Reading your mind.

18 Who is Mark anyway?


Notas iniciais
Olá minhas preciosidades.. eu sei.. to demorando.. mas sorry! MUITO obrigado pelo carinho de vocês.. por estarem gostando e comentando favoritando acompanhando..! Perdoem minha demora ao responder os comentários! Responderei assim que possível! Serio gente.. isso anima demais.. e me deixa com uma felicidade que só! Bom galera.. aproveitem!

– Emma... — Ouço um leve sussurro, lento.. era sua voz novamente, a voz que trás paz para o meu coração, que me invade de uma maneira tão forte.. suave.. maravilhosa.

Abro os olhos de súbito e seu sorriso esta escancarado na minha frente. E que sorriso! Seu olhar tão meigo.. puro, alegre.. apaixonado está sobre o meu. Abro um enorme sorriso e mais uma vez o lugar que estávamos não me interessava. Apenas ela! Seu rosto esta a centímetros do meu, seu olhar vaga por cada traço do meu rosto, para por fim votar aos meus olhos. Estava tão linda.. seus cabelos negros soltos ao vento.. seu rosto estava sem nenhuma pintura, e eu me perguntava como uma mulher pode ser tão linda de todas as formas!?

Logo suas mãos tocam meu pescoço delicadamente e por instinto as minhas chegam a sua cintura. Aproximei meu rosto, ao mesmo tempo que ela, e nossos lábios se encontraram de forma calorosa, porém suave. Um beijo terno, apaziguador, que aquece meu coração como a lareira aquece uma pessoa congelada em noite fria. Não penso em mais nada.. nada a não ser seus lábios nos meus, a textura tão macia e carnuda que eles possuem. Seu cheiro de maçã.. sua respiração contra a minha.

O beijo acaba lentamente, pela falta de ar e abrimos os olhos devagar. Seu sorriso aumenta, ao mesmo tempo que pega uma de minhas mãos e a coloca sobre seu ventre. Estreito minhas sobrancelhas um pouco confusa, mas meu sorriso ainda estava intacto.

De repente ela começa a chorar.. mas um choro alegre, repleto de entusiamo e satisfação. Olho para onde minha mão estava, e sua barriga começou a clarear com uma luz forte.. uma luz branca e resplandecente. Até que brilhou tão intensamente que..

– Regina..!! — Abro os olhos de supetão e ergo meu corpo num susto, vendo que tudo não passou de um sonho. Olho ao meu redor e ela dormia tranquilamente com apenas o lençol cobrindo seu corpo.

Continuo com minha respiração ofegante, mas fui me acalmando aos poucos e tranquilizando meu corpo na cama. Vejo o relógio para saber que horas são e ainda eram cinco da matina. Respiro fundo e observo o amor da minha vida dormir.

Tão serena, calma e tranquila, seus cabelos estavam esparramados pelos travesseiros. Vê-la dormir desse jeito, era uma formosura sem fim. Seu corpo estava relaxado e sua respiração era a mais suave possível. A observando daquele modo,um sorriso discreto se fez nos meus lábios. Em seguida penso no sonho. Parecia exatamente a continuação do meu sonho anterior, e essa continuação me deixou um tanto confusa. Ela estava tão feliz no sonho, como nunca tinha a visto antes, e por que colocar minha mão no seu ventre? Por que ele brilhou na mesma intensidade do brilho que circulou por nós quando estávamos nos amando? E por que sinto uma sensação tão boa ao pensar nisso? Acredito que isso seja exatamente o nosso amor, assim como Regina falou, mas isso ainda esta corroendo na minha cabeça.

Abro mais o sorriso vendo ela se mexer lentamente, e se espreguiçar de forma manhosa, para depois voltar a dormir de novo. Aproximo meu rosto e beijo o começo do seu ombro lentamente, seguindo caminho até seu rosto e deposito um beijo lento ali. — Eu te amo.. — Sussurro contra sua bochecha e sorrio boba com seu sono pesado.

