Resumption

49 Capitulo 49


Notas iniciais
Oiiieeee Esse capitulo eu quero muito dedicar a VALERIE MALFOY. Obrigada pela recomendação. Amei, eu sei que não é muito, mas esse capitulo é seu como porva de carinho. Suas palavras sobre a fic e sobre mim me emocionaram. OBRIGADA!!!! BEIJOSSSSSSSSSSSSSSSSSS

Pov – Clarie

Acordo e me dou conta que estou exatamente onde estava quando adormeci, nos braços de Daryl. Ele me envolve toda e está tão bom que podia esquecer de todo o mundo e ficar assim para sempre.

Gosto quando ele me caça na cama, jurava que acordaria na pontinha, mas ele não se afastou um segundo, o tempo todo me manteve em seus braços. Senti seu calor e carinho toda a noite. Com muito cuidado e sem tirar os olhos dele, me afasto. Vou para a ponta da cama e fico olhando, um segundo depois ele tateia a cama, me encontra e me puxa para ele sem abrir os olhos.

Sorrio, meu corpo mais uma vez colado ao dele. É realmente sexy, sinto sua força física, sua necessidade de me ter por perto e nesses momentos é muito bom.

─Não disse que ia acordar lá na pontinha? – Brinco e ele sorri sem abrir os olhos.

─Estava acordado espertinha, vi que fugiu de mim nesse segundo. – Faço bico, beijo seus lábios e com um suspiro me aconchego mais.

Como um susto me lembro da noite anterior. De tudo que aconteceu antes, do modo como ficamos longe, da magoa, do medo e na tristeza por ver sua dor. Ainda bem que acabou, nada pode ser mais importante que estarmos juntos, não vou perder tempo com tolices como essa depois de tudo que vencemos.

─Eu te amo! – Eu o lembro, quem sabe isso ajuda ele a não se esconder tanto? Vou dizer cinco vezes por dia. Como se fosse um remédio. Pílulas de amor. Até que seu cérebro tome isso como a única verdade. Um tipo de lavagem cerebral.

Olho para ele me envolvendo de olhos fechados, nem desconfia que estou aqui fazendo planos maquiavélicos.

─Também te amo. Desculpe Clarie, sinto muito.

─Tudo bem, foi uma sucessão de erros. Eu podia ter contado sobre o Spencer, não teria ficado pensando coisas.

─Não me tire a culpa. ─ Ele abre os olhos, enxergo seu amor e suas dor. ─Eu não podia ter duvidado de você. Eu errei, não você. É linda, delicada, Spencer não será o último a querer me roubar você.

─Ninguém pode me roubar de você meu amor.

─Droga! Até disso eu me esqueci, desse seu jeitinho de me chamar de amor que sempre faz meu coração saltar. – Meu corpo estremece e me aperto a ele. Só quero superar isso. Só quero que ele supere e se abra mais. Aceite meu amor e cuidados.

─Daryl a gente precisa passar por cima disso e seguir em frente e tem que ir lá no Aaron dizer que não vai mais sem mim.

─E pedir ao Eric para não tentar cuidar de mim, nada de me alimentar ou qualquer coisa do gênero, se não minha garota fica com ciúme. Nem fica bem para mim.

─Eu te perdoei. Não me ameaça. Eu desperdoo. – Brinco e ele me aperta mais a ele.

─Isso não. – Ele me beija o ombro, depois o pescoço, os lábios vão subindo até encontrarem os meus e o beijo me aquece a alma, depois é de novo como sempre, só nós dois envolvidos e deixando o desejo nos levar. – Perfeitinha! – Ele sussurra quando suas mãos percorrem meu corpo. Suas mãos passeando por mim. Isso é a coisa que mais amo na vida.

─Daryl... – Suspiro, aproveito cada toque dele, cada resposta do meu corpo. ─Isso é... – Me perco, não sai nada. Só gemidos de entrega.

─Eu sei.

