Notas iniciais
Desculpe,é uma história de ação que não começou com ação nenhuma.Desculpe,ainda não sei ainda direito,mas o próximo capítulo terá coisas,digamos,interessantes (rsrs)

[26 de Outubro de 2009]


Saía as pressas do trabalho,tinha recebido uma ligação da minha irmã.Ela dizia que minha mãe teve uma AVC e estava hospitalizada.Não sabia o que fazer.Tinha chegado à saída do prédio onde trabalho e fui a pegar o ônibus.Estava chovendo muito,minha roupa estava molhadas,ali perto não tem ponto de ônibus.O ônibus chegou e entrei rapidamente.

Sentei logo que vi o único lugar não ocupado,era no fundo do ônibus e perto da janela.Fechei a janela,apenas deicando um pouco aberta.Ao meu lado sentou um homem todo suado,misturando a chuva que nos pegou de surpresa,até poucos não estava chovendo,e nem aparentava chover.O prédio onde trabalho e o hospital era uma viajem de aproximadamente 1 hora,apenas pegando 1 ônibus já tinha esse tempo percorrido,não ligava,apenas queria estar perto da minha mãe.

Ele começou a pegar em um sono profundo,quando vi,ele já estava com sua cabeça jogada em meu ombro.Tentei jogar a cabeça dele pro outro lado,mas a cabeça dele voltou para o meu ombro direito de novo.Aquele homem de pele branca bem pálida,estava ainda suado e molhado ao mesmo tempo,deixando seu cabelo castanho bem escuro grudados na sua testa.Seus ombros eram musculoso,nem tanto,estava usando uma camiseta meia manga,com uma calça jeans escura toda rasgada,com um tênis All-Star preto.De repente,sua cabeça escorregou e caiu sobre a minha bolsa que estava no meu colo.Ele acordou na hora e pediu DESCULPE várias vezes,fiquei corada e sem reação,depois apenas olhei fixamente para a janela e vi que ele ficou constrangido.

Quando vi que o hospital estava se aproximando,tentei me levantar.Do nada,aquele homem me puxou pelo braço e me jogou de volta,fazendo nossos lábios se encontrarem,aquele lábio doce e suave,fiquei em entender,fechei meus olhos e ficamos ali,quando abri,vi qeu tinha dois policiais perto de nós,mas estavam de costas de nós,não se importando com a cena.Os dois policiais saíram do ônibus pela porta dos fundos.No mesmo momento,aquele homem desconhecido desgrudou de meus lábios e me soltou.Ele me agradeceu,não entendi o porque dele ter me beijado,apenas me levantei até a porta do ônibus que já estava andando de novo.

_NÃAAAAAAO!Motorista,vou descer aqui! — Gritei loucamente sem estar

_Vou descer aqui também — Ele também disse em voz alta.

Desci primeiro e logo em seguida ele desceu.Corri em direção ao hospital,até que ele me agarrou pelo braço,me virando sobre ele.Ele me abraçou com muita força,gemi de dor,ele era muito forte.

_Ah,desculpe

_Porque você me abraçou?

_Queria agradecer

_Agradecer do quê?Não te ajudei,pelo menos...peraí,aqueles dois policiais... — Fui interrompida quando ele colocou sua mão sobre meus lábios,ele chegou perto do meu ouvindo sussurrando

_Não diga nada ROSA BRANCA

_Pode me soltar,eu tenho que ir pro hospital,porfavor — Disse fazendo ele me saltar rapidamente

Quando ele me soltou,corri diretamente para a porta do hospital,senti que ele iria dizer alguma coisa para mim,mas nem se importei.

Cheguei ao hospital,fui até ao 3 andar e vi minha irmã,Isadora,sentada na cadeira na sala de espera.Quando ela me viu,correu e me abraçou aos prantos.

_I-ir-irmã...a nossa...mãe... — Gaguejava toda a hora,pausava toda a hora como se tivesse medo de falar alguma coisa pra mim.

_O que aconteceu Isa? — Disse séria preocupada.Vi o namorado da minha irmã vindo em direção para gente.Ele vinha com uma expressão séria.

_Giovana,melhor conversármos aqui no canto

Minha irmã me soltou e logo se sentou na cadeira de novo,fui no canto junto com Conrado no canto.

_Giovana,sua mãe morreu,os médicos não a conseguiram salvar a... — Não consegui conter minhas lágrimas,abracei-o bem forte e chorei que nem uma criança indefesa.Como irmã mais velha,tinha que me conter e outras coisas mais,mas naquele momento,apenas queria chorar,chorar e chorar,nada mais.Conrado ficou constrangido,mas entendia que naquele momento,precisava apenas abraçar alguém,respeito muito o namoro da minha irmã e principalmente o Conrado,mesmo que...deixa pra lá.


[27 de Outubro de 2009]


Era o enterro da minha mãe,senti que era a minha vez de ficar no lugar da minha mãe cuidando de Isadora,já que ela tem 17 anos.Sei que ela não precisa de ajuda,ela já era bem madura pra sua idade,sempre foi,mas nesses momentos ela era inocente,insegura,não saberia o que fazer,por isso,por ter já 20 anos,é a minha responsabilidade.


Chegamos no velório,todos estavam reunidos,parentes próximos de nós e também aqueles que apenas vimos uma vez ou há muito tmepo não víamos.Abracei cada um,depois seguíamos até o lugar onde ela iria ser enterrada,não queria que velasse ela por muito tempo,já é dolorido ver minha mãe ali,morta,queria que aquele pesadelo que,apenas estava começando,fosse ter acabado por um pouco ali.Eu amava e amo minha mãe,só que eu não queria mais tocar nela e senti que ela já não estava naquele corpo.


