Recomeço
18 Capítulo 18 - Let's talk
Notas iniciais
Mas vcs devem estar se perguntando "Ué, mas essa bicha falou que ia se chamar 'A trégua', então o que diabos aconteceu?"
Simples, sociedade hunter e vamp, eu mudei de opinião kkkkkkkkkkkkkkkk
Na verdade, o que aconteceu foi que eu comecei a escrever o capítulo e não consegui parar mais, então resolvi dividí-lo em dois. E já já eu vou postar o segundo, PRE-PA-RA!!!
Bem, a cena entre kevin e Dean é inspirada no episódio 9X02.
E caso vcs identifiquem algum errinho de portuga ou digitação me avisem. Eu revisei só uma vez e sempre passa alguma coisa pelos meus olhinhos de noite serena.
Bem, só para constar, este capítulo e o próximo, foram os que eu mais gostei de escrever até agora.
Espero que vcs gostem também :-)
Divirtam-se, meu povo e minha pova!
Todos estavam na sala principal do bunker quando Dean olhou em volta e perguntou:
- Cadê o Kevin?
Natalie parou de arrastar a mala em direção a escada e perguntou:
- Quem é Kevin?
- É o Profeta e Guardião da Palavra de Deus. — explicou Castiel fazendo a loira e Claire se olharem confusas sem entender o que aquilo significava exatamente.
No entanto, elas não tiveram tempo de perguntar nada porque instantes depois, todos olharam para o topo da escada ouvindo o barulho de passos de alguém que começava a descer os degraus.
- Ele é o Kevin. — esclareceu Sam ao ver o rapaz na escada.
O Profeta trazia uma enorme mochila nas costas e parou no meio da escada ao ver todas aquelas pessoas ali olhando para ele. Então Mia passou por todos eles e subiu alguns degraus. Se aproximou dele e o abraçou enquanto dizia animada:
- Kev Tran! Eu senti tanto a sua falta, sabia? Aliás, eu não te vejo desde que eu morri pela segunda vez, lembra? Quando nós mandamos o Crowley para o Inferno e o ritual me tirou de circulação por alguns minutos que pareceram uma eternidade! Na minha antiga faculdade em San Francisco! Aquilo foi tão divertido! Eu ainda era humana! Nossa... Parece que foi há um século...
Natalie e Claire se entreolharam sem saber se tinham entendido direito o que a garota havia dito enquanto Kevin retribuía o abraço de Mia e olhava Sam e Dean por cima do ombro da garota.
- Sim, eu lembro. Bons tempos, não é? Quando nós podíamos simplesmente mandar o Crowley para o Inferno. — respondeu o Profeta.
- Como assim? — estranhou Mia se afastando um pouco e o olhando por alguns instantes.
Kevin olhou para Sam e Dean, hesitou um pouco e em seguida, desconversou:
- Nada. Esquece... É só que... É um saco não saber onde o desgraçado está, não é? Parece que ele sumiu desde aquela noite em que os anjos caíram.
- Pois é! — disse Mia e em seguida olhou para Sam e Dean e lembrou — Aliás, vocês nunca me contaram como exatamente o Crowley escapou daquela igreja no meio do nada...
Sam olhou para o irmão e nenhum dos dois soube como sair daquela situação. Mia os observou um tanto intrigada, mas em seguida lembrou de Claire e Natalie e prosseguiu enquanto indicava as duas:
- Oh! Desculpe! Essas são Natalie Jones e Claire Davis!
- Oi. — cumprimentou Kevin e as garotas o cumprimentaram acenando levemente ainda confusas com aquele papo.
Mia voltou-se para Kevin novamente e ao ver o que ele carregava nas costas, indagou:
- Pra onde vai com esta mochila?
Ele olhou para os Winchester e hesitou um pouco antes de responder:
- Ãn... Na verdade, eu estou indo embora.
Mia inclinou a cabeça enquanto todos ficavam visivelmente surpresos, especialmente Sam e Dean.
- Por quê? — estranhou a vampira.
