Relatórios Descritivos de CoD: Modern Warfare
5 Ato 2, Parte 1
Notas iniciais
Ato 2
Os relatos do Sargento John MacTavish, também conhecido como Soap, seguem:
Safehouse
Dia 4, 2:00:34
Norte de Azerbaijão
Vigésimo Segundo Regimento da SAS
Equipado com uma M4A1 e uma escopeta M1014
Mais uma prova que esses terroristas não estavam ali para brincadeira. Eles explodiram a porra de uma bomba nuclear no meio da cidade! Mas, como Nikolai informou, Al-Asad era um covarde, nunca se sacrificaria. Ele também nos mandou a localização de uma casa segura que Al-Asad havia usado no passado, e presumivelmente estaria usando agora. Nos encontramos com um russo lealista, nosso aliado, que informou nossa proximidade com a casa segura de Al-Asad. Ele estava sendo protegido por inúmeros ultranacionalistas, como o esperado. Só precisaríamos entrar na pequena cidade e localizar a casa. Entramos na cidade silenciosamente, mas não pretendíamos ficar por muito tempo. Logo entramos em contato com os ultranacionalistas, que já esperavam ser atacados. Ainda bem que tinha minha M1014, era muito útil à curta distância. Até que nos cercaram, e requisitamos suporte aéreo novamente. Com suporte, os ultranacionalistas não tinham chance. Vasculhamos casa por casa, limpando por onde passávamos. Também ajudei dando direções pro suporte aéreo, quando necessitávamos. Dentro de uma casa, logo que entrei, fui atacado por um cão de caça, mas consegui me livrar dele com minha faca, e terminei de limpar o lugar. Matamos os ultranacionalistas de mais algumas casas, sempre subindo pela cidade, que era íngreme. Nenhuma tinha sinal de Al-Asad, mas conforme subíamos, parecia que apareciam mais inimigos, o que indicava que ele estava mesmo ali. Tivemos dificuldade no começo, mas com boa organização e ajuda do suporte, limpamos todas. Chegamos, finalmente, em uma parte mais rural da cidade, mais afastada, tipo uma fazenda. Após limparmos por fora, Cpt. Price nos lembrou que queríamos ele vivo, então, ele entrou a frente no galpão de uma das casas, e lá estava ele, Khaled Al-Asad. Price facilmente o derrubou, então, eu e Gaz o amarramos a uma cadeira. Tinha vontade de enfiar uma bala no crânio dele, mas aqui estou, pronto para assistir sua interrogação, deixarei tudo com Cpt. Price. [Escuta-se a voz do Cpt. Price] Por que fez isso? Onde conseguiu a bomba? [Socos também eram escutados, junto com os gemidos de dor de Al-Asad, e algumas frases em árabe] Quem então? Dê-me um nome! [Mais socos] Eu quero seu nome! [De repente um celular começa a tocar, depois é escutada a voz de Gaz] Senhor, é o celular dele. [Apenas alguns ruídos baixos são escutados por alguns momentos, depois um tiro.] Khaled Al-Asad está morto. [Gaz pergunta:] Quem era no celular, senhor? [Price responde:] Zakhaev. Imran Zakhaev.
O Capitão John Price relata:
All Ghillied Up
1996
Prypiat, Ucrânia
Vigésimo Segundo Regimento da SAS
Equipado com um rifle sniper M21 com silenciador e uma USP .45
15 anos atrás, eu era apenas um Tenente fazendo ‘trabalho sujo’. Chernobyl foi o natal para os caras maus, como esse, Imran Zakhaev. Como muitos outros, ele queria pôr as mãos em material nuclear, mesmo após décadas do desastre. Nós não poderíamos deixar isso, era a primeira vez que nosso governo autorizava um assassinato desde a Segunda Grande Guerra. Eu estava sob o comando do Cpt. MacMillan, lembro-me como se fosse ontem. Picos de radiação por todos os lados daquela cidade, em alguns lugares era difícil respirar. Era uma missão totalmente furtiva, tínhamos que entrar sem sermos vistos, matá-lo, e fugir antes que nos descobrissem. O começo foi simples. Estávamos com roupas camufladas, e seguindo as ordens do Cpt. MacMillan, fui matando as patrulhas inimigas de longe, com a sniper, e avançando pela cidade deserta. MacMillan era um gênio. Ele sabia, melhor que eu, quando eliminar os inimigos ou quando deixá-los passar. Até matá-los com a faca parecia fácil para o Cpt. MacMillan. Conseguimos evitar patrulhas, postos de vigia, helicópteros. Até nos escondemos na grama, quando o número de soldados inimigos era muito alto. Foi cada vez mais difícil nos escondermos, a medida que chegávamos perto do alvo. Após muita tensão nos escondemos, conseguimos chegar no hotel, logo após passarmos por um prédio deserto. Procuramos no hotel pelo lugar onde a vista fosse perfeita, e só precisaríamos arrumar o rifle sniper imóvel Barrett .50cal esperar Zakhaev aparecer para a sua compra...
