Mei estava nervosa, não sabia ao certo o que esperar daquele encontro com o líder dos Iluminados. Ela sabia que o futuro de seu povo estava em suas mãos, qualquer erro ali poderia resultar em uma verdadeira catástrofe contra Kiri. Tudo o que fosse acontecer ali era essencial para o futuro de seu povo, ela precisava garantir que todos iriam ficar bem.




Infelizmente nenhuma das duas mulheres a sua frente lhe deu nenhuma informação útil, ela precisava ficar atenta. Sabia bem que elas sozinhas podiam acabar com toda a resistência de Kiri, e agora seria ela dentro da cova dos leões. Nem mesmo seus fiéis companheiros seriam capazes de vencer um lugar inteiro cheio de imortais.




— Esse lugar… tem uma energia estranha. — comentou Zabuza.




— Sim, em todos meus anos de vida nunca vi nada assim. É como se estivesse entrando no inferno. — disse Ao vendo os portões do castelo.




— Não seja tão gentil, nosso humilde lar não é tão agradável. — respondeu Selina vendo a porta se abrir.




Os soldados abrem caminho para a entrada de Mei e seus companheiros, ela apenas respirou fundo. Não sabia ao certo o que esperar daquela conversa, mas não podia agir com medo ou receio. Mesmo que seus instintos estivessem dizendo para correr imediatamente dali, ela não podia fazer isso.




— Mantenha-se firme, ele pode ser impiedoso. Mas nosso senhor é justo, se cumprir sua palavra seu povo irá prosperar. — aconselhou Hikari.




Selina e Hikari apenas tomam seus lugares como conselheiras, de agora em diante tudo estava nas mãos de seu líder. Elas não podiam fazer mais nada, tudo deveria ser decidido pelo loiro e Mei deveria apresentar os melhores argumentos possíveis a favor de seu povo.




Naruto estava sentado em seu trono, ele podia sentir o cheiro do medo que o grupo a sua frente estava exalando. Sem dúvidas aquela conversa seria muito interessante, em ocasiões assim ele sentia saudades de sua visão para poder ver a expressão de medo daqueles que cruzam seu caminho.




— Uma criança? Tudo isso para no final servimos um pirralho? — pergunta Ao, revoltado.




— Cale a boca. — pediu Haku, desesperado.




Naruto apenas estalou seus dedos, fazendo-o se contorcer de dor. Ele estava ali para uma conversa normal, mas não iria aceitar que um humano patético lhe tratasse com desrespeito em seus domínios. O loiro precisava mostrar que não iria tolerar aquele tipo de comportamento.




"Telecinesia? Impossível, muitos levam séculos para desenvolver esse poder e mesmo assim ainda é algo raro até mesmo entre os puros sangue." Comentou Hikari em seus pensamentos, visivelmente assustada.




"Simplesmente maravilhoso, sem dúvidas ele merece governar esse mundo podre." Comentou Selina, maravilhada.




Mei estava em pânico, não sabia que eles eram capazes de algo assim. Estava mais do que claro que a batalha em Kiri não passou apenas de uma demonstração de força, pois se fosse uma demonstração de poder a própria representante do senhor da noite teria acabado com tudo sozinha. Sem dúvidas ela estava lidando com poderes que não entendia.




— Eu envio meus soldados para ajudar seu povo, envio a mais poderosa de meus generais para intervir caso necessário, disponibilizo recursos para reconstrução de sua aldeia. E mesmo assim ousam me desrespeitar em meus domínios? — questiona o loiro ficando de pé.




— Isso não acontecerá de novo, tem nossa palavra. — prometeu Mei.




— Pode ter certeza disso. — respondeu Naruto com um sorriso frio.




A cabeça de Ao simplesmente virou em 180°, tal cena causou horror nos ninjas de Kiri. Eles haviam sido alertados de quão impiedoso o senhor da noite poderia ser, ele não tolerava esse tipo de comportamento. Eles sabiam que não haveria outra chance, precisavam tomar cuidado.




A ruiva apenas caiu de joelhos, Ao cuidou dela e de sua irmã quando seus pais foram mortos a mando do Yondaime Mizukage. Ele sempre esteve presente em sua vida, sempre lhe protegeu e fez o possível para que ela não desistisse do sonho de libertar Kiri. Mas agora ele estava morto, e ela sabia que não podia fazer nada pois seu povo estava em perigo.




