Notas iniciais
Oi!!!! Podem me matar agora! Gente, sinto MUITÍSSIMO! Praticamente abandonei essa fic, por um longo tempo. Mas agora vou voltar a escrever. Espero que n tenham desistido de mim e da fic. Se n tiver nenhum review, vou entender. Mas quero saber se vão me dar uma 2ª chance. Aproveitem!

Naty

–Diego, eu ainda não entendi muito bem, sabe? Esse negócio de ficar em coma e talz.

–Naty, meu amor, já expliquei. Você teve um acidente e ficou em coma, o melhor médico é turco e mandamos você para lá com a Lara. Agora você está melhor e pode voltar para casa!

–Mas e aquele garoto, o Maxi, ele...

–Ele era um doente, Naty! Esquece isso!

–Ok. -disse baixinho. Eu ainda não entendia nada. Por mais que explicassem, nada se encaixava. E os meus sonhos faziam com que eu acreditasse menos ainda nos meus pais, Lara e Diego.

Estava num campo de girassóis, rodando sem parar e rindo também. Me desequilibrei, e quando ia cair, senti mãos firmes me segurarem. Me virei e quando vi seu rosto, não pude deixar de abrir um sorriso. Era Maxi. Não sei, mas uma alegria enorme me atingiu e o abracei com todas as minhas forças. De repente, ele sumiu, o campo também e eu estava sozinha, com frio, num lugar escuro e úmido. Diego abriu a porta, percebi então que era uma cela. Ele deu um sorriso cruel e riu, só de me ver naquele estado. Ele se aproximou, tomou meu rosto com as duas mãos e tentou me beijar, mas eu virei a cara. Ele então, com raiva e ódio, me deu um tapa, forte na cara. Comecei a chorar, ele então saiu e fechou a porta, me deixando ali. Sozinha, triste, fraca.

Todos os meus sonhos eram assim. A paisagem até mudava, mas era a mesma coisa. Fui me afastando do Diego, de pouco a pouco. Acho que ele percebeu, mas resolveu não dize nada. Na verdade, me afastei de todos. Comecei a escrever meus sonhos num caderno e tentava decifrá-los. Nunca chegava a lugar nenhum.

Estava cansada e fui tomar um banho para relaxar. Saí do banho e ainda de toalha, deitei na minha cama. O celular começou a tocar.

–Naty? Oi, sou eu o Diego!

–Diego, oi!

–Posso passar aí para a gente ir pro shopping?

–Ã... Não dá. Já To na rua.

–Ah, sério? Aonde?

–Na praça.

–Tem certeza que não tá em casa?

–Diego, que tipo de pergunta é essa? Acabei de dizer que estou na rua!

–Então porque estou de vendo da janela? -olhei para trás assustada e na mesma hora, 4 mãos me seguraram e taparam a minha boca. Tentei gritar, mas minha voz não saiu. Mordi a mão de quem me segurava, ele na mesma hora me soltou e eu corri escadaria abaixo. Tentei abrir a porta, mas estava trancada. Pulei pela janela e caí de cara no chão, assim que olhei para cima, Digo estava na minha frente, de pé, com um sorriso vitorioso.

–Naty, Naty, Naty. Está na hora de irmos.

–Do que você esta falando?

–Você é minha! Só minha! Não quis por bem, tive que fazer por mal. -assim que ele disse isso. 2 caras me pegaram a força e me jogaram dentro de um carro com uma mordaça na boca e com as mãos e os pés presos. Deixei uma lágrima cair enquanto o carro arrancava.

Estava com medo, muito medo.

Notas finais
Desculpa de novo, tá?