One Shot, One Kill
1996
Prypiat, Ucrânia
Vigésimo Segundo Regimento da SAS
Equipado com um M21 com silenciador e uma USP .45
Esperamos pacientemente por três dias naquele hotel, mas finalmente chegou a hora. Imran Zakhaev, um dos terroristas mais procurados, ia completar a negociação pessoalmente. Tive uma foto dele ali pelos três dias. Nunca mais esqueceria esse rosto. E então ele chegou. Eu era melhor atirador que o Cpt. MacMillan, então eu fiquei responsável por dar o tiro, enquanto ele me dava todas as instruções necessárias. Zakhaev negociava, mas em um momento parecia discordar com seu negociador. Esperei pela ordem de MacMillan, e atirei. Arranquei o braço dele, sangue se espalhou por todos os lados e ele caiu. Repetindo as palavras de MacMillan: “Você arrancou o braço dele, trauma e perda de sangue vão cuidar do resto” Minha visão de seu corpo estava bloqueada, mas eu vi o alvo cair. Logo que dei o tiro, os ultranacionalistas nos localizaram, o que não era uma grande surpresa. Derrubei um helicóptero para nos dar tempo de fugir dali. Como imaginávamos que isso poderia acontecer, preparamos cordas para descer de rapel do hotel, e foi o que fizemos. Enquanto corríamos, escutei Cpt. MacMillan fazer contato com a base, requisitando imediado transporte. Nós dirigíamos ao ponto de extração, quando percebemos uma grande quantidade de ultranacionalistas vindo em nossa direção. Ainda estava com meu sniper, então fiquei atrtás de um carro quebrado e matei o maximo deles que pude. Até que tive que usar minha USP quando começaram a se aproximar demais. Estávamos conseguindo, mas só tinhamos vinte minutos até o transporte chegar. Para piorar a situação, escutei um barulho de helicóptero, vindo da direção onde Zakhaev fizera a negociação. Segui o que o Cpt. MacMillan disse, e fugimos pelo outro lado, usando um atalho. Corremos mais, com os ultranacionalistas atrás de nós, mas não paramos, apenas trocamos fogo com eles algumas vezes. Escapamos para dentro de um prédio, e pulamos a janela dele e de mais um outro.Eles chegaram pela frente, mas com a ajuda de explosivos e do pensamento rapido de MacMillan, conseguimos liquidá-los. Saímos do segundo prédio, ainda eliminando o quantos terroristas conseguíamos. Até que um helicóptero nos encontrou, e estava com uma mira boa em nós. Eu me ajoelhei, mirei com meu M21, e matei o piloto. Mas a nave ficou caindo descontrolada em nossa direção, Cpt. MacMillan ordenou-me que corresse, e o helicóptero não me atingiu. Mas ouvi um grito. O avião quase o atingiu no rosto, por muito pouco, mas acertou sua perna, que ele dizia parecer estar quebrada. Tive que carregá-lo pelo resto do caminho. Peguei-o no colo, e segui andando. Assim que avistava inimigos, ele os eliminava com seu rifle sniper, e dava cobertura quando tinham muitos ultranacionalistas, e eu o deixava no chão para retornar fogo, e o erguia novamente. Entrei em uma casa, com um helicóptero largando mais inimigos lá. Peguei a Ak-47 de um soldado lá, o que facilitaria a fuga, segurei MacMillan novamente e sai da casa. Conseguimos chegar no ponto de extração, que ficava em um antigo parque de diversões. Mas, assim que déssemos o sinal pro helicóptero se apoximar, os ultranacionalistas o detectariam e nos encontraríam. Plantei o resto dos meus explosivos e deixei MacMillan em uma posição segura. Ele deu o sinal, e logo eles começaram a aparecer. Foi uma das operações mais difíceis que realizei, haviam cachorros, soldados e helicópteros. Usei meu rifle boa parte do tempo, mas depois tive que usar a Ak-47. Os explosivos ajudaram muito, mas ainda assim, eu estava quase certo que não iríamos sobreviver. Mas o transporte chegou, e nós sobrevivemos. MacMillan ficou aposentado por um tempo após essa operação, e a mim ela contribuiu para que me tornasse o Capitão que vos fala. Mas no fim, estávamos enganados, trauma e perda de sangue não foram suficientes. Zakhaev estava vivo.
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