Repentino

23 Pai, festa e muita confusão.


Notas iniciais
Paola-chan : Desculpaaaaaa !

Cat-chan : Desculpa galera ! É que nessas semanas, alem de estarmos cheias de provas ( eu andei estudando ! Que milagre ! e olha que eu to passando nas provas tbm ), tbm, semana passada, teve um evento de animes que eu e a Paola-chan fomos, e assim a gente acabou se atrapalhando, sem contar que a Paola-chan assim que voltou do Peru, ficou tres dias aqui na cidade e já viajou de novo, mas finalmente ta de volta !!!

Paola-chan : Depois de fugir da cat-chan ( e põe fugir nisso ) eu e ela finalmente nos acertamos ! Sem magoa nenhuma !

Cat-chan : Fale por si mesma . . . .

Paola-chan : CATARINAAAAAAA PERDOA VAI !

Cat-chan : Nop !

Paola-chan : Bom, se vc não me perdoar não vai poder ir la em casa mais . . .

Cat-chan : E dai ?

Paola-chan : E ai vc nunca mais vai ver minha gaveta de chocolates.
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Cat-chan : VEM CAAAAAA ~ le eu abraço a paola-chan ~ Claro que eu te perdoo ! Que isso ! Que tal eu ir ai na tua casa comer um chocolate pra comemorar ?

Paola-chan : Adeus chocolates !

BOA LEITURA E ATÉ LÁ EMBAIXO !!!!

O Yamato tá me beijando.


Seus lábios são mais macios do que eu imaginava, sua mão repousa sobre a minha, não me mexo, não que seja meu primeiro beijo, longe disso, mas com o Yamato é diferente, meu corpo implora pra que eu me entregue, enquanto a minha mente me alerta dos perigos de me entregar.


Eu sinto que se eu corresponder esse beijo algo vai mudar.


Sinto a língua do maior roçar em meus lábios, mas foi algo rápido, logo depois de encostar em mim sua língua recua e parece que é . . . mordida ?


Por que o Yamato mordeu a própria língua ?


É como se ele tivesse se punindo . . .


Um certo calor começa a me percorrer, nunca avia sentido essa sensação em nenhum beijo, nem com homens nem com mulheres.


O Yamato se desvencia do beijo, me deixando corado.


–Ele já foi. — falou se levantando e me estendendo a mão, a pego e levanto.


–Po-or que-e você fe-ez isso ? — quando fico nervoso começo a gaguejar, que saco !


–Você disse pra mim que eu tinha que te esconder, e foi o que eu fiz.- ele disse como se fosse uma coisa banal.


Claro, é tri normal, eu sempre vou no cinema com o meu amigo e agarro ele, quem nunca fez isso afinal.


O.k., a ironia tá escorrendo da minha boca.


Quer saber ? Vou fingir que nunca aconteceu.


Saímos do cinema e entramos no carro do Yamato, voltei alguns minutos na minha cabeça, quem era aquele homem com o meu pai ? Ele devia estar treinando novos soldados e não no cinema com um carinha qualquer !


Sera que . . . não, não pode ser . . . ele não seria . . .


–Meu pai é gay ? — penso em voz alta.


–Você quer uma resposta sincera ou animadora ? — brincadeiras a parte, eu quero saber a opinião dele.


–Sincera. — digo cruzando os braços.


–Acho que seu pai é gay, ele foi no cinema com um cara, e bem mais jovem pelo que vi. — ele disse como se tivesse cuidando pra não falar muita besteira.


–Eu não acredito que ele seja gay, meu pai não é desse tipo – digo.


–Por que não ? — o moreno pergunta ainda olhando pro transito.


–Por que ele é homofóbico.- digo meio triste.


Eu sou ridículo mesmo, patético, meus pais me tratam como se eu fosse uma das suas experiências, sempre tentando aperfeiçoar, me botão pressão pra tudo, e o trouxa aqui ainda se importa com a opinião deles.


