Regulus

28 XXVIII


Abaixei-me, ficando na altura de Monstro, que parecia mais amedrontado do que no dia que voltou semivivo para casa.

— Tenho uma última tarefa para você, Monstro.

— Qualquer coisa, meu senhor.

Puxei um envelope amassado do bolso e a cópia do medalhão.

— Pegue. Assim que a bacia estiver vazia, troque os medalhões. Não pense muito, Monstro. Apenas faça. – Ele assentiu com a cabeça. – E a carta... Quero que entregue a Sirius, se conseguir. Mas primeiro tenha certeza de ficar seguro. Isso é mais importante. Nunca conte a minha mãe o que viemos fazer aqui hoje, Monstro. Nunca. Não importa o quê.