Hikari apenas virou o rosto, era triste ver um coração tão jovem e justo completamente tomado pelas trevas. Freya e Gunnar haviam conseguido fazer o loiro se afundar na escuridão, e ela sabia que não podia fazer nada. Tudo o que ele viveu até ali o colocou em tal caminho, cabia a ela apenas respeitar ele e lhe auxiliar.




— Mais alguém? — pergunta Naruto, em um tom extremamente frio.




Os soldados apenas se ajoelham em respeito a seu senhor, tal gesto é repetido por Zabuza e Haku. Eles não queriam atrair a fúria do loiro, estava mais do que claro que ele não iria ter piedade nem mesmo dos aliados que quisessem lhe desobedecer ou lhe afrontar. Infelizmente Ao foi o primeiro que ele usou como exemplo.




— Eu não tolero tais atos, e como líder deve está ciente de que tudo o que fizer de errado irá refletir em Kiri. Eu não sou a mínima para quem estará à frente daquela aldeia desde que essa pessoa seja completamente leal a mim e a meus interesses, nunca esqueça isso. — disse Naruto andando com a ajuda de Freya.




— Deveria ser grata por nosso senhor simplesmente não rasgar o acordo e matar todos vocês imediatamente, é assim que agradecem sua bondade? — diz a albina com raiva.




— I-isso não vai voltar a se repetir. — respondeu Mei enxugando as lágrimas.




— Não sei quão importante ele era para você, e não dou a mínima para isso. Eu não vou aceitar que algo assim volte a se repetir, e se pensar em se voltar contra nós sua vila será transformada em cinzas. — avisou Naruto erguendo sua mão para a ruiva. — Pouco me importa quem estará lá, desde que esteja sob meu controle.




— Jure lealdade ao seu senhor da noite, e seu povo será próspero. Faça mal uso de sua confiança e sofrerá as consequências. — disse Gunnar com um sorriso frio no rosto.




Mei apenas se ajoelhou, estava em completo estado de choque. Mesmo assim ela sabia que não tinha outra escolha, seu povo dependia de sua obediência ao loiro. Ao sempre lhe ensinou que muitas vezes fazer a coisa certa era ir contra suas próprias vontades, e ela precisava fazer isso agora.




Ela apenas se aproximou e beijou o anel da mão do loiro, se para o bem de seu povo ela tivesse que abrir mão de seu orgulho assim ela faria. Iria obedecer qualquer ordem que lhe fosse dada sem questionar ou pensar em ir contra a vontade de seu senhor, mesmo que isso custasse sua vida. Nunca mais ninguém seria punido por eles enquanto ela estivesse governando Kiri.




— De hoje em diante e para toda eternidade, nosso povo serve a você. Seremos a ponta de sua lança, lutaremos contra seus inimigos e mostraremos ao mundo seu poder. — prometeu Mei abaixando sua cabeça.




Naruto apenas sorriu, o primeiro passo para o domínio absoluto de todo aquele continente foi dado. Agora ele precisava pensar e definir quais seriam as melhores estratégias para escolher qual seria o próximo alvo, o Kurayami tinha seus olhos voltados para as nações menores. Pois elas eram uma importante fonte de recursos e poderiam lhe oferecer a carne enquanto as nações elementares lhes davam o ferro e o fogo em uma possível guerra.




— Enquanto manter sua promessa seu povo será próspero, as próximas gerações não conhecerão os mesmos horrores que a sua e essa que está crescendo testemunharam — respondeu o loiro. — Eu sou Naruto Kurayami, líder dos Iluminados. Considere seu povo sob minha proteção.




— E quanto ao senhor do fogo? — pergunta Zabuza. — Ele não vai achar suas ações suspeitas?




— Ele está sob nosso controle, e mesmo que tente fazer algo não será difícil se livrar dele e colocar alguém sob nosso comando na frente desse país. — respondeu Gunnar.




— Vamos mexer os pauzinhos para que você tenha controle absoluto em sua nação, assim poderá decidir o que é melhor para seu povo sem precisar dar satisfação a ninguém além de nosso senhor. — explicou Kakumei.




Aquilo era uma grande vantagem, obedecer a dois senhores seria complicado. Isso ajudaria Mei a investir melhor na reconstrução da vila, principalmente para ajudar as crianças que tanto sofreram durante o regime do Yondaime Mizukage. Talvez aquela aliança não fosse tão ruim, mesmo com tudo o que aconteceu ali.




