Rebecca Cross - Para sempre Hogwarts
12 Harry Potter
Rebecca, Demetry e Kamina foram acompanhados pelo prof° Longbotton e pelo homem encapuzado até sala da diretora. Demetry percebeu, com a luminosidade do corredor, que o homem tinha um leve sorriso no rosto. Em contra partida, o Profº Longbotton bufafa e manifestava indignação. Rebecca sentia-se cançada, mas acima de tudo, uma inútil. Kamina seguia ao seu lado com um semblante triste e Demetry andava à frente de Rebecca. Chegaram à Gargula da entrada da sala da diretora.
– Qual a senha?
– Feijões mágicos. – respondeu o professor.
A gargula virou-se para o lado, revelando uma escada por onde eles começaram a subir. O diretor entrou na sala primeiro, contornou a mesa da diretora e sentou. O homem que acompanhava o grupo sentou em um canto e conjurou três cadeiras para os alunos.
– Bem, agora podem me contar o que foi que aconteceu. Sugiro que comecem pela parte que me desobedeceram e foram atrás de problema vocês mesmos.
Rebecca resolveu tomar a adianteira e começou a explicar.
– Bem professor, estavamos na patrulha, Ástimus e eu, quando...
– Não foi combinado que o senhor Devon ia fazer a patrulha? – interromeu o professor.
– Bem...
– É, eu também quero saber o que aconteceu com a minha ordem. – disse uma voz vinda da porta. Todos olharam para Halena que entrava na sala e sentava numa cadeira conjurada por ela mesma. – Expliquem-me por que as suas cabeças ocas não foram capazes de entender a minha ordem expressa? Ou vão me dizer que o senhor Devon não quer mais ser um semi-auror, pois eu posso providenciar isso, afinal não quero ensinar alguem mimado que não pensa na conseguencia e que me desobedece. Estou certa? – Diante do silêncio dos três, continuou: – Vocês três, não, vocês quatro são uma desonra para os aurores e para Hogwarts. Como podem achar que um grupo de alunos imaturos consegue enfrentar um bando de dementadores?! Ah claro, talvez vocês fossem mais fortes e capazes que os professores e aurores, pra que chamá-los? E depois, ora, seria uma bela história para contar aos seus amiguinhos, não? Se eu fosse os pais de voces eu teria vergonha de..
– A senhora não tem nenhum direito de nos humilhar assim, não importa se é uma professora, uma auror ou o ministro da magia! Eu acho melhor a senhora ouvir o que tenho a dizer antes de nos xingar assim. – gritou Rebecca, levantando-se da cadeira. Seu corpo tremia de raiva. – Foi minha ideia trocar de lugar com Demetry. A sua atitude ontem foi totalmente imparcial, e eu suspeito que tenha alguma aversão ao Devon, uma coisa totalmente anti-profissional. Então eu decidi ficar no lugar dele.
– Não me importa se a senhorita foi a dona da idéia mais idiota que eu ja ouvi nos ultimos anos ou não. Os outros resolveram te seguir e em nenhum momento eu te nomeei lider de alguma coisa. Quando a sua suspeita, eu só tenho à dizer que eu tenho, sim, aversão. Mas não só pelo Sr. Devon, mas por todos os bruxos que se acham melhores que os outros por serem sangues-puros e ricos. O Sr. Devon não foi uma escolha minha, foi a Diadora e desde o inicio ele se mostrou um...
– Halena! – disse o homem que se sentara ao canto com a voz alta o suficiente para Halena parar de falar. – Pense no que diz antes de falar. Antes de mais nada, sao adolescentes, e não soldados de guerra. Não deixe suas experiencias passadas esconderem a grande mulher que você é.
Houve silêncio.
– Vocês me lembram de um certo grupos de amigos, sabiam? – disse o homem. – Um grupo de alunos que resolveram por si só se preparar para combater o maior bruxo das trevas de todos tempos. Eu acho que a rebeldia dos alunos de Hogwarts nunca irá mudar. Se não podem fazer, se rebelam. Se podem, se rebelam também. – acrecentou com uma risadinha.
