Reencontro.
13 Depois da tempestade
Notas iniciais
A nave tremia muito, começou a ter leves defeitos e Liria tentando ao máximo sair daquela tempestade.
Na Terra os anos se passavam Goku se casava com Chichi. Gohan nascia. O irmão de Goku aparece. Depois Goku morre e fica sabendo dos sayajins que vai a Terra para pegar as esferas do dragão, depois Goku viaja até Namekusei.
Assim como se aquela tempestade fosse um portal que os levariam a um futuro muito distante que eles estavam e que eles nunca imaginavam estar...
A tempestade os levou aproximadamente vinte e cinco anos depois da destruição do planeta Vegeta.
Ainda na tempestade Liria ouve uma voz preocupada;
– O que pretende fazer? – perguntou Bardock vendo que Liria usava seu poder para proteger a nave de ser completamente danificada.
– Eu tenho que nos tirar disso – ela falou dirigindo a nave do jeito que ela sabia, tentando sair daquele lugar.
A nave tremia, acendia e apagava as luzes. Liria usava tudo que podia pra tirá-los dali.
Depois de tanto se esforçar a nave saiu daquela tempestade quase ilesa e Liria sentou-se na cadeira suada e meio pálida por usar seu poder.
Sistema ligado... – A voz soava em uma tela, as luzes normalizavam. – Piloto automático ligado...
– Rind que bom ouvir sua voz – Liria estava cansada e o suor escorria pelo seu rosto.
– É bom ouvi-la também.
– Maldição! – reclamava o rei nervoso. – O que você pensou que estava fazendo, sua lioliana maldita? – ele perguntou em tom de exigência e estava irado.
– Um obrigado por nos salvar cairia bem majestade – ela falou de uma forma cansada misturada a raiva.
– Grss, por que eu deveria agradecer? – ele se aproximou dela de um modo ameaçador. – Essa sua nave idiota nos levou para uma tempestade maluca – ele berrou ameaçadoramente.
– Mas eu nos salvei – ela argumentou; se levantou rapidamente e se sentiu tonta, se sentou novamente se sentindo fraca.
– Parem já, vocês dois – Bardock tentava apartar a briga de modo sério, vendo que Liria não estava bem.
– Não me de ordens Bardock, eu sou o seu rei – ele foi furioso para o lado dele.
– Eu não estou lhe dando ordens majestade e a Liria não esta bem e não é hora de ficarmos brigando.
– Grssss. Insolente – ele saiu e foi treinar.
– Liria sabe por que aconteceu isso? – perguntou Bardock sentando-se ao lado dela.
– Não faço ideia Bardock, mas eu preciso parar em um planeta urgente...
Preciso de um descanso em terra firme – ela estava quase fechando os olhos de cansada.
– Rind nos leve para um planeta mais próximo. – Bardock deu à ordem a nave.
– Comando de voz não identificado...
– Pode aceitar Rind... Liria mal conseguiu falar...
– Comando aceito, indo para o planeta mais próximo.
A nave foi a toda velocidade.
Bardock a olhou dormindo na cadeira pegou ela no colo e a levou para o quarto e ficou a olhando, passou a mão em seus cabelos pratas. “Sua beleza é tão grande Liria.” Ele pensava tocando o rosto da garota, mas logo saiu para treinar com o seu rei.
Eles treinavam entre golpes e poderes, suados, exaustos na sala feita de metal apropriada para não danificar a nave.
– É impressão minha ou você está gostando da lionina Bardock? – perguntou o rei lançando um poder em Bardock.
– Só a acho diferente das sayajins – ele não mostrou emoção, indiferente tentando desviar, mas foi atingido de raspão.
– Você esta ficando fraco Bardock, por ficar próximo daquela maldita.
– Majestade eu não estou ficando fraco, mas o senhor sempre foi mais forte que eu – ele sorri de uma forma e o ataca acertando o rei.
– Maldito Bardock – ele falou com raiva voando até ele.