Me levanto e vou logo tomar um banho rápido e nisso já me vem a mente que temos que pegar Mark o mais rápido possível para ele não causar mais perigo. Eu estava preocupada, ansiosa e com certa raiva. Preciso pega-lo e esclarecer tudo de uma vez!

Assim que saio coloco minhas roupas de sempre. Depois de me vestir, de imediato olho no espelho e vejo o lindo colar de cisne em volta do meu pescoço. Pego-o em meus dedos e sorrio boba olhando pelo espelho, fiquei admirada com ele.. tão lindo e brilhante.. intenso.. algo como Regina.. Regina e eu.. nosso amor.. e união. Como pode ela ser tão criativa? Tão perfeita? Céus.. Estou morrendo de amor. Lembro das suas palavras: 'Swan Queen' fazia todo o sentido, eu e ela fazemos todo o sentido!

Pego as chaves do carro, mas o tinha deixado no Granny's antes de Regina me arrastar até a maravilhosa 'Surpresa'. Então desço em passos lentos, mas rápidos e sigo caminhando até a lanchonete.

Chego lá e avisto meu lindo fusquinha, mas antes de pega-lo, entro no Granny's e peço um café a Ruby. Claro que ela me perguntou o por que de eu sumir ontem. Explico sobre todo o acontecido e digo a parte de Regina também, já que ela sabia de tudo, e era realmente muito bom conversar com outra pessoa sobre isso. Ruby demonstrou estar feliz por nós e isso me deixou contente. Ela se mostrou preocupada e disse para avisar se houver qualquer perigo, por que ela queria ajudar. Sorrio, agradeço e pego meu café.

Entro no carro e vou até a delegacia e para minha surpresa, meu pai estava lá.. agitado.. de um lado para o outro lendo e relendo papéis.

– Pai? Não achei que estaria tão cedo aqui! — Chamo sua atenção entrando na delegacia.

– Eu estive pesquisando.. sobre o Mark.. — Ele suspira pesadamente atirando os papéis na mesa e deixando seu corpo cair sobre a cadeira. — Pesquisei tudo que tinha nos arquivos.. nada demais.. veio com a primeira maldição, solteiro, sozinho.. ele não é de muitos amigos exceto por mim que.. nem sei mais quem ele é.. e.. dono da loja de eletrônicos.. nunca arrumou confusão com ninguém.. não tem nem multa de transito.. eu não entendo.. — Suas mãos passam por seu cabelo e seus cotovelos se apoiam nas pernas. Ele parecia estar mal, e decepcionado. — Mark não é assim.. ele não faria isso com Regina.. ele.. estava gostando muito dela..

– Toma.. — Ofereço-lhe o café. — Parece que precisa mais que eu.. — Ele sorri fracamente e pega o café.

– Olha pai.. sei que esta tentando achar alguma prova pra ele agir daquela forma.. mas, acho que só vamos descobrir.. quando o prendermos.. mesmo assim acho estranho ele estar totalmente limpo.. — Analiso os papéis enquanto ele tomava o café.

– Sim.. é estranho.. — Ele se levanta da cadeira e suspira. — mas.. você esta certa.. precisamos acha-lo.

– Não sem um endereço! — Ouço a voz de Regina e me seguro pra não abrir um sorriso com isso. Me viro e lá estava ela na porta da delegacia com sua pose elegante. — Por isso aqui estou eu.. — Ela se aproxima ajeitando os cabelos.

– Oh que linda.. — Sussurro pra mim mesma, mas em seguida meu pai me olha, como se houvesse entendido. — que-que-que.. — Olho ao redor e vejo um vaso de flores qualquer. — linda essas novas flores que.. botaram na delegacia não é? — Digo nervosa forçando um sorriso.

– Sim, Emma.. elas são novas, só estão ai desde que você chegou a cidade..! — David responde irônico, estreitando as sobrancelhas.

– Ah.. mas e então.. Regina que bom que se juntou a nós.. — Digo a ela desviando o assunto e meu pai a olha também e eu agradeço aliviada.

– Sim, aparentemente só eu sei onde o apartamento de Mark fica..

