Redenção

12 Capítulo 11


Notas iniciais
Mesmo depois de toda a tempestade, hoje eu trouxe á tona aquilo que me traz á calmaria....Escrever!!!
Pois então espero que curtam esse capítulo...ele está muito lindooo

-Diga Bella – ele disse beijando meu pescoço.

-Diga de quem você é – ele foi descendo os beijos por meus ombros.

-Diga agora Bella, á quem você pertence?

CONTINUAÇÃO DO FLASHBACK

-Sua Edward… Eu sempre serei sua – sussurrei entregue ao seu ouvido.

Ele levou suas mãos em minhas coxas, erguendo-as.

Enlacei minhas pernas em sua cintura, sem nunca desgrudarmos nossos lábios. Estávamos afoitos. Estávamos famintos. Um, pelo outro.

Edward nos aproximou da cama, e fez com que eu descesse de seu colo. Deu-me um selinho encerrando nosso contato, e com toda a delicadeza do mundo, ele afastou o dossel expondo assim a cama coberta por lençóis vermelhos convidativos.

Puxou-me pela mão enquanto sentava-se na cama, posicionou-me entre suas pernas, e lenta e torturosamente dedilhou seus dedos por sobre a bainha da blusa do meu pijama. Conforme seus dedos subiam o frágil tecido, sua boca ia de encontro minha pele quente, traçando um caminho de fogo por onde passava. A ponta de sua língua percorria indolente a ponte entre meu umbigo e meu baixo ventre. Suas mãos tornaram-se mais urgentes, e logo eu estava semi-nua em sua frente, coberta apenas pela calça de pijama e minha calcinha já ensopada pelo prazer.

Ele parou com os beijos e ficou me olhando. Olhando não, nitidamente encarando-me.

-Que foi? – perguntei já ansiosa.

-Admirando você – ele disse em tom suspenso mais com os olhos fumegante.

-E vai ficar só admirando? – perguntei arqueando a sobrancelha.

Nem foi preciso dizer muito, pois ele puxou-me novamente jogando nos na cama, ficou por cima e continuou sua tortura com beijos e agora pequenas sucções e lambidas.

Rapidamente ele livrou-se da minha calça de pijama e ficou ajoelhado no meio de minhas pernas encarando-me novamente, mais dessa vez com ar de deboche.

Corei ao perceber o motivo do seu deboche. Eu estava com a minha confortável calcinha de algodão com o desenho do Bob Sponja.

Que é? Como eu poderia imaginar que depois de banho tomado e pronta para dormir, o homem dos meus mais nitídos sonhos apareceria em minha porta e… Bem o resto vocês sabem.

Fiquei com raiva de mim mesmo naquele momento por não estar usando um dos meus vários conjuntos de renda Agent Provocateurque minha mãe sempre trazia de suas viagens, mais minha ginecologista havia pedido para eu evitar as rendas. E como não conseguia dormir sem calcinha, eu usava as de algodão.

E eu amava o Bob Sponja.

Puxei o lençol de tecido desconhecido, uma imitação perfeita de seda, sobre o meu corpo, e tentei levantar-me da cama completamente envergonhada.

Mais ele fora mais rápido, puxou-me novamente, prendendo-me sobre seus braços.

-Onde pensa que vai? – perguntou mordendo o lóbulo da minha orelha.

Não consegui formar uma resposta coerente. Meu cerebro só processava o desejo, o tesão e o amor incondicional que eu sentia por aquele homem.

-Você está linda assim menininha – sua boca foi descendo pelo meu colo.

-Minha menininha – dito isso sua língua circundou meu seio intumescido, mordiscou o bico, e sugou-o avidamente.

Fez o mesmo processo com o outro seio, mais nunca abandonando o outro.

Sua boca foi descendo e espalhando beijos molhados em meu abdômen.

Foi descendo.

Descendo.

Sua língua quente roçou a linha da minha calcinha, e seus dedos infiltraram-se ali, puxando o tecido para baixo.

Sua boca caiu de encontro a minha intimidade. Beijando-a.

Lambendo-a.

Sugando-a.

Deus, como eu senti falta desse homem, desse calor que só o corpo dele me proporcionava.

Nossos corpos se reconheciam como se fossem um só.

Fui tomada por uma sensação de extâse total, quando um espasmo explodiu em minhas entranhas.

Minha respiração era pesada. Pausada.

E ele encarava-me divertido.

-Adoro ver você assim – beijou-me calidamente e eu pude sentir meu gosto em sua língua –Tão entregue á mim Bella –sussurrou o meu nome em meu ouvido fazendo-me gemer.

-Hmm...

Empurrei seu corpo e fiquei por cima dele, nossas intimidades separadas por um tecido grosso que causava-me certo incomodo.

-Acho que você está muito vestido – eu disse levantando devagar a barra da sua camiseta.

-Podemos mudar isso? – ele perguntou-me totalmente entregue ás minhas carícias.

