Retorne Para Nós
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Sou nova aqui no Nyah!, então, qualquer coisa eu posso editar a Fic.
Esta não é a minha primeira Fic, tenho outras em mais um site ( a qual não irei mencionar, poderei responder apenas a perguntas diretas a mim ).
E é isso, espero que gostem, minna!
Lá estava ela. A garota que fez incontáveis coisas em seu passado. A garota que sempre fazia todos ao seu redor sorrirem. A garota que não perdoavam quem faziam seus amigos chorarem. A garota que alimentava seus melhores amigos nem que seja a força para que eles sempre estivessem bem de saúde. A garota que faria qualquer coisa pelos meninos que amava, até mesmo nunca mais vê-los em sua vida.
Isso sempre a machucava. Seu coração se apertava no peito toda vez em que ela se lembrava de seus rostos a última vez que os viu, quando disse várias coisas sem sentido e no final saiu correndo e não olhou para trás pois sabia que havia magoado os seis meninos que tanto amava. Mas sabia que estava fazendo isso por eles.
Seu real sentimento era de abraçá-los e nunca mais se separarem, mas se ela ficasse, muitas coisas horríveis poderiam acontecer tanto no futuro como no presente na vida dos garotos e isso mudaria tudo. Afinal, foi ela quem contou tudo isso, ou melhor, que revelou tudo o que poderia acontecer se ela permanecesse naquela mansão por mais tempo, e ele concordou.
Desde que ela havia saído da mansão aprendeu a se virar sozinha, pois era o necessário para que sobrevivesse. Na verdade, o seu desejo naquela época era morrer para aliviar a dor em seu coração por ter magoado os meninos. Agora, neste momento, ela estava sentada em uma cadeira escrevendo notas da aula de sua professora de matemática que não parava de falar nem por um momento, o que dificultava bastante na hora de escrever pois a mesma atropelava todas as palavras em sua mente e no caderno escrevia tudo o que não tinha nada a ver com a matéria. A mesma acabou desistindo e largou o lápis em cima do caderno suspirando derrotada.
Já faz 9 anos que fugi da mansão. Pensou a loira enquanto olhava para a sua professora que ainda não havia parado de falar. A loira olhou pela janela pensativa. Será que eles pensam em mim? Ou melhor, será que eles ainda se lembram de mim? A menina suspirou triste. Duvido, eles devem estar furiosos comigo.
A professora finalmente parou de falar e começou a apagar o quadro. A menina olhou de um lado para o outro finalmente prestando atenção ao seu redor. A sala toda fazia muito barulho, ninguém além dela estava sentada na carteira tentando prestar atenção na aula e mesmo assim a professora falava como se alguém estivesse escutando algo. Ela não pode deixar de abrir um sorrisinho sarcástico. Mesmo eu tendo uma parte humana dentro de mim ainda sim, sinto que não me encaixo aqui.
A menina já estava naquele colégio para humanos já fazia um mês mas já sabia que logo teria que mudar novamente. Desde que ela havia fugido, para não ser descoberta, havia se matriculado em uma escola humana, a cada 2 meses trocava de escola e ia de cidade em cidade ficando cada vez mais longe dos meninos e da mansão.
Ironicamente, ela havia fugido no dia do seu aniversario e havia feito uma promessa para si mesma de contar aos meninos o que sentia por eles, mas acabou sendo o contrário. Hoje faço 16 anos... Queria tanto comemorar com vocês... Queria tanto sentir o meu coração batendo no peito mais uma vez... Queria tanto sentir que estava viva... Inesperadamente a porta da sala se abre fazendo um barulho que pareceu ecoar na sala. No mesmo instante todos os alunos ficaram quietos e assustados ao mesmo tempo, a professora havia paralisada no lugar. Já a menina não se assustou muito mas foi tirada de seus pensamentos subitamente.
— ONDE ELA ESTÁ? — Os olhos vermelhos da loira se arregalaram e um suspiro trêmulo lhe escapou dos lábios. Ela já havia ouvido aquela voz em algum lugar a muito tempo, mas não sabia dizer exatamente a onde. Quando viu a cabeleira marrom avermelhado e os olhos verdes intensos e a expressão enfurecida em seu rosto seu coração se apertou e a mesma se encolheu mais na cadeira. O adolescente olhava de um lado para o outro a procura da loura que apertou o pingente em formato de cruz em volta de seu pescoço. Como ele me encontrou?
