Notas iniciais
FELIZ DIA DOS NAMORADOS [menos para mim :( ]
Eaê galera, sou eu aqui, não morri ñ e nem abandonei a fic.
Como hj é um dia especial decidi postar para a felicidade de quem ñ tem com quem comemorar esse dia.
Nos falamos lá em baixo blz...
AHHH tem uma musiquinha lá em baixo...

Damon atendeu apreensivo, não sabia o que esperar dessa ligação.

- Alô?

- Damon, é a Leah. Eu gostaria de falar com você, será que podemos nos encontrar? – perguntou Leah do outro lado da linha.

- Leah?! Ah, claro. Pode ser, onde nos vemos? – estava ansioso por essa conversa a muito tempo.

- Na minha casa em 20 minutos?

Damon lançou um olhar no relógio de pulso e eram 09h40min da manhã, há essa hora ela geralmente estaria dormindo, mas resolveu não questionar.

- OK, em 20 minutos estarei aí, só vou tomar um banho e já vou. – não queria chegar a casa dela cheirando a bebida e mulher, muito menos amarrotado.

- Tudo bem, ate daqui a pouco.

- Até. – despediu-se. Bem tinha 20 minutos para se arrumar e tinha uma garota prostrada no seu sofá.

- Tá bom benzinho a festa acabou. – Damon juntou os pertences de Sophie lhe entregando. – Você vai sair daqui agora não se lembrando de nada do que aconteceu aqui, nunca nos vimos antes e o machucado no seu pescoço foi fruto de uma noite de sexo selvagem com um cara que você conheceu na balada, entendido? – ele usava seu poder novamente. Dito isso a conduziu até a porta, sorte dela que Damon havia feito o favor de colocar-lhe o vestido novamente.

- Adeus Sophie. – saudou Damon.

- Adeus Damon. – Sophie sorriu e seguiu até o elevador.

Sophie:

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Haviam se passado 5 minutos e ele precisava correr, não queria chegar atrasado. Tomou um banho de gato (n/a: não é como os gatos realmente que se banham com a língua, é só um modo de falar. Vai que entendam isso. Credo!!) , vestiu a primeira roupa que pegou, as chaves do carro e seguiu para a casa de Leah.

Nunca se sentira tão nervoso como agora, era como se sua sobrevivência dependesse disso, o que era uma verdade. O caminha do portão do prédio até a porta do apartamento foi angustiante.

Respirou fundo algumas vezes e tocou a campainha, era agora ou nunca.

Algumas horas antes...

POV Leah

Mesmo depois de ter se passado alguns dias desde a conversa que teve com Taylor, Leah ainda se lembrava de cada palavra. Mas coragem para fazer o que era certo estava difícil.

Não tinha uma noite em que chegasse ao trabalho e Taylor lhe perguntasse se havia conversado com Damon e a resposta sempre era a mesma: não.

Leah só deu o braço a torcer porque Taylor estava lhe dando gelo, a última coisa que disse foi que só voltaria a falar com ela quando estivesse tudo resolvido com Damon. Por mais que a idéia de ter a amiga sem lhe encher o saco, não podia ficar sem falar com ela, ela era sua única amiga, a única que a suportava, não queria perdê-la, por isso o sacrifício.

Depois de uma noite cansativa de trabalho e de Taylor a ignorando, Leah chegou em casa decidida a resolver sua situação. Apesar de tentar dormir não conseguiu pregar os olhos.

Rolou por toda a cama, levantou-se tomou um banho e preparou um café da manhã básico. Pensou em todas as desculpas possíveis para falar com Damon, mas não achou nenhuma.

Mais uma hora de contemplação até conseguir fazer a ligação. Nunca fora tão difícil fazer uma simples ligação, o coração batia tanto que faltava sair pela boca.

Prendeu a respiração e discou o tão temido numero. Tocou tanto que pensou em desligar, mas no ultimo instante ele atendeu.

- Alô? – sua voz estava apreensiva.

- Damon, é a Leah. “Não é a chapeuzinho vermelho, idiota”, pensou. – Eu gostaria de falar com você, será que podemos nos encontrar? – era tanto o nervosismo que a colher que estava em sua mão no momento começou a se entortar tamanha a força sobre ela.