- É complicado... — esquivou-se Kevin.
Neste momento, Dean resolveu intervir, deu alguns passos a frente parando no pé da escada e sugeriu:
- Mia! Por que você não mostra para as meninas onde ficam os quartos enquanto eu converso com o Kevin? Depois eu levo as malas.
- Ok. — concordou ela ainda sem entender o que estava acontecendo ali, mas em seguida teve uma sensação estranha e voltou-se na direção de Castiel antes de dizer — Por que eu estou com a sensação de que estou esquecendo alguma coisa?
- Vincent! — lembrou o ex-anjo de repente.
- Oh meu Deus! Eu sou uma péssima mãe... — culpou-se Mia por ter esquecido o gato no carro.
- Não se preocupe. Eu vou pegá-lo. — habilitou-se Castiel e em seguida se virou e caminhou em direção a porta.
- Ah! Anjinho... Será que você pode trazer também a poltrona que o Stefan nos deu de presente? — lembrou Mia.
Castiel assentiu, se afastou e antes de seguí-lo, Sam disse:
- Eu te ajudo.
- Quem é Stefan? — indagou Claire.
- É uma longa história. — desconversou Dean querendo esquecer o tempo que passou em Mystic Falls.
- É o meu melhor amigo vampiro. — respondeu Mia e em seguida segurou no corrimão e sugeriu — Venham, eu conto tudo lá em cima.
Claire e Natalie assentiram e seguiram a garota rumo ao andar superior.
Já do lado de fora do bunker, Castiel tirava Vincent do carro e Sam desamarrava a poltrona do teto do Mustang.
Enquanto isso, com um meneio de cabeça, Dean indicou a cozinha e Kevin o seguiu. Ao chegarem lá, o Winchester abriu as torneiras da pia e o Profeta o olhou confuso.
- O que você está fazendo? Além de contribuir para a escassez de água doce do planeta, é claro? — indagou Kevin.
- A Mia não pode ouvir a nossa conversa. — explicou Dean e em seguida se aproximou e perguntou — Cadê o Crowley?
- A salvo. No porão. — respondeu o Profeta.
- O que aconteceu? — indagou o outro.
- Eu o torturei. — confessou Kevin com certa satisfação.
- Kev... — começou Dean.
- Não se preocupe! Ele está inteiro! — tranquilizou o Profeta.
Dean o observou por alguns instantes e esclareceu:
- Não é com ele que eu estou preocupado, Kev. Acredite, eu não gosto desta situação tanto quanto você.
- É, eu sei. Você já explicou esta parte, Dean. Eu entendi. — dispensou Kevin visivelmente insatisfeito com aquela situação — Mas eu precisava fazer aquilo. E Crowley merecia que eu fizesse. Ninguém pode me condenar por ter torturado aquele desgraçado o dia inteiro. Mas como eu disse, não se preocupe, ele está bem. Relativamente bem...
Dean pensou um pouco e querendo entender o que havia acontecido enquanto ele e Sam estiveram fora, indagou:
- Então por que você está indo embora?
Kevin lembrou das coisas que o demônio lhe disse e resolveu contar de uma vez:
- Crowley disse que a minha mãe está viva e que me levaria até ela se eu o soltasse.
- Kevin, por mais que você queira acreditar nisso, por mais que eu queira acreditar também, você sabe que o Crowley está mentindo, não sabe? OK... Talvez a sua mãe possa estar viva, mas não se engane, o Crowley não vai te dizer onde ela está. — argumentou o Winchester.
- Eu sei. Eu não sou um idiota, Dean. Eu não ia ajudar aquele desgraçado a fugir, mas eu também não posso mais continuar aqui. É melhor eu ir embora antes que eu acabe fazendo uma besteira. Ficar aqui e com ele no porão... Eu não posso mais. Além disso, se a minha mãe está viva, eu preciso encontrá-la.