– Então nos leve até lá! — David fala, pegando sua jaqueta. — Mas antes vou me certificar de mais alguns papéis.. volto em um minuto! — Ele caminha até o escritório saindo da nossa vista.

– Flores.. hãn.. — Se aproxima de mim lentamente com um sorriso maroto.

– É.. — Suspiro com sua presença tão perto. — Lindas não? — Sorrio de volta. — Pena que não se comparam a sua beleza..

– Senti sua falta quando acordei hoje.. — Suas mãos pegam cada lado da minha jaqueta enquanto seu rosto encurtava nossa distância.

– Sentiu é? — Pergunto risonha.

– Sim.. não tem coisa pior.. que acordar sem o seu beijo.. e o seu sorriso..! — Passo meus dedos pelo seu rosto ainda com meu sorriso.

– Eu não consegui dormir de volta.. mas valeu a pena.. eu observei um lindo anjo dormindo.. — Nossos lábios se encontram a centímetros de distância. Uma vontade absurda de beija-la já me vem a cabeça. — Não quis acordar você.. — Respiro fundo. — Precisei vir o mais rápido possível pra pegarmos Mark.. você sabe.. que eu me preocupo!

– Eu sei.. — Sinto suas mãos acariciarem por cima da minha blusa. — eu sei.. — Seus lábios se aproximam, e eu já abro minha boca de leve a acompanhando e fechando meus olhos.

– Bom.. não há nada.. — Ouço a voz do meu pai e nos separamos desjeitosamente. Por sorte assim que o olho ele estava concentrado nos papéis.

– Uh-hum.. e como esta o Henry?? — Pergunto nervosa e Regina sorriu, como se estivesse se divertindo.

– Ele esta bem Emma.. eu o levei para escola.. ele perguntou por você, eu disse que já estava tudo bem! Mas ele quer te ver então.. você pode busca-lo na aula..

– Ah claro.. pode deixar.. só espero que nenhum imprevisto ocorra até lá.. — Desvio o olhar contendo o riso.

– Muito bem.. podemos ir, mas como Regina é a única que sabe o endereço, devemos ir em um só carro.. — David fala deixando o resto dos papéis de lado.

– Vamos no meu.. — Digo a eles já pegando as chaves. Vejo meu pai concordando e Regina revirando levemente os olhos e sorrio de canto.

Saímos da delegacia e entramos no meu fusca. Regina foi ao meu lado e David no banco de trás. Regina foi me citando por onde deveria ir, mas fora isso, o clima estava deserto no carro.

– Bom.. hãm.. que silênico não é? — Pergunto com os olhos na estrada sorrindo sem jeito. Em seguida ligo o botão do rádio pra ver se tinha alguma música passando. O clima estava quieto demais.

– And I fallen in love when I wasn't supposed to be

Right in front of me, talk some sense to me... (Amber Run: I found)– Não mesmo! Clico no botão para por outra música. Olho ao lado e Regina continha o riso.

– I want you

And I always will.. (Safret: Oceans)– Fala serio? Só pode ser dia dos namorados pra dar tanta música romântica. Mas dessa vez.. quem sabe! Clico de volta.

– Near, far, wherever you are

I believe that the heart does go on

Once more, you open the door (Céline Dion: My heart will go On)– Só pode estar de sacanagem... Titanic? Seriously? Desligo o aparelho. Olho ao lado e Regina estava abrindo o vidro do carro e olhando pela janela, mas pude perceber que ela continha mais ainda o riso. Sorrio pra mim mesma. Como posso ser tão azarada? Músicas românticas justo quando meu pai esta no carro?

– Hu-hum.. deixa pra lá..

– Então.. estamos perto? — David pergunta.

– Chegamos.. pode estacionar ali Emma.. — Regina indica o lugar e eu estaciono na frente.

Saímos do carro e meu pai tira o revolver do coldre indicando para mim fazer o mesmo. — Vamos entrar.. — Ele abre a porta de entrada e avistamos uma escada que levava aos apartamentos de cima.

