R.est I.n P.eace - Santuário Das Sombras
3 Um passado sem digitais...
Notas iniciais
Oi! desculpem MESMO pela demora, mas bem, aqui está o capítulo, espero que gostem!
Depois de verem que Chloe e Luke estavam se dando bem ( ou quase isso ), Joey e Anna seguiram caminho.
Ambos foram conversando sobre coisas banais e completamente sem fundamento, ora sobre como o cabelo da diretora estava engraçado hoje, ora para qual Faculdade eles iriam, estavam se dando muito bem.– Bem, eu fico por aqui Joey — Anna falou com um sorriso leve no rosto– Ah, sua casa é qual? — ele apontou para a rua.– É aquela casa ali — ela apontou para a penúltima casa da rua, uma tingida de azul claro e branco.– Okay, então tchau, até mais ver — Joey falou sorrindo– Até — Anna retribuiu o sorriso e foi em direção a sua casa.Matthew estava completamente entediado, coisa que raramente acontecia, enquanto Luke e Chloe estavam completamente malucos com os Consoles Portáteis deles, ele até tinha pedido pra jogar junto, mas quando eles ouviram as palavras "posso jogar?" eles rosnaram pra ele, sim, literalmente rosnaram para Matthew.– Argh! Que tédio! — Matthew reclamou em voz altaE os dois ao lado, estavam completamente fissurados nos Video-Games.– Desisto de vocês dois! Ficam só nos 3DS! Vão curtir um pouco! — Matthew reclamou– Tá tá, tchau — Os dois falaram sem ao menos olhar pro ladoMatthew era bem hiperativo, gostava de arrumar briga e confusão aonde quer que ele fosse, e a ideia de ficar parado, apenas olhando os dois jogarem não o agradava nem um pouco, o que o fez sair dali.Ele ficou dando voltas pela região, vendo se tinha alguém que ele conhecia ou algo para fazer, mas nada além de alguns colegas de classe que tinham medo dele ( que são a maioria ), bem, "fazer o que"? ele dizia a si mesmo.Depois de andar tanto, acabou ficando com fome e não tinha nada o que comer, ele tinha dinheiro mas não havia lugar, então ele começou a procurar mais rápido, praticamente caçando, os que o viam passando no meio da rua se assustavam, ele parecia um assasino ou um perseguidor a procura de alguém.– Achei! — ele apontou para uma pequena peixariaAssim que ele entrou, as paredes tinham um tom prateado com alguns símbolos estranhos "provavelmente japoneses" Matthew pensou, viu algumas mesas em volta, a um balcão que estava cheio de frutos do mar e uma garota limpando os peixes.– Olá, bom dia, posso ajudar? — Ela ofereceuA atendente tinha aparentemente a mesma idade de Matthew, tinha olhos bem pretos e os cabelos negros presos numa rede, e um avental sujo de gordura de peixe e sangue.– Oi, eu gostaria de comer alguma coisa, tem algum tipo de cardápio ou algo do tipo? — Ele perguntou de tal modo que fez a garota do balcão dar uma leve risada.– Claro — ela abaixou-se e pegou uma folha plastificada, o cardápio.Alguns pratos depois, a atendente se viu louca, o garoto havia consumido 5 Porções família, 2 Garrafas de Refrigerante, 9 Pratos de Sushi, e outras coisas mais.– Meu deus! como você pode comer tanto?! — A garota falou rindo– É que... — ele pegou seu copo de refrigerante e o bebeu — eu gosto muito de comer peixe, e aqui, os frutos do mar são uma delícia! — ele falou como ânimo– Ah, muito obrigado — ela agradeceu o elogio — bem... eu acho que já vou fechar a loja — ela falou– O que?! mas já? — Matthew perguntou desanimadamente– Eu já completei minha cota de hoje, você comprou praticamente tudo! Matthew deu uma gargalhada– Desculpa! é que estava muito bom! – É... — A garota se acanhou — qual é o seu nome mesmo? – Ah, meu nome é Matthew, e o seu?– Meu nome é Lucy, mas todos me chamam de Lu — ela sorriu — bem... "Matthew" né?... eu gostaria de saber se... – Saber? nem vem com essa história de saber por que eu não sei nada, meus professores reclamam disso e... — ela o interrompeu– Não não! — ela riu — eu só gostaria de saber se você não gostaria de sair pra pescar comigo...– Bem... eu não tenho paciência pra pescar... então acho que...– Não vamos pescar tradicionalmente, eu vou pegá-los, literalmente, com as mãos — ela explicou — dizem que é muito divertido mas... se eu for sozinha eu não vou conseguir pegar nenhum, e se você me ajudasse, eu iria cozinhar todos os peixes que você conseguisse pegar — ela ofereceu– Sério?! Sério?! Vou sim! que horas? que dia? — ele perguntou animado– Amanhã, depois da escola — ela falouMatthew levantou-se da cadeira e arrotou.– Estou cheio! — ele falou– Ei, ponha a mão na boca! — ela falou com um sorriso – Bem — ele foi em direção a porta e a abriu — amanhã eu apareço aqui, até mais — ele saiuJoey chegou em casa cansado, mas ainda sim, feliz ( por qual motivo? nem ele mesmo sabia ) mas isso não importava num momento, depois de tomar banho, ter se trocado, almoçar, e estudar um pouco, viu q ue o sol já estava se pondo, e os irmãos ainda não chegaram.– Ei, Joey — seu Tio o chamouChris estava vestido como um típico rico solteiro, uma camisa social branca, agora com as mangas dobradas, um colete preto e calças pretas, e os sapatos de couro, que variavam, ele havia uma coleção deles, mas agora ele calçava um preto. – Oi Tio, o que foi? — Joey o respondeu– Os dois ainda não chegaram, sabe aonde eles foram? — Ele perguntou– Eles devem estar perto da escola, daqui a pouco devem estar em casa — Joey reparou numa macha escura no pescoço de seu Tio — Tio Chris, tem uma "manchinha" no seu pescoço.
Ele pôs rápidamente a mão no local exato da mancha, virou-se e deu um sorriso.– Joey, isso chega a ser assustador, você repara em tudo! — o Tio falou em tom brincalhão.– Tio... minha mãe era assim também? — Joey perguntou acanhado– Joey... — ele disse em tom baixo e passional — Veronica não se abria muito comigo, só nas horas de crise que eu tinha contato com ela, e de acordo com as informações, eu era o único que entrava em contato com ela.– E o meu pai? — Joey perguntou alegre — você nunca fala dele, nem pra mim nem para o Matthew ou para o Luke! como era ele? Assim que Chris iria abrir a boca, o som de um trovão o interrompeu, o que foi um ótimo desfexo para mudar de assunto.– Vai chover, Joey, vá achar seus irmãos, e leve guarda-chuvas para vocês três — ele falou friamente– Mas Tio, e o meu... — Tio Chris o interrompeu– Apenas!... — ele forçou um sorriso — faça o que eu estou pedindo por favor, depois conversamos, Okay? — assim que ele falou, a luz de um raio atravessou a janela, o que fez a metade do rosto dele ficar totalmente escura por um instante, Joey ficou assustado com a expressão do Tio, e foi sem pestanejar.
Notas finais
Olá pessoas! espero realmente que tenham gostado, obrigado por lerem ^_^
Fale com o autor