- Leah?! Ah, claro. Pode ser, onde nos vemos? – “Como assim, Leah?! Será que esqueceu tão fácil assim de mim?”

- Na minha casa em 20 minutos? – propôs. Não era muito tempo, mas era o suficiente para poder se recompor emocionalmente.

- OK, em 20 minutos estarei aí, só vou tomar um banho e já vou.

- Tudo bem, até daqui a pouco.

- Até.

Ela estava tremendo, mas não era de raiva e sim de nervosismo.

- Eu não posso fraquejar, eu não posso fraquejar... – Leah ficou entoando esse mantra durante os 20 minutos de espera.

A campainha tocou, e só faltou ela ter uma taquicardia. Respirou fundo e a passos lentos seguiu até a porta.

“Vai Leah você consegue. Você já enfrentou coisa pior que isso, uma simples conversa não vai te matar”, pensou.

Abrir a porta e deparar com aquele homem com um sorriso malicioso no canto de boca, de olhar penetrante e sempre trajando preto, a fez ver o quanto sentia falta de tudo aquilo.

- Oi. – Leah sai do transe.

- Olá. – sorriu Damon.

- Entra aí. – deu espaço para ele entrar.

- Com licença. – não custava ser educado. – Então o que você queria falar comigo? – foi direto ao ponto.

- Precisamos esclarecer algumas questões entre nós! – foi objetiva.

- Concordo. Quem começa?

- Primeiro você, quero saber o que você tem de diferente dos demais.

- Não sei o que você quer dizer com isso, mas vamos lá, o que você quer saber? – perguntou.

- Vocês são venenosos? Como transformam suas vitimas? Qual a base da alimentação de vocês? Por que você não brilhar no sol? E como você pode se alimentar de comida humana? – no final teve que recuperar o fôlego depois de falar sem parar.

- Só isso, não tem mais perguntas não?! – falou sarcástico. Percebeu um olhar zangado de Leah que pela cara não estava para brincadeira.

- OK, vamos lá então. Não, não somos venenosos, se fosse venenoso você seria como eu agora depois daquelas vezes que perdíamos o controle. – Damon sorriu malicioso e Leah abaixou a cabeça constrangida.

- Qual era a segunda pergunta? Ah sim, como transformamos nossas vitimas, bem primeiro eu bebo do seu sangue e depois você bebe do meu, se por algum acaso você morrer nas próximas 24 hrs com meu sangue no seu organismo é 100% que você acordara como um vampiro, mas se não se alimentar de sangue humano você morrera e garanto que não vai querer isso, é doloroso ao extremo. Você sente suas veias queimarem a ponto de enlouquecer e desejar a própria morte.

-“Sobre minha alimentação é igual a de todo vampiro: sangue humano ou animal, como o sensível do meu irmão, e já respondendo a outra pergunta, eu me alimento de comida porque mantenho minha dieta de sangue, então nosso corpo funciona normalmente, então se eu não quiser mais a comida humana não vai fazer falta.”

Damon tomou fôlego tentando se lembrar da outra pergunta e se ajeitando no sofá, Leah que estava sentada ao lado dele o observava em silencio absorvendo cada palavra que ele dizia.

- Meu, dá onde você tirou essa idéia de que vampiros brilham no sol? Isso é muita viadagem (n/a: nada contra os gays, sou totalmente contra a homofobia. Gente, eu leio fics de Yaoi e Yuri quer coisa menos gay que isso?!), andou lendo aqueles livros daquela autora lá Stephenie não sei o que NE? Vampiros de verdade queimam ao sol.

- É Stephenie Meyer seu burr... – Leah resfolegou.

- Queimam ao sol? Mas como, você sai durante o dia. – olhou pela janela observando o pouco de sol que saia por entre as nuvens.

- Sabe esse anel que eu tenho? Então ele é um amuleto. Essa pedra Lápis Lazuli foi encantada por uma bruxa para que pudesse me proteger. Só existem três anéis que nem esse, e há muitos vampiros que querem possuir essa belezinha!

- Nossa. – exclamou Leah surpresa.

- Tem mais alguma pergunta, aproveite que estou de bom humor hoje, porque geralmente odeio que me encham de perguntas. – desafiou.

- Bem, ainda tenho algumas. Você possui tipo assim... algum dom ou melhor poder?

