – murmurou o louro.
O espanhol havia entendido o recado. Espanha deixou o francês passar pela sua casa, mas após passar pegou no telefone e ligou para o Portugal.
— Portugal? Más notícias! Usted verás la muerte!
— O que houve?
— O França soube que você está com relações políticas e econômicas com o Inglaterra e agora irá te dar uns sarrafos!
— Imagine! É bem provável que aquele cabeludo de barba mal feita não venha até minha pesso... – a voz do português fora cortada com um barulho alto. Era possível escutar Francis gritando ao fundo: — Ei, seu português idiota! Cadê você?!
— Minha porta! Você arrombou minha porta!
Depois disso, a ligação caiu. E sim... França acabou dando uns sarrafos no Portugal fazendo com que a Corte Portuguesa pegasse ele no colo, colocasse numa embarcação, onde eles acabaram parando no Brasil.
Ao voltar para sua casa, Francis estava exausto com a briga que tivera. Mas ele não podia relaxar! Tinha ainda muitos pedidos para cumprir! Em meio à correria, Francis recebeu um telefonema.
— Alô? É o França? – uma voz doce veio por trás do telefone.
— Oui! Rússia?
— Sim. Vim telefonar para saber sobre minhas mercadorias. Elas não estão exatamente como o Inglaterra me entregava.
— Então, Rússia. Estou um tanto ocupado com as mercadorias que o Suíça pediu! O Holanda quer ajuda nas plantações das suas tulipas e eu nem sei como fazer isso! Então se der para você espe...- o francês fora interrompido por uma voz um tanto macabra.
— Se você não me entregar as mercadorias saber onde o meu Cano Mágico irá parar, não é mesmo... França?
— A-ah, s-sim! P-pardón!
Ao desligar o telefone, pode escutar “Kols” na linha. Aquilo fez a espinha do francês arrepiar.
— Esse Rússia... sempre colocando medo no resto dos países! Que desaforo!
Sem dormir e sem comer, Francis ainda trabalhava duro para superar as mercadorias que o Inglaterra fornecia. Quando um dos seus amigos, Jean, chegou correndo bufando.
— Senhor França!
— O que foi dessa vez...? – disse já um tanto cansado.
— Soube que o Senhor Rússia furou o Bloqueio!
— Mon Dieu! Por que ele faria uma coisa dessas?! – a novidade havia transformado em energia para o país.
— Soube que ele não estava contente com suas mercadorias, então cometeu tal ato!
Francis parecia um tanto abalado, mas então, mais uma vez confiante, Francis arma um plano para invadir a casa do Rússia. Convocou um exército grande, mas grande mesmo, e bolou um plano: entrar na casa sem quebrar janelas ou arrombar portas. Tudo no sigilo. Francis e a tropa então foram em direção à casa do russo, mas houve um problema no caminho...
— Senhor França! Paul e Pierre estão morrendo de frio! E acho que eu não vou aguentar por muito tempo...
— Aguente firme, Jean! A casa do Rússia pode ser um tanto gelada, mas nossa fúria e nosso objetivo aquecerá nossos corações!
Após ter dito isso, Francis olhou para trás e viu seus homens caídos... um por um na fofa neve branca que caía do céu russo. Com lágrimas aos olhos, viu seu amigo Jean cair morto, com lábios e pontas dos dedos roxas. Tomou uma decisão: desistir e voltar com vida. Já estava com fome e com frio... E foi o que fez. Francis voltou ao seu território com apenas 300 homens.
[Enquanto isso em frente à lareira da casa do Rússia...]
— Pe-pe-pe-pe-pechika ilumina meu coração~
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