— Devemos tomar cuidado com outros clãs? — pergunta Haku, com toda certeza havia outros com eles.




— Nenhum clã ataca o outro sem motivos, e o continente shinobi é nossa zona de comando. Sua única preocupação é com clãs menores e desgarrados, e nós ensinaremos a lidar com ele. — respondeu Freya.




— Providenciem alguém para ajudar eles com o corpo, não quero que esse lixo suje meu tapete. — ordenou Naruto começando a andar com o auxílio da albina.




A Terumi apenas cerrou os punhos, independente de qualquer coisa ele não merecia ser tratado assim, mas ela sabia que precisava ficar calada. Não podia mais chorar ali, não na frente deles. Mesmo assim era difícil ver alguém tão importante em sua vida ser morto daquela forma.




— Sinto muito por isso. — lamentou Hikari.




— Eles foram alertados, não foi por falta de aviso. — disse Selina.




"O que foi que eu fiz?" Se lamentou a ruiva em seus pensamentos.




Alguns soldados chegaram com uma maca, Zabuza foi ajudar a levar o corpo enquanto Haku foi socorrer a Mizukage. Infelizmente eles precisavam agir como se nada tivesse acontecido, dali em diante eles serviam ao loiro e qualquer um que ousasse questionar sua autoridade iria encontrar um destino pior que o de Ao.




— Mizukage-sama, precisamos ir. Ainda temos que descansar antes de partirmos. — disse o jovem shinobi.




— Nosso senhor pediu que fizéssemos um belo banquete para vocês, óbvio que como a única humana aqui ,Hikari os acompanhará junto aos líderes das Kitsunes vermelhas. — explicou Gunnar.




Naruto seguia para seus aposentos sob os cuidados de Freya, agora ele precisava retornar a Konoha para dar continuidade a sua vida como ninja e colocar um dos seus planos em prática. Para saber melhor como deveria agir, ele precisava ver o que lhe aguardava em cada aldeia, e ele sabia exatamente como fazer isso.




— Tudo está preparado para seu retorno a Konoha meu senhor. — avisou a albina.




— Quero analizar pessoalmente o que a próxima geração de cada aldeia tem a oferecer, por isso gostaria que mantivesse seu olhar atento a qualquer perigo em potencial. Não quero me expor de forma desnecessária. — instruiu o Kurayami.




— Como desejar mestre. — disse a albina sorrindo.




Sua participação no exame chunnin era fundamental para seu plano, ele queria aproveitar sua estadia em Konoha para pensar em quem poderia tomar o lugar de Danzou e como ele faria isso sem perder seu controle sob a Anbu Ne. Ela era fundamental para seus planos futuros e não podia cometer erros que a tirassem da jogada.




Mas de uma coisa ele tinha certeza, os conselheiros não iriam sair daquele exame chunnin com vida. Não adiantava eliminar a ameaça e manter o ninho de cobras ao alcance de tudo o que ele estava construindo. Mas se livrar deles seria impossível enquanto os Sannins estivessem em Konoha, Naruto sabia que precisava ficar atento.




Iria manter seus espiões à espreita e iria aproveitar a primeira oportunidade que tivesse. Estava sendo difícil agir sem chamar a atenção da rede de espionagem do sannin dos sapos, mas isso era um assunto para outra ocasião. Havia muita coisa a ser decidida até a próxima reunião dos Iluminados.




[...]




Minami estava sentada no campo de treinamento do time 7; como ela não estudou na academia e não tinha muita intimidade com seus companheiros, seu sensei achou melhor eles fazerem um treinamento em conjunto com as equipes 8 e 10. Mas isso estava se mostrando um problema para a loira.




Ela estava muito acima de todos ali, o único que de fato poderia lhe dar uma boa luta era Sasuke. E até mesmo ele não era páreo para ela, talvez fosse melhor ela continuar treinando com Suyen enquanto eles se fortalecem. Caso contrário poderia acabar machucando alguém sem querer.




— Creio que já está bom. — comentou Kakashi.




— Assustador, sem dúvidas você é filha de seu pai. — comentou Asuma.




