Revenge is everything

9 Loyalty - Parte I


Notas iniciais
Olá meus amores! Primeiramente mil desculpas, no fds fiquei doente e não deu p/ escrever, mas acho que esse capítulo irá recompensar, hehe. Recebi mais uma recomendação, ebaaa! Dessa vez da minha pandinha Mika ♥ agradeço demais a confiança depositada, minha linda *-* A propósito, já leram a fic "Destino"? Também é Quinntana e a história é ótima, fica a dica ;))

“Alguns dizem que lealdade inspira esperança sem limites. E quando isso acontece, existe uma pequena pegadinha. Confiar não é algo fácil, depositar toda sua fé em algo que pode dar certo ou não, havendo a possibilidade de sua decepção ser catastrófica. No fim das contas culpamos a nós mesmos, maldita probabilidade. O que apenas tenho certeza é que a verdadeira lealdade leva anos para construir e apenas segundos para se destruir.” – Santana.

As coisas do mundo definitivamente não são feitas a um passe de mágica, são primeiro analisadas, vistas, pensadas todas as probabilidades e somente depois de todas estas entre outras etapas é posto finalmente em prática. Absolutamente tudo, sem exceção. Nos primeiros anos da escola entramos em contato com um universo profundo repleto de novidades, novos amigos, pessoas diferentes de seu convívio familiar, com hábitos e posturas distintas. Estes indivíduos serão os responsáveis por influenciar cada um, moldando o seu caráter e construindo o padrão de suas atitudes. Para que isto aconteça é preciso confiar nas pessoas ao seu redor, pois a lealdade existente entre elas é requisito fundamental para um bom relacionamento. As relações humanas são assim, um mero jogo de cartas onde diversas opções são postas na mesa, resta você confiar ou não no seu companheiro de jogo e futuramente escolher se ele será seu adversário ou cúmplice.

Nas últimas semanas, Santana sentia-se um pouco culpada por estar enganando Quinn e principalmente a si mesma. Sem dúvida, ela desenvolveu pela loira um sentimento que jamais imaginou ter, o afeto, carinho e a sensação de que precisava protegê-la eram mais claros do que nunca. Entretanto, no meio de todo esse carrossel de sentimentos ainda havia sua vingança, onde ela todos os dias perguntava se aquilo tudo era realmente necessário, por vezes chorava à noite desesperada sem saber o que fazer de sua vida, cujo final sempre era olhar para as lembranças de seu pai e perceber que realmente precisava honrar seu nome. Infelizmente Quinn estava no meio desse fogo cruzado, sua família medíocre com as mentiras e falsidades, além de amigos ao seu redor apenas interessados em seu padrão social. Como se não fosse suficiente, agora Santana estava a traindo com Brittany S. Pierce, pura e simplesmente movida por seus interesses de vingança.

Todas as vezes que a morena pensava em Brittany sentia-se suja, seus lábios e seu toque não eram o mesmo da sua Quinn. Mesmo que elas não tivessem passado além de beijos, Santana não conseguia parar de pensar na possibilidade se sua namorada descobrir aquilo. Um momento: sua Quinn e sua namorada? A que ponto chegou o envolvimento daquele relacionamento entre Santana e Quinn Fabray? Ao máximo. A latina não suportava mais estar enganando sobre Brittany, traí-la não era mais uma opção viável e principalmente pouco confiável. Será que a loira ficaria decepcionada com a namorada? Certamente. Devido a isso, Santana começou a se esquivar dos convites de Brittany, seus encontros não necessitavam ser mais frequentes já que a morena possuía todas as informações necessárias, ela não precisava mais continuar com aquela mentira e na primeira oportunidade que teve colocou um ponto final naquela história.

Dia após outro Quinn se mostrava mais segura de suas atitudes, ao passo que Santana tinha uma certeza que aumentada exponencialmente: ela amava Quinn. A morena estava tão envolvida, seus sentimentos pela namorada eram verdadeiros e isso fazia com que seu coração se espremesse em seu tórax somente de pensar na possibilidade de perdê-la. No entanto, ela não demonstrava muito todo aquele amor que sentia, ela não se permitia dizer “eu amo Quinn Fabray” em voz alta. Ainda assim, com todas as demonstrações de carinho que a loira fazia, Santana estava no seu limite, sem dúvida ela não aguentaria aquela situação por muito tempo.

