Renascer Da Fênix
6 Capítulo 5
Notas iniciais
O capitulo já estava pronto a um tempão, mas a preguiça de passar do rascunho para o Word era grande *_*
Bom tá ai mais um cap.
Bjinhos a todos S2
POV Damon
(N/A: a música do capítulo é I Should Go de Levi Kreis. O vídeo mostra o Damon e a Elena, mas usem a imaginação e pensem que ela é a Leah ;) )
http://www.youtube.com/watch?v=S-SYDIwWhI8
Ele suspirou novamente, se sentia entediado. Nãotinha muito o que se fazer nessa cidade chuvosa. Nem a ideia de arrumar uma companhia para o seu fim de noite o agradava.
Damon estava em Seattle a pouco mais de uma semana e ainda se perguntava o que estava fazendo ali. E a resposta era clara, estava fugindo do casalzinho perfeito: Stefan e Elena. A melação dos enamorados estava deixando Damon enjoado, por isso resolveu sair pelo mundo sem dar satisfação a ninguém. Aliás, essa era a parte boa de ser só, não tem que dar satisfação dos seus atos.
Passou por várias cidades dos EUA: Nova York, Boston, Houston, San Diego, Los Angeles, Las Vegas e São Francisco.
Agora se encontrava diante de uma janela de um quarto de hotel em Seattle onde não ficaria muito tempo. Estava com planos de seguir para Miami ainda essa semana e de lá para o México, era um belo lugar para desenferrujar o se espanhol.
Olhou para o relógio sob a cômoda 01:00 da manhã e ele sem nada para fazer. Teve a ideia de sair e dar uma volta na cidade, quem sabe de não encontrar alguma vítima indefesa da qual pudesse se alimentar, por mais que não esteja com sede.
A cidade estava calma a não ser pelos bares, clubes e restaurantes que fervilhavam de pessoas.
Parou sua Ferrari preta perto de um clube que parecia bastante animado.
Carro Damon:
http://leiloesmukirana.files.wordpress.com/2009/11/ferrari-preta.jpg
Estava tendo uma apresentação de uma banda, uma multidão pulava na frente do palco curtindo a batida da música.
Damon não deu muita atenção ao evento, queria era uma bebida e uma companhia agradável para poder conversar. Dirigiu-se diretamente ao bar do clube.
Sentou- se de frente ao balcão e pediu uma bebida, já que não tinha companhia era melhor encher a cara. Ele observava o local, as pessoas principalmente as mulheres, se alegrou ao ver que havia mulheres muito belas no recinto, principalmente uma loirinha que desfilava pelo salão servindo as pessoas.
“Hum, achei a minha vítima da noite, ela é bem da gostosinha, vai me satisfazer por hora”, pensava consigo mesmo.
- Aqui está o seu whisky senhor. – uma voz feminina lhe chamou a atenção.
Voltou seu olhar em direção à voz e se surpreendeu com o que via. Uma bela morena, de olhos castanho-escuros, cabelos pretos como a noite, lábios carnudos e provocativos com um sorriso encantador.
“Esquece a loirinha, eu quero é essa morena”, um sorriso se apossou de seus lábios.
- Senhor não, eu não tenho nem 25 anos, pode me chamar de Damon. Damon Salvatore. – estendeu a mão para cumprimentá-la. “Ah se ela soubesse que na verdade tenho idade suficiente para ser seu tataravô. 146 anos não é muita coisa quando se está no corpo de um homem de 20 e poucos anos. Admito que seja um velho, mas sou um velho conservado”.
- Tudo bem Damon Salvatore, não o chamo mais de senhor. – suas mãos eram macias e sua temperatura muito quente.
- E então, não vai me dizer o seu nome. – arqueou a sobrancelha.
- Por que diria, eu nem o conheço, e eu não sigo bem as normas da boa educação. – “nossa ela é ousada, se eu fosse ela moderaria seu modo de falar com um ser como eu”.
- Hum... ousada você hein. Eu gosto de mulheres ousadas, principalmente quando elas ousam na minha cama. – provocou com um sorriso malicioso no rosto, queria ver até onde ela retribuiria suas indiretas.