A loira apenas suspirou, de todos os elogios que ela podia ouvir as pessoas sempre escolhem esse. Isso a deixava frustrada, não queria ter nada haver com o Hokage depois de tudo o que ele fez. Mas infelizmente esse elogio sempre iria lhe perseguir ao longo de sua vida.




— E quem seria o pai dela? — pergunta Ino, curiosa.




— Minato Namikaze, o atual Hokage. — respondeu Kurenai.




— Você é filha do Hokage? — pergunta Sakura.




— Pensei que isso fosse meio óbvio pelo meu sobrenome. — respondeu a loira, sem interesse.




Kakashi estava ciente da situação que a família de seu sensei se encontrava, ele sabia que não havia muito o que podia fazer. Tudo o que estava acontecendo eram consequências das decisões que Minato e Kushina tomaram, e ninguém poderia mudar isso. E era Minami quem mais estava sofrendo com aquilo tudo.




— O que mais temos que fazer? — pergunta a Namikaze sem rodeios.




— Vamos dar uma pausa, como pode ver os outros estão cansados. — avisou o Hatake.




E esse era um dos motivos que ela preferia treinar com sua irmã de criação, ninguém ali aguentava seu ritmo de treino. Ela queria ficar mais forte, mas seria difícil tendo que treinar ao lado deles. Não que não tivessem potencial, mas ainda estavam muito atrás dela e Minami não queria perder tempo.




Ela não desistiu de seu irmão, não importa quão difícil fosse a Namikaze iria ficar ao lado dele. Ver como ele ficou forte mesmo depois de tudo o que aconteceu a deixava feliz e orgulhosa, isso a incentiva a se dedicar cada vez mais em seu treinamento para que um dia ela possa andar ao lado dele




— Venham, precisamos conversar com vocês. — pediu Asuma.




Sasuke se levantou devagar, por mais que não quisesse admitir ele estava desapontado com ele mesmo. Sempre achou que estava ficando cada vez mais forte, mas ver como Naruto e Minami estavam a frente o fazia questionar se estava seguindo o caminho certo ao treinar da mesma forma que seu irmão.




Ele estava ficando para trás, isso estava ficando óbvio. O Uchiha se perguntava se Naruto poderia lhe ajudar com isso, ver como havia ficado forte mesmo em sua condição atual fazia Sasuke perguntar quais métodos ele usou para treinar. Talvez ele tentasse conversar com o loiro em uma outra oportunidade.




Ele tinha seu objetivo em mente, não podia esquecer disso. Mesmo que estivesse bem ao lado de sua família ele não podia esquecer o que aconteceu e quem fez tudo aquilo, esse era seu maior objetivo: se vingar daquele que em uma única noite acabou com tudo o que ele conhecia.




— Cara você é muito forte, como isso é possível? — pergunta Kiba.




— Eu treino desde cedo, não fui presa apenas a estudos teóricos. Meus padrinhos sempre disseram que precisava colocar em prática tudo o que eu estudava. — respondeu a Namikaze.




— Sem dúvidas é a mais forte da nova geração. — comentou Kurenai.




— Não, mesmo não mostrando tudo o que sabe tenho quase certeza que Naruto está acima de mim. — respondeu Minami se sentando ao lado de Hinata.




Ela sabia que seu irmão era muito mais forte e tinha quase certeza que seus companheiros de equipe não deviam ficar muito atrás, eles eram os mais fortes daquela nova geração. Eles estavam acima de todos ali em todos os aspectos, como se tivessem sido treinados para a guerra e não para se tornar gennins.




Mesmo assim, a loira não pôde deixar de temer o que estavam fazendo com ele, a cena que ele deixou no país das ondas ainda estava viva na sua mente. Ver como ele era impiedoso a fazia questionar o que acontecia nas montanhas e porque ele era tratado como alguém superior e não como um simples aluno ou companheiro.




Minami sabia perfeitamente da condição de seu irmão, ela estava limitada ao chakra da Kyuubi enquanto Naruto poderia usá-lo sem nenhuma limitação. Ela não podia ignorar a possibilidade de aqueles que lhe salvaram estavam interessados nesse poder, infelizmente no mundo ninja qualquer gesto de bondade deve ser questionado.




Ninguém nunca havia olhado por ele, e os primeiros que olhavam faziam ela temer pela segurança de seu irmão. Nada naquele lugar era normal e a aura que a sensei dele passava a fazia ter calafrios, essa era uma das razões para ela querer ficar mais forte. Tinha que estar pronta para protegê-lo caso fosse necessário.




