Redenção

35 Capítulo 33


Notas iniciais
Boa noite pessoas lindas...
Minha fic está chegando ao fim, e por mais que eu tente protelar, não dá mais....snif, snif...
Bom creio eu que esse seja o penúltimo capítulo, depois tem o último e um epílogo...
Por isso honeys, comentem, indiquem.... E façam uma autora feliz ;D....
Bora ler??

ca.sa.men.to

União entre duas pessoas perante a igreja ou o sistema legal A cerimônia em que se celebra essa união

Será mesmo que eu estava preparada para enfrentar mais uma relação desse tipo?

É claro que o que eu tive com o Jake eu nem sequer poderia nominar como casamento, posso dizer que foi uma união estável, e mesmo eu tendo descoberto alguns dos seus furos em nosso relacionamento, mesmo assim, comigo ele nunca faltou com respeito. É claro que uma traição é falta de respeito, mas eu nem me relacionava com ele como uma esposa deve se relacionar, então, fica elas por elas.

Agora Edward era Edward.

Era, é... e sempre será o único homem em minha vida. O que eu sentia por ele, ultrapassava qualquer barreira, qualquer limite, um sentimento que vinha de outras vidas.

Eu o amava incondicionalmente, e isso não era mais novidade para ninguém.

Mas tanta coisa aconteceu nesse meio tempo que honestamente, eu tenho medo.

Medo de ele me deixar novamente, me trair... Na verdade, qualquer coisa que Edward faça de um jeito ou de outro me afeta. Tanto o bom, quanto o ruim.

Nesses dez anos, o único momento do qual eu me orgulho, fora o nascimento da minha filha. Ela fora um presente de Deus, ela veio resgatar-me de um momento frio e escuro na minha vida.

Mas eu não queria mais hiatos, não queria mais filmes em branco, não queria mais sentir saudade.

-Aceito – eu disse ajoelhando-me á sua frente.

-Você precisa entender Bella, sem você eu não sou nada, eu sou um merda Bella, eu pre... – ele parou de falar e sua boca escancarou-se em um perfeito O – Você... voc.. – ele estava gaguejando.

-Sim Edward – passei a mão em sua face agora úmida – Eu aceito me casar com você.

-Oh Bella – ele abraçou-me fortemente e as flores,a caixinha e os celulares foram chão abaixo.

-Você jura? Bella olha pra mim – ele pediu segurando meu rosto entre suas mãos – Você jura que será minha esposa? – seu olhar era intenso e a súplica em sua pergunta me desmontou.

-É claro que sim Edward, eu aceitei ser a sua esposa – após o pronunciamento dessas palavras, um sentimento de liberdade percorreu todo o meu corpo. Eu esperei esse momento dia após dia á mais de dez anos atrás, e mesmo depois, eu casada com outro, em meus sonhos esse pedido me atormentava. E agora era real. Ele era real. Tudo era real.

-Eu te amo tanto pequena – ele dizia em meio á tantos beijos – Te amo muito Sra Cullen – nós ainda estávamos ajoelhados em frente à porta do apartamento.

-Agora ... – ele disse e pegou a caixinha do chão – Deixe-me fazer isso direito – ele abriu a caixinha e um lindo anel dourado com uma solitária pedra verde fez meus olhos enxerem d’água.

-Isabella Marie Swan, eu quero me casar com você porque a primeira pessoa que eu quero ver quando acordar é você e também é única que eu quero dar um beijo de boa noite em minha cama. Porque na primeira vez que vi seus olhos eu não pude mais deixar de imaginá-los queimando somente por mim. E também porque quando se ama alguém tanto como eu amo você, á única solução é se casar. E você é a minha solução, então aceita ser a minha esposa? Aquela que eu amo e irei amar eternamente? – meus olhos jorravam cascatas de lagrimas, eu jamais poderia imaginar essas palavras saindo da boca dele, e hoje, mais do que nunca eu acreditava, Edward Cullen me amava.

