Notas iniciais
Hey directiners do meu Brasil, ou qualquer lugar desse mundão de Meu Deus.
Um olá para aquelas q não são directiners.
Tô muito viciada nessa banda esses dias, culpa de uma amiga do Face.
Mais esse cap. é dedicado as Little Blackstars (fã da Avril Lavigne).
Se eu for listar aqui todos os meus ídolos, a lista vai ser grande.
Então vamos ler, que é o que interessa.
PS: leiam com um copo de água gelada, ou um ventilador do lado hihihi.

(Girlfriend – Avril Lavigne: http://www.youtube.com/watch?v=Bg59q4puhmg)

Damon foi o primeiro a acordar naquele dia, o perfume de rosas ainda pairava pelo ar. Levantou-se devagar, não queria acordar Leah que dormia num sono tranquilo, seu corpo curvilíneo coberto somente com um lençol.

Enquanto descia as escadas só de cueca, Damon recordava a noite maravilhava que teve com Leah. Se lhe disse-se que encontraria uma mulher que correspondesse seus sentimentos, mesmo com todos os seus defeitos e seu passado negro, ele não acreditaria, poderia até gargalhar na cara da pessoa.

Se jogou no sofá pensando na vida que queria ter ao lado de Leah, mas algo vibrou embaixo de si. Estava deitado sobre a bolsa de Leah, com toda a cara de pau, abriu a bolsa e atendeu ao celular sem nem ao ler o nome no visor.

- Alô, telefone da Sra. Salvatore, Damon Salvatore falando. – sua voz saiu rouca por causa do sono.

- Sra. Salvatore?! Não acredito que aquela ingrata se casou e não me falou nada. – a voz de uma mulher esbravejou do outro lado da linha, deixando Damon confuso, quem seria essa mulher?!

- Desculpe-me a inconveniência madame, mas com quem estou falando? – perguntou.

- Sue Clearwater, também conhecida como mãe dessa ingrata.

Damon escutou alguém gritar e um falatório ao fundo. Então aquela mulher era a mãe de Leah. Belo modo de se conhecer a sogrinha hein Damon?! Pensou sarcástico.

- Silêncio aí por favor?! – a mulher gritou. – então rapaz, como me explica essa situação? Nem se dignou a conhecer a família da sua noiva.

Tem razão da Leah ser brava desse jeito, olha só a mãe dela, ela tem um tom autoritário que chega a dar medo.

- Acho que começamos mal senhora. Vamos fazer isso direito. Meu nome é Damon Salvatore, mas pode me chamar somente de Damon. É um prazer falar com a senhora. – foi firme em sua entonação, não era de gaguejar diante uma mulher.

- Prazer em conhecê-lo Damon, mas me responda uma coisa, quando você e minha filha se casaram?- Êpa calma aí, mal a peço em namoro e já querem me casar com ela, devagar aí que o santo é de barro.

- Lamento desiludi-la senhora, mas não nos casamos. Disse aquilo por brincadeira, não queria chateá-la a esse ponto. Sua filha mal aceitou namorar comigo, que dirá se casar. Desculpe-me se causei algum transtorno. – é melhor eu ser educado e agir como um bom moço, anos de convivência com Stefan valerá para alguma coisa.

- Ah não tem nada não meu filho, tá desculpado. Eu é que sou uma exagerada, a ideia da Leah casada me pegou de surpresa. – É mais fácil enrolar a mãe do que a filha, porque não pode haver um meio termo?!

- Namorado?! – parece que a ideia de Leah ter um namorado é chocante para os conhecidos dela. Ah, mas eu vou adorar conhecer esse povinho (risada maléfica).

- Me diga Damon, quando irei conhecê-lo, você me parece um bom rapaz. – eu sei ser convincente quando quero, mas de uma década de aprimoramento.

Talvez em alguns meses, isso se a Leah não me chutar até lá. – que eu espero que não seja tão cedo.

- Oh, então nos vemos em breve, será um prazer recebê-lo em minha casa.

- Tá falando com quem no MEU telefone?! – a voz de Leah me pegou desprevenido, não havia a escutado descendo as escadas.

- Com a sua mãe. – respondi com um sorriso cínico nos lábios. Vi que ela ficou pálida e arregalou os olhos.

- O QUÊ?! Me dá esse telefone agora Damon. – ela me olhava de forma ameaçadora.

