Notas iniciais
Palavra do oitavo dia: Desquietar.

Levi sentia que havia algo errado com aquele homem.

Ao despertar, sua agitação dominou o quarto, escorreu pelas cobertas, se espremeu pelo cano do soro e levou pouco tempo até desquietar o coração do moreno.

— O que eu tenho? — perguntou, a voz sonolenta.

— É melhor perguntar o que não tem. — Folheou a pasta, sorrindo nervoso. — Tendões e nervos lesionados, queimaduras pontuais, edema, dois dedos quebrados e apenas sete unhas. E essa é a primeira página.

— Pode me ajudar…?

Aqueles plácidos olhos azuis em nada combinavam com a perturbação no ar.

— Confie em mim, vou fazer bem mais.

Notas finais
Muito obrigada á Bárbara Vitória e Sani pelos comentários no capítulo anterior. ♥ Nem acredito que consegui chegar ao oitavo capítulo. Embora eu nem sempre consiga responder na hora, comentários são sempre bem vindos! Muito obrigada por lerem. Abraços.