Sim, Daryl sabe, ao menos aqui ele sabe. Nós dois sabemos. Depois é só o carinho, os beijos, os olhos azuis me fitando cheio de segredos e mesmo assim repletos de amor.

─Queria ficar aqui, mas preciso levar o Ben na escola. – Aviso depois de um longo suspiro.

─Ele quer que eu leve. – Daryl avisa sem esconder um olhar orgulhoso.

─Uhm! Quer exibir o papai! – Brinco e ele se arruma ao meu lado. Me apoio em seu peito. Sua mão descansa nas minhas costas. – Benjamin está orgulhoso de você.

─Porque é só um garotinho. – Sua expressão se entristece. – Um pouco mais de experiência e sua opinião talvez mude. ─A voz magoada me entristece, tem mesmo muito a se transformar ali dentro.

─Salvou o Benjamin. Deu um lar a ele, amor, segurança. Quer parar de se diminuir só porque teve um ataque de ciúme de mim? – Brinco apenas para acalma-lo.

─Quase te perdi. Pior, quase fiz você ir. – Mais recriminações. Só consegue que o ame e deseje protege-lo como ele sempre fez comigo.

─Mas não fez. Sou teimosa. Agora vem, vamos levantar e cuidar do Benjamin, ainda tem que ir no Aaron antes que ele fique organizando tudo.

Eu o lembro de novo, tenho medo que vá, não suporto a ideia dele lá fora sem mim. Daryl me puxa pela mão em direção ao chuveiro. Isso é meio novo. Penso quando ele liga a água e me puxa com ele para debaixo do chuveiro.

─Vou dizer a ele, não se preocupe, talvez ainda vá lá fora, mas damos um jeito de irmos juntos. – Afirmo, passo meus braços por seus ombros. – Como nunca pensamos nisso? Economiza água. – Ele brinca antes de me beijar.

Economizar água é de longe a menor das vantagens.

Deixo o quarto achando que a briga até que não foi de todo ruim. Quem sabe podemos brigar uma vez por semana? Daryl vai acordar Ben enquanto preparo um copo de leite para Benjamin, ele desce as escadas correndo. Escuto seus passos apressados.

─Cuidado Ben. – Grito e os passos apressados dão lugar a passos cautelosos. Obediente. Ele entra na cozinha. – Não corre na escada! – Digo afastando seus cabelos do rosto, sorrio. – Deixa eu cortar?

─Não mãe, é igual ao do meu pai. – Ele se senta. Estendo o copo, mas Benjamin não para de me olhar. – Desculpou meu pai?

─Sim. Obrigado por ajudar Ben.

─Ajudei. – Ele concorda. ─Ele pediu desculpa e desculpou porque amor não acaba. Você que disse.

─Não acaba mesmo. Agora toma o leite.

─Meu pai vai me levar na escola. Eu gosto da escola, mas gostava de quando era minha professora. Você ficava um pouco comigo.

─Quando voltar a gente fica junto, você que quis ficar o dia todo com o Ron. – Ele afirma.

─É, mas fiquei um pouco querendo voltar. – Saudade, tenho impressão que esse é um dos muitos sentimentos que ele não conhecia. Não importa, vou ensinar a ele.

─Que bom. – Beijo seu rosto. Ele sorri, fica envergonhado, tão lindo meu garotinho.

─Vamos Ben? – Daryl o chama ao mesmo tempo que me envolve. – Depois vou no Aaron e falar com o Rick, conversamos ontem, ele deve estar preocupado.

─Tudo bem, vou na Maggie. – Ele me beija. – Não vai se influenciar pela adrenalina e acabar indo com o Aaron?

─Não Clarie, não corre esse risco. Prometo.

Os dois partem e sigo logo depois, ando pelas ruas me lembrando do medo que senti, as pessoas circulavam em suas funções. Depois de falar com Maggie vou caçar o que fazer.

Ela me recebe um tanto pálida a mão no estômago, os olhos cansados.