— Ei! Você não pode entrar aqui sem a minha permissão! — Exclamou a professora furiosa. A sala toda ficou em silêncio somente observando. A loira ouvia claramente os corações acelerados de seus colegas, era normal isso acontecer pois os humanos têm um certo medo dos vampiros, mesmo eles não sabendo o que eles são, já é natural. O adolescente sorriu desafiador para a professora que deu dois passos relutante para trás.
— Você não quer arranjar briga comigo, vai por mim. — Provocou ele. Sua voz causou arrepios na loira e aquela sua expressão foi demais para ela, a mesma engole em seco e aperta mais ainda o pingente. Logo mais cinco meninos entraram na sala, um a um, ela reconheceu todos, Ayato, Laito, Kanato, Shuu, Subaru e Reiji. Seu coração não parava de bater fortemente em seu peito.
— Desafiador como sempre não é mesmo? — Provocou Laito que passou um braço ao redor do pescoço do irmão enquanto sorria divertido.
— Não enche Laito! — Respondeu rispidamente o irmão que empurrou o mesmo para longe, mas, mesmo assim, Laito sorria.
— Vocês dois, parem de brigar agora. — Rosnou Reiji desafiador e ao mesmo tempo assustador olhando para os dois que pararam ao mesmo tempo. Ayato mexia a boca parecendo reclamar e Laito simplesmente deu de ombros e sorrindo pediu desculpas para o meio irmão.
— Não se esqueçam do nosso real objetivo aqui. — Disse Shuu com os braços cruzados sobre o peito. Ao mesmo tempo todos começaram a vasculhar a sala somente com os olhos. A loira estava claramente desesperada e seu coração batia acelerado e muito forte, mais forte do que os humanos ao seu redor, aquilo obviamente chamaria muito a atenção dos meninos.
Se eles virem os meus olhos vão me reconhecer. Pensou ela engolindo em seco. Quando os olhos dos meninos passaram por ela a mesma fechou os olhos com força. Seu corpo porém traidor fez seu coração parar de bater. Tudo o que ela sentiu foi uma pequena brisa e uma mecha de seu curto cabelo sendo pego.
— O que aconteceu com o seu cabelo? — Ela abriu um olho relutante e os olhos vermelhos e intensos de Shuu encontraram os dela. Ele se sentia irritado e desapontado mas feliz por finalmente ter a encontrado. Depois de 9 anos... Pensou ele. Finalmente te achei... Amy Yuna.
A mesma prendeu a respiração com o toque inesperado de Shuu. Ela nunca havia imaginado tal ato vindo dele. Ele que na infância vivia isolado e sozinho. Ele nunca havia feito tal coisa com tanta ternura, até mesmo quando bebia o sangue dela ele era frio.
— Teddy não gostou muito dele assim. Ele e eu preferimos o antigo marrom e curto. — Yuna engoliu em seco. A onde foi parar aquela criança inocente que adorava brincar e chorava quando algo ruim acontecia? Se perguntou a menina, pois de fato ele havia mudado muito.
Suas olheiras estavam mais escuras e profundas como os seus olhos roxo claro que brilharam quando os seus olhares se encontraram. Suas sobrancelhas mostrava que ele estava triste mas em seus lábios um sorriso se abria o que lhe dava um ar assustador, mas isso atraía Yuna muito mais para o menino.
Parece que a expressão de Kanato assustou ainda mais os alunos e a professora os fazendo gritar de medo e correr para um canto da sala pois os meninos ainda estavam na frente da única porta de saída da sala e não dava para sair pelas janelas pois a sala fica no último andar. Reiji fechou a porta, sua expressão estava séria o que assustou ainda mais os alunos. Laito não perdeu tempo e fez carinho com as costas da mão gelada na bochecha de Yuna, sorrindo ele disse:
— Estava com saudades, Bitch-chan! — Ela corou, aquele apelido era irritante para ela. Ela detestava ser chamada de cadela ou de vadia, isso era uma das coisas que ela odiava em Laito mas fazia parte de seu ser então ela não podia fazer nada, a não ser parecer ter um problema mental por gostar de um tarado.
