Renesmee: Uma Vida Cheia De Segredos
9 Mensagens Anônimas
Notas iniciais
Pov. Nessie
Depois do jantar, eu corri para meu quarto, pois não queria meu pai me enchendo de perguntas. Tentei afastar os pensamentos ruins da minha mente lendo pela segunda vez Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos. Não adiantou muito, o amor impossível de Clary e Jace me fazia pensar em Jacob. Eu não podia ter nada com ele sem acabar machucando-o, ele já havia sofrido demais por minha mãe e merecia ser feliz. Mesmo que seja com a Serena.
Chega! O que eu estou fazendo? Não posso ficar me torturando desse jeito, tenho que seguir em frente.
Peguei minha bolsa e saí de fininho. As ruas de Buenos Aires eram bem movimentadas. Me distraí e acabei esbarrando em um garoto. Ele até que era bonito, cabelos castanhos lisos e olhos azuis. Ele disse:
– Me desculpe! Você se machucou?
– Não foi nada, eu sou meio desastrada! Meu nome é Renesmee.
Ele me olhou espantado e, em seguida disse:
– Renesmee? Sou eu, Nahuel!
– Desculpe, acho que a gente não se conhece!
– Eu meio que salvei sua vida há uns anos atrás.
Nessa hora, um turbilhão de lembranças surgiu na minha mente. Os Volturi vindo para Forks, eu conhecendo Aro, e tia Alice chegando com Nahuel e Huilen.
– Nahuel! Você cortou o cabelo!
Essa foi a primeira coisa que saiu da minha boca. E também a coisa mais idiota que eu já disse. Nahuel respondeu:
– Pois é! Eu também estou vestindo roupas normais agora, para me misturar com os humanos. Sempre tive muita curiosidade sobre os humanos então decidi estudar com eles por um tempo.
– Ah! Deve ser legal conhecer pessoas novas, fazer amigos. — Falei com tristeza.
Nahuel me olhou com solidariedade e disse:
– Não se preocupe, daqui a pouco tempo seu crescimento vai se estabilizar e você vai poder estudar com os humanos.
– Tomara! E como está a Huilen?
– Ah, ela não quis vir comigo! Parecia com medo de alguma coisa. Eu perguntei mas ela não quis me responder.
– Ah... bom, eu tenho que ir. Agente se vê.
– Até mais.
A caminho de casa, meu celular toca, mas por sorte não era meu pai. Era uma mensagem de um número desconhecido. Nela dizia:
É triste não poder confiar na pessoa que se ama.
Como será que a pobre Alice se sentiria se soubesse o que o maridinho esconde. Pior ainda se soubesse que a sobrinha sabia de tudo! É melhor se apressar, Nessie! Se você não contar eu conto!
–A
Nessa hora, eu gelei. Alguém mais sabe!
Pov. Narrador
Serena começou a vibrar, o primeiro passo do plano estava feito.
Agora só faltava pouco para o seu objetivo estar concluído. Ela começou a falar sozinha:
– Logo, logo, Nessie, você vai desejar nunca ter existido!
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