- Bem senhora, nossa conversa agradável vai ter que ficar para outra oportunidade, sua filha acordou de mal – humor. Repito que foi um prazer conhecê-la. – ver Leah ali, parada na minha frente só com a minha camisa estava me desconcentrando.

- Tudo bem querido, ela sempre acorda assim, acostume-se. E o prazer foi meu de conversar com um rapaz tão educado, não se vê isso hoje em dia. –claro que não, minha educação veio do século XIX, tínhamos professores de etiqueta naquela época.

- Claro senhora, agora deixe-me passara para Leah, que está me olhando feio. – Leah estava com as mãos na cintura e batendo o pé.

- Está aqui seu telefone, amor. – parou na sua frente lhe entregando o celular.

- Nunca atenda o meu telefone ouviu, nunca. – grunhiu.

- Tudo bem, vou preparar o nosso café da manhã. – lhe deu um selinho e foi em direção da cozinha.

- Idiota! – exclamou.

- Eu também te amo. – gargalhou do outro cômodo.

POV Leah

Acordei com uma sensação maravilhosa, como eu não me sentia há muito tempo. Me remexi na cama e notei que ela estava vazia, onde estaria o Damon?! Como ele não estava em nenhuma parte do andar de cima, resolvi procurar no andar de baixo, vesti somente sua camisa para cobrir meu corpo nu e desci as escadas.

Ele estava jogado no sofá de modo desleixado, falando ao telefone. a visão de seu corpo másculo coberto somente por uma reles cueca me deixou acesa.

Estava tão distraído que não me viu chegando.

-... isso se a Leah não me chutar até lá. – O que tem eu?! Pude ouvir a voz de uma mulher do outro lado da linha. Ontem estava se declarando pra mim, me pedindo em namoro, e mal amanhece o dia e já está no telefone com outra.

Espera aí, esse telefone não me é estranho. Ah, safado, ainda por cima usa o MEU telefone?!

- Tá falando com quem no MEU telefone? – grunhi.

Com um sorriso cínico ele me olhou e respondeu.

- Com a sua mãe. – nessa última parte eu gelei, o que será que ele está falando pra minha mãe? E por quê ele está falando com a minha mãe?!

- O QUÊ?! Me dá esse telefone agora, Damon. – ai dele se falou algo que não devia.

Ele e Sue ficaram mais um pouco debochando de mim, depois passou pra mim.

- Está aqui seu telefone, amor.

- Nunca atenda meu telefone ouviu, nunca. – eu odeio que mexam no meu telefone, o último apanhou feio ~ leia-se Seth ~.

- Tudo bem, vou preparar nosso café da manhã. – me deu um selinho e saiu.

- Idiota! – resmunguei.

- Eu também te amo. – pude ouvi-lo do outro cômodo. Com o coração aos saltos por ouvir essas palavras me joguei no sofá pra atender minha mãe.

- Oi mãe.

(...)

Depois de ficar alguns minutos ao telefone com Sue, a ouvindo tecer elogios melosos para o Damon, me fazer prometer que vou levá-lo em casa e ter o despautério de dizer que TODOS sentiam a minha falta, eu debochei na hora, os únicos que eu sinto falta são minha mãe, do Seth, do Billy e do Charlie, apesar de não suportar aquela sonsa da Bella, o Charlie é legal. Ele me trata como uma filha, e eu sinto falta de um pai. Enfim depois de muita enrolação desliguei.

O cheiro de café fresco que vinha da cozinha era tentador.

Entrar em uma cozinha e encontrar um homem gostoso só de cueca cantarolando uma música qualquer, enquanto mexe nas panelas, é uma visão que toda mulher gostaria de ver quando acorda. Não concordam?!

- Não sei o que eu como primeiro: o café da manhã ou o chef. – quando se trata de homem possuo uma mente poluída e a boca suja.

- Se eu fosse você escolheria o chef. É a especialidade da casa. – desligou o fogo e se aproximou de mim, mordendo meu lábio inferior.

- Realmente parece muito bom. – passei a ponta da língua em seus lábios, ele entreabriu os lábios.

Grudou nossos corpos e aprofundou o beijo. Sua mão penetrou a camisa alisando meu corpo, por onde sua mão passava meu corpo queimava.

Toda vez que ele apertava meu seio, eu ia a loucura, ficava toda molhada. Um gemido escapou da minha boca sem querer, mas parece que ele gostou dessa minha reação.