“Eu estou começando a sentir que o Bardock a conquistou, agora tenho que me afastar.” O rei olhava meio triste ao homem tentando não demonstrar.
Rind viajava a toda a velocidade quando estava próxima a um planeta ela avisou.
– Planeta Nanon... Aterrissagem em cinco... Quatro... Três... Dois... Um... – A nave pousou.
– Até quem fim nós podemos sair um pouco dessa nave... – o rei falou imponente saindo da sala de treinamento.
Liria abriu a porta do quarto ainda meio dormindo.
– Por que não esperou... Eu ia te ajudar – ele falou indiferente se aproximando dela.
– Agradeço a gentileza e a preocupação Bardock, mas só estou um pouco fraca – ela viu a nave abrir as escotilhas.
– Mas eu não estava... – sua indiferença era evidente.
– Sei... – ela o olhou de canto e mudou de assunto. – Que tal uma boa comida para renovar as forças? – ela sorriu e começou a caminhar junto a Bardock.
– Espero não ficar aqui muito tempo – o rei exigia de braços cruzados e sua capa voava com o vento enquanto ele caminhava.
– A nave é minha majestade, eu mando – eles caminhavam em direção à lanchonete.
– Maldita – ele resmungou mais alguma coisa inaudível quando ouviu alguns extraterrestres comentar um pouco mais distantes deles;
– A boatos de que Freeza foi derrotado... – o aliem de pele alaranjada, com alguns tentáculos no tronco e os pés meio humanoide comentava.
– Diz que foi um guerreiro incrivelmente forte... – outro extraterrestre de pele marrom, com asas meio que parecida de morcegos, duas mãos grossas com grandes unhas gesticulada alegremente.
– Dizem que foi em um planeta distante... – outro de pele branca como a neve com algumas verrugas pelos braços e pernas meio humanoide continuava o comentário.
– Bardock, ouviu isso? – perguntou Liria, depois de ouvir os comentários dos extraterrestres que passavam.
– Ouvi sim – ele fechou o semblante enquanto caminhava.
O rei Vegeta olhava sem entender.
– Quero saber essa história direito – ele começou a dar passos mais largos indo na frente.
– O avisar que pode ser perigoso não vai adiantar, não é Bardock?
– Acho que não Liria – ele ainda a apoiava. – Quem você acha que derrotou Freeza?- ele estava sério e olhava para frente.
– Não sei Bardock, vamos ter que investigar, mas acho que algo mudou enquanto estávamos naquela tempestade magnética temporal – Liria se soltou e sentou-se a mesa.
– Hum – ele sentou-se sério, pensativo e com a mão no queixo.
Eles foram servidos por uma comida de cor avermelhada, com uma calda grossa meio marrom, mas não tinha um gosto ruim quando um casal sentou-se em uma mesa próxima comentando.
– Finalmente alguém teve coragem de enfrentar Freeza.
– Concordo, o tempo do tirano mais poderoso do universo acabou.
– Com licença. – Liria interrompe a conversa do casal aliem.
A menina tinha olhos verdes, pele rosada, duas asas na costa, lembrava uma mistura de borboleta com uma ave.
O rapaz tinha pele avermelhada, antenas, uma calda enorme e dois pares de braço.
– O que deseja? – a moça falou a olhando.
– Sabem quem derrotou Freeza e onde ele foi destruído? – ela perguntou curiosa virando-se pra eles.
– Bom a boatos de que foi um guerreiro loiro, mas dizem que o planeta foi explodido em mil pedaços.
– E dizem quem Freeza atacou o núcleo do planeta por desespero de ver o guerreiro vencer – foi à vez do jovem rapaz se pronunciar
– Sabem o nome do planeta?
– Hum... – eles pensavam tentando se lembrar. – Namekusei... Mas dizem que ele não existe mais – a moça respondeu revelando o que havia ouvido.
– Mas por que está tão interessada? – o rapaz de dois pares de braços perguntou curioso erguendo a sobrancelha.