Quando já chegávamos perto de onde ela seria enterrada,8 policiais estavam já parados lá,dois deles já tinha os visto,acho que no ônibus.Um deles apontou para mim e seguir perto deles.

_A senhorita é Giovana Guedes? — Disse um cara que estava com eles

_Sim,quem é o senhor?

_Sou o delegado Oliveira,a senhorita está sendo intimada agora por ter uma ligação com Marcus Silveira

_Como assim?Quem é esse Marcus...o que? — Disse sem entender nada

_Marcus Silveira.A senhorita pode nos seguir até o carro?

Fui em direção a minha irmã que não entendia nada o porque daqueles policiais.

_Porque tem policiais aqui irmã?

_Não sei,mas tenho que ir com eles.Não sei que horas voltarei,porfavor,se puder,eu volto o quanto antes para a casa da mamãe

_Tudo bem

Dei um beijo no rosto da minha irmã e fui junto com os policiais para o carro de polícia.Chegando à delegacia,fui direto para a sala do delegado sem entender.Ele logo fizera perguntas já no momento em que me sentei na cadeira colocando seu rosto perto do meu.

_Me diga agora quem é ele?

_E-eu não sei,quem é ele?Porque me levaram para cá? — Disse para ele que logo me mostrou a foto dele,era o desconhecido do ônibus que me beijou.

_Vimos você e ele quando saíram do ônibus perto do hospital

_É,isso não minto.Mas ele apenas me agradecei e,só o vi ontem,nunca mais o vi,eu juro — Disse fazendo-o desescostar seu rosto ao meu e foi sentar na sua cadeira.

_Então você é a pessoa perfeita

_Perfeita pra quê?

_Ele não se chama Marcus Silveira,pelo menos,o seu sobrenome não é Silveira

_Como assim?

_Ele nasceu aqui mas sua mãe é Brasileira e seu pai é Coreano.Ele é procurado pela Justiça por matar 5 pessoas lá nos EUA e 3 aqui no Brasil,todas as vítimas eram traficantes,cafetões,prostitutas e bicheiros.

_E o que eu entro nisso?

_Você é a única pessoa que o ajudou sem ter morrido ou ter sérios problemas com a Justiça

_Não entendi ainda,o que você quer dize... — Disse sendo interrompida por ele

_Não reparou que ele está te seguindo o dia todo?

_Como você sabe disso? — Disse lembrando uma coisa que aconteceu de manhã.


Flashback ON (Giovana)


Acordei depois de ter apenas 1 hora e meia dormindo.Anoite inteira não dormi nada pensando no que tinha contecido,não acreditava que naquela manhã,não iria descer as escadas e não iria ver minha mãe lá,não iria dar um beijo no rosto dela,nunca mais.


Desci as escadas parando no penúltimo degrau quando ouvi um barulho vindo da cozinha.Andei calmamente e vi o abajur que esquei em ligar na tomada.Peguei e fui devagar para a cozinha,quando cheguei lá,a porta da cozinha estava aberta,fui até o faqueiro e peguei a maior faca,se a pessoa que entrou lá ainda deve estar na minha casa,por precaução,peguei a faca.fui em direção à porta e fui até fora da casa passando pela porta.Seunti um vulto pelos jardim,a casa era cercado de árvores,minha mãe amava ter a sensação de morar pertinho de montanhas e árvores grandes.VOltei para a casa e fui colocar de volta a faca no lugar,se virei e olhei para o balcão da mesa que tinha uma rosa branca.Peguei a rosa delicadamente e vi que também tinha uma carta.Abri a carta e estava escrito


"SINTO O CHEIRO DOCE E INOCENTE NAQUELE BEIJO ROSA BRANCA"


Não podia ser,não podia ser ele.Ele nunca iria lembrar de uma moça esquisita,meia magra e que anda estranhamente,não podia ser ele.Fiquei paralisada ali,mas minutos dpeois tinha que ir ao enterro então fui em direção à porta da frente e segui para o enterro.


Flashback OFF (Giovana)


_N-não percebi — Gaguejei logo em seguida,fazendo o delegado desconfiar.

_Você deve fazer uma coisa

_E SE EU NÃO FIZER?! — Disse desafiando ele a tomar qualquer decisão

_Se você não fizer,você será presa depois de ter sido pega com drogas naquela festa que sua irmã e que não te prendi porque conhecia sua mãe

_Como assim?Você conhecia minha mãe e não me disse nada? — Na verdade,o amigo da minha irmã que tinha levado quase 2 kg de cocaína,ela ficou em desespero e me chamou quando estava na casa das minhas colegas,no momento que cheguei os policiais tinham chegado na casa porque alguém denunciou que tinha droga na minha casa,disse qeu fui eu que era a dona da droga,mas fui liberada depois que um dos policiais tinha ligado pra delegacia e disse que não precisava,mas levaram a droga,ainda bem,isso faz 6 meses que aconteceu,minha mãe soube e proibiu o amigo dela de frequentar lá.


_Então,aceita?

_Isso é abuso de autoridade

_E você deivaria sua irmã presa?Claro que soube qeu foi o amigo dela e ela

_OK,faço.E o que é que vou fazer?

_Isso aqui

Ele me mostrou um envelope.Quando vi fiquei assustada quando vi.Meu Deus!Não acredito que...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.