— Ele ficou forte? — pergunta Ino.




— Nem mesmo Minami e eu pudemos com ele durante uma sessão de treino, me pergunto o que ele poderia fazer se fosse um combate real. — respondeu Sasuke.




Hinata não pode deixar de ficar feliz com aquilo, saber que mesmo depois de aconteceu o loiro conseguiu seguir em frente fazia a Hyuuga querer chorar de alegria. Ele sempre estava lá quando ela precisou, mas ela não foi capaz de ajudá-lo no momento mais sombrio de sua vida. Ela esperava poder agradecer por tudo um dia.




Kiba ouvia tudo em silêncio, estava animado para poder enfrentar Naruto em combate. Ele queria mostrar que também ficou muito forte durante esse tempo, e saber que ele era considerado o ninja mais forte da nova geração o deixava feliz. Era bom ver quão forte seu amigo foi capaz de ir.




Shikamaru estava ouvindo tudo em silêncio, estava feliz por seu amigo. Mas ele sabia que havia algo muito errado, a forma como ele os moradores das montanhas agiam era bizarra. Eles transformaram aquela região em um país isolado e nem mesmo o Hokage poderia ir lá sem autorização. O Nara não sabia bem o que pensar, mas sabia que não era uma coisa boa.




— Tem certeza que não está exagerando? — pergunta o Sarutobi.




— Acredite, ele deve estar em um nível jounin iniciante. Seus companheiros também são um caso para observar, apesar das constantes brigas e trocas de ofensas, o trabalho em equipe deles é perfeito. — respondeu Kakashi.




O Hatake lembrava bem da cena que o loiro deixou no país das ondas, imaginar que uma criança era capaz de fazer algo tão grotesco fazia o jounin ter calafrios. Nem queria imaginar que tipo de treinamento Naruto havia feito durante seu período nas montanhas, ele até mesmo preferiu ocultar tal acontecimento de seu sensei e pediu para seus alunos fazer o mesmo.




— O exame chunnin irá acontecer em breve, será a primeira vez que tantos gennins novos receberam o aval do Hokage para participar. — explicou Kurenai.




— Minha madrinha comentou, mas ela esperava que fosse fazer apenas quando fosse mais velha. — comentou Minami.




— Geralmente sim, mas há anos não temos uma geração tao talentosa. — explicou a kunoichi.




— Será que a equipe do Naruto irá participar? — pergunta Chouji.




— Difícil dizer atualmente a equipe onze não está em Konoha. Eles foram para as montanhas e segundo o próprio Hokage não há uma data certa para voltar, mas duvido muito que ele queira ficar de fora. — respondeu Kakashi.




— Isso é estranho, eles sempre fazem isso? — pergunta Ino.




— Naruto é o protegido do senhor daquelas terras, eles o tratam como um senhor Feudal. — respondeu Minami.




— Sim, mas tenho quase certeza que eles vão participar. — diz Kakashi entregando um formulário de inscrição para casa um de seus alunos.




— Quem quiser participar terá que comparecer na academia na data e horário especificado, não se sintam pressionados a ir. — instruiu Kurenai fazendo o mesmo com seus alunos.




— Isso vai ser show, tenho certeza que Naruto vai participar. Finalmente vamos ver como ele ficou forte. — o Inuzuka estava bastante animado.




— Pensem bem antes de decidir participar, esse exame não será fácil. — avisou Asuma.




Para a Minami, aquela era a oportunidade que ela estava esperando. Aquele era mais um passo em direção a seu maior objetivo, ela finalmente poderia mostrar para seu irmão o quanto ficou forte. Ainda não sabia como, mas a loira estava decidida a fazer parte de sua vida, não importa o que precisasse fazer.




Pediria ajuda para seus padrinhos, sabia que ainda tinha muito o que evoluir e eles poderiam lhe ajudar com isso. Talvez eles soubessem como lidar com Aiko e Shiva, ela sabia que eles eram extremamente poderosos e leais a Naruto. Eles não iriam deixar a Namikaze se aproximar sem mostrar que era de confiança.


"Sei que não vai ser fácil, mas eu vou te proteger maninho. Mesmo que isso custe a minha vida." Disse a loira em seus pensamentos.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.