-É claro que eu aceito – eu disse sorrindo em meio ás lagrimas.

Gentilmente ele pegou minha mão esquerda, deslizou o anel ali e em seguida traçou uma linha de beijos em todos os meus dedos, finalizando com um selinho casto em meus lábios.

-Eu te amo – ele disse após me entregar à aliança que o pertencia. Fiz o mesmo trajeto em sua mão, beijei todos os nós de seus dedos e terminei em seus lábios.

-Agora é para sempre? – ele perguntou após deixar meus lábios.

-É só o que peço – eu disse e ganhei mais um beijo e esse não foi tão casto assim.

-Venha – levantei-me e lhe estendi a mão – Sophie não está – eu disse entrelaçando nossos dedos e o levando para dentro do apartamento.

-Ela está com Jacob e Nessi... – ele interrompeu e eu o encarei.

-Como você sabe? – perguntei colocando minha mão na cintura.

-Er... Bem, ele... – ele gaguejava enquanto sua mão maltratava seu cabelo.

-Vocês dois armaram isso? Quero dizer, vocês três – o acusei.

-Bella eu só pedi ajuda ao Jacob para que ele cuidasse de Sophie, eu queria oficializar meu pedido e ele disse que já estava vindo pra cá para resolver algumas coisas – ele disse levantando as mãos pra cima e eu quase ri da figura á minha frente. Amedrontado.

-Você me queria sozinha nessa casa Sr Cullen? – meu tom soou frio e seco – E por qual motivo? – perguntei arqueando minha sobrancelha. Ele não caiu em meu blefe.

-Hmm... – ele gemeu se aproximando – Posso listar vários motivos para querer a futura Sra Cullen sozinha – ele enlaçou minha cintura e eu quase cedi.

-Pois saiba Sr Cullen, pelo que eu me lembre ficou combinado que só teríamos algo mais após o casamento – eu disse saindo dos seus braços e me afastando.

-Oh Bella, você não se atreveria – ele deu um passo à frente e eu recuei mais um pra trás.

-O Sr não se atreveria – mordi meu lábio inferior e ele não deixou passar.

-Acho bom a Srta correr, pois assim que eu por minhas mãos em você, serão dez anos descarregados – seus olhos ardiam em mim e eu decidi entrar em seu jogo.

-Venha me pegar então Cullen –eu disse e corri.

O apartamento não era grande e não havia muitos lugares para me esconder, então corri para meu quarto, eu podia ouvir o som da sua risada bem próximo. Entrei no quarto e empurrei a porta para fechá-la mais algo me impediu.

-Te peguei – ele disse presunçoso, jogou-me sobre seus ombros e me atirou na cama.

Seu corpo prendeu o meu e nós ainda riamos ofegantes por causa da corrida.

-Você sabe que eu não tenho mais 20 anos não é? Não posso ficar correndo dessa maneira – ele sussurrou bem próximo ao meu ouvido, sua cabeça descansava no vão do meu pescoço e seu hálito queimava a pele exposta.

-Me desculpe vovô, é que às vezes eu me esqueço que eu só tenho 25 aninhos – eu ri do olhar que ele me lançou após eu dizer tais palavras.

-Me acha um vovô, Swan? – ele aproximou seu rosto do meu e nossos narizes se encostavam.

-Sim – sussurrei.

-E agora – ele pressionou seu ereção em minha barriga – Ainda me acha um vovô? – ele tornou a perguntar e dessa vez sua língua varreu toda a extensão do meu queixo e maxilar.

-Acho que o Sr é um vovô muito, muito potente – eu disse ofegante e ele gargalhou.

-Amo você demais Isabella – ele sussurrou ao se deitar ao meu lado e enrolar uma das mechas do meu cabelo.

-Eu o amo mais Edward – sussurrei também pousando minha palma em seu peito.