– Se não me engano é o apartamento 103.. fica no andar de cima.. — Regina comenta enquanto David subia as escadas. Pego minha arma e fico na posição. Vejo Regina entrar junto a mim, mas me ponho na sua frente.

– Preciso que fique Re.. — Pego levemente seu braço. — pode ser perigoso.. por favor..

– Emm.. eu tenho a magia necessária pra tomar conta de mim..! — Sua mão se estende mostrando uma bola de fogo. — Não se preocupe.. ok? — Me aproximo e pego sua nuca, encostando meu nariz ao seu e fechando brevemente os olhos.

– Fique atrás de mim.. — Me afasto e ela concorda. Assim eu vou na frente, acompanhando meu pai que já estava lá em cima. Subimos as escadas e avisto ele na frente de uma porta em posição.

– É este aqui.. — Ele fala a nós. — Se afastem.. — Nos afastamos e ele bate o pé na porta a arrombando.

Ele posiciona sua arma par dentro do apartamento assim como eu, mas estava vazio. — Eu vou ver os outros cômodos.. — David caminha cautelosamente apontando a arma até outra porta. Eu e Regina fomos a outra porta, e assim que abrimos, avistamos um quarto de casal.

– Como sabia o número do apartamento? — Pergunto abaixando a arma e vasculhando as coisas. — Você já veio aqui alguma vez? Por acaso neste cômodo? — Pergunto um pouco irritada por temer a resposta, a fitando dessa vez. Ela sorri de canto enquanto observa as coisas, mas em seguida me fita também.

– Não Emma.. como disse antes só vim até a entrada.. nem mesmo conheço esse apartamento.. — Suspiro em alívio. — sei o número por que ele me convidou a aparecer qualquer dia, mas eu não queria.. por isso nunca vim.. sabia no que ia dar e acredite.. não era com ele que eu queria isso.. — Ela se aproxima e encosta seus dedos no meu queixo. — mas agora não é hora de ciúmes querida.. — Sorri e volta a vasculhar as coisas.

Sorrio e mordo os lábios de certa forma contente, depois volto a ver as coisas. — Só perguntando.. — Comento contendo o riso.

– Sei.. — Diz de forma irônica. Comecei a vasculhar a cama, depois as gavetas enquanto Regina me ajudava, mas havia apenas coisas banais, nada que lhe entregasse. Saímos dali e fomos até onde David estava, ou seja na sala.

– E então? — Regina pergunta.

– Vasculhei a sala, cozinha.. tudo.. não achei nada.. nenhuma arma.. droga ou qualquer coisa do tipo.. o que quer que ele esteja tramando.. sabe como não deixar pistas.. encontraram algo?

– Infelizmente tivemos o mesmo 'sucesso' que você..

– Ok.. essa é a casa dele.. talvez ele volte pra pegar algo.. não tem como ele abandonar tudo por estar sendo perseguido.. — Regina fala um pouco nervosa.

– Sim.. esta certo.. ele precisa voltar.. — David pega o telefone digitando algum número, e em seguida o colocando no ouvido. — vou chamar Leroy e os outros pra ajudar.. vou pedir que vigiem aqui..! — Nesse momento Regina olha o celular também.

– É a Mary.. ela quer que eu vá na prefeitura.. — Fala e caminha até a porta.

– Ok.. — Respiro fundo, um pouco frustada por não termos nada. — preciso fazer uma coisa também.. — Tive a ideia de ir ver Gold, com certeza sabia muito mais do que demonstrava.

– Vou esperar o rapazes chegarem.. enquanto isso vou checando mais alguma coisa.. qualquer coisa ligue filha.. — David diz a mim um pouco preocupado. — e tome cuidado!

– Pode deixar.. nos vemos mais tarde! — Vou até a porta e não vejo mais Regina, então a sigo pelas escadas. — Hey.. — Ela para e se vira, então pego seus braços os acariciando.

– Hey.. — Seu sorriso se estende. — preciso ir.. minha querida enteada sogra ex-inimiga me chama.. — Solto uma risadinha e fito seus olhos. — o que foi?

– Nada.. é só.. que.. quero que me ligue se algo acontecer.. qualquer coisa ok?