Me jogou sobre a mesa e abriu a camisa, arrancando os botões que voaram para todo lado, eu estava completamente exposta sobre a mesa, analisando meu corpo com luxuria, seus olhos estavam vermelhos de desejo. O fogo dentro de mim clamava por ele o mais rápido possível.

Tomei iniciativa e retirei sua boxer, me deparando com a sétima maravilha do mundo, fazendo minha lubrificação escorrer pela minha intimidade.

Aquele membro grande e grosso me chamava pra ele. Não resisti e o peguei com vontade, o movimentando calmamente sentindo toda a extensão na minha mão.

Escutei a respiração de Damon ficar ofegante e soltar pequenos gemidos. Depois de uns minutos o estimulando, troquei a mão pela boca, estava morrendo de curiosidade de sentir o gosto dele na minha boca. Coube só a metade.

Passava a língua por toda a extensão, lambia a glande e voltava a chupar, a parte que não coube na boca eu estimulava com as mãos.

Damon entrelaçou os dedos no meu cabelo e me guiou no ritmo, seu corpo logo seu sinal de que estava quase gozando. Ele me puxou pelos ombros e fitou meus olhos.

- Ainda não, amor. Eu quero gozar dentro de você, junto com você. – sussurrou e mordiscou meu pescoço. Senti sua mão deslizando pela minha cintura e penetrar por meio as minhas pernas e introduzir um dedo na minha entrada. – Hum, já está toda molhada pra mim, né safada. – ele retirou o dedo de mim e o levou a boca sugando meu mel, não sei quais partes me deixaram mais excitada: ele lambendo o dedo ou me chamando de safada.

Nunca me chamaram desse tipo de coisa na hora do sexo.

Minha parte selvagem falou mais alto e ataquei seus lábios num beijo urgente, prendendo minhas pernas em sua cintura, roçando nossas intimidades.

Nos deitou sobre a mesa, e distribuiu vários beijos pelo meu corpo, até chegar a parte que eu o mais desejava.

Um espasmo percorreu meu corpo ao sentir sua língua quente percorrer toda a minha entrada e brincar com meu clitóris. Sua língua me tomava, já podia sentir o orgasmo se aproximando.

Soltei um grito quando ele me penetrou com dois dedos e começou a estocar fundo enquanto ainda me chupava.

- Hum, isso... vai, continua. – eu gemia feito louca me contorcendo sobre a mesa. Quando ele estocou mais forte, eu não aguentei e gozei na sua boca.

Provei do meu gosto quando ele me beijou.

- Não pense que acabamos por aqui. Isso ainda vai levar muito tempo, estou apenas começando. – sussurrou roçando os lábios nos meus.

Tentava controlar minha respiração, mas ele nem me deu tempo de me acalmar e começou a me penetrar devagar, me torturando com sua lentidão.

- Mais rápido merda. – trinquei os dentes, não estava conseguindo nem falar direito.

- Olha pra mim. – sua voz tinha um tom de comando. Abri os olhos que nem tinha percebido que tinha fechado, olhar para ele só me fez gemer mais. – Eu quero você olhando pra mim, entendeu? Se fechar os olhos eu paro. Dessa vez eu vou mostrar quem manda aqui.

Ele entrava e saia lentamente de mim, aumentando o meu prazer. Alternava o ritmo das estocadas, meu corpo vibrava e pedia por mais.

- Você é muito gostosa Leah, me deixa cheio de tesão. – me deu um chupão no pescoço que eu tinha certeza que ficaria roxo no outro dia.

Damon sabia dar prazer a uma mulher, sabia onde tocar e o que fazer para deixá-las excitadas. Descobrir meu ponto fraco não foi difícil para ele. Eu simplesmente me entregava quando tocavam meus seios, eu pirava quando um homem dava mais atenção a eles.

E ter ele mordiscando meu seio e me penetrando é demais até pra mim. Senti as paredes da minha intimidade se contraindo, me indicando que estava perto do clímax.

- Da... mon, eu não vou aguentar muito tempo. – não sei se eu disse ou gemi as palavras.

- Eu também não. – veio me beijar aumentando o ritmo do vai e vem, indo bem fundo me fazendo arquear o corpo.

- Hummm eu vou... – fechei os olhos sentindo aquela sensação maravilhosa me consumindo.