-Acha que Sophie irá me aceitar? – ele perguntou receoso.

-Acredito que sim, ela gosta muito de você, só precisamos falar com ela com calma – eu disse fechando os olhos, pois aquele carinho estava me deixando muito sonolenta.

-E Tom? – perguntei abrindo meus olhos rapidamente – Ele irá aceitar?

-Ele já aceitou Bella, aliás, ele está ansioso para morarmos todos juntos – ele deu seu sorriso torto e puxou-me para seus braços, ficamos de conchinha.

-Normalmente o casal se casa, depois vão construindo seu lar e aumentando a família – ele disse acariciando minha cintura – Mas nós iniciaremos á nossa família e ela já vem completa – ele concluiu e eu assenti.

-Você viu a caixa Bella? – ele perguntou e eu levantei meu tronco e sentei-me a cama.

-Não – eu disse e senti o colchão se mexer.

-Pois deveria, onde ela está? – ele perguntou agora sentado ao meu lado.

-Edward, não vamos mexer com isso, já faz tem... – ele calou-me com um beijo.

-Eu quero que você saiba de tudo Bella – ele me levantou.

-Pegue-a – ele ordenou e eu prontamente fui em direção ao quarto de Sophie.

A caixa ficava guardada dentro do closet dela, uma parte mais esquecida, um cantinho que eu quase não mexia. O que antes era uma caixa preta, agora estava totalmente acinzentado, e só não estava em estado pior, porque vire e mexe eu a pegava e a limpava. Mas nunca tive coragem de ver o que tinha dentro.

A hora de enfrentar meus demônios do passado chegara.

-Está aqui – depositei-a de mau jeito em cima da cama e ele me encarou.

-Você nunca nem sequer espiou o que tinha dentro? – ele perguntou incrédulo e eu dei de ombros.

-Quem diria que eu veria essa caixa com você – ele disse me puxando para seu colo.

Lentamente ele desenrolou todo o durex que grudava a tampa, eram várias passadas da fita, e mesmo após dez anos, elas ainda estavam bem fixadas.

Ele abriu a tampa e o cheiro da poeira fez com que eu espirrasse. Ele olhou-me divertido e tirou lá de dentro uma folha de seda branca, amassou-a e a jogou em cima da cama. E então começou a tirar objetos lá de dentro.

-Esse casaco, você lembra? – ele me estendeu um casaquinho azul marinho, ele era curto e eu me lembrava muito bem dele.

-Eu comprei para você no nosso primeiro passeio como namorados, você não queria muito, mas com minha persuasão você aceitou – ele deu um sorriso triste – Você o esqueceu um dia em casa, eu estava em Londres e você esteve lá para visitar a minha mãe, logo depois nós... Bem depois daquele dia eu passei a dormir com ele, mas então decidi que como eu te dei de presente, ele precisava voltar pra você – ele estendeu o casaco em frente aos meus olhos e depois o largou na cama.

-A marca é muito boa mesma, afinal ele resistiu a todo esse tempo – tentei brincar com ele, mas seu rosto era impassível.

-Lembra dessa pulseira? – ah não, tudo menos isso.

-Edward eu... – tentei expressar o quanto aquilo doía, mas mesmo assim ele abriu a caixinha aveludada e tirou a peça de lá. Continuava do mesmo jeitinho, as duas tulipas se cruzavam me encarando.

-Você a jogou na minha cara em uma discussão que tivemos, eu pensei em devolvê-la, mas como na época ela significava minha fraqueza, eu... Bem, achei melhor guardá-la – ele voltou a peça dentro da caixinha e retirou lá de dentro outra caixa, bem menor que a primeira.

-Essa caixinha era das nossas alianças – e eu me lembrei do dia exato que ele me deu as alianças.

(...)

“-Ok, eu ainda aceito ser a sua namorada — ele fingiu uma incredulidade e depois sorriu torto. O meu sorriso torto.