Me sinto horrível em saber que meus pais nunca me aceitaram como eu sou, sempre tive que ter namoradas pra que eles acreditassem que eu era hétero, mas o que mais me incomoda é que o MEU PAI tá saindo com um homem, quando diz que ser gay é doença.


–Vai ver ele fez isso pra te proteger . — disse o Yamato.


–AHNNN ? — eu geralmente entendo as coisas, mais dessa vez não vi sentido.


–Veja bem Taichi, ser gay não é fácil, você e o Rin vivem em uma época que é mais fácil conseguir aceitação, mesmo que ainda tenha muita gente que não aceite, ele são obrigados a respeitar, por lei, já na minha época era mais difícil. Por que você acha que eu e o John fomos presos tantas vezes ? Claro que fizemos besteiras, mais a maioria foi por brigas que entramos pra defender a nossa sexualidade ou ajudar outras pessoas iguais a nós que viamos nas ruas, na época do seu pai devia ser bem pior, ele deve ter sofrido muito, e talvez não queira que você sofra também. — ele disse, eu fiquei chocado, afinal, fazia sentido.


–Mas eu já contei historias de vários colegas meus gays que não sofrem nada. — disse.


–Taichi, pode até ser que agora não sofram, afinal muita gente fala que vocês, pessoas da sua idade, estão experimentando e que os mais velhos são aproveitadores sujos, mas espera crescer pra você ver se não vai piorar, por que nesse mundo, o que não é “normal” como eles chamam, é excluido. — disse com desgosto, o Yamato não gosta muito de tocar nesse assunto pelo visto.


O carro parou na frente da minha casa.


–Tchau. — digo quase saindo do carro.


–A gente vai se ver de novo ? — ele pergunta.


–Por que não ? Te ligo hoje a noite. — disse fechando a porta do carro e abrindo a de casa.


Assim que entrei vi meu pai sentado na cozinha, fui pé por pé até la, ele tava no telefone, eu quero saber se ele tá falando com o namoradinho dele.


Virei stalker agora.


–Não, espera um pouco, você tem certeza ? — meu pai diz.

“-Sim, o exame deu positivo.”- me pai ficou pálido, apoiou o cotovelo na mesa e a cabeça na mão.


–A Nami vai me matar ! E o Taichi então ? Acho que nunca mais vai olhar na minha cara . . . — eu não sei o que pensar, o que deu positivo ? E que exame é esse ? Eu espero que eu tenha entendido errado, se não . . .


A a minha mãe ( a tal Nami ) vai ficar arrasada.


“-Calma, vou te dar um tempo pra assimilar tudo isso, posso te ligar amanhã ?”- fala o ser estranho.


Não ! Não pode não !


–Sim, a gente se fala amanhã. — meu pai disse e desligou o telefone.


Ele tava pálido, parecia que um turbilhão tinha passado por sua cabeça, era como se nada pudesse melhorar o seu humor, mas se era o que eu tava imaginando, realmente, nada poderia amenizar aquilo.


Desde quando ele estava saindo com aquele homem ? E que exame era aquele ? Sera que meu pai é realmente gay ? E se é, porque não contou pra mim e pra minha mãe ?


Entrei na cozinha.


–Quem é aquele cara que você tava no cinema e que diabos é esse negocio de “exame” ? — perguntei, eu não devia mas tava muito curioso, além do mais, ele me devia respostas, o garoto com cabelos castanhos e olhos verdes podia até ser bonito, mas não justificava.


Ele me olhou pasmo.


–Isso é maneira de falar com o seu pai ? — disse já levantando da cadeira.


–Me responda ! — falei firme.


–Como você sabia que eu tava no cinema ? — começou a se aproximar de mim- você estava la por acaso. — agora ele me pegou.


