Rei Arthur

6 Capítulo 6


Notas iniciais
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Capítulo 199 – A Última Batalha do Rei Arthur parte 3 — Arthur mata Guinever A Batalha de Camlan acontecia há duas horas e muitos já tinham perecido. Entre eles, Gawain e Bors, dois famosos ex-cavaleiros da Távola Redonda. Agora, a ex-rainha Guinever comandava que seus arqueiros concentrassem suas flechas no rei Arthur.

Com a ajuda da Excalibur, Arthur conseguiu destruir todas as setas que lhe foram disparadas, mas o soberano do Reino Unido não contava com a esperteza de ssua ex-mulher. Uma flecha explodiu quando Arthur a quebrou e liberou um gás fedorento. Arthur ficou desnorteado e Guinever ordenou:

- Matem-no!

Dez soldados de Lanceloot que estavam perto pularam em cima de Arthur. O rei deixou que a Excalibur o defendesse e o encanto da lâmina mística fez com que ela se movesse sozinha e matasse os agressores. Guinever então lançou algumas flechas em chamas nos arredores do rei, de forma que um círculo incandesscente circundasse o rei. Um soldado percorreu o círculo com um cordão enquanto Arthur se reccuperava dos ataquess de seus agressores e do gás. O soldado colocou uma tocha no círculo, o aprisionando no fogo.

A fumaça das chamas prejudicava os olhos e pulmões de Arthur e o mesmo soldado que provocou o fogaréu, abanava um enorme leque para que o fogo sse aproximasse mais de Arthur. Guinever o desafiou:

- Não é irônico, Arthur? Vais morrer queimado! Não era esse o fim que querias para mim?

Guinever o encarou e se enfureceu ao perceber que ele abria um largo sorriso. O soberano explicou:

- É verdade que tentei te incinerar, Guinever. Tinha outros planos para você agora, mas essa tua manobra me fez voltar à meta original. Vou te assar neste círculo de fogo que tu mesma criaste.

- Estás mesmo louco, Arthur! Não percebeu que és tu quem está dentro do círcculo?

Nova gargalhada do rei e nova elucidação:

- Como sempre, meus iinimigos subestimam a mim e a minhha espada.

E Arthur deu um golpe de cima para baixo com a Excalibur no fogo à sua frente e assim como o Mar Vermelho se dividiu para que Moisés passasse, as chamas se repartiram ao meio e o rei Arthur as atravessou.

Os homens de Guinever ficaram impressionados e a própria guerreira ficou nervosa, mas retmou o controle e ordenou:

- Voltem a torpedeá-lo com as flechas com gás!

Mas dessa vez, Arthur estava preparado e usou outra habilidade desconhecida da Excalibur. As setas foram disparadas e o rei gesticulou sua espada mágica na direção delas. As armas deram meia volta e atingiram Guinever e seus homens, que ficaram tontos com o gás.

A fumaça do gás cegou Guinever e por instantes, ela ouvia apenas o barullho da carne de seus homens sendo despeçada pela Excalibur. Súbito, sentiu uma mão em seu pescoço. Era Arthur a segurando e se gabando da vitória:

- Gostasse deste outro truque? A Excalibur consegue voltar as armas de meus inimigos contra eles mesmos. Nunca precisei usá-lo, mas agora eu o fiz com prazer.

Guinever tentava acertar pontapés no homem com quem dormiu por quase quarenta anos, mas ele se desviava habilmente e a conduzia para o círculo de fogo.

Lancelot estava longe, mas gelou quando viu o destino que se aproxximava de sua amante. Enlouquecido, abriu caminho pelas tropas de Arthur enquanto o rei se despedia de sua esposa:

- És uma tola, Guinever. Deverias permanecer ao meu lado!

- Serei mais feliz queimando que na cama contigo, Arthur!

Esta foi a última petulância da rainha, que foi lançada nas chamas. Gritou por um minuto, então sua voz deixou de ser ouvida

Quando Lancelot chegou no local, o corpo de Guinever já estava carbonizaddo. Olhou para Arthur. Não disse uma palavra, mas Arthur falou:

- Desta vez mereces que eu use a Excalibur contra você, Lanceloot. Me fizesse vir aqui com oitocentos homens e te matarei com a espada mais famosa da história. Estás satisfeito?

- Estás louco, Arthur. No fundo, sempre tivestes uma mente fraca. Sempre precisando de algo para preencher tua alma vazia. Antes, servias aos deuses, depois partisses em busca do Graal e depois te apegassess à tua coroa. Nunca desstes a tua mulher o valor que ela merecia. Ela morreu muito mais por tua causa que por conta dos próprios atos dela, mas tu a mataste. Sabes que a Deusa me protege quando luto por mulheres. Estás condenado, Arthur.

- Estás certo e errado ao messmo tempo, Lancelot. Sempre tive um vazio na alma, é verdade, mas hoje compenso essa lacuna com ação e não com preces a Deus ou aos deuses. Não soubeste? Virei as costas para todos. Agora, luto apenas por mim.

- Então eu estava mais certo do que imaginava, pois nunca foste tão vazio.

E os dois começaram seu derradeiro duelo.

Quinehntos metros a sul, os espíritos de Merlin e do cavaleiro Gawain observavam com tristeza. O Cavaleiro Leal falou:

- Só agora percebo que ninguém ganhará este combate.

- Agora é tarde, idiota – respondeu Merlin.

- Sim, muito tarde – falou o espírito do cavaleiro Galahad, que chegava ao local.

Os outros dois o encararam e Merlin explodiu:

- O que fazes aqui, imbecil? És necessário em outro lugar!

- Considero a ambos como meus pais e gostaria de ver o desfecho disso.

Se um espírito pudesse chorar, Galahad certamente o faria naquele momento, mas Merlin não o deixou sucumbir à dor:

- Escuta, Galahad! Abri mão de meu orgulho para me unir aa você e salvar o Reino Unido! Tua hesitação pode condenar nossa nação!

Galahad continuou parado por alguns instantes, mas acabou oouvindo à razão:

- Estás certo, Merlin. Partirei.

E o espectro do Cavaleiro Abençoado sumiu. Gawain perguntou a Merlin?

- Aonde ele foi?

- Se livrar do maldto Graal.

Gawain não entendeu:

- E o que a taça sagrada tem a ver com esta batalha?

- Saberás...

Notas finais
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