Really?
9 ??
Notas iniciais
Maxi
–Maxi! -Naty chegou em casa e me deu um beijo na bochecha. -Podemos ir numa festa hoje?
–Diz que sim, diz que sim!! -Lara pulava com as compras dela.
–Ahhhh, não sei, viu? -falei botando a mão na cabeça. Era perigos sair de noite, ainda mais se for da família Abdul.
–Porfavor!!! -Naty pediu e fez biquinho. Sorri e assenti. -Ah!! Obrigada, Maxi! Te amo! -ela me deu outro beijo e subiu correndo as escadas, gritando e pulando com a Lara. Garotas...
2 horas depois...
–Finalmente!Pensei que tinham se intoxicado com tanto perfume, creme e maquiagem! -Naty riu e apontou para Lara.
–Bom, pelo menos estou diva e vou finalmente desencalhar! -Lara fez pose heróica e começou a rir loucamente.
–Vamos? -Naty envolveu seu braço no meu. Elá estava muito linda, de cabelo preso e vestido turco! Fomos para a festa com Lara tagalerando sobre cada garoto que passasse pela gente. O, vergonha!
Finalmente chegamos na festa, estava bem divertida! Todos rodavam e riam. Naty logo se afastou de mim, Lara estava paquerando com todos e eu estava bem de olho no movimento da festa. Depois do atentado que minha mãe sofreu semana passada, não podíamos bobear. Se acontece algo à Naty por minha causa, nunca me perdoaria. Depois de uns tempos fui relaxando e bebi umas bebidas alcóolicas, poucas para manter o controle. Fui atrás de Naty.
–Naty? -ela estava apagada. Com a cabeça baixa no balcão. Pensei que ela tivesse bebido muito, até que vi umá espécie de dardo no pescoço dela.
–Lara!!!! -peguei Naty no colo e corri atrás de Lara.
–Maxi? O que houve com a N... -puxei o braço dela.
–Depos te explico, não temos tempo e é perigoso!
–Tá! Peraí, Me liga, tá? -ela gritou de longe para um garoto. -Ele é lindo, né?
–Lara! -apontei para Naty.
–Ih, é! Pode crer! Corre, Maxi! -maluca... Fomos correndo até em casa, ainda bem que a festa era perto. Deitei Naty na mesa da cozinha e tirei o dardo.
–Merda! Veneno de naja! -falei irritado.
–Maxi? Ela vai morrer? -Lara já tinha lágrimas nos olhos.
–Liga para o médico, AGORA! -ela saiu correndo para a sala, chorando. Abracei Naty e murmurei:
–Volta para mim, Naty. Eu te amo! Eu preciso de você, por favor!
–Eu tambem te amo, Maxi! Não vou te deixar. -assim, ela desmaiou de novo.
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