Não podia dizer que sim, afinal sozinho eu não estaria, meus amigos estão viajando, eles sabem que eu briguei com o Rin e além disso eu não tinha permissão pra sair de casa hoje.


–É bom ficar fora dos meus assuntos, filho, afinal, você não tem maturidade pra coisas desse nivel. — ele bagunçou meus cabelos e se direcionou a saída da cozinha.


Um sentimento novo cresceu em meu peito, um que eu nunca pensei que ia sentir pelo meu próprio pai, eu já senti ódio, raiva, rancor, tédio, indiferença, tudo isso eu já pude sentir pelo meu pai, mais essa foi a primeira vez que eu senti nojo dele.


Como ele podia tocar em mim, que era seu filho, com as mesmas mãos que toca no seu amante.


As mesmas mãos que tocam a minha mãe.


As mesmas mãos que me embalaram quando criança.


As mesmas mãos que colocaram uma aliança na mão da minha mãe.


Como ele pode nos trair ? Quebrar um voto tão honroso quanto o de casamento por um garotinho ?


Sem ética, sem escrupulos, sem dignidade.


Sem o minimo de respeito por essa família.


Essas pessoas que se dizem meus pais, podem até serem estupidos comigo e ignorarem qualquer problema que for mas eles são a minha família, nenhuma família é perfeita, por mais que pareça todas tem seus problemas, só que isso eu não aturo.


–Eu tenho nojo de você – digo baixo, quase como um rosnado.


Ele olha pra tras, esta bem surpreso.


Minhã mãe merece coisa melhor.


Não que eu seja um adorador da minha mãe, mais ela é bem legal, o único problema é que ela larga tudo pelo trabalho.


Se minha mãe estivesse traindo meu pai eu teria a mesma postura com ela, a mesma que eu to tendo com ele agora.


–O que você disse ? — rosnou assim como eu.


–Eu disse que tenho nojo de você. — o olho bem nos olhos.


Sinto seu punho descer em uma felocidade impressionante e colidir com meu braço, me jogando contra a parede.


–Nunca mais fale assim comigo ! — pensei que ele estaria vermelho de raiva mais não, seus olhos estão marejados, por que ele choraria agora?


E como se eu seguisse os passos do meu pai, meus olhos se enchem de lagrimas.


–Sinto nojo de você ! Por que você escondeu aquele garoto ? Por que não disse nada sobre ele ? Se que ficar com ele e nos abandonar, tudo bem ! Eu fico com a mamãe ! — as lagrimas começam a cair, e o meu pai faz algo que eu não esperava, ele me abraça.


POV's do Taichi fim.


POV's do Rin


–AI ! MEU CABELO NÃO É FEITO DE BORRACHA ! — grito pela décima vez.


Bom, vocês não devem tá entendendo nada, bom, é o seguinte, depois que o Yamato saiu do escritório teve uma baita discussão entre eu e o ruivo, durante o bate-boca o pessoal saiu do escritório,( quando o bicho pega eles vão embora nee ?) deixando a gente sozinhos.


O John disse que não adiantava o que eu dissesse ele ainda ia ficar com o DVD, e começou a ligar pro cara da mafia, pra pedir outro ingresso, só que eu disse que não era pra ele ligar.


Não, eu não pirei.


E sim, tomei meus remédios hoje.


Eu não sou prostituto nem nada do tipo pra fazer “certas coisas” em troca de favores, só que foi ai que eu me toquei, eu ia ter que ir de mulher, eu não ia deixar de ir nee ?


Se você tá me achando louco porque disse que ia de qualquer jeito, é porque não sabe quem vai estar la.


Imagine seu maior ídolo.


Ele vai estar la.


Só que o John se aproveitou da minha fraqueza temporária pra chamar as suas assistentes monstro, como eu passei a chama-las.


Kushi, trabalha pro John a três anos, ela chegou no escritório com os cabelos pretos presos em duas marias-chiquinhas, um vestido azul cheio de babados brancos, sua bota preta era a única coisa sem fru fru do visual inteiro.