─Entra. Odeio todas as manhãs. Porque tenho que sentir tanto enjoo?

─Falou com a Denise?

─Normal. Foi o que ela disse, não é ela, então tudo bem. – Ela faz careta e se deita no sofá, me aponta a poltrona. – Deitada é melhor.

─Quer alguma coisa? – Quem sabe posso ajuda-la, não é fácil para ela e Glenn esse momento.

─Não. Me diz como está, e aquela coisa do Spencer?

─Tanta coisa aconteceu.

─Conta, me distrai desse enjoo, por favor.

Ela pediu, então eu conto tudo. O encontro com Spencer, as coisas que disse, a briga com Daryl e a reconciliação.

─Nossa! Quanto tempo não te vejo? O enjoo até passou.

─Saí daqui e as coisas foram acontecendo uma atrás da outra.

Maggie se senta, me olha séria.

─Acabou com o Spencer. Gostei. Ele mereceu, mas principalmente te fez entender que nem sempre está em risco de abuso e que pode enfrentar seres humanos.

─Sim. Foi assim que me senti. Diferente de enfrentar aqueles lobos. Quando tudo aquilo aconteceu eu os coloquei na mesma condição de zumbis. Com Spencer foi diferente, fiquei firme porque entendi que não posso me deixar levar pelo medo. – Ela afirma. Se mantem deitada. – O que importa mesmo é que eu e Daryl estamos bem.

─Não acha que perdoou ele muito rápido? Devia deixa-lo sofreu um pouquinho para ele aprender.

─Maggie! Sofrer um pouquinho? O homem que amo? Não quero que ele sofra, quero que seja feliz.

─É sua cara. Não sei se seria assim, acho que demoraria uns dias para perdoar. Assim ele aprendia.

─Sofrimento não ensina nada de bom, Daryl teve uma vida disso, tem marcas desse sofrimento, no corpo e na alma. O que ele precisa é se livrar disso. Basta de sofrimento. – Nunca que amaria assim, brincando com a dor alheia. Sei que ele me ama e se importa, agora sei, assim como sei o quanto precisa de mim e eu dele. Isso basta para perdoa-lo. – Quero que ele vença tudo isso. E além do mais. Olha em volta Maggie, nem temos um mundo. Tudo é incerto, perigoso. As pessoas morreram e continuam a caminhar. Só quero mesmo me agarrar a qualquer chance que tenha de ser feliz.

─Você deve estar certa. Está feliz?

─Muito.

─Então basta. Que bom que veio. Me sinto ótima. E isso é bom, tenho muito o que fazer.

─E o Glenn?

─Acho que o pânico está passando e ele já pode começar a ficar feliz. Só não sei como fazer para convence-lo que posso continuar com a vida. Por ele fico aqui dentro, com um arsenal a minha volta, caso algo de errado e zumbis surjam e de preferência com Denise ao meu lado.

─Eu não... Maggie, não tomo nada, não usamos preservativo, Eric me alertou sobre isso. – Conto a ela porque sinto mesmo Maggie como uma irmã e não falaria sobre isso com mais ninguém além dela e Eric.

─Cacete Clarie! Imagina se fica grávida? Vai procurar a Denise e conversa com o Daryl sobre isso! – Ela me exige. De vez em quando tem um jeito mandão, me faz lembrar uma irmã mais velha e protetora e talvez isso de algum modo seja bom para ela. Ameniza um pouco sua perda.

─Eu vou. Só que foi tanta coisa e falar com ele sobre isso... Ai não sei, ele vai surtar.

─Se ficar gravida... Eu bem que ia gostar, sairia do foco! – Ela brinca. Fico de pé, Maggie faz o mesmo. – Se cuida. Me mantenha informada.

─Prometo. Vou encontrar o Daryl e me encaixar no trabalho.

─Não vai fazer esforço físico!