- Sem querer ser pessimista, mas quanto tempo você acha que vai durar quando passar por aquela porta? — questionou Dean e depois explicou — Kevin, você é o Profeta. Anjos e demônios querem colocar a mão em você por diferentes motivos. Lá fora não é seguro. Por favor, não faça isso.
Kevin suspirou, colocou a mochila sobre uma bancada e indagou:
- E por que você se importa com o que pode acontecer comigo? É por causa daquela maldita Tábua dos Anjos que eu preciso traduzir?
- Não, Kev. Não é por causa daquela maldita Tábua dos Anjos. Embora, sim, você seja importante porque é o único que consegue entender a péssima caligrafia do desgraçado do Metatron. Mas não é com isso que eu estou preocupado. É com você, Kevin. Você pode não acreditar, mas você faz parte desta família agora. E numa família, um protege o outro, um ajuda o outro, um morre pelo outro, se for preciso. Olha... Se a Sra. Tran está viva, eu prometo que nós vamos dar um jeito de encontrá-la. Mas pra isso, você precisa ficar e manter a calma. Por favor, cara... Se você acha que eu não morreria por você ou por ela... Então eu não sei mais o que dizer. — expôs Dean.
Kevin pensou em tudo o que ele disse e percebeu que Dean estava certo. Como geralmente ele sempre estava. Sentiu-se um pouco idiota por ter acreditado em algumas coisas que Crowley falou e ingênuo por imaginar que sobreviveria lá fora sem os Winchester.
Ele sabia que era útil para a causa porque sabia decifrar a Tábua dos Anjos, mas não era só isso que o fazia importante pata Sam e Dean. Eles eram seus amigos. Sua nova família. Ele fazia parte daquilo e não podia dar as costas para eles naquele momento e tinha certeza que os Winchester também não fariam isso. Eles estavam juntos naquilo.
Então, um pouco sem graça, Kevin disse por fim:
- Eu sinto muito, Dean. Me desculpe. Ok... Eu vou ficar.
Dean sorriu levemente e bateu no ombro dele antes de abraçá-lo. Em seguida, ouviu passos na sala e deduziu que eram Sam e Castiel. Então Dean fechou as torneiras e depois ele e Kevin deixaram a cozinha e se juntaram à eles.
- Deixa que eu ajudo. — disse o Profeta ao ver Castiel e Sam carregando a poltrona enquanto um gato preto entrava no lugar e explorava o novo ambiente para desespero de Dean.
Em seguida, Kevin e Castiel subiram as escadas carregando a poltrona com extremo cuidado enquanto Sam se aproximava do irmão e das malas que haviam deixado pela sala momentos antes.
- O que aconteceu? — quis saber o mais novo.
- O Kev vai ficar. É só o que importa. — resumiu Dean.
Sam assentiu, depois observou as malas e resmungou:
- Por que as mulheres tem tantas roupas, sapatos...?
- Eu não tenho ideia... — resmungou Dean.
E enquanto os dois decidiam o que iam levar primeiro, Claire, Mia e Natalie andavam por um enorme corredor no andar superior repleto de portas.
- Então, um vampiro milenar e extremamente cruel te transformou em vampira e esses... Salvatore e essa tal Elena te ajudaram a se adaptar? — quis confirmar Claire após ouvir toda a história de Mia — Eu sinto muito...
- Não sinta. Eu parei de me lamentar há muito tempo. Acredite, eu estou bem agora. — tranquilizou Mia enquanto Natalie olhava tudo em volta sem conseguir disfarçar o encantamento.
- Esse lugar é... Awesome! É como a... Bat Caverna ou coisa do tipo. — murmurou a loira e em seguida parou, voltou-se para Mia e perguntou — Onde é o quarto do Dean? Eu quero ficar o mais longe possível dele.
Mia sorriu maliciosamente e provocou:
- Por quê? Por acaso você está com medo de não resistir? De entrar no quarto dele por engano durante a madrugada e não conseguir mais sair de lá?
Natalie revirou os olhos e Claire riu levemente antes de perguntar:
- Então também rolou um clima entre você e o Dean?