Já a Miasa tinha o cabelo castanho claro preso num coque, sua franja ia até os olhos, sua saia preta cintura alta combinava com a blusa branca que deixava um dos ombros amostra, ela usava uma meia listrada vermelho com preto que ia até seu joelho, seu sapato era preto também.

Kushi puxava meus cabelos e colocava alguns apliques, enquanto a Miasa fazia as unhas do meus pé, já que as da mão ela já tinha feito.


–MIASA !!!! — ela acabou de tirar um bife do meu pé !


–A culpa não é minha se esse seu pé nunca viu um alicate, mestre ! — disse com um ar sombrio.

É, agora elas me chamam de mestre.


–Tá deixa pra lá. — digo, afinal é verdade.- e Kushi, quando você vai parar de puxar o meu cabelo !


–Quando ele estiver D-I-V-I-N-O !!!Mestre !!!! — diz dando pulinhos.


Uma é o completo oposto da outra.


É bom eu estar pronto pra hoje a noite.


Ah, eu não disse ? A festa vai ser hoje.


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Depois de cinco, você não leu errado, eu disse CINCO horas, eu estava pronto.


Cabelos soltos até a cintura, um vestido vermelho comprido com uma bela fenda ao lado esquerdo, pulceiras de prata na mão direita e o colar da Anne, seio grandes, olha, não tem nada que um bom enchimento não faça !


Me olhei no espelho e, nossa, isso é que é mudança.

Entramos no carro, e la vamos nós.


Durante o caminho inteiro o John ficou fazendo comentários a meu respeito, tipo, “nossa, acho que vou começar a te chamar de gatinha” ou “eu nunca vi uma garota tão linda”.


Nem preciso dizer que fiquei rouco de tanto xingar ele nee ?


Mas, depois de passar um baita tempo no carro, finalmente o veiculo para, o John sai primeiro e abre a porta pra mim e joga a chave para o manobrista.


Rin, finja ser uma mulher, mulher, se lembre disso !


Assim que descemos me deparei com um tapete vermelho, olhei para cima e vi um grande prédio, uma miniatura do Taj Mahal.


Okay, to achando que o Taj Mahal é uma miniatura desse prédio.


A festa vai acontecer na sede no Japão ( não na Irlanda ) do cassino Taj Mahal ( ah va ), era tudo extremamente luxuoso, assim que entramos eu vi um grande salão, amplo com vários lustres ao longo do . . .hum . . acho que é um corredor, e também vários tapetes com belos desenhos, tudo era lindo, assim que passamos por aquele recinto esplendoroso vi uma porta, ao lado tinha apenas um guarda, nos aproximamos e o John deu nossos nomes.


Pela primeira vez na vida fique feliz por ter um nome unissex.


Passamos pelo guarda e entramos no cassino.


Você já viu algum filme que se passa num cassino luxuoso ?


Se sim, você sabe o que eu estou querendo dizer.


Se não, eu lhe apresento ao google imagens.


Do lado esquerdo haviam varias mesas, e em volta de cada mesa, muitas cadeiras luxuosas, cada uma das mesas abrigava um jogo diferente, mulheres com vestidos colados, curtos e pretos andavam sem parar de um lado para o outro, sem se importar com os vários olhares e alguns tapinhas na bunda. Haviam homens também, com esmolquens e ternos, alguns com bandejas prateadas, enquanto outros ficavam nas mesas destribuindo fichas ou cartas de baralho, do lado esquerdo se via varias maquinas de jogos, todas ocupadas, no bar, que se encontrava no final do recinto, muitas pessoas conversavam.


Mas nada disso me chamou a atenção, sabe por que ?