– Ok.. — Uma de suas mãos pegam o lado aberto da minha jaqueta e me puxa rapidamente. Fecho os olhos sentindo seus lábios nos meus de forma lenta e carinhosa. Se afasta lentamente quebrando o beijo maravilhoso, me fitando apaixonadamente em seguida. — Te amo Savior..

– Te amo Queen.. — Lhe dou um selinho e sorrimos.

Depois disso ela mexe seus dedos e a névoa se faz por seu corpo. Então pego meu carro e vou até a loja de Rumplestiltskin.

– Gold!! — Abro a porta bruscamente e ele estava atrás do balcão revirando os olhos.

– O que foi agora Srta. Swan?

– O que foi?? E ainda pergunta? — Me aproximo com uma feição indignada. — Você fez um acordo com Mark.. pra ele dizer a Regina sobre mim.. presumo que isso também tenha a ver com você dando algum tipo de poção pra ele.. do tipo que deixa a pessoa louca.. não é?

– Não tenho ideia do que esteja falando.. — Fala tranquilo com risinho de canto. — Querida eu apenas.. dei algo que poderia fazer Regina acreditar que você a enganou de certa forma.. e como já lhe disse.. a oferta dele foi muito generosa.. o que eu mantenho em sigilo.. não fiz nada a mais que isso.. posso lhe assegurar!

– Saiba que eu duvido muito disso.. Mark deu algo a Hook.. pra tentar matar Regina.. algum tipo de feitiço na bebida.. ele só pode ter conseguido com você!

– Sinto muito em lhe despontar..

– Como posso saber se esta falando a verdade?

– Use seu dom querida.. e diga se estou mentindo.. — Olho nos seus olhos, e droga! Ele não estava mentindo, mas não fazia sentido.

– Ao menos me diga.. onde ele esta? Você deve saber muito bem..!

– Bom.. por que você mesma não pergunta a ele? — Ouço a porta se abrir e me viro. Ele estava distraído entrando, mas assim que me viu seus olhos se arregalaram e ele saiu porta a fora.

– MARK! — Corro até ele apressadamente, mas ele é rápido. — Pare ai! — Pego minha arma enquanto corro, mas não tenho coragem de atirar.

Em um piscar de olhos não vejo nada.. ele havia simplesmente sumido. — Droga!!! — Exclamo irritada e ofegante. Por um acaso ele poderia ter o dom de teletransporte? E como Gold não sabia de nada? Quem é Mark afinal? Como desaparece do nada e poucas pessoas o conhecem? E por que faria essas coisas?

***

– Olá? — Abro a porta da prefeitura não avistando ninguém. Regina tinha me ligado para encontra-la ali e levar o seu almoço, o que eu não entendi muito bem, mas ela disse que explicaria quando eu chegasse. Já havia ligado pra David e avisado sobre o imprevisto de Mark. — Regina? — Caminho até a porta do escritório e abro. Lá estava ela concentrada em um livro sentada na cadeira da prefeita.

– Estou aqui.. — Diz ainda concentrada no livro.

– Olá Madam Mayor.. — Sorrio de canto me aproximando.

– Esta literalmente olhando para a nova prefeita agora! — Ela sorri e me olha, aquele olhar perfeito.

– Você aceitou.. que incrível amor.. — Digo tentando soar o mais entusiasmada possível..

– O que houve? — Pergunta preocupada.

– Nada demais.. agora fico feliz que tenha voltado aonde queria.. sinceramente esse cargo combina muito mais com você docinho.. — Pisco de forma brincalhona, mas ela ainda estava seria.

– Emma.. eu conheço esse olhar.. alguma coisa aconteceu.. — Suspiro um pouco desanimada.

– Ok.. você tem razão.. eu cruzei com Mark de novo.. e ele escapou.. de novo!

– Como ele pode ter escapado?

– Eu não sei.. ele simplesmente desaparece.. eu não entendo.. mas.. o importante é você agora..! — Largo sua salada em cima da mesa a sua frente. — e que bom que eu trouxe isso, pra comemorar! — Aponto as duas cervejas pretas na minha mão. — não sei como você ainda come essa coisa verde..