- Claro que não... A Mia que é maluca e fica inventando essas coisas. — desconversou Natalie.
- Como assim "também"? — interessou-se Mia atenta ao que Claire havia deixado implícito no que disse antes.
A garota ficou visivelmente arrependida por ter deixado escapar aquilo. Não queria que elas ou qualquer pessoa pensasse que ela estava interessada em Sam ou que tinha acontecido alguma coisa entre eles durante a viagem. A verdade é que Claire sentia-se um pouco idiota perto dele e se convencia de que tinha imaginado aquele clima estranho e irresistível entre eles. Ela não estava a procura de um romance, não queria se apaixonar, mas ao mesmo tempo não conseguia parar de pensar em Sam e naquela sensação de que o conhecia de um lugar.
- Eu não quis dizer isso que parece que eu quis dizer... Não rolou clima nenhum... — começou a explicar ela, mas não conseguia parar de gaguejar e Mia sorriu animada com o nervosismo dela.
- O que você e o Sam fizeram durante todo esse tempo que ficaram sozinhos, hein? Na estrada... Nos hoteis? Eu quero detalhes! O que aconteceu entre você e o Sam, afinal? — pressionou Mia.
Neste momento, Sam terminava de subir a escada, mas parou ao ouvir o seu nome e ficou longe do alcance da visão das garotas.
- Não aconteceu nada. — garantiu Claire.
- Você sabe que "nada" é muito sugestivo, não sabe? — brincou Mia e após alguns instantes observando a garota, perguntou — Anda, me conta. Você gosta dele?
Sam esperou ansioso pela resposta sem nem entender porque se importava com aquilo.
- Oh... Por favor, me diga que você não se apaixonou por ele? — reprovou Natalie ao mesmo tempo em que Dean se aproximava de Sam carregando uma das malas.
O mais novo colocou a mão no ombro do irmão e fez sinal para que ele ficasse em silêncio e parado. Dean o olhou sem entender o que estava acontecendo, mas resolveu obedecer quando ouviu Claire perguntar:
- E você Natalie? O que você realmente sente pelo Dean? Você gosta dele?
E desta vez, foi Dean que se viu esperando pela resposta sem também entender porque se importava com aquilo.
- Bem... Eu não posso negar que ele me desperta certas... Coisas. — admitiu Natalie.
Dean ergueu as sobrancelhas surpreso e Mia perguntou:
- Que tipo de coisas?
- Raiva, náuseas e... Um instinto assassino que até então eu não conhecia. — respondeu a loira com um sorriso sarcástico e Dean revirou os olhos — Não fuja da pergunta, Claire. Você gosta do Sam ou não? — lembrou Natalie voltando-se para a amiga.
O Winchester mais novo voltou a ficar apreensivo e ouviu atentamente quando Claire respondeu:
- Bem, pode-se dizer que sim. Ele é um cara legal.
- Não é isso que nós estamos perguntando. Nós queremos saber se você sente alguma coisa por ele. — pressionou Mia.
Claire suspirou e resolveu responder de uma vez:
- Ok, eu não vou negar que...
Sam inclinou um pouco a cabeça para ouvir melhor e Claire continuou:
- Que eu acho ele bonito e atraente... E... Fofo de uma forma que eu não sei explicar direito. Mas é só isso. Olha, eu não estou procurando um romance e depois do que aconteceu comigo e com David, eu estou mais do que convencida de que esse lance de almas gêmeas não existe.
Após um longo momento de silêncio durante o qual Sam e Dean assimilaram o que tinham ouvido ali, Natalie perguntou:
- Ok, onde é o meu quarto? Eu realmente preciso dormir um pouco.
Mia sorriu para as duas, indicou duas portas, uma de cada lado do corredor, e avisou:
- Bem ali. Boa noite, meninas. E bons sonhos.
- Boa noite, Mia. — encerrou Claire e em seguida em um dos quartos.
- Boa noite, maluca. — disse Natalie e em seguida fez o mesmo que Claire.