A J.K Rowling e o Rick Riordan batiam um papo com a Suzane Collins numa mesa de pôquer, o Eichiro Oda fuzilava o Kishimoto com os olhos enquanto eles “conversavam” , Paul Mccartney fazia uma dancinha da vitoria por ter ganhado na roleta da Taylor Momsen e do Serj Tankian, sem contar que ver o pessoal do slipknot sem mascaras e o pessoal da Kiss sem maquiagem é inedito !


Sem perceber me agarro ao braço do John.


–Eu já disse que te amo ? — falei de brincadeira.


–Hoje ainda não. — pus a lingua pra fora e o puxei em direção a uma certa mesa de poquer.

Sem perceber acabo esbarrando em alguem.


–Desculpa, você esta bem ? — olho e vejo o . . . o . . .


–Logan Lerman ? — pergunto enquanto o John me ajuda a levantar, já que ele não deixou o lindo do Logan fazer isso.


–Sim . . . — ele coçou a cabeça e AI MEU SANTO GOD DO CEU, eu necessito de um autografo dele !


E assim foi por horas, eu dando chilique assim que via alguém famoso, pedindo autógrafos e fotos, tive que parar quando o caderninho que eu tinha trazido, e sim eu vim de bolça, estava lotado de assinaturas e a memoria da minha câmera, do celular do John e o do meu, tavão lotadas.


–Nossa, você tirou um monte de fotos ! — o ruivo disse.


–Claro ! Eu vou postar todas no facebook depois ! — disse alegre andando em direção ao bar, com os braços enlaçados com o do ruivo.


–Você não vai poder postar.- ele disse, e como não ?


–E porque não ? — disse.


–Você vai postar fotos de vestido na internet ? — DROGA ! DORGA ! DROGA ! Eu amaldiçoo o meu maldito orgulho !


–Olha se não é o grande John e a sua dama! — olhamos pra tras a vemos o tal amigo do ruivo, o mafioso, ele estava com um chapéu preto com uma fita vermelha, um terno preto e uma camisa vinho meio aberta, destacando a corrente de ouro.


–E ai cara, a festa tá ótima viu ? — o John apertou a mão do homem, e o mafioso logo depois veio me cumprimentar com um abraço.


Achei estranho, cade a reverência ? E que intimidade é essa de já sair abraçando ? Mas tudo bem, esses ocidentais tem costumes estranhos.


–Obrigada, ah, você e a . . . . — ele começou.

–Rin, me chamo Watanabe Rin.


–Você e a Rin não querem ir para a sala dos presentes ? Podem pegar o que quiserem. — ahnnnn ?


–O que é isso ? — perguntei.


–Rin, não sei se você lembra, mais eu trouxe uma caixa com uma bebida pra festa e deixei na recepção, você lembra ? — não, mas vamos fingir que sim. — bom, é costume você trazer presentes para essas festas, todos aqui trouxeram e, eu não sabia que você tinha organizado essa festa. — o ruivo terminou.


–É, organizei, e deu trabalho, então vocês querem ir ? — ele pergunta.


–Por que não ? Vamos Rin ? — o ruivo me pergunta e eu faço que sim com a cabeça.


Passamos por todo o grande salão do cassino e pelo hall, até chegarmos na parte do hotel, ele abriu uma porta que dava para um deposito.


Tinha pilhas e pilhas de caixas e sacolas, eu to no paraiso.


–Podem pegar o que quiserem. — eu sei que é falta de educação, mas . . . tinha tantos mangas, DVD's , CD's, jogos, . . . que eu não resisti.


–Sera que tem um Death Note aqui ? — perguntei já andando, mas alguém pega o meu braço.


–Aqui não, mais eu tenho um la em cima, quer ir pegar ? — pergunta o . . . Henri eu acho, soltando o meu braço.


–Sim.


–Então eu vou junto. — disse o ruivo.


–Eu não vou matar ela nem nada, só vamos pegar o caderninho- sim, eu quero matar ele por dizer caderninho. — e já vamos descer, pra mim, mulher de amigo é homem. — HA-HA-HA como você é engraçado destino.