-Mas – deu-me um selinho curto – Eu tenho uma condição para continuar esse namoro – ok, agora eu estava literalmente boiando, que papo estranho era esse.

-E qual é a condição? – perguntei temendo sua resposta.

Ele endureceu a face, segurou nossas mãos entrelaçadas junto á nossos peitos que jaziam próximos.

-E depois você não escapará mais de mim – sua voz era séria e esse assunto estava aquecendo meu coração.

-É tudo o que eu mais quero – sussurrei sentindo meus olhos arderem.

Então ele abriu minha mão direita e tirou o anel que Jake havia me dado de aniversário. O símbolo da nossa amizade.

-Edward não – sussurrei mais ele alertou-me com os olhos.

Com a mesma mão ele retirou algo do bolso da calça jeans, depositou algo em minha palma e á apertou.

-Seja minha namorada Bella – abriu minha palma e abriu uma caixinha preta aveludada que estava ali, dentro dela havia um par de alianças. OMG! Um par de alianças prateadas e fosca, uma delas tinha três pedrinhas incrustadas azuis – Oficialmente Bella, agora será oficial – Eu apenas assenti, as lágrimas antes retidas, agora transbordavam enquanto meu namorado deslizava minha aliança em meu dedo anelar direito, assim que pôs beijo-a finalizando. “Peguei a outra aliança e fiz o mesmo caminho em seu anelar direito, beijando-o também.”

(...)

Abri a caixinha com o meu polegar e espantei ao vê-la vazia.

-Onde elas estão? – perguntei com a voz embargada pela lembrança.

-Aqui – ele disse e passou sua mão pela gola da camisa e puxou algo de lá. Meus olhos embaçados pelas lágrimas forçaram a vista e então eu as vi. O par de alianças da nossa época de namoro, elas pendiam como pingente em uma grande corrente no pescoço dele.

-Sempre estiveram comigo, foi uma forma que eu encontrei de saber que tudo foi real – ele disse e beijou as duas alianças.

-Você me ama – sussurrei.

-Até que enfim você percebeu mocinha – ele disse beijando a ponta do meu nariz.

Meu coração palpitava freneticamente ao constatar que aquele homem, o homem por quem eu tanto sofri, sempre me amou. OMG!

Ele tirou ainda de dentro da caixa preta, uma caixinha amassada do Burguer King, ela era velha e estava toda manchada de óleo, mas o que me chamou a atenção foi que com a minha letra estava escrito nossas iniciais entrelaçadas em uma só e uma data ao lado, 15/09/03.

-Você guardou isso? – eu perguntei ainda admirando aquele pedaço de papelão.

-Claro, foi na vez em que você ficou toda bicuda porque aparentemente a garçonete estava flertando comigo – ele disse rindo e eu bati nele com a caixinha.

-Ei, não a estrague ok, eu guardei porque achei bonitinho o modo como você entrelaçou nossos nomes – ele disse depois de pegar a caixinha e esconder atrás de suas costas.

-O que mais tem aqui? – eu perguntei e já enfiei minha cabeça quase dentro da caixa para ver o restante das coisas.

Tirei dois tickets de cinema, eram do filme Velozes e Furiosos 2, eu ri lembrando que na época ele ficou todo enciumado por causa do ator.

-Você ainda gosta daquele atorzinho de merda?- ele perguntou carrancudo.

-Não meu amor – peguei seu rosto entre minhas mãos e o encarei – Ele já é passado – beijei seus lábios calidamente e sussurrei – Agora eu sou caidinha pelo Robert Pattinson – eu dei outro beijinho nele e ele segurou meus pulsos.

-Aquele magrelo que brilha no sol? – ele estava muito bravo.

-Ele não é nem um pouco magrelo – eu ri lembrando o quão gostoso aquele homem era – E ele não brilha no sol Edward, é somente o personagem dele – suspirei e beijei aquele bico lindo.