Uma risada vinda da porta acompanhou o sujeito. Novamente todos se viraram e viram a professora Lovegood na porta. Ela se dirigiu ao sujeito e parou ao seu lado. Ele levantou para ela sentar.
– Oi Harry. – disse a professora abrançando o homem, o que fez seu capuz recuar e deixar à mostra sua cabeça. Seus cabelos despenteados e castanhos cobriam uma cicatriz curiosa em forma de raio. – Como você está?
– Estou muito bem, apesar desse mistério todo. E você, como vai? Tem cuidado direitinho de Neville?
Rebecca e Kamina olharam rapidamente o professor Logbotton e o viram corar rapidamente.
– Ah, bem, o professor Longbotton sabe se cuidar sozinho. – disse com uma voz séria demais para os alunos que a conheciam.
– O senhor é Harry Potter? – perguntou Rebecca.
– Sim, e acredito que a senhorita seja Rebecca Fidgeman, filha do Fareijador-Fidge. – riu-se Potter. – Ele é um grande homem. Mas eu me lembro de você, não lhe dei uma detenção faz alguns anos?
Rebecca deixara de prestar atenção quando Harry Potter lhe respodera que sim. A menina estava diante de um de seus idolos. O herói da história moderna que derrotou o príncipe das trevas, Voldemort. Ela já o conhecia, como dissera Harry, mas uma fã é uma fã, e sempre é como se fosse a primeira vez.
– Eu sou sua fã! Acho que já lhe disse isso no meu primeiro ano... – disse Rebecca eufórica. – Só falta você me dizer que a Sra. Potter está aqui também.
Longbotton pigarreou alto, e fixou os olhos em Rebecca. Rebecca lembro-se de porque estava ali e calou-se.
– Qualquer dia eu te arranjo um encontro com ela. Ela vai gostar de você. – disse Potter. – Mas que tal você nos contar o que aconteceu hoje?
– Bem, estavamos sobrevoando o estádio quando Ástimus viu uma menina entrar na floresta. Ástimus e eu combinamos de ele ir atrás da garota e se visse alguma coisa ou acontecesse alguma coisa, ele mandaria um sinal azul no céu. Eu fui avisar Kamina e Demetry e ele viu o tal sinal então ele...
– Eu fui avisá-lo, professor Longbotton. – Completou Demetry.– Mas o senhor não estava no estádio, e nenhum auror também. Então decidi pedir à professora Lovegood para chamá-lo, mas não poderiamos ficar parados esperando.
– Nós não podíamos deixar Ástimus sozinho. – disse Kamina.
O professor Longbotton estava vermelho, mas manteve-se calado. A professora se adiantou.
– Voces encontraram a menina? – perguntou Lovegood.
– Bem...Nós não, mas só vamos ter uma resposta exata quando Ástimus...ficar melhor. – respondeu Kamina.
– Ok. Continuem. – disse novamente a professora.
– Bem. – continuou Rebecca. – Fomos avançando pela floresta até que encontramos Ástimus e também... – Rebecca emudeceu com a lembrança.
– Uns cem dementadores. – completou Kamina. – Foi horrivel. Ficamos cercados. Demetry convocou o patrono dele e depois eu convoquei o meu. Eram muitos, não dava pra combater, e alias nossos patronos não faziam muita coisa com os poucos que se aproximavam.
– Foi estranho. – disse Demetry. – Eles nos cercaram, mas não se aproximavam, tirando uns dois ou três. Eu não sei o por quê.
– Bem, isso eu explico. – disse Potter. – Aqueles dementadores não eram dementadores normais. Os dementadores que atacaram vocês não eram cem ou duzentos. Eram quase mil quando eu os resgatei. Nunca vi tantos dementadores juntos. – ele fez uma pausa. – Outra fato que pude constatar através de minhas recentes pesquisas é que eles estão controlando sua influência sobre o clima. A quantidade de dementadores rodeando vocês seria suficiente para criar uma nevasca e matar vocês de frio. Mas eles não estavam alterando o clima. Alguem está controlando eles de alguma forma. Alguem está dizendo a eles como agir e quando agir. E eu acredito também que essa pessoa que os controla esteja fazendo com que eles fiquem mais fortes.