Ela relutante, se levanta e sobe em cima de uma das mesas retirando o colar de seu pescoço e apontando o lado mais comprido da "cruz" em seu peito. Com os olhos lacrimejando e seu rosto vermelho ela exclama com a voz trêmula mas estável e forte que ecoou na sala inteira.
— SE VOCÊS DEREM MAIS UM PASSO... — Ela hesitou, fechou os olhos e tomou folego para poder prosseguir com a ameaça que deixou todos em choque. — E... E-eu... — Droga coração, deixe-me terminar antes de desmaiar feito uma tonta. Pensou ela fechando os olhos novamente só que com mais força. — EU NÃO HESITAREI EM ME SACRIFICAR AQUI E AGORA! — O seu colar em formato de cruz cresceu em um piscar de olhos se transformando em uma comprida e afiada espada capaz de matar os vampiros.
Como a minha adaga. Pensou Subaru com uma gota de suor escorrendo pelo canto de seu rosto e caindo no chão. Os outros meninos a assistiam surpresos com a sua atitude inesperada. Ela nunca havia agido assim antes. Pensa Ayato e Reiji ao mesmo tempo.
— Yuna, você não vai fazer isso. — Disse Shuu calmamente a olhando nos olhos, mas isso só a deixava mais nervosa ainda. — Você não é capaz. — Aquela frase machucou o orgulho de Yuna, ficando realmente irritada, suas mãos pararam de tremer e sua voz ficou estável e cheia de confiança.
— ESTÁ DIZENDO QUE EU SOU FRACA?! QUE EU SOU INCAPAZ?! — Os meninos deram um passo para trás com medo pois nunca tiveram a chance de ver Yuna realmente irritada, era praticamente impossível vê-la sem um sorriso no rosto, esta era a primeira vez em que ela franze o cenho e ergue a voz. Em seus olhos podiam ver que ela estava determinada. Ela rosnou para os meninos pois nem um deles havia se pronunciado, decidida e confiante, ela já estrava trazendo a ponta da espada para o seu coração para perfurá-lo e finalmente se livrar de toda aquela angustia que havia em seu coração.
Ela já estava preparada para aquilo, só lhe faltava coragem e uma chance ou desculpa para fazê-lo. Parecia que o tempo passava em câmera lenta para os meninos na qual o coração voltou a bater por causa do susto. A ponta da espada com um certo brilho prateado tocou a camisa a rasgando, só deu tempo para sentir o frio tocar-lhe o peito mas, nada havia acontecido. Ela abriu os olhos e olhando por sobre o ombro viu que Subaru segurava suas mãos com certa dificuldade no cabo da espada assim impedindo-a de continuar o seu processo. Ela podia sentir o corpo rígido de Subaru em suas costas, sua respiração estava pesada em sua nuca.
— Su... Subaru... — Sussurrou ela surpresa com o seu ato. Hoje ele estava realmente estranho. Suspiros de alívio vieram dos rapazes que ficaram paralisados com o susto e principalmente pelo medo.
— Eu... — Gemeu ele ainda fazendo força para impedir Yuna de fincar a espada em seu coração. Pois ele estava com medo, realmente com medo de perdê-la. — N-não vou deixar você fazer isso...
Com as mão trêmulas ela voltou o seu rosto para frente fechando os olhos com força e tentando sufocar o choro e os gritos que subiam pela sua garganta. Todos prestavam atenção em ambos, tanto em Yuna quanto em Subaru, já estavam prontos para ajudá-lo se algo acontecesse.
— Y-Yuna... — Gemeu ele quase em um sussurro. Ele desceu seus lábios até a orelha da menina e sussurrou provocador. — Por favor... Não faça isso e... Volte para a mansão... — Ele mordeu sua orelha a fazendo soltar um gemido. — Volte para nós... Para mim... — Aquilo foi a gota de água para ela começar a chorar. Ela olhou para os meninos e seus olhares diziam a mesma coisa.
Volte para mim...