-Eu ainda prefiro você á todos eles – declarei-me e ele abraçou-me fortemente.

-Acredito nisso – ele me soltou – Pode continuar olhando.

Voltei minha atenção para a caixa e estaquei ao ver um cd ali dentro, ele ainda estava na sua capa original, Radiohead –Hail to the Thiet. Era o maldito cd que eu comprei no aniversário dele, Flahs daquele dia inundaram minha mente...

(...)

“Conversaria com Edward assim que chegasse em seu apartamento.

Liguei para Alice e consegui com ela o endereço correto do irmão informando a que ia lhe enviar um presente, a mesma passou com rapidez.

Depois de tudo pronto, explicações dadas ao meu pai, mamãe Angie e eu embarcávamos para Manchester.

De lá eu seguiria diretamente para Londres.

Pronta para surpreender meu namorado.

Em minha mala estava seu presente comprado á dias.

O cd recém lançado da sua banda preferida. Radiohead — Hail to the Thief.

Custei a encontra lo, mais pelo menos valeria a pena, afinal Edward tinha de tudo e esse era um presente certificado por mim que ele ainda não tinha.”

(...)

“Abri a primeira porta que encontrei imaginando assim ser o quarto dele.

Estaquei.

A imagem era nojenta e repugnante.

Uma ânsia me consumia e tudo girava ao meu redor.

Apoiei-me na porta e sem querer deixei o presente dele que ainda estava em minhas mãos cair por meus dedos, fazendo um leve barulho.

Talvez não tão leve assim, pois na mesma hora as duas figuras acordaram e me encararam.

Espanto. Medo. Apreensão.

Esses eram os sentimentos que eu via na face do meu ex namorado nu da cintura pra cima.

Confusão e desdém eram os sentimentos estampados na cara da loura oxigenada, essa sim completamente nua.”

-Você o guardou? – minha voz estava novamente embargada.

-Não chore amor – ele pediu me embalando – Eu só quis mostrar na época pra você que o seu presente tinha significado muito para mim, eu ouvi tanto esse cd remoendo a dor por ter te perdido – ele tirou o cd da minha mão e o voltou para a caixa, tirou novamente um papel e me estendeu.

-Quero que leia isso – ele abriu o papel e eu enxuguei minhas lágrimas para poder iniciar a leitura.

“Isabella”

Quando ler essa carta será sinal de que todas as minhas tentativas em tê-la de volta foram falhas.

Eu errei meu amor, errei muito e sei que pagarei por esse erro arduamente.

Não consigo suportar a dor que eu causei em você, em nosso filho...

Bella, quero que saiba que eu jamais escolheria ficar com Tânia, eu errei com ela também, e desse erro eu também estou pagando.

Afinal terei que assumir aquela criança, e eu não a quero Bella.

Quero você, quero nosso filho.

Me perdoa Bella, por minha culpa nosso filho se foi.

Eu o amei no minuto que descobri que você estava grávida, e tudo única e exclusivamente por ser você. Eu sempre disse que você seria minha mulher, e pelo que vejo meu desejo não se realizará.

Dói saber que estou te perdendo de novo Bella, e dessa vez pra valer.

Mas saiba que eu te amo muito, amo demais...

Amo tanto que posso garantir jamais amar outra assim.

E por te amar tanto estou te deixando livre agora Bella.

Você não merece alguém repulsivo como eu.

Seja feliz minha doce Isabella.

Do seu eterno Edward.

Ps: Eu te amo.

Minhas mãos tremiam após ler aquela carta. O papel estava gasto e sujo de poeira.

Mas as lindas palavras estavam ali, firmes e intactas.

Encarei meu futuro marido e o beijei com ardor.

Todo aquele passado seria esquecido.

Nós merecíamos sermos felizes.

O nosso tempo havia chegado.

-Eu te amo baby – ele sussurrou após prender-me novamente com seu corpo quente.