– O que? – perguntou Longbotton. – Como isso é possivel?
– Eu não sei. Mas é óbvio que mesmo que eles sejam ainda crianças, os patronos deles deveriam ter agido mais efetivamente. E pelo que a senhorita Kamina me disse os patronos sumiram depois de um tempo. Eles devem estar conseguindo ficar imunes ao feitiço e cancelá-los.
– Mas não existe outra forma de combatê-los, Sr. Potter? – perguntou Rebecca.
– Bem, de certa forma, sim. Poucas pessoas conhecem esse tipo de magia, e eu tenho pesquisado isso também.
– E o que seria essa tal magia? – perguntou Kamina.
Potter fitou-os por um momento, aparentando pensar se deveria contar ou não à um bando de crianças. Por fim, deu um sorriso e disse:
– Bem, srta. Kamina, antes de dizer, quero explicar algo que poucas pessoas sabem. Há alguns registros de antes dos fundadores de Hogwarts nascerem, que relatam um tempo de terror e escuridão.Os dementadores surgiram nessa época e, dominados por um ser desconhecido, causavam sofrimento e dores sobrehumanas. Pelo que parece, antigamente eles eram muito mais fortes do que são hoje. Havia menos deles, mas eram muito poderosos. Dizem que as primeiras nevascas foram causadas por essas criaturas. Com o tempo os bruxos foram evoluindo e mataram quase todos ele.
– Mataram? – perguntou Halena.
– Sim, mataram. Alguns registros confirmam que o exterminio de dementadores era realizado somente por bruxos de alto escalão. O que me parece é que alguns sobreviveram e com o tempo foram mudando. Em algum momento da história, aquele demetador antigo virou esse que, infelizmente, conhecemos hoje. Aonde eu quero chegar é que há outras maneiras de se enfrentar um dementador. Provavelmente o feitiço que era usado antigamente ainda surte efeito, mas o problema é que não é documentação desse maldito feitiço em nenhum lugar.
– Mas você nao tem certeza se ele funciona, ou tem? – perguntou Longbotton.
– Não. Não tenho certeza, mas com eles ficando imunes ao Patrono, é nossa única esperança achar esse feitiço.
– Vocês tem alguma pista? – perguntou Demetry.
– Bem, dentre todos os registros que encontramos, tinha um diário de uma criança. Nele havia escrito que ele estava dentro de casa, pois naquela época era muito perigoso ficar na rua. Seu pai estava combatendo os dementadores e então ela viu uma luz muito forte surgir no céu. Ele, a criança, debruçou-se na janela e viu os dementadores serem sugados pela tal luz e logo depois ouviu-se um grito sofrido e a luz se apagou. Os poucos dementadores que sobraram fugiram e não apareceram mais.
– Desapareceram até o ministério tomar conhecimento deles novamente e os designarem como guardas de Azkabam. – Disse Halena. – De quando é esse diário?
– Não sei de quando esse diário é, pois a criança não colocou o ano, se é que eles contavam os anos, mas sabemos que a maneira como ela descreve o feitiço não é nada parecido com qualquer patrono.
– Então quer dizer que até que se ache o feitiço, os dementadores estarão incombativéis? – perguntou Rebecca.
Soou um relampago. Começara a chover la fora.
– Bem, não exatamente. A esencia dos dementadores é totalmente ao contrario a essencia natural das coisas. Ou seja, os feitiços que estiverem ligados à essa essencia, tem algum poder sobre eles.Essa força natural condiz com as forças da natureza. Existem feitiços que invocam essas forças e bem, estamos pesquisando elas e já temos uma delas.
– Qual? – perguntou Kamina.
– Bem...Aqui é meio pequeno para realizá-lo. Mas o nome dele é Acquatare Espiritus. – A chuva la fora rangeu sobre o nome pronunciado. – Viram? Somente de pronuciar o nome, o elemento desse feitiço, a água, já se movimentou.
– Ei! – exclamou Rebecca repentinamente e todos se viraram para ela. – Eu conheço um feitiço assim. Eu o usei quando duelava com Gim. O nome dele é Elehtrico Espiritus.