–Esse é o problema . . . — o John diz baixinho, se aproxima de mim e cochicha no meu ouvido. — não confio nele, me manda uma mensagem dizendo se esta bem de cinco em cinco segundos , entendeu ?


–Que tal de um em um minuto ? — disse e ele concordou meio de mal gosto.


Eu e o Henri saimos do local e nos dirigimos ao elevador.


Cara, eu nunca vi um elevador tão rapido !


Chagamos ao terceiro andar bem rapido, peguei o celular pra enviar uma mensagem pro John assim que entramos no quarto, mas meu celular voou pro chão, assim como eu pra cama, com Henri em cima de mim.


–Ta na hora da verdadeira diversão. . . — ele diz beijando meu pescoço.


–Me-Me larga. — disse sentindo sua mão subir pela minha perna.


–Pra estar com o John não deve ser boa gente, fala ae, quanto você quer pra abrir as perninhas pra mim, hein doçura ? — ele disse apertando a minha perna.


Começo a me debater.


–Eu to com o John ! Não vou fazer nada com você ! — ele prende as minhas mãos no alto da minha cabeça, sinto a sua mão subir mais e mais e mais . . .


Oh, não, ela chegou na aria perigo.


Apos chegar na minha cueca ele para de beijar o meu pescoço e começa a apertar aquela aria, alguns sons saem da minha boca.


–Pa-Para ! — digo.


–Você é cheio de surpresas garoto. — ele se aproximou mais de um dos meus ouvidos. — sabe, eu nunca provei um homem, mas agora eu to bem curioso, se sinta lisonjeado de ser o primeiro.


–Eu já disse pra me soltar ! — digo me debatendo mais.


Sinto um soco ser desferido ao meu rosto.


–Você não quer me ajudar mesmo, né ? — ele, ainda segurando as minhas mãos, pegou uma corda e as amarrou na cabeceira da cama. — se não for por bem que seja por mal.


O vejo começar a rasgar meu vestido, até que a fenda que avia antes e ia até o meio da cox, chegar ao meu umbigo, afastou mais meu vestido pra ver meu corpo.


–O John tem bom gosto. — idiota – porque você é bonitinho eu vou te dar mais uma chance, você fica com esse anel aqui . . . — ele pos um anel grosso de ouro com vários diamantes cravados no meu dedo indicador. — e me libera essa bundinha linda. — ele apertou a minha “bundinha linda”


–Vai se foder ! — digo já puto da vida.


–Não, eu vou foder com você mesmo . . . — começa a abaixar a cabeça até o meu membro. — você não entendeu que o anel é só uma cortesia ? Eu vou te pegar de qualquer jeito.


–Ah, mais não vai não ! — escuto uma voz vinda da porta do quarto, mas . . . essa voz não é do John.


Sinto o homem sendo tirado de cima de mim, bom, o que esta tirando o cara de cima de mim é o John e quem esta na porta é o Yamato e . . . o Taichi ?



Notas finais
Cat-chan : Isso que é ser repentino ! ~da uma mordida no chocolate~

Paola-chan : Depois não sabe por que engorda . . .

Cat-chan : O que vc disse ? ~olhar assassino~

Paola-chan : . . . . Então . . . .o cap foi ótimo !!! ~ catarina ainda olhando com olhar assassino~ catita, quer outra barra de chocolate ?

Cat-chan : Você acha que vai me comprar com tão pouco !

Paola-chan : É de chcolate branco.

Cat-chan : . . . com pedacinhos de chocolate ao leite ? . . .

Paola-chan : Com pedacinhos de paçoca !

Cat-chan : ~corre pro abraço~ Você é a melhor pessoa do mundo !!! ~olhinhos brilhando~

ATÉ A SEMANA QUE VEM !!!

P.S.: E não esqueçam o meu chocolate com paçoca ! ~cat-chan.