─Para Maggie. Não me assusta! – Ela toca a barriga. Aceno e deixo a casa pensando como me sentiria se ficasse gravida. Feliz é claro, e com medo, muito medo.

Daryl iria ter algum tipo de surto, Benjamin eu nem sei. Não, isso não é boa ideia para mim. Vou procurar Denise e cuidar disso. É o melhor a fazer, não é um mundo que se posso correr esse tipo de risco.

Arrumo a lança no ombro, isso é algo que decidi, não me afasto mais dela. Mas agora o que vejo são pessoas armadas para todo lado. Ainda não nos recuperamos do caos que os lobos instalaram.

Isso está presente em toda parte, nos rostos, nos escombros, nos excessos de segurança e na tensão dos rostos que caminham de um lado para outro.

Pov – Carl

─Vai fazer o que hoje? – Meu pai pergunta com uma xicara de café na mão e Judith no colo. Dou de ombros. – Não pode se enfiar aqui dentro.

─Não vou! – Sou mais ríspido que gostaria. Respiro fundo. Meu pai tem sido paciente e cuidadoso comigo, não merece minha revolta. – Talvez vá dar uma volta com a Amber.

─Sei. Estão bem próximos, não é? – Ele sonda com um leve sorriso de pai orgulhoso. Ignoro isso para tentar não me irritar.

─Sim. Ela é legal.

─E a Enid? – Todo mundo me pergunta isso, como vou saber? É tudo tão complicado.

─Também é legal de um jeito diferente.

─Sabe que tem que fazer uma escolha? – Ele pergunta. Depois se arruma ajeitando Judy que quer sua xicara, ele deposita no balcão.

─Claro que sim. Apenas... Olha pai, eu não estou pensando em nada disso agora.

─Carl não tem nada errado em pensar. Eu acho que estamos num bom momento. – Bufo, ele sabe que não. Tem muitas coisas acontecendo a nossa volta. Não sei porque acha que pode me iludir. – Sim. Eu sei que temos muitos problemas, mas quando não tivemos? De qualquer modo é melhor que todo o resto que já vivemos.

─Pode ser. – Sigo até a janela. Fico olhando a rua. – Elas são tão diferentes. Enid é como eu. Não fala muito, mas eu sei que sente as coisas um pouco como eu. Amber é o oposto. Mais leve, esperançosa. É a mesma coisa que acontece com você.

─Comigo? – Ele se espanta. – De onde tirou isso?

─Pai, não sou idiota. Falo da Mich e da Jessie.

Meu pai fica surpreso. Calado. Decido que já que comecei é melhor falar de uma vez.

─Sei que está no meio de um impasse sobre isso. Mich é mais como você. E vocês além disso tem uma história juntos. Jessie é o oposto, parece Amber.

─Jessie acaba de perder o marido Carl, eu o matei, fiz isso na frente dela.

─Estão superando. Sabemos disso. ─ Ele não nega. Não poderia, é verdade, foi meu pai quem salvou seus filhos quando zumbis invadiram Alexandria.

─Michonne é minha amiga. Alguém que nunca me faltou, com quem divido um pouco vocês dois e nunca colocaria isso em risco. Estou focado em manter esse lugar e deixar todo mundo vivo. – Ele sempre tem tanto peso para carregar. Fico me perguntando porque nunca para de assumir tudo? Um dia talvez ele simplesmente não aguente mais e acabe explodindo. Já esteve muito perto disso.

─Sabe pai, não é porque acho que Amber combina mais comigo que a mesma formula se aplica a você. Judy ama a Mich, eu também.

─Vê? Não é só sobre mim, isso afeta vocês e acho que agora não posso ariscar nada.

Quando ele diz isso me sinto como uma pedra em seu sapato.Sei que ele não faz de proposito, mas é isso. Encaro o chão. As vezes só queria achar meu lugar no mundo.

─Vou andar um pouco. Quer que leve a Judy? – Pergunto a ele querendo ser útil ao mesmo tempo que quero me livrar de sua conversa.