Ao som do feitiço pronunciado por Rebecca, um raio entrou pelo janela estilhaçando o vidro e ricocheteou por toda a sala, batendo nas paredes. Todos se jogaram no chão para não serem atingidos e por fim, ele atingiu um retrato de um antigo diretor de Hogwarts.
– Mas que desreipeito convocar um feitiço dentro da sala do diretor! – exclamou uma voz. – No meu tempo, eu o teria expulsado!
Algumas vozes concordaram com e ele, a medida que a poeira abaixava. Uma mão pegou Rebecca pelo braço e a ajudou a levantar.
– Olha. – disse Potter ao lado de Rebecca. – Quando for dizer o nome deste feitiço assim, eu recomendo não estar segurando sua varinha. Principalmente no estado em que o clima está.
Rebecca olhou para os lados e viu metade da sala destruida. Seus colegas e os professores levantavam de debaixo de mesas e cadeiras.
– Desculpa gente, eu não sabia que ia acontecer isso...
– Tudo bem, Rebecca. – consolou-a Potter. – A primeira vez que eu fiz o feitiço também destrui uma sala inteira do Ministério. Mas o que me interessa é como você sabe um feitiço que estamos tentando descobrir e como você conseguiu usa-lo num duelo.
– Ah bem, o feitiço eu vi num caderno de um desconhecido e como eu consegui usá-lo, eu não sei.
– Como assim você usa um feitiço que viu em um lugar? – perguntou professor Longbotton. – Não poderia pensar que ele talvez pudesse fazer algo grave?
– Ah, não. Desculpa.
– Ai, esses alunos de hoje... – exclamou o professor.
– Bem, não torne a usá-lo srta. Fidgeman, até que tenha dominado-o. – disse Halena. – Agora, o que vamos fazer com esses alunos para que sofram com as conseguências?
Houve um silêncio e todos olharam para o professor Longbotton. Após um momento ele disse:
– Bem, sorte de vocês que não aconteceu nada de grave. Eu espero que tenham aprendido a sua lição lá na floresta, entretanto acho que uma detenção até o Natal não faz mal a ninguém, certo? Todos os dias, as oito horas da noite, tirando é claro as terças, os senhores irão arrumar uma parte do castelo, e aos finais de semana também. Agora é melhor irem descansar, e vejo vocês na minha sala de noite. Dispensados.
Rebecca, Demetry e Kamina sairam em silêncio da sala da diretora. Quando chegaram no corredor, Rebecca exclamou:
– É, pensei que fosse ser pior.
– Pior? Meg vai me matar. – exclamou Demetry.
– Mas realmente foi nossa irresponsabilidade, foi sorte nossa não nos ter acontecido nada de grave, apesar de Ástimus ainda estar desacordado.
– Ele vai ficar bem, eu aposto. Não se preocupe, Kamina.
– Você tem razão, Rebecca. Bem, acho que vou vê-lo e contar a noticia.
Os três se despediram e Rebecca e Demetry foram em direção ao salão Principal.
– Obrigada por me ajudar lá na floresta Demetry, eu...não sei o que acontece comigo quando vejo dementadores.
– Bem, é normal sentir medo deles. Tudo bem.
– Deixa eu lhe fazer uma pergunta, o que é exatamente seu patrono?
– Bem, isso é um segredo.
– Demetry! – exclamou uma voz a frente deles.
Meggan estava no corredor com uma expressão furiosa.
– Como pode sair correndo assim do estádio? E o que está fazendo aqui com ela?
– Bem...
– Bom demetry, estou indo. Boa sorte com...aquilo. Te vejo de noite. – e saiu andando deixando um Meggan escandalizada e um Demetry com cara de tacho.
Rebecca chegou ao salão Principal e procurou pelos seus amigos. Pelo visto, era hora do almoço pois estavam todos comendo. Depois de avistar seus amigos almoçaco, dirigiu-se para sua propria mesa. Depois do almoço, Rebecca chamou seus amigos e os três entraram numa sala inutilizada. Lá, contou aos dois o que acontecera.
– Nossa, Reb! – exclamou Riego estupefado. – Nós nem temos noticias assim tão interessantes.