Subaru começou a sentir que sua força ia se extinguindo até não existir mais. Yuna mordeu o lábio inferior com força para evitar soluçar mas a convulsão era impossível de se parar, as lágrimas quentes rolavam pelo seu rosto sem parar. Cuidadosamente e sem Yuna perceber, Subaru tira a espada de suas pequenas mãos e a joga para algum lugar da sala. As mãos vazias de Yuna pendem para a lateral de seu corpo.
Eu sinto muito meninos... Era o que ela realmente queria dizer mas, naquele momento, parecia que palavras não adiantaria de nada. Eles haviam perdoado ela, eles não a esqueceram nem por um único instante, eles nunca quiseram acreditar que ela se foi. Eles haviam mudado por ela.
Subaru sobe as suas mãos das pequenas mãos dela e vai subindo devagar e sedutoramente até os seus ombros assim aplicando um beijo dolorosamente demorado em seu pescoço. As pernas de Yuna começam a traí-la e antes que percebesse, ela já estava sentada em cima da mesa usando o peitoral de Subaru como encosto. Ela estava começando a se lembrar de seu antigo vicio e já estava implorando mentalmente para que ele a mordesse e sugasse o seu sangue.
Ele aplicou outro beijo só que desta vez no canto de seu olho assim saboreando o gosto salgado das lágrimas quase derramadas. Ele já estava louco para poder prová-la, já esperava, ansiava por isso a anos. Ele e nem um dos outros meninos haviam provado qualquer outro sangue, se não fosse o dela, eles não beberiam, não ousariam.
Ele pegou a sua mão direita e a observou por um instante antes de mordê-la. Yuna gritou, mas não um grito de dor, um grito de prazer. Por mais estranho que isso fosse ela amava sentir o seu sangue sendo sugado pelos lábios dos meninos que ela tato amava. Era um vício, a mesma nunca deixou nem um outro vampiro tocar nela, se não fosse os seus meninos ela nunca deixaria, nunca ousaria.
A boca dos outros meninos salivavam, eles também ansiavam por isso fazia anos, e sentir o doce cheiro de seu sangue os fez tremer de desejo. Shuu foi o primeiro deles a se mexer, ele foi para trás de Yuna ficando ao lado de Subaru assim os dois dividiram o peso da menina. Sem perder tempo ele rasgou a camisa do uniforme da mesma e aplicou um beijo suave em seu ombro esquerdo nu, logo ela sentiu agulhas afiadas perfurando a sua pele e seu sangue sendo sugado.
Ela gritou novamente de prazer. Agora havia dois dos meninos a sugando. Ela podia sentir a sede se sangue e o desejo de ambos. Ao mesmo tempo os irmãos Ayato, Laito e Kanato foram até ela. Ao mesmo tempo, Ayato pegou a sua mão esquerda e mordeu seu pulso, Laito rasgou a meia calça de Yuna mordendo perto de sua virilha, e Kanato lambeu perto de seu umbigo antes de morder o local. Ela gritou mais alto, ela já estava tremendo de puro prazer. Só faltava mais um. Ela jogou a cabeça para trás sentindo seu sangue saindo de seu corpo e gemeu.
Reiji mordeu o lábio inferior tentando se controlar, mas era impossível, antes de o mesmo perceber já estava mordendo o tornozelo direito da menina que já estava louca de prazer. Yuna sentia o seu sangue sendo sugado em diferentes partes do corpo, logo a tontura começa a incomodá-la, e sem perceber, a mesma começa a tremer. Os meninos perceberam sua mudança súbita e começaram a sugar menos sangue até cessarem e retirarem as suas presas relutantes da pele pálida de Yuna.
Com a boca seca ela sugava o ar fortemente se sentindo fraca. Shuu percebeu que seu uniforme estava rasgado, ele não perdeu tempo e então retirou o seu casaco, Reiji tirou a camisa rasgada de Yuna tentando não perceber os seios medianos da garota, mas era quase impossível esconder o seu rosto vermelho. E Kanato colocou o casaco em Yuna assim parecendo um grande vestido para o pequeno corpo da garota. Laito abotoo o casaco mas não conseguiu tirar os seus olhos do decote V do casaco ficando um pouco vermelho por ver seu sutiã bege com rendas brancas, Subaru notou o atrevimento do meio irmão e deu-lhe um tapa na nuca fazendo o seu chapéu cair.