- Goza comigo vai. – não foi preciso muito tempo para gozarmos juntos, senti seu liquido quente se misturar ao meu.

Seu corpo desabou sobre o meu, ele estava ofegante e suado, eu não estava muito atrás, meu coração batia mais rápido do que o normal.

- Não acredito que transamos na mesa da cozinha. — ri.

- Então pode acreditar, por que foi verdade, e essa não vai ser a única vez. – me beijou carinhosamente.

- Eu preciso de um banho. –suspirei, era bom ter o cheiro dele em mim, mas ficar suada não dá né?!

- Deixa que eu te levo então, também preciso de um banho. – me levou no colo até o banheiro.

Depois de tomarmos banho, o que não foi bem um banho, mais nos agarramos do que nos banhamos, descemos para tomar nosso café, estava mais para almoço, mas tudo bem. É claro que limpamos a mesa.

- Que horas são? – quando estou com Damon meio que perco a noção do tempo.

- Quase duas da tarde. Por quê?

- Puta merda, eu vou me atrasar, cadê meu vestido Damon? – eu rodava a sala feito barata tonta, tinha me esquecido de um compromisso que tinha hoje.

- Posso saber o motivo do desespero? – me entregou o vestido meio em dúvida.

- Eu tenho umas coisas para fazer hoje, ainda tenho que passar em casa para trocar de roupa. Dá pra descolar uma carona? – nunca vesti uma roupa tão rápido.

- Claro. – murmurou.

- E você vai assim, só de toalha? – ele não vestiu roupa depois do banho, ficou desfilando só de toalha pela casa.

- Não seria de todo mal, mas como não quero despertar sua fúria, vou me trocar. – subiu correndo e voltou completamente vestido.

- Você é rápido.

- Pra umas coisas eu sou rápido, mas pra outras gosto de ser bem lento. –mordeu o lóbulo da minha orelha.

- Não começa Damon, vamos logo. –sai apressada dali, é uma tentação muito grande ficar em um cômodo fechado com o Damon dentro.

- Posso saber o que você tem de tão importante para fazer hoje, que não pode aproveitar o resto do dia comigo? – já estávamos chegando à garagem quando ele quebrou o silencio.

- Você vai descobrir amanhã, mas eu acho que você vai gostar. – e se ele não gostar o problema é dele.

- Não vamos nos ver mais hoje?

- Provavelmente não, posso demorar um pouco.

- Eu não gosto muito de surpresas.

- Tô nem aí. Tchau, até amanhã. – paramos na porta do meu prédio.

— Não posso nem subir. – fez cara de menor abandonado.

- Não. – me lembrei de uma coisa antes de fechar a porta do carro. – Ah, e nem pense em me seguir, ouviu, ou vai sentir muita dor.

- Eu nem pensei nisso. — respondeu cínico.

- Aham sei, quem não te conhece que te compre.

Subi correndo para o me andar, troquei de roupa, optei por uma mais básica, passei a mão na bolsa e na chave do carro e sai em disparada.

Não vi o carro dele pelo caminho, o que era um bom sinal. Cheguei no meu destino em cima da hora, mas pelo menos eu cheguei.

- Desculpa o atraso Peter. – joguei a bolsa numa cadeira qualquer.

- Sem problema, o dia hoje está tranquilo. Então vamos começar, o processo é demorado.

- Claro, vamos lá. – me deitei na maca e me preparei para a tortura.

Quatro horas depois sai de lá satisfeita com o serviço. O tempo estava muito feio, um temporal estava por vir.

Fui pegar meu carro perto de um beco, mas um barulho me chamou a atenção. Não tinha ninguém na rua, estava praticamente deserta poucos carros passavam por ali, mas aquele barulho era muito familiar.

Me aproximei devagar de um canto escuro do beco. O que eu vi ali me deixou muito surpresa e chocada. Só podia ser fruto da minha imaginação doentia.

(...)

Notas finais
Eaí gostaram?!
Se teve algum erro ortográfico me desculpem digitei depressa, tá armando o maior pé d'água aqui.
Olha, não sei se essa parte da pegação ficou boa, fiz o q pude, não sou boa nesse tipo de coisa, é só na imaginação mesmo, rsrsrs.
Agora vou responder a alguns reviews, até mais.
Deixem reviews pra mim, hein?!
Boa noite e sonhem com o gostoso do Damon ♥