- Sim, alem da boa audição, velocidade, força podemos manipular a mente humana, ler mentes, nos comunicar com outros vampiros por telepatia e os mais poderosos controlam os animais podendo tomar a forma de um ou mais dependendo do seu grande poder.

- Ah, maravilha, eu preciso de outro Edward Cullen a minha volta lendo meus pensamentos. – levantou-se e foi ate a cozinha pegar um copo com água.

- Quem é Edward Cullen? – Damon perguntou meio enciumado. – levantou também.

- É o marido da minha ‘meia irmã’. – ela falou meia irmã com cara de nojo. – Ele também lê mentes e também é um vampiro.

Damon surpreendeu-se não sabia que havia mais vampiros por essa região.

- Há mais vampiros por aqui? – ficou tenso, nunca era bom ficar perto de outros da mesma espécie, há muita inimizade.

- Há sim, um clã na verdade, de oito quer dizer de oito e meio, me esqueci da monstrinha. – fez careta ao se lembrar de Renesmee.

- Como assim oito e meio? Como oito vampiros podem conviver em um só lugar? Eu e Stefan quase nos matamos. – estava indignado.

- Os Cullen são civilizados, ate demais para o meu gosto. Vivem como uma família.

- Tá legal, agora você me confundiu legal.

- Eu vou explicar, mas agora é a minha vez de os fatos e eles entram na historia.

- Beleza, agora eu vou a fora por conta do seu interrogatório. – Damon voltou todo animado para a sala.

- Olha lá o que vai perguntar, tem coisa que não tenho permissão para falar. – acomodou-se novamente no sofá.

Damon arqueou a sobrancelha.

- Não estou nem aí. O que eu perguntar você vai responder, eu respondi o que você queria saber.

- Nem todas, ainda faltou uma. – murmurou.

-Faz logo essa ultima pergunta filhinha que eu já estou ficando sem paciência.

- Calma seu ogro, é uma pergunta simples. Eu só queria saber, se você é como os vampiros que dizem nos livros, então você pode morrer com estacas, crucifixos, água benta essas coisas do tipo? – indagou Leah.

- A água benta é boa para matar a sede, o crucifixo é um belo objeto de decoração, não tem muita valia já que podemos entrar em igrejas. Agora a estaca, bem essa realmente funciona, pode nos machucar quanto nos ferir. A verbena também pode causar um belo estrago principalmente se ingerirmos.

- Interessante.

- Por que esse interesse todo em saber como nos matar, por algum acaso pensa em cometer tal ato?

- Um bom adversário tem que conhecer todos os pontos fracos do seu inimigo. – um sorriso debochado surgiu no rosto de Leah.

- E você sabe que o seu inimigo aqui pode arrancar sua cabeça em questão de segundos não é? – ele acariciou o rosto dela de forma delicada.

- O mesmo aqui. – sorriu.

Damon gargalhou profundamente.

- Eu não vou te matar, não enquanto não provar do seu sangue. – sorriu deixando cintilar seus dentes brancos.

Leah por outro lado sentiu um arrepio lhe percorrer a espinha e o corpo ficar tenso.

- Calma amor eu não vou fazer isso, só quando eu tiver a sua permissão. Bom, mas agora vamos ao que interessa, quero saber tudo sobre seu lado lobisomem.

Ela respirou fundo e lhe fitou os olhos.

- O que gostaria de saber?

- Pelo que eu entendi, você não se transforma na lua cheia, então como se transforma?

- Eu sou uma transmorfo, não uma filha da Lua, eu posso me transformar quando quiser ao contrario dos lobisomens originais que necessitam da lua cheia.

- E você poderia se transformar agora se quisesse?

- sim, mas é um pouco difícil pra mim agora, já estou a um tempo sem me transformar e quando paramos o corpo volta ao seu estado normal.

- Como assim estado normal?

- Assim como eu e os meninos do bando, quando nos tornamos lobos nosso corpo teve um aceleramento no desenvolvimento, nos fazendo chegar a idade adulta mais rápido, a partir daí, ficamos paralisados no tempo, não envelhecemos, não enquanto não controlarmos a transformação e paramos de nos transformar.

Dizer que seu corpo estava congelado lhe causava nostalgia, esse fato lhe mostrava que era impossível de realizar seu único sonho: que era ser mãe. Enquanto vivesse sobre essa maldição nunca poderia ter seu sonho realizado.