– É mesmo, vocês conseguiram descobrir alguma coisa sobre a Leah McKonig e seus dois capangas?
– Bem Reb, nós seguimos eles até o sétimo andar, quando eles desapareceram por uma porta que depois não abria mais.
– Mas nós ouvimos um pouco da conversa deles. Sabe, estavamos invisiveis.
– Os dois garotos estavam perguntando à ela o que um tal de chefe queria que fizessem. E ela respondeu que Hoqwarts ia ter uma surpresa um dia desses, que eles só tinham que fazer algumas coisas...
– O quê?
– Não sabemos. Um dos dois até perguntou, mas ela disse que eles iam descobrir logo logo e derrepende ela mandou-os esperarem. Nós ficamos indecisos se a seguiamos, porém logo ela voltou e conduziu-os até essa tal porta. E foi só isso.
Rebecca ficou pensativa. Tinha certeza que eles tinham haver com tudo isso, mas ainda não conseguia ligar uma coisa à outra. Os três foram em direção a torre da corvinal e se despediram, pois Rebecca queria descansar. Chegou em seu quarto e se jogou na cama, sentindo um volume extra em seu bolso. Então ela lembrou-se de Febes. Sentou-se rapidamente e tirou a pequenina do bolso. Ela dormia tranquilamente, com um brilho fraco. Rebecca a deitou em sua cama, porém ela estremeceu e acordou.
– Rebecca? – seus olhinhos piscaram algumas vezes para focalizar o rosto de Rebecca. — O que aconteceu? Eu estava descansando quando de repente senti uma tonteira e desmaiei. Era como se algo estivesse sugando minhas forças.
Rebecca resumiu o que acontecera na floresta e na sala da diretora.
– Então fo isso! dementadores nos fazem mal, por isso fiquei assim, tão fraca. bem Reb, acho melhor vocêd escansar, teve um dia muito agitado.
– Tem razão.Estou mesmo super cansada.
Depois de trocar a roupa, Rebecca deitou em sua cama e fechou a cortina.
– Mas o que vai fazer enquanto durmo?
– Acho que vou passear pela escola. Vou ficar como humana um pouco, está bem?
Mas Rebecca não respondeu, pois já caira no sono.
Às oito horas em ponto, Rebecca encontrou com os outros na frente da sala da diretora.
– Ástimus! – exclamou quando vira o amigo ali em pé. – Que bom ver você! Como está?
– Estou bem sim, graças á vocês. Mas essa detenção vai ser um pé no saco, sinceramente.
– Vocês tem sorte de não ter sido pior. – disse uma voz vinda da escada. A professora Lovegood dirigiu-se aos alunos. – Me acompanhem.
Eles andaram até a sala de Filch e entraram.
– Aqui estão eles Filch. – virou-se para os alunos. – Vocês irão ajudar o sr. Filch a arrumar alguns arquivos sobre as detenções de alunos dos ultimos...desde que ele trabalha aqui.
– Vamos logo com isso que eu não tenho a noite toda. — disse o sr. Filch. — os arquivos estão naquelas gavetas ali, tirem tudo do lugar, arrumem direitinho e se algum estiver estragado, copiem novamente. Sem magia, é claro.
– Isso vai levar um século! – disse Ástimus, olhando a montanha de arquivos.
– E isso é só a primeira gaveta. – completou Kamina.
_E como foi com a sua namorada, Demetry? — perguntou Rebecca de implicancia.
– Com a sua ajuda, ela está uma arara. — Demetry pegou um monte de papel e virou-se para Ástimus.- Ástimus, então, você encontrou a menina?
– Não cara, eu cheguei até ali e então os dementadores me atacaram e só consegui dar o sinal. Eu não sei fazer um patrono direito. Ei! –exclamou Ástimus quando Rebecca deixou cair um punhado de papel.
– Desculpa. Poxa, mas o que será que aquela menina foi fazer ali na floresta?
– Eu não sei, mas fazer uma visita de cortesia aos nossos amiguinhos, não foi.
– Ei, silêncio vocês quatro!
– Desculpe. – disse eles em unissoro.
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