Era tarde de sábado, como sempre as duas marcavam de fazer alguma atividade juntas como assistir algum filme ou passear na praia. Contudo, aquela tarde estava reservada há muitos dias na mente de Quinn, ela planejava uma surpresa para morena, não que houvesse algo para comemorar, mas de fato a loira era uma romântica que sempre fazia questão de inovar seu namoro, cair na mesmice não era uma opção. Devido a isso, Quinn fez reservas em um resort em uma cidade montanhosa próxima a Huntington, seria um final de semana regado a muito chocolate quente e carinho. O sol já indicava que se aproximava da metade da tarde quando a loira informou a namorada sobre a pequena viagem, Santana pareceu um pouco surpresa, mas não pode negar que iria ser um prazer passar algumas horas longe do caos de sua própria mente, sendo uma ótima oportunidade para colocar as ideias no lugar e relaxar.

Já estava anoitecendo quando as duas chegaram até ao resort, situado em uma região privilegiada da cidade, os quatros possuíam vista para as montanhas, eram bem arejados com ambientes projetados por famosos arquitetos. Quinn estacionou o carro e pegou as duas pequenas malas para seguir em direção a sua suíte, mas antes ela precisava passar na recepção e se certificar que haviam feito tudo o que ela solicitou.

– Por favor, as reservas de Quinn Fabray.. – falou a loira para a recepcionista do hotel.

– Aqui est, Srta! Tenha uma ótima estadia e qualquer dúvida pode entrar em contato conosco através do ramal da suíte! – disse a mulher entregando as chaves.

– Esta tudo do jeito que pedi? – Quinn falou baixo para que Santana não ouvisse, mas a morena tinha a audição muito boa e por isso não pode deixar de ouvir. Ficou desconfiada.

– Sim! Não se preocupe! – respondeu a recepcionista.

– Ok! – a loira deu um pequeno sorriso e seguiu pelo corredor em direção aos quartos. Enquanto andavam, Quinn parecia estar nervosa e a morena não pode deixar de perceber, dessa forma decidiu perguntar:

– O que esta havendo, Q? – falou Santana.

– Nada, minha linda! Aliás.. bom, não vou dizer mais nada. Que tal você mesma ver? – disse Quinn parando em frente à porta da suíte reservada para elas.

Quinn tinha um enorme sorriso no rosto, entregou as chaves da suíte para Santana e pediu para que a morena abrisse a porta finalmente revelando a surpresa. O quarto estava totalmente decorado com diversas rosas vermelhas, eram tulipas, as preferidas da morena. O aroma no quarto era simplesmente apaixonante, em cima do um criado mudo estava uma peça de cristal e dentro havia vários bombons recheados de licor. Santana estava encantada, quando ela achava que Quinn já havia feito de tudo, ela vinha com uma surpresa melhor ainda. Não restavam mais dúvidas: Santana precisava demonstrar seu amor por aquela mulher.

– Quinn.. eu não sei o que falar.. você é um amor, sabia? – a morena falou dando um sorriso bobo.

– Sempre soube! – debochou Quinn descontraindo o momento. Ela se aproximou da morena e lhe deu um beijo apaixonado e quente. Suas línguas se tocavam lentamente, desfrutando do carinho proporcionado. Quando Quinn encostou seu corpo mais próximo ao de Santana, foi praticamente como fogos de artifício. A loira a envolveu pela cintura e devagar lhe guiava até a beirada da cama. O desejo da loira era explorar cada centímetro da pele de Santana lentamente, mas seu corpo pedia para se apossar da namorada praticamente com uma fúria desesperada, ela precisava ter Santana naquele momento tão íntimo. Suas mãos se moviam praticamente de forma involuntária, passavam para cima e para baixo na cintura e costas morenas. Quando Santana puxou a blusa de Quinn sobre seus ombros e braços, a loira teve a certeza de que o momento que tanto esperou estava prestes a acontecer.

Ainda em pé somente de sutiã e saia, as palmas das mãos de Santana estavam pressionando a lateral dos seios da loira. Quinn estava ofegante, embriagada pelos toques de sua namorada e por isso já sentia a umidade em seu centro pedindo por mais. Entre beijos e gemidos abafados, Quinn não aguentou mais e lentamente guiou Santana para sentar-se em seu colo na cama, ela precisava tomar as rédeas da situação. Ela estava com as pernas morenas entre as suas, olhando fixamente para aquela mulher a sua frente, não hesitou e tirou as roupas da latina de forma habilidosa, deixando apenas de calcinha. Santana e Quinn já haviam se visto em um estado similar antes, assim com poucas roupas, mas as circunstâncias eram obviamente diferentes. Santana lançou um olhar profundo para a namorada e pediu que também tirasse a roupa, restando também apenas uma única peça. Ela olhava maravilhada para aqueles seios claros, o rosto dela a centímetros do seu peito, naquele momento ela sabia que aquilo era o certo a se fazer, ela também precisava ter Quinn.