– E que o tirano destruiu meu planeta – ela falou sorrindo. – Fico feliz que alguém vingou meu povo – ela deixou o dinheiro ali pra pagar. – Muito obrigada pela informação – ela sorriu e saiu caminhando sozinha sendo seguida por Bardock.
– Tem alguma coisa estranha Bardock – ela falou já entrando na nave novamente.
– Eu também acho – ele estava serio, indiferente e se sentou na cadeira enquanto o rei chegava muito nervoso.
– Eu vou matar o tal guerreiro que derrotou Freeza eu ia derrotá-lo com as minhas próprias mãos.
Liria olhou com tédio para o rei e virou-se para a tela e o comando de controle.
– Rind, verifique o ano que estamos e se ainda existe o planeta Namekusei e quem derrotou Freeza.
– Agora mesmo senhorita.
– Vai demorar Liria? – perguntou Bardock olhando a tela junto com ela.
– Rindo é urgente.
– Entrando no sistema do universo... Buscando dados.
– Do jeito que essa nave é lerda, eu duvido que você ache rápido – o rei implicava como sempre.
– Pare de implicar majestade, precisamos saber o que aconteceu.
– Descubra logo quem foi que derrotou Freeza que eu quero matar esse maldito. – Ele falou possesso, em tom de ordem e saiu dali com sua capa esvoaçante.
– Senhorita eu terei o resultado em três oras.
– Boa garota Rind – Liria já ia saindo dali quando sentiu sendo segurada pelo braço.
– Algum problema Bardock? – ela perguntou virando o rosto para ele.
Ele abaixou o olhar, ficou meio envergonhado e a soltou lentamente.
– Nenhum Liria – ele saiu dali e foi treinar.
Liria foi sondar o planeta que eles estavam e roubar algumas coisas uteis, enquanto o tempo se passava.
O tempo se passou tão rápido e o rei Vegeta saiu da sala e viu Bardock olhando a tela da nave.
– O que faz ai verme? – ele perguntou de modo rude se jogando a cadeira.
– Olhando para o painel de controle e vendo se essa nave acha algo sobre a derrota de Freeza.
– Onde está a lioniana maldita? – ele se levantou e olhou a tela, depois se voltou para seu amigo.
– Eu não sei não a vi saindo.
– Você é um inútil Bardock e fraco – ela falou bravo.
– Eu já sei majestade – rolou os olhos entediado.
– O que há com você, deixou-se ficar fraco por causa dela – ele deu um sorriso de canto fazendo sua barba e bigode mover-se.
– Talvez... – ele falou e já ia para a porta da escotilha quando viu Liria vindo.
– Já estão brigando meninos? – ela sorri amigavelmente e entra a nave.
Bardock fica a olhando passar por ele e a segue.
– Consegui muitas coisas para nossa próxima viagem – ela colocou tudo na dispensa da nave.
– Olhe logo o que aquela lata velha tem a dizer – o sarcasmo do rei soou alto e forte num tom de ordem.
– Como vossa alteza é impaciente e como gosta de mandar – ela falou pacientemente indo até o painel de controle da nave.
– Maldita, só não te mato por que preciso descobrir quem foi o idiota que matou Freeza.
– Ta... Eu já sei... – ela respondeu com um ar de tédio e virou-se para a nave. – Rind já tem resultados?
– Sim, mas só superficial – a voz robótica soou e o rei junto com Bardock prestava a atenção.
– Então diga Rind – Liria olhava para a tela.
– Estamos no ano de setecentos e sessenta e cinco, o planeta Namekusei foi destruído, mas foi reconstruído e fica na galáxia do norte.
– Como foi reconstruído? – Liria perguntou.
– Não tenho essa informação... – a nave soou.
– E o guerreiro loiro tem informações dele?
– Não, Bardock – respondeu a voz robótica da nave.
Liria pensava com a mão no queixo olhando para tela.