Então Mia sorriu levemente, se virou e caminhou na direção oposta do corredor. Ao passar perto da escada, e sem olhar para Sam e Dean ainda parados ali, ela brincou:
- Sabe, meninos, é muito feio ouvir a conversa dos outros.
- Não quando nós somos o assunto. — argumentou Dean.
Sam sorriu levemente. Estava surpreso por Mia saber que eles estavam ali o tempo todo. Ele devia ter desconfiado. Ela era uma vampira e ouvia qualquer ruído.
- Boa noite, meninos. — encerrou ela antes de virar para o próximo corredor em direção ao quarto onde ficou da última vez que esteve no bunker.
Em seguida, Sam e Dean terminaram de subir os degraus que faltavam e caminharam pelo corredor em direção aos quartos de Claire e Natalie. Dean bateu na primeira porta e logo a loira abriu.
- A sua mala... — começou a dizer ele, mas rapidamente Natalie puxou a bagagem para dentro do quarto sem lhe dar muita atenção.
- Obrigada, boa noite e tchau. — disse ela de uma forma meio ríspida e em seguida bateu a porta na cara de Dean.
- Grossa... — resmungou ele antes de se afastar e ao ver o irmão batendo na porta de Claire, passou por ele e zombou — Humm... Ela te acha fofo.
- Cala a boca. — resmungou o mais novo enquanto o irmão se afastava.
Neste momento, Claire abriu a porta e ao ver Sam parado ali, não pôde evitar e lembrou da conversa com Mia momentos antes. E inexplicavelmente sentiu que seu rosto ia entrar em combustão.
- Eu trouxe a sua mala. — explicou ele indicando a bagagem no chão e como a garota não disse nada, ele perguntou — Posso entrar?
Claire voltou a si, se afastando um pouco da porta e consentiu:
- Claro.
Então Sam passou por ela enquanto Claire se mantinha apoiada na porta o observando colocar a mala perto da cama. Em seguida, ele se virou e ficou alguns instantes parado pensando no que dizer.
- Ah... Se você quiser tomar um banho... — começou a dizer ele.
- A Mia já me mostrou onde fica tudo, não se preocupe. Obrigada. — interrompeu ela sem querer pensar na palavra "banho" porque isto a fazia lembrar do ocorrido na noite anterior, no hotel, quando Sam atendeu a porta de toalha.
Ele sorriu um pouco sem graça e depois andou até a porta lembrando do que tinha ouvido momentos antes quando ficou parado na escada ouvindo a conversa entre ela e as outras garotas. Claire o achava bonito, atraente e fofo? Ela tinha mesmo dito aquilo? Bem, pelo menos isso explicava porque ela o olhou daquela forma, na noite anterior, no hotel, quando ele atendeu a porta só de toalha. Por um instante, ele pensou que tinha imaginado aquilo, mas não. Claire realmente o "secou".
Ao lembrar disso, Sam tentou conter o sorriso novamente, parou na porta e enquanto a olhava profundamente, desejou:
- Boa noite, Claire.
A garota sentiu suas pernas ficarem trêmulas sob o efeito da voz dele e respondeu com certa dificuldade:
- Boa noite... Sam.
Em seguida, ele lhe deu as costas, se afastou e ela fechou a porta. Claire ficou algum tempo apoiada ali até conseguir caminhar até a cama. Então ela deitou e ficou olhando para o teto por alguns instantes até que um sorriso começou a se formar nos seus lábios. O mesmo sorriso que naquele exato momento também se formava nos lábios de Sam enquanto ele caminhava pelo corredor rumo ao seu quarto.
Nenhum dos dois estava querendo viver um romance naquele momento de suas vidas, mas não podiam negar que aquele clima entre eles realmente existia e estava ficando cada vez mais difícil de resistir.
E a noite estava só começando...
Notas finais
Gostaram????
Fofis as conversinhas das meninas e os meninos ouvindo?
Bem, PRE-PA-RA porque o próximo capítulo vai deixar o povo com calor.
Já já, postarei. Fiquem ligadinhos! Bjus!
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