Ayato tomou a menina nos braços a aninhou-a mais em si mesmo. Yuna estava exausta por perder muito sangue de uma só vez, mas estava feliz, estava mais que feliz. Sentir as presas dos meninos que ela ama fincadas em sua pele novamente era como estar no paraíso para ela. A mesma se aninhou mais a Ayato segurando sua camisa um pouco sem jeito por usar o casaco de Shuu. Ela fechou os olhos com um sorriso.
O sinal para o intervalo tocou tirando a concentração de Yuna. Ela escutou com atenção e não ouviu mais os corações acelerados de sua turma. Devem ter fugido. Pensou ela. Os meninos se sentindo renovados e mais que felizes começaram a sair da sala. Todos os alunos que não estavam entendendo nada ficavam olhando para a menina sendo carregada quase nua por um lindo rapaz e sendo cercada por mais lindos e belos rapazes.
Yuna não queria soltar-se de Ayato. Ela não queria se soltar de mais ninguém. Ela queria estar ali, naquele exato momento, sendo carregada por Ayato. Ela deu um suspiro trêmulo de felicidade e fechou os olhos por um momento. Quando os abriu novamente ela estava deitada em uma grande cama, maior até mesmo que uma de casal, todos os meninos estavam a sua volta olhando e prestando atenção em cada movimento seu. Reiji deu um sorriso e disse com uma mão no coração.
— Bem-vinda de volta, Yuna. Estamos mais que felizes por você estar conosco novamente.
Ela não pode deixar de sorrir. Kanato a ajudou a se sentar na cama macia.
— Você nos deu um susto em tanto heim, pequena! — Provocou Ayato. Ela abriu o sorriso mais ainda. Como senti falta de suas provocações. Pensou ela aceitando uma xícara de chá oferecida por Reiji. A mesma bebeu do líquido quente enquanto Kanato brincava com uma mecha de seu cabelo.
— Ainda prefiro o antigo... — Murmurou ele decepcionado.
— Você pintou o seu cabelo só para não ser reconhecida? — Perguntou Shuu deitado de lado aos pés de Yuna a fitando fixamente.
— Na verdade não. Ele mudou com o tempo mesmo. — A garota pegou uma mexa de seu cabelo e o fitou por um momento entristecida. — Também preferia o antigo... — Murmurou ela.
O quarto ficou em silêncio por um momento até que Reiji decide explicar para Yuna como eles a encontraram, e que eles descobriram toda a sua farsa. A garota ficou chocada ao ouvir isso.
— Não pense que pode nos enganar. — Começou Laito a abrasando. — Nós já tínhamos percebido desda quele momento em que você começou a chorar que era uma farsa. Mas você também nos preocupou demais e nos magoou bastante, Bitch-chan. — Ele deu um sorriso travesso. — Vai ter que nos pagar tudo o que está devendo nesses últimos nove anos. — Ele mordeu sua orelha arrancando-lhe um pouco de sangue.
— Já chega Laito! — Exclamou Subaru socando uma parede furioso. Nem ele, e nem os seus irmãos estavam felizes com aquela visão.
— Sim. Ela já perdeu bastante sangue. Se perder mais, ela pode ficar em coma por vários dias. — Completou Reiji com um ar sério. Ela sorriu e Laito relutante afastou os seus lábios de perto de seu rosto, mas então deitou sua cabeça em seu ombro. Os meninos o fuzilaram com o olhar, Yuna não aguentou e deu gargalhadas.
— Espero que vocês não mudem! — Disse ela entre os risos. Ela apoiou a xícara em seu colo, e com a voz cheia de desejo, felicidade e amor. Ela finalmente pode dizer o que estava preso em sua garganta fazia anos. — Eu amo vocês!
Notas finais
Eu realmente gostei muito, eu acho raro conseguir escrever algo tão perfeito e tão bem detalhado, e na verdade, é realmente raro eu escrever algo tão detalhado...
Mas enfim, espero que tenham gostado. :3
Kissus!
-Titia Bloody
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