– San.. tem certeza? – Quinn perguntou um pouco ofegante, afinal de contas não era todos os dias que ela tinha sua namorada praticamente nua sentada em seu colo.

A morena não respondeu nada, apenas envolveu suas mãos em torno dos lados do rosto de Quinn e a puxou para ela beijando profundamente. As mãos da loira estavam na cintura morena, pressionando seu peito nu ao de Santana, seus dedos claros brincando com o lacinho lateral da calcinha. Por mais que estivesse totalmente entregue, a latina não se sentia tão natural assim, afinal de contas ela nunca havia transado com uma mulher antes, praticamente uma virgem, cujo território era algo totalmente a ser explorado. No entanto, seu corpo foi irradiando calor, especialmente entre as pernas, exatamente a parte que estava posicionada em cima da do centro de Quinn. A loira passava suas mãos em suas coxas sem quebrar o beijo, os dedos da morena enroscaram no cabelo claro e Quinn acariciou o queixo, seu pescoço, parando finalmente seus lábios na clavícula, onde Santana soltou outro gemido abafado. Outro gemido escapou quando as mãos de Quinn se arrastaram mais para baixo em direção ao abdômen de Santana, seu umbigo e posteriormente o topo de sua calcinha.

– Por favor... confia em mim, San? – disse Quinn um pouco ofegante com as duas mãos nas laterais da calcinha de Santana.

Foram apenas mais alguns momentos de hesitação, logo depois a morena balançou a cabeça afirmativamente e fechou os olhos ao sentir imediatamente o beijo de Quinn entre sua calcinha e o umbigo. Então, com muita maestria, Quinn deslizou os dedos sobre o elástico da calcinha da morena e escorregou-as cuidadosamente. Santana levantou seus quadris para que ela pudesse trazê-la para baixo, e de repente, como se não tivesse percebido antes, ela estava nua, completamente vulnerável à sua namorada.

Santana podia sentir as mãos de Quinn segurando suas coxas, as palmas estavam úmidas. Ela estava nervosa, a latina a deixava nervosa. Esse pensamento de que isso poderia ser verdade fez Santana sorrir, e ela colocou minha cabeça para trás para aproveitar por um momento. Quase com a elasticidade de uma bailarina, Quinn se agachou e Santana foi surpreendida pelo toque rápido e quente da língua da loira contra o seu clitóris inchado. Santana agarrou sua mão a parte de trás da cabeça de Quinn e em seguida arqueou as costas violentamente. Em questão de segundos os músculos das suas pernas cederam. De repente seus lábios foram pressionados onde antes se encontrava apenas a língua, agora os dois trabalhavam juntamente, os lábios acariciando e a língua fazendo círculos por onde eles passavam, Santana segurava-se para conter seus gemidos e Quinn percebeu isso.

– Pode se soltar, meu amor.. estou adorando você gemendo pra mim.. – disse Quinn com um sorriso safado quando tirou seus lábios do centro de Santana.

A loira se mexeu desajeitadamente, se reajustando para que as coxas de Santana ficassem sobre seus ombros, e então seus dedos apareceram no sexo da latina que pulsava. Mas, a língua de Quinn não parou, era a combinação perfeita para causar arrepios que mais pareciam terremotos.

– Quinn! – Santana soltou um grito ao sentir uma primeira onda relaxante. A morena estava segurando sua respiração, e conforme os dedos iam sendo pressionados cada vez mais, ela deixava escapar gemidos baixos, com o nome de Quinn, soando como apelos fracos.

– Oh... Quinn! – Santana deu mais um grito, dessa vez mais baixo.

Os dedos da loira deslizaram afastando-se de seu clitóris e foram em direção ao centro, cujo interior ficava cada vez mais quente e úmido do jeito que Santana nunca imaginou que fosse possível.