- Ah eu gosto de ser ousada, você nem imagina o quanto. – ela mordeu seus lábios fartos e se inclinou sobre o balcão praticamente esfregando o seu decote com um belo par de seios em sua face.
“Não sei o que deu em mim, mas aquele decote todo está me deixando bem animado, meu companheiro lá em baixo que o diga, minha calça já está ficando apertada. Ela é meu tipo preferido de mulher, corajosa, destemida e desinibida. Não arredo o pé dessa cidade enquanto não conhecer essa mulher até o lado avesso”.
- E o que eu teria que fazer para poder provar um pouco dessa sua ousadia?
- Hum deixe-me pensar. – ela bateu o dedo no queixo e fez cara de pensativa, ela ficava ainda mais bonita desse jeito. – Que tal uma mansão regada a muita mordomia. – perguntou com um sorrisinho no rosto.
Só isso?! Eu poderia dar-lhe muito mais do que isso, uma vida eterna quem sabe?
- Perfeito, mas eu preferiria em alguma cidade da Itália, gosto de manter a tradição da família. – brinquei. Ela gargalhou com vontade, era estranho mais até sua risada mexia comigo.
- Tá bom senhor Salvatore, enquanto o senhor não me beneficia com minha vida de luxo, eu continuo com meu trabalho, OK. –seu sorriso iluminava seu rosto.
- Não se apegue muito a ele signorina, você vai ficar nele por pouco tempo. E é a sua última chance de dizer o seu nome, hã? – dá pra acreditar que ela me negou de novo! – Não tem problema eu tenho a eternidade para descobrir e você não vai fugir de mim tão cedo.
É claro que eu tenho a eternidade para descobrir, mas eu não ia levar tanto tempo assim, só precisava me concentrar no meu poder de persuasão.
A noite já estava acabando, e ele ainda não tinha completado o seu objetivo. Se sentiu estranho ao presenciar alguns homens dando-lhe cantadas baratas e percebeu que ela se irritava, sua pele normalmente marrom-avermelhada atingia um tom mais vermelho e revirava os olhos.
Só para se divertir a suas custas ele começou a lhe fazer perguntas sem importância, e conseguiu irritá-la ainda mais, acredita que ela o mandou ‘se fuder’. Uma mulher qualquer mandou Damon Salvatore se fuder. Ele não sabia se ria ou se irritava-se com ela, nunca um mulher lhe disse tais palavras e saira ilesa d situação.
Para não fazer uma besteira, despediu-se dela e lhe prometeu que se veriam muito em breve. Pagou sua bebida e se dirigiu a saída, mas antes parou no caminha para interrogar a loirinha que vira mais cedo.
- Vem cá querida, preciso de uma informação sua. – ele se dirigiu a Taylor.
- Pois não. – quando ela olhou para ele parou de respirar e só fitava seus olhos azuis.
- Poderia me dizer o nome daquela moça ali do bar? – olhou para Leah no bar.
- Ahm... moça... – ela não conseguia formar uma frase. – a moça... se... se chama Leah Clearwater. – finalmente saiu algo útil.
Então esse era o seu nome: Leah Clearwater. Um nome diferente, mais bonito.
- Obrigada benzinho, você foi de grande ajuda. – deu um beijo no canto de sua boca e foi em direção ao carro, deixando Taylor parada no mesmo lugar com cara de paisagem.
Já em seu carro Damon arquitetava um plano para poder conhecê-la melhor, ele tinha a intuição de que Leah Clearwater era uma mulher maravilhosa.
Passado algum tempo ele continuava parado no mesmo lugar dentro do carro, até que a viu saindo do clube em direção ao seu próprio carro, ele nem pensou duas vezes, iria segui-la e descobrir onde ela morava.
O sol já despontava no horizonte e Damon seguia seu caminho com a ideia fixa de descobrir quem era essa linda mulher que se chamava Leah Clearwater.
(...)
Notas finais
Pelo menos o POV do Damon nos deu uma ideia do que ele estava fazendo em Seattle.
Será que ele vai descobrir o segredo da Leah, e a Leah o segredo dele?
Aguardem os próximos capitulos. rsrsrs
Até galera. Reviews por favor. E comentários nunca é demais kkkk
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