- E estar congelada no tempo te deixa triste não é! – não era bem uma pergunta e sim uma afirmação. Os poucos meses que passaram juntos Damon aprendeu decifrar cada uma das expressões de Leah.

- Quando se tem um sonho que tanto deseja realizar e depois descobre que nunca poderá realizá-lo e para deixar qualquer um triste. – suspirou.

- E qual é esse seu sonho que você tanto deseja realizar?

- Eu queria ser mãe. – desabafou com os olhos marejados.

- Oh. – Damon ao sabia o que falar sobre isso, ele mesmo nem quando era humano pensou em ter filhos, quem dirá agora que é imortal. – Não sei muito que falar sobre isso, mas, confesso que nunca pensei em filhos, mas você já pensou em adotar?

- Já, mas não seria a mesma coisa. Eu queria poder ter a sensação de poder gerar um bebê por nove meses. – choramingou.

- Você é louca só pode! Pra que estragar o corpo só por causa de uma criança? Você tem noção de como fica um grávida?! Ficam gorda, cheias de celulite, estrias, inchada, os peitos caem depois da amamentação, vomita por qualquer coisa, chora à toa e entre outras coisas que não me lembro. – se a tentativa de Damon era tirar Leah desse momento depressivo conseguiu, por que agora ela estava indignada.

- Mas você é muito machista mesmo, minha mãe teve dois filhos e continua a maior gostosa. – levou as mãos à cintura.

- Toda regra tem sua exceção. A sogrinha deve ser uma maravilha né? Porque a filha é uma delicia. – Damon percorreu o corpo de Leah com um olhar de pura cobiça, que estava uma perfeição naqueles shorts jeans apertado e na blusinha de alça.

Um tapa violento ganhou de Leah.

- Olha o respeito imbecil, está falando da minha mãe. – rosnou.

- Ai caralho, era um elogio sua louca! – resmungou esfregando o braço.

- Pega esse seu elogio e enfia no rabo!

- Quem tem rabo aqui é você sua cadela. – retrucou.

“Ele me chamou do quê?”

- O que foi que você me chamou? – a raiva já tomava conta de seu corpo.

- Ué, é isso que você é, uma cadela! — disse na maior inocência.

Leah não viu mais nada na sua frente, só voou no pescoço de Damon com a intenção de matar. Sentir suas mãos apertar aquele pescoço lhe causou uma ótima sensação.

- Nunca mais me chame de cadela, cadela é a sua mãe. Seu filho de uma mãe mal comida.

Damon ao tentar se desvencilhar de Leah que punha muita força no punho, os dois caíram no chão com ele por cima dela.

- Dá para me escutar? – ele forçou as mãos dela no chão que insistia em voltar para seu pescoço. – Eu só te chamei de cadela por causa de você ser uma loba. – explica.

- Não aceito nem meu o Seth me chamando de cadela. – esbravejou. – E sai de cima de mim.

- Não até você me prometer que não vai tentar me enforcar de novo.

- Não peça o impossível. – ela se remexia mais que minhoca em asfalto quente (Õ.o) tentando sair de baixo dele.

- Sabe, essa posição está acordando uns pontos sensíveis sabia. – sussurrou malicioso.

Eles estavam deitados no chão na posição “papis e mamis”. Damon percebeu que ela havia parado de se mexer e estava com a respiração acelerada.

Os olhares se encontraram e se perderam um no outro. “Nossa como eu senti falta desses olhos azuis”, pensou Leah. Os rostos se aproximaram e ambos aguardavam a expectativa do beijo, que veio logo em seguida.

Começou com um simples roçar de lábios e avançando para algo mais sedento. Devoravam suas bocas famintos de desejo, Damon pressionou a língua nos lábios de Leah pedindo passagem e ela acabou cedendo se entregando ao beijo de corpo e alma.

Ela percorria as mãos nas costas de Damon por dentro da camisa sentindo cada músculo, causando-lhe arrepios de prazer. Já Damon desfrutava da sensação de ter aquela mulher novamente em seus braços.

Suas mãos acariciavam seu corpo sentindo a suavidade de sua pele avermelhada. O corpo dela era perfeito.

