Relatórios Descritivos de CoD: Modern Warfare
6 Ato 2, Parte 2
Notas iniciais
Os relatos do Sargento John MacTavish, também conhecido como Soap, seguem:
Heat
Dia 4, 09:40:28
Norte de Azerbaijão
Vigésimo Segundo Regimento da SAS
Equipado com uma metralhadora pesada M249 SAW e um M21
Quando Cpt. Price deu um tiro na testa de Al-Asad, senti, por alguns segundos, que poderíamos descansar. Mas eu estava enganado, novamente. Isso não costumava acontecer tanto. Oito horas após a morte deles, identificamos as consequências. Aviões se aproximavam de nossa posição, e tínhamos que nos defender. Durante essas horas que tivemos, além de descansar, plantamos cargas explosivas em duas linhas estratégicas de subida, e os esperamos perto. E assim que a primeira força de ultranacionalistas chegaram, acionamo-as, os mandando para os ares. Conforme vinham mais, os matávamos, escondidos pelos arredores da fazenda. Até surpreendentemente que eles fizeram algo inteligente, cobriram-se com cortinas de fumaça e usaram argamassas por trás delas. Cpt. Price percebeu antes, e conseguímos recuar. Ele também ordenou-me que cuidasse do flanco esquerdo com uma minigun que lá havia, o que eu fiz, matando grande parte dos terroristas. Porém, a situação piorou quando vários helicópteros se aproximaram do local. Avise-os que deveriam segurar o avanço pelo chão, pois eu estaria ocupado cuidando dos helicópteros. Consegui derrubar alguns deles, mas os outros fugiram. Depois de um tempo, larguei a minigun e corri para onde os outros detonadores estavam. Ouvi soldados aliados morrendo pelo rádio, e já não éramos muitos. Detonei o resto das cargas, atrasando o avanço deles. Mas iria piorar. Gaz avistou tanques de guerra subindo para nossa posição. Novamente fomos obrigados a recuar, E como sugerido, peguei o lança-foguetes Javelin, e com sua mira automática, acabei com os tanques que também se aproximavam. Larguei o Javelin e peguei uma metralhadora do chão. Neste momento nem me lembrava mais o que era, tamanha adrenalina. Logo que chegamos ao topo da fazenda, onde era o ponto de extração, o helicóptero faz contato, dizendo que detectou lança-mísseis inimigos perto, por isso teriam que mudar o ponto de extração para abaixo. Eu devia estar puto, mas na hora nem me importei tanto. Acho que direcionei a raiva contra os ultranacionalistas, e descemos novamente. Por sorte, o suporte aéreo chegou, o que facilitou nossa descida. Não depois de muito, conseguimos chegar ao novo ponto de extração, e decolar. Pensei que não iríamos voltar dessa vez.
The Sins of the Father
Dia 5, 06:34:26
Sul da Rússia
Vigésimo Segundo Regimento da SAS
Equipado com um bolt-action rifle sniper M700 e uma M1911
Más notícias: Não sabíamos onde encontrar Zakhaev. Boas Notícias: Tínhamos um plano. Quase dois dias depois da bomba nuclear explodir, os americanos nos contataram. Eles queriam vingança, e apesar de gostarmos de afirmar que Al-Asad estava morto, tivemos também que informar que ele não era o ‘cabeça’ da operação, mas sim Zakhaev. O SSgt. Griggs, da USMC, propôs uma aliança com a SAS para pegarmos Zakhaev, o que topamos, claro. Ao plano: Viktor Zakhaev, o filho de Imran Zakhaev, poderia nos levar ao pai. O lealista e aliado, Kamarov, conseguiu sua localização, e iríamos encontrá-lo. Estávamos em um grupo maior do que o de costume. Além do Cpt. Price, Gaz, e alguns soldados da SAS, éramos também acompanhados por lealistas russos, Kamarov e alguns fuzileiros da USMC, liderados pelo SSgt. Griggs. Fiquei para trás um momento, para eliminar alguns terroristas que faziam vigia ao topo de torres, com meu rifle. Logo após isso, o resto avançou, entrando em contato com os ultranacionalistas. Fiquei mais atrás, dando suporte de sniper, mas logo tive que avançar. Peguei uma metralhadora MP5, de um dos corpos no chão, e ajudei a limpar a área. Nos reagrupamos e ouvimos Cpt. Price, que ordenou que trocássemos de roupas com os inimigos para não levantarmos suspeitas. Duas horas depois, com tudo preparado, esperávamos Viktor Zakhaev. Nos havíamos espalhado por tudo, escondidos, com apenas alguns soldados pelo chão, para não levantar suspeitas. Eu estava com SSgt. Griggs, em cima de uma torre de vigia. Um bom soldado, gostei de sua companhia. Gaz estava irreconhecível com aquela roupa, no chão, e não localizava Cpt. Price, apenas o escutava pelo rádio. Caminhões chegaram, e pararam perto da estrada. Alguns lealistas os distraiam, enquanto localizávamos se o filho de Zakhaev estava lá. Assim que a identidade foi confirmada, recebemos ordens de elimínar os outros, mas não Viktor, o queríamos vivo. Apesar do ataque surpresa, eles estavam preparados, pois logo reforços chegaram, e conseguiram derrubar a torre que eu e Griggs estávamos. Quando percebi, estava no chão, meio tonto, e vi Viktor Zakhaev correr por cima das arvores. Sob as ordens do Cpt. Price, eu e SSgt. Griggs seguímos na direção que ele foi, enquanto cuidavam dos reforços inimigos. Um helicóptero aliado nos dava sua localização, enquanto corríamos atrás dele, e matávamos ultranacionalistas que apareciam para o defender. Logo Price, Gaz e Kamarov chegam para nos ajudar, mas novamente ficam para trás quando eu, e Griggs, agora com Gaz, o seguímos de novo. O helicóptero aliado nos passava todas as informações sobre os terroristas conforme avançávamos, então nunca eramos surpreendidos. Quando entramos nas casas usadas como refúgio, não resisti a tentação de pegar uma escopeta W1200 para auxiliar em combate a curta distância. Finalmente chegamos na cobertura do prédio, onde só restava Viktor. A missão estava completa, só precisaríamos pegar ele e arrancar a localização do pai, mas Viktor Zakhaev complicou as coisas para nós. O cara se matou. Estava cercado, então botou a pistola contra seu queixo e explodiu seus miolos. Acabou de acontecer, e aqui estou, olhando para o corpo do filho de Zakhaev. Tinha sangue e miolos por todos os lados, principalmente em seu rosto e fino bigode. [Escutam-se hélices, depois a voz de Gaz] Mas que merda, era nossa única pista, senhor. [Cpt. Price o responde] Esqueça, eu conheço Zakhaev. Ele não vai deixar barato. Vamos embora.
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