Não respondi, tirei avidamente sua camiseta e joguei-a em algum canto do quarto. Abri lentamente o zíper da sua calça jeans notando o quão grande estava o volume dentro dela. Puxei a para baixo, e ele finalizou tirando-a completamente com o pé.

Beijei seu abdômen duro e liso, passei minha língua em um de seus mamilos arrepiados de excitação, e ele deteve-me ali.

-Sem tortura Bella – dizendo isso ele puxou-me novamente fazendo com que eu ficasse por baixo.

Ele levantou-se e saiu do meu campo de visão, desfilando aquela bundinha maravilhosa apertada dentro de uma boxer preta.

Tão rápido como saiu, ele também voltou, já nú e seu membro já envolto em um preservativo.

Ele se posicionou entre minhas pernas, e seu rosto veio de encontro ao meu, beijando-me delicadamente. Pude sentir sua glande coberta pelo latéx forçando minha entrada, e ele aprofundou o beijo. Nossas línguas novamente brincavam, enquanto nossas intimidades se abraçavam. Meu sexo abrigou o dele, como se lá dentro fora sempre a sua morada.

-Tão apertada Bella... Hmm – ele gemeu em meu ouvido e começou a beijar meu pescoço.

O movimento de vai e vem foi se intensificando, então ele puxou uma de minhas pernas para cima, enlacei novamente minhas pernas em sua cintura e ele se afundou ainda mais em mim.

-Hmm... Edwarrr – eu só sabia gemer, estava bom demais, e eu queria eternizar esse momento. Prendê-lo ali... Dentro de mim.

-Diga Bella...

-Geme meu nome –ele pediu e seus movimentos fora ficando mais rápido, seu suor se intensificando e eu novamente sentia aquele formigamento gostoso em meu baixo ventre.

Eu sabia o que viria seguir.

-Comigo Bella – ele enterrou mais fundo –Comigo agora meu amor.

Então eu explodi, sendo acompanhada por ele logo em seguida.

Seu corpo tombou sobre o meu, e eu já não sentia mais nada.

Ele disse meu amor. Me chamou de namorada.

O que havia mudado?

Será que ele estava ciente de tudo o que saia de sua boca?

Meu coração não conseguia reconhecer se era verdadeiro ou falso o sentimento dele por mim.

Ele simplesmente gravou duas palavrinhas.

Namorada. Amor.

......................

Olhei no visor do celular para enxergar as horas e quase morri.

Eram 05:00 da manhã. Logo meus pais estariam de pé, e começaria aquele corre corre para minha festa.

Eu tinha oficialmente 15 anos!

Eu precisava levantar-me, mais ao fazer isso, senti braços quentes puxando-me de volta.

Sorri, ao lembrar-me da nossa deliciosa madrugada. Edward era insaciável. E eu estava moída. Mais não podia reclamar, pois eu tinha adorado cada minuto ao seu lado.

Mas eu precisava ir embora.

Pois assim que ele acordasse e recobrasse a consciência, com toda a certeza do mundo iria me fazer chorar mais uma vez com aquelas ladainhas de futuro e de eu ser nova demais para ele.

Preferi guardar aquelas palavras que ele inconscientemente disse no calor do desejo e dirigi-me ao banheiro.

Tomei uma ducha rápida e sai com o roupão em direção ao quarto.

Aproximei-me da cama, e ele ressonava tranquilo. Parecia um anjo.

Edward era lindo, o pecado da luxúria em pessoa.

Mais vê-lo assim tão indefeso, dormindo, meu coração se enterneceu ainda mais, fazendo meu amor, se possível, por ele triplicar.

Caçei minhas roupas pela quarto e as vesti rapidamente.

Dirigi-me até o saguão do hotel, e para minha grande sorte a recepcionista não era a mesma. Era uma senhora de aparência agradável aos olhos.

-Bom dia sra Copper – eu disse visualizando seu crachá.

-Bom dia menina, posso ajudá-la? – perguntou-me docemente.

-Claro que sim, a sra poderia por favor acordar o hospede do quarto 341F as 10:00 e levá-lo um café da manhã reforçado? Ele estará bastante apático e cansado. – eu ri mentalmente lembrando o real motivo do cansaço dele.

-Oh – ela exclamou –Mais é claro que sim pequena, acordarei pontualmente o sr... – ela verificou o registro do quarto –Sr Cullen?

-Isso mesmo, obrigado – e sem esperar por resposta caminhei para fora do hotel sentindo a brisa gelada banhar-me. Meus cabelos molhados e minhas roupas não ajudavam em nada.

Parei o primeiro táxi que vi e entrei rumo á minha casa.

.............................

-Isabella Marie Swan, se a srta não estiver aqui embaixo nos próximos 10 minutos....

Minha mãe nem terminou sua frase, pois logo eu estava apontando a escada.

-Uou, teve pesadelos é? –é claro que Mary Alice Cullen já estava na minha casa, essa menina defitivamente não tinha á idade que aparentava. Pestinha.