─Não. Ela vai ficar com a Mich um pouco. – Acabamos por sorrir, de algum jeito isso confirma um pouco minha teoria que Michonne seria a melhor escolha para ele.

Saímos juntos. Ele segue para um lado e eu para o outro, vou caminhando de cabeça baixa, talvez algum dia me acostume a me parecer mais com os mortos que com os vivos, mas ainda não consigo.

─Carl. – Tropeço em Enid. Ergo meu olha, ela está com a mochila nas costas e não entendo como o grupo ainda não se deu conta de que quando anda assim vai sair em busca de encrenca.

─Desculpe. Não te vi.

─Notei. – Ela olha em volta, ansiosa e sem coragem de me encarar. – Como está? Melhorou?

─Muito. – Digo com os olhos fixos nela, a espera de suas reações e talvez apenas para desafia-la.

─Bom. Eu vou indo, passo na sua casa mais tarde. – Ela diz como que querendo se livrar de mim.

─Onde vai?

─Eu? – Ela tenta ganhar tempo, faço uma careta de irritação. – Vou... Estava indo para casa. Depois falamos. – Ela se afasta apressada. Garota estúpida. Acha que me engana.

Dou um tempo e depois começo a segui-la. Tinha prometido a mim mesmo que não a deixaria colocar mais ninguém em risco e não vou. Ela olha em volta quando chega na pequena passagem no muro que usa para sair, confirma que não tem ninguém próximo e me escondo. Decidida Enid mais uma vez deixa Alexandria.

Olho em volta. Preciso pensar em algo, sair sozinho e desarmado atrás dela de novo não. Ainda não estou completamente recuperado de todo sangue que perdi e todo o resto.

Daryl caminhava com a besta nas costas. É isso, ele é perfeito, sabe rastrear e pode segui-la.

─Daryl. – Me apresso em sua direção. – Enid acaba de sair. Sozinha, foi por ali. – Mostro minha preocupação, ele olha para a cerca. Franze a testa.

─Por onde? – Toco seu ombro e corro até lá.

─Aqui. – Ele balança a cabeça em negação.

─Garota estúpida. Vou atrás dela, avisa o seu pai e a Clarie.

─Certo. Cuidado. – Daryl some pela cerca, ando uns metros apressado em busca de meu pai. Dou de cara com Clarie, ela corria ansiosa.

─Onde ele foi? O que aconteceu, vi o Daryl...

─Mandou te avisar. A Enid saiu escondida de novo, ele foi atrás. Vou avisar meu pai. – Clarie me olha. Aperta a lança.

─Se a gente demorar cuida do Benjamin. Leva ele para a Maggie. Vou atrás do Daryl.

─Clarie! – Ela nem me olha, sei que não posso dete-la.

Isso só piora. Devia ter ignorado Enid. Deixado que se enfiasse sozinha na porcaria de encrenca que quiser. Paro de andar para começar a correr. Daryl não vai gostar nada de saber que Clarie saiu atrás dele, tomara que se encontrem.

Meu pai e Michonne conversavam e Mich estava com Judy no colo, os dois me olham e demoro a controlar a respiração.

─O que aconteceu?

─Enid saiu. Encontrei o Daryl, ele foi atrás, Clarie viu e saiu atrás dele. Agora estão os três lá fora, não sei se juntos ou separados. – Digo juntando todo o ar que consigo e soltando tudo de uma vez. Mich me entrega Judy.

─Vamos atrás deles. Não deixa mais ninguém saber disso, vai até o Glenn conta para ele e mande que fique de olho em tudo aqui. Eu e Mich vamos ver o que encontramos.

Os dois somem para o portão e dou meia volta com Judy no colo. Avisar o Glenn, cuidar de Judith e ficar de olho em Benjamin. Grande porcaria. Quando vou ser bom o bastante para ser mais que um garoto de recados?

Notas finais
Beijosssssssssssss Espero que tenham gostado. Comentem.