– Algum problema Liria?
– Sim Bardock... Ela respondeu pensando na data.
– Qual? – o rei meio imponente tentando entender.
– Não prestaram a atenção? – ela perguntou.
– Em que? – perguntaram uníssonos.
– Quando eu encontrei Bardock estávamos no ano setecentos e quarenta, três dias depois do seu planeta ser destruído e agora estamos no ano de setecentos e sessenta e cinco... – ela falava pensativa. – Tirando os meses que viajamos e ficamos no planeta Kion, Klip e os dias que eu fiquei no planeta colônia...
– Onde esta querendo chegar Liria? — perguntou Bardock tentando acompanhar o raciocínio dela.
– Nós ficamos aproximadamente vinte e cinco anos ou mais dentro daquela tempestade magnética, ou ela nos transportou ao futuro. – Ela ainda estava pensativa.
– Grsss. O que tem isso agora? – falou o rei impaciente. — Vamos logo para esse maldito planeta, eu quero saber logo quem foi o idiota que passou na minha frente e tirou a honra de eu destruir aquele lagarto.
Liria olhou para Bardock deixando as coisas como estavam.
– Rind localize o planeta e quanto tempo nós vamos gastar para chegar nele.
– Sim senhora... – a voz robótica soou e começou a fazer barulhos. – Buscando dados... Dados encontrados...
– Diga Rind.
– Namekusei fica na galáxia do norte, demoraremos um ano pra chegar, pois estamos na galáxia do leste.
– Você tem uma lata velha muito lenta – resmungou o rei mal humorado saindo dali.
Liria suspirou fundo e virou-se para Bardock.
– Será uma viagem longa e não vamos parar de jeito nenhum, por isso vamos ter que nos equipar bem antes de viajar.
– Mas enquanto a seu período fértil? – Bardock perguntou preocupado.
– Ficarei no meu quarto até passar e deixarei que Rind aceite o seu comando – ela virou-se para ele. – Vou dar um voto de confiança a você Bardock – ela sorriu e viu ele o olhar penetrantemente.
– Obrigada pelo voto Liria – ele aproximou-se um pouco dela.
– De nada Bardock – ela o deixou aproximar e aos poucos a respiração estava próxima quando ela ouviu alguém muito furioso.
– Não é hora para coisas idiotas, temos uma viagem pela frente – rei falou muito nervoso. – E você Bardock não seja um fraco.
– Com licença Liria – ele pegou a capa e saiu da nave com sua indiferença.
– Rind, cheque todos os sistemas, cheque combustível, cheque tudo.
– Sim senhora...
– Eu volto em breve – ela já ia saindo.
– Ei lioniana – o rei a chamou parado próximo onde ela estava.
– O que foi majestade – ela falou com tédio.
Ela o sentiu a puxar de uma vez e a beijar com muita luxuria. Liria não teve como fazer nada e acabou se deixando levar, quando sentiu ele se afastar e buscar o ar.
– Por que você fez isso? – ela falou irritada.
– Para me divertir – ele deu um sorriso malicioso a olhando.
– Por que não vai se divertir com outra pessoa? – ela falou furiosa.
– Por que você é a mais vulgar no momento, eu vi que ia beijar o Bardock.
– Não sabia que o rei dos sayajins tinha ciúmes e inveja – ela falou com sarcasmo e raiva.
– O que? Ficou maluca – ele falou muito bravo a ela.
– Quer mesmo me enfrentar majestade – ela se afastou e começou a acumular sua energia diante dele.
– Você não e páreo para mim lioniana maldita – ele foi para atacar, mas Liria o parou só com o poder da mão e o jogou no teto deixando o magnetizado lá.
– Seus poderes sayajins não são pareôs para os meus, seres mais poderosos do universo – ela ia saindo quando ouviu.
– Me tire daqui sua mulher vulgar, intrometida... – ele dava ordens e falava mal com todas as letras para mulher que não estava mais lá.
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