-Tive uma noite intensa –eu ri lembrando da cara da minha mãe hora que me viu chegar em casa. Eu quase morri de susto ao vê-la deitada na minha cama me esperando, eu imaginei que ela no minímo me deixaria de castigo o resto da minha existência.

Mais surpreendendo todas as expectativas ela fez com que eu contasse os detalhes da minha noite com Edward. É claro sempre omitindo os mais sórdidos.

Ela riu ao ver minha mão levemente inchada, e riu ainda mais pelo motivo.

Mais não deixou de me dizer os famosos sermões de mães.

Agora eu, Alice, Angie, Rosie, minha mãe, Esme e Mercedes ( a mãe do Ben)estávamos todas no salão cuidando das unhas, cabelos e etc...

Depois dos cabelos escovados, a maquiagem completa, cada mulher dirigiu-se para sua casa para vestir-se e logo em breve nos encontraríamos na casa dos Cheney para minha festa de 15 anos.

Subi para o meu quarto e assim que entrei pude perceber a falta que meu coração sentia dele.

Ele nem ligou para saber se eu tinha voltado viva para casa.

Mais o que eu deveria esperar?

Nada. Era sempre isso que eu via em meu futuro com Edward agora. Um nada!

Coloquei meu vestido, calcei minhas ankleboots pretas e mirei-me no espelho.

http://mdemulher.abril.com.br/blogs/famosas-na-moda/files/2010/06/kristen-stewart-roland-mouret-vestido.jpg

Estava bonita, soltei meus cabelos e ele caíram em cachos em minhas costas. Minha maquiagem era leve e toda a exuberância ia para o meu vestido. Ele era preto, na altura das coxas, com apliques frontais de flores, e as mangas compridas.

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O salão de festa na casa dos Cheney estava lindo, perfeito trabalho de autoria Esme Cullen e Renée Swan, e eu devia parabenizálas.

Tudo estava conforme eu havia pedido, tons em preto e branco, e nada muito chamativo.

Já havia alguns convidados no salão, eu e meus pais ficamos á porta recebendo o restante do pessoal.

-Oi querida, como está linda! –disse Sue, mãe do Jake, chegando juntamente com seu esposo Billy e seus filhos.

-Obrigado tia Sue, olá tio Billy –era assim que eu os tratava desde quem me entendo por gente.

Nossos pais eram amigos de infância também, o que ocasionou eu e Jake melhores amigos e Angie e Rachel melhores amigas.

-Oi princesinha –ele respondeu e logo engatou em uma conversa com meu pai.

-Uou Bellita, está um arraso hein –rachel disse dando pulinhos e batendo palmas.

-Você está linda também Ray.

-Você está realmente muito gata hoje princesa –Jake disse já enlaçando minha cintura.

Assim que todos estavam bem estabelecidos em seus devidos lugares, o pessoal mais jovem foi curtir a pista de dança.

Havia vários adolescentes dançando e pulando na pista, e em uma rodinha reservada estava Allie, Jazz, Angie, Ben, Ray, Jake e eu. Em outro canto Rosie e Emm estavam ensaiando para a lua de mel.

-Você está fodidamente sexy hoje Bells –Jake sussurrou em meu ouvido.

Nós balançavámos ao som excitante da música. Suas mãos envolviam minha cintura, e eu rebolava até embaixo e brincava de provoca-lo.

Isso para nós era normal, nós sempre fomos assim, nunca houve apelo sexual entre nós.

Pelo menos não antes.

Senti suas mãos apertarem cada vez mais forte minha cintura e me trazendo de encontro ao seu corpo, sua perna roçava ao meio da minha, e para mim aquilo estava ficando estranho.

A música terminou e eu pedi licença ao Jake e puxei Allie em um canto.

-Preciso de uma bebida –disse á Alice, levando a de encontro bar.

-Uma coca por favor –pedi gentilmente ao bar man.

-Duas –disse uma Alice cansada e arfante.

-Nossa amiga, que festa hein –ela disse com a mão direita descansando em seu peito.

-Estou morta, dancei demais, preciso recuperar as energias –eu disse já bebendo a coca que o bar man trouxera.

-Bem acho que não será possível você se recuperar agora Bellita –Alice disse rindo ruidosamente.

-O que... –não terminei de perguntar, pois ao seguir seus olhos eu entendi sua expressão.

Havia um Deus encostado na parede ao fundo do salão. Ele me encarava.

E ele estava lindo demais.

Dei um passo á frente sem saber na verdade o que fazer. Ir ou não até ele?

Mais ele resolveu encurtar a distância entre nós.

Chegou próximo, e ficou parado á um pé de distância.

Arfei diante da visão em minha frente, ele estava todo de preto, com o leve decote de sua camiseta branca por baixa de uma camisa preta aparecendo.

-Será que minha namorada poderá ceder um minuto de sua atenção para mim?

Notas finais
Reviews???