-Eu te amo mais – sussurrei mordendo o lóbulo da sua orelha.

-Eu te quero tanto – ele disse beijando meu pescoço.

Levantei meu tronco e puxei por minha cabeça blusa do meu pijama, eu estava sem sutiã e meus seios se intumesceram rapidamente.

-Você é linda meu amor – ele disse e logo em seguida senti sua língua quente roçar meu mamilo. Sua mão trabalhava no outro ao mesmo tempo em que forçava meu corpo á se deitar na cama.

-Ed... – gemi ao sentir sua mão pressionar meu sexo por cima da calça.

-O que você quer Bella? – ele sussurrou contra meus seios.

-Você. Eu preciso de você – pedi urgentemente.

A urgência não era só minha, pois ele levantou-se, puxou sua camisa por sobre o pescoço e eu fiquei admirando aquele peito nu, como eu senti falta daquilo. Ele estava mais forte, mais definido e era todo meu.

Lentamente ele tirou sua calça, e não pude deixar de estremecer ao ver sua boxer preta abrigando seu membro muito ereto.

Algo no meio das minhas pernas latejou. Era como se reconhecesse o seu dono.

Linda – ele sussurrou ao tirar sua boxer e se acomodar entre minhas pernas – Eu preciso de você Bella – ele beijava toda extensão do meu colo. Puxou bruscamente minha calça e levou junto minha calcinha.

-Sem preliminares Edward, eu preciso de você agora – ordenei arfando.

E então como se fosse natural quanto respirar, ele me penetrou, meu corpo estremeceu e cheguei ao meu ápice tão rapidamente quando ele se acomodou.

-Já gozou amor? – ele perguntou se divertindo enquanto intensificava o movimento de vai e vem.

-Você é perfeita Bella – ele puxou meu braço acima da minha cabeça, entrelaçou nossos dedos e me prendeu ali.

-Eu te amo Edward – nós estávamos fazendo o mais puro e lindo amor. Não era nada selvagem, porém era intenso. Olho no olho.

Ele me beijava, sua língua varria minha boca por completo, puxava com seus dentes meus lábios, lambia meu queixo e se movimentava freneticamente dentro de mim.

Senti minhas paredes se apertarem novamente e a familiar sensação foi se aproximando.

-Eu vou g.... Ahhh – ele gemia absurdos enquanto se derramava em mim e eu deleitando-me com aquela sensação, gozei pela segunda vez.

(...)

-Eu já disse que te amo? – ele perguntou enquanto seus dedos alisavam minhas costas, da cintura até minha nuca. Minha cabeça repousava em seu peito.

-Já, mas é sempre bom ouvir de novo – eu ronronei com aquele carinho.

-Eu te amo – ele sussurrou me apertando em seus braços e beijando o topo da minha cabeça.

-Você vai voltar comigo não é? – eu levantei meu tronco para encará-lo após ele fazer a pergunta.

-Você e Sophie voltaram para Cardiff comigo e assim podemos providenciar nosso casamento – ele disse presunçoso tocando com a ponta dos dedos meu queixo.

-Eu vou com você aonde você for Edward – eu o encarei seriamente e ele aproximou seu rosto do meu.

-Sem fugir? – ele sussurrou.

-Jamais – beijei a ponta do seu nariz e encontrei suas orbes – Eu me rendo a você Edward Cullen....

Notas finais
E então.....
Pessoas, esqueci de comentar com vocês, ontem eu terminei de ler 50 tons mais escuros, eu já tinha lido 50 tons de cinza e assim que terminou eu devorei o segundo, então eu super indico... O livro é mais que maravilhoso, se você não comprou o seu, não sabe o que está perdendo... Quem precisar do E-book de 50 tons mais escuros, me mande um MP com o e-mail de vocês que eu mando ok....Bjooookas e não se esqueçam dos reviews hein.....