Seu dedo indicador deslizou com habilidade dentro do sexo de Santana, fazendo movimentos ritmados. A morena com muito custo abriu seus olhos e toda a luz presente parecia mais brilhante. Quinn observava todas as suas expressões e ficava mais excitada com as feições de prazer da namorada. Não demorou muito e ela acrescentou o segundo dedo e começou a movê-los lentamente para dentro e para fora, usando o polegar para estimular a extremidade exterior ao mesmo tempo. Quinn mais uma vez deu um sorriso safado e Santana abaixou a cabeça para beijá-la quando iniciou os movimentos de seus quadris conforme cada movimento de Quinn, como se elas estivessem descobrindo um ritmo comum. As pupilas dos seus olhos estavam praticamente explodindo, porque tudo o que Santana via era uma luz brilhante e o rosto de Quinn.

– Deus, Quinn, isso é tão bom... – sussurrou Santana quase como uma confissão.

Meio aquele movimento todo, Santana pela primeira vez levou suas mãos até os seus seios de Quinn e ficou maravilhada com a sensação. Seus mamilos endureceram quando um dos seus dedos o acariciou e as costas da loira se arquearam para cima em sua direção, ela gemeu e seus dedos se enroscaram dentro da morena, ela havia atingido um ponto que não alcançou antes.

– Eu te amo, Santana! – Quinn falou quando seu corpo começou a tremer e a latina se movimentava de novo e de novo contra sua mão, as palmas das suas mãos ainda sobre seus seios claros, segurando-os firme enquanto a onda de prazer tomou conta de Santana. Seus músculos apertaram os dedos e a morena sentiu um espasmo correr por sua espinha. Naquele momento ela teve o seu primeiro orgasmo, um verdadeiro, compartilhado com a pessoa que amava.

A mão livre de Quinn veio até a bochecha de Santana, puxando para perto dela, enquanto a morena gemia, ofegante. Passada toda a onda de arrepios, a loira tirou devagar seus dedos de dentro de Santana, sua mão estava completamente encharcada. Santana começou passando suas mãos sobre o corpo de Quinn, tentando tocar cada centímetro dela. Ela estremeceu e suavemente insinuou que seus dedos iriam retirar a calcinha da loira, havia nervosismo em seu olhar. Quinn levou em conta sua sugestão, e sem dizer nada apenas desceu se ajustando entre as coxas quentes da morena. A calcinha foi retirada e a latina encarava o sexo de Quinn a sua frente, seus dedos tremiam quando ela não conseguiu encontrar o ponto que a loira havia encontrado nela algum tempo antes. Quinn guiou a mão da morena e depois de um momento ela sentiu um pequeno espasmo, respondendo com um profundo e estrondoso gemido, Santana estava tocando o ponto certo. Ela de certa forma tentava repetir o que Quinn havia feito, primeiramente com seus dedos, somente reunindo a coragem necessária para abaixar a sua boca até o centro úmido. Santana lentamente se inclinou para baixo, sentindo o cheiro inebriante da loira, momentos antes de arrastar a sua língua até o clitóris excitado. Com o toque, Quinn suspirou profundamente e cavou as unhas no ombro da latina.

– Ahhhh Santana! – Quinn sussurrou entre os dentes e a morena sabia que tinha feito a coisa certa. Repetiu o mesmo movimento com a língua e lábios, beijando e chupando cuidadosamente o sexo de Quinn, ouvindo-a gemer e se contorcer sob o seu sentimento. Foi oque ela precisava para continuar, sabendo que tinha esse controle sobre ela, a morena saboreava com calma, especialmente quando Quinn dava sinais que já estava perto do orgasmo. Santana esperou até ouvi-la implorando para penetrar dois dedos dentro e ela respondeu, arqueando-se para eles, culminando quase imediatamente na sua mão. O orgasmo veio de maneira épica e juntas desfrutaram do prazer daquele momento. Se beijaram intensamente, compartilhando suas respirações pesadas e os corpos impregnados com o líquido de seu prazer. Aquela havia sido apenas a primeira rodada, a noite foi longa e com ela fizeram amor repetidas vezes, onde ao final dormiram abraçadas, completamente exaustas.

Continua...

Notas finais
O que acharam da primeira vez do nosso casal preferido? Aguardo comentários :)) mais informações? Siga @raqueel_90
P.S. O Charlie só ganhou presente em comemoração ao dia do operário da construção civil em Nárnia kkkkk ontem foi o aniversário da Lady Di :)