O clima na sala estava esquentando, tanto Damon quanto Leah já estavam sem a parte de cima de suas roupas. Ela percorria cada gominho daquele abdômen definido com as pontas dos dedos, fascinada com a beleza de seu corpo. Ele beijava seu pescoço depois o colo maravilhado com a forma de seus seios fartos cobertos por um sutiã delicado de renda branca, a tentação de rasgar essa simples peça era muita, mas se conteve.

- AI caralho! – Damon gritou.

- Que foi? – perguntou Leah.

- O que foi digo eu. Por que me mordeu? – passou a mão no pescoço vendo se havia machucado.

- Ahh, o vampirinho não agüenta uma mordidinha de nada? – perguntou debochada.

- Mordidinha de nada é o cacete. Você quase me arrancou um pedaço.

- É que você é muito gostoso, eu queria provar um pouco de você.

- Ah é, e o que achou? – prensou mais seu corpo ao chão.

- Uma delicia. – passou a língua nos lábios de forma provocativa.

Damon devorou seus lábios em um beijo selvagem arrancado um suspiro de Leah. Agora foi a vez dele de morder. Ele mordeu seu lábio inferior causando um pequeno corte proporcionando que algumas gotas de sangue escorressem.

Ele pode sentir o gosto do sangue em sua língua, quando a passou sobre o corte seu corpo ficou em êxtase. Era o melhor sabor que já havia provado. Seu sabor podia ser comparado ao mais raro vinho, ora doce, ora suave mais ao mesmo tempo intenso. Damon se afastou o mais rápido possível de seu corpo, ou ia acabar fazendo besteira.

- Aconteceu alguma coisa? – perguntou Leah apoiada nos cotovelos.

Damon estava encostado a porta com uma expressão estranha.

- Seu sangue é o problema, ele é o melhor que eu já provei. Se eu não me controlar vou acabar fazendo besteira, eu não quero fazer isso com você. – suspirou.

- Hum, entendo. – ela levantou e vestiu novamente sua blusa.

- Mudando de assunto, vai trabalhar amanhã? – sondou.

- Não, na véspera de Ação de Graças a Lucy não abre o clube, só semana que vem, mas por que a pergunta?

- Amanhã às 09:00 da noite eu quero você pronta para irmos jantar fora em um lugar especial. – sorriu. Damon estava com uma idéia passando pela cabeça, já que no dia seguinte era véspera de Ação de Graças era uma ótima maneira de comemorar.

- Jantar. Lugar especial. E por que cargas d’água eu sairia com você?- desafiou.

- Porque você quer isso tanto quanto eu. E eu já vou indo porque tenho muito o que resolver. – vestiu a camisa, mas antes de partir tratou de se despedir de Leah roubando um beijo selvagem dela.

- Boa noite amor. Esteja pronta para amanhã, OK. – disse e saiu apressado.

Leah ficou parada no meio da sala com o coração acelerado e não entendendo nada do que se passou ali.

(...)

Notas finais
♫ "Eu nunca amei alguém como eu te amei
Por isso não consigo te esquecer
Esqueça aquilo tudo que eu falei
Mas guarde na lembrança que eu te amo.
Há coisas que o tempo não desfaz
Há coisas que a vida pede mais
Se ainda estou tentando me afastar
Meu coração só pensa em voltar.
Sorrisos e palavras são tão fáceis
Escondem a saudade que ficou
Mas acho que cansei dos meus disfarces
Quem olha nos meus olhos
Vê que nada terminou.
Amor, por tudo isso que hoje eu sei
Não posso nem pensar em te perder
Queria te encontrar pra te dizer
Que eu nunca amei alguém como eu te amei".♫♫♥♥♥
Como diz a menina lá do Carrossel que eu esqueci o nome agora: Isso é tão romântico♥♥♥.
Mas voltando ao que interessa, eu sei que fiquei mais de uma semana sem postar, mas foi por causa da porcaria desse capitulo que eu ñ conseguia terminar.
Não esperem o próximo tão cedo, porque eu nem comecei ainda e já vi que vai se outro trabalho tentar fazê-lo.
E esse capitulo merece reviews maravilhosos devido o tamanho e das duas horas e meia na frente do PC digitando isso.
Bom, my lady's já vou indo. XD
PS: Quero muitos reviews hein, senão só mês que vem ~ameacei~
Bjus ♥♥♥