– E você.. ainda come como uma criança..

– Isto já esta esclarecido.. — Sorrio de canto.

– Sim.. mas não vamos tomar isso.. eu sou uma rainha.. sou mais refinada! — Seu polegar se junta com o indicador delicadamente, fazendo sinal.

– Vontade de morder esses dedos.. — Digo a olhando de forma sapeca.

– Já você.. não é meu amor.. — Ela se levanta e caminha até minha frente. — Vamos tomar Champanhe.. para comemorar! — Se afasta sorrindo de canto e caminhando até a mesa de bebidas.

– Tudo bem.. guardo a cervejas pra mais tarde.. — Deixo as duas garrafas em cima da mesa e caminho por ali. — O que estava pesquisando?

– Eu estava vendo algo no livro de Henry.. uma curiosidade só..

– Entendi.. — Olho por ali e abro uma certa gaveta que estava meio aberta ali. Me surpreendo com o que vejo, e pego o papel que se estendia ali. — O que.. é isso? — Me viro e ela se vira também, mas sua feição se tornou apavorada e ela de prontidão se aproximou.

– Emma.. se acalma eu posso expli.. — Ela pega o papel e suas sobrancelhas se estreitam. — Co-como..

– Explicar? Eu.. eu não posso acreditar nisso..! Como isso parou ai?

– E-eu.. eu.. — Sua voz se tornou falha e sua mão começou a tremer.

– Regina? — Pergunto preocupada e ela cambaleia um pouco pra trás. De imediato a abraço por trás impedindo-a de cair. — Regina você esta bem?? — Logo uma luz.. a mesma luz se intensificou em volta de nós, para depois sumir de uma vez.

– Eu estou bem.. só um pouco fraca.. — Seus olhos se apertam, mas depois ela os abre ficando erguida novamente. — Estou bem amor.. — Sorri fraca e eu sorrio aliviada de volta.

– Tem certeza? Você viu o que aconteceu?

– Sim.. a luz voltou novamente..

– Com isso.. — Pego a página e ela fita junto a mim. — Eu não entendo..

– O que esta acontecendo Emma? — Pergunta preocupada e confusa.

– Eu não sei amor.. não sei.. mas sente aqui.. — A guio até o sofá.

– Emm.. eu estou bem.. foi só uma leve tontura..!

– Por enquanto.. — Ouço uma voz diferente.. e já a reconheço. Olho na entrada da porta e aquele imbecil estava lá. Regina olha assustada, e como ela já estava sentada, me levanto e caminho até ele serrando os punhos. — Ouça Emma.. — Acerto-lhe o rosto com toda a minha força, fazendo ele virar a cara e quase cair pra trás. — Tinha acabado de me recuperar desse nariz poxa! — Ele põe as mãos no nariz que sangrava e respirava ofegante. — Ok.. — Ele inclina a cabeça em sinal de positivo. — eu mereci isso! -

– Isso foi por tentar matar o amor da minha vida, seu imbecil! — Fumaça poderiam sair dos meus ouvidos, estava irada demais com aquele covarde. Miro meu punho para acerta-lo de novo.

– Emma! — Regina chama minha atenção então apenas fico em posição de acerta-lo.

– Não.. por favor não.. Emma você esta entendendo tudo errado.. eu venho tentando te explicar mas você só vem para cima de mim pra querer me matar.. sou obrigado a fugir!

– Ah claro.. covardes sempre fogem não é? — Miro pra acerta-lo de novo. Ele coloca uma mão no ar em sinal pra mim parar.

– Pare.. eu posso explicar tudo.. você entenderá!

– Como? — Ouço Regina se levantando e ficando ao meu lado. — Como você pode explicar tudo o que você fez Mark?

– Eu posso.. por que.. — Ele respira fundo limpando o sangue no nariz. — por que eu sou o Autor!

Notas finais
Bomba! :D hahaha.. Mark? O Autor? WTF? O.O >< Até os próximos guys! E bom feriado!