Quimera
4 Capítulo 3
Notas iniciais
É eu sei que disse que ia postar sábado, mas eu não consegui terminar y-y *cry*
Pelo menos eu não demorei um mês ne? *apanha*
Obrigada as minhas senseis lindas por me mandarem reviews, Havena-san e miniminisan *-*
E um agradecimento especial pra Mini, que enviou uma recomendação pra fic, mesmo ela estando só no começo e eu postar de século em século e-e. Te amo viu ♥
Desculpem qualquer erro e boa leitura.
– Itai!- colocou a mão na boca, massageando os dentes com a língua para amortecer a dor, que apesar de fraca era incomoda.
– Que foi? Congelou o cérebro? – o vocalista riu baixo, continuando a apreciar seu picolé, era o segundo que tomavam, enquanto conversavam amenidades a alguns metros de distancia do parque.
– Não, eu mordi com os dentes da frente... deu choque* – explicou simples e envergonhado, não pela piada, mas por que aquele era seu jeito.
– Que frescura- desdenhou brincando, quando distraído repetiu o mesmo ato que o outro, um calafrio de dor se espalhando por seu corpo- Itai... – murmurou baixinho, mas pela proximidade Reita conseguiu ouvir.
– Viu! Eu disse que dá choque- riu, continuando a chupar seu picolé, feliz pelo loiro mais velho ter experimentado o mesmo que ele.
– Hum, não foi nada, quase não senti.
– Sei- sorriu, o jeito orgulhoso do vocalista era encantador.
– Quer ver eu acabar com esse picolé em uma chupada só?- sorriu malicioso e antes que o de faixa pudesse responder colocou o doce todo na boca, fazendo pressão com o palato para que ele derretesse, deslizou sua língua pelo sorvete, enroscando-a neste que se despedaçou por inteiro, quando tirou o palito da boca não havia mais nada. Reita sentiu um ardor subir por seu pescoço, se espalhando pelas bochechas, até as orelhas, a boca seca, completamente sem palavras.
– Reita-kun está derretendo- ignorou o explicito choque do rapaz, pegando o pulso com o qual ele segurava o picolé, aproximou os lábios dos dedos sujos de sorvete, lambendo-os de olhos fechados para então abri-los devagar o olhando, e nunca pensou que alguém pudesse ficar tão vermelho, seus olhos quase saiam de orbita de tão arregalados e a faixa que tampava seu nariz aos poucos se manchava de carmesim- “Oh, acho que eu fui longe demais”.
– Você esta bem? Seu nariz ta sangrando- tentou controlar o tom risonho na voz, assoprando seu rosto para que se acalmasse- “Sou tão cruel”
– Ah..de-desculpa , eu estou bem, só me de um tempo- assentiu, vendo-o pressionar a faixa com a mão livre para estancar o sangramento, ainda corado apesar de menos, sem coragem de olhá-lo- Eu não vou querer mais- esticou o sorvete na direção do menor, oferecendo-o.
– Claro- pegou, comendo de forma normal, Reita agradeceu mentalmente por isso- Quer ir pra minha casa? Eu posso cuidar disso- apontou pro nariz do mais alto.
– Tudo bem, já parou de sangrar- sorriu, não sabia por que ainda se constrangia, era a terceira vez que Ruki o provocava daquele jeito, percebeu que o vocalista tinha segundas intenções, mas não sabia se podia levá-lo a serio ou não, de qualquer forma, era impossível não se constranger.
– Ok- terminou de comer o picolé jogando os dois palitos- seu e do mais novo- no lixo, nem um pouco frustrado por ter sua proposta rejeitada. Sentiu algo gelado bater em sua nuca, assim como em seu ombro e logo varias gotas torrenciais caiam sobre suas cabeças, sua oportunidade.
– Vem!- agarrou a mão do outro, puxando-o para que saíssem da chuva.
– Aonde vamos?- falou um pouco mais alto que o normal, tentando sobre por o barulho da chuva. Várias pessoas que andavam pelo local corriam para de baixo das tendas das lojas e quitandas, a fim de se protegerem, o vocalista seguiu o mesmo caminho.
Reita se curvou apoiando as mãos nos joelhos, ofegante pela pequena corrida, o recente sangramento nasal e o fato de sua faixa estar encharcada fazendo o ato de respirar bem desconfortável, ainda assim estava aliviado por não serem mais castigados pela água. Olhou de soslaio para o menor, ele estava parado respirando lentamente, mas não ofegava, apenas observava o céu.
– Minha casa é perto- foi surpreendido pela voz do mais baixo, não havia malicia nela, nem em seu pequeno sorriso, talvez um leve divertimento, mas também gentileza, e foi isso que o fez assentir corando sutilmente.
Ruki segurou sua mão novamente, guiando-o entre as tendas para que não se molhassem mais, o que era meio impossível já que a chuva ameaçava piorar e uma forte ventania se iniciava, para a sorte de ambos a casa do vocalista era realmente perto, logo os dois estavam dentro do apartamento seguros da tempestade.
– Ojamashimasu**- tirou os sapatos, fazendo uma pequena reverencia antes de entrar. O apartamento não era tão grande quanto imaginava, mas também não era minúsculo como seu, estava mais para um meio termo, era bem decorado e aconchegante- “Cheira a canela, deve ser algum produto de limpeza”- sorriu, interessado por aquele detalhe sobre o menor.
– Reita?
– Oi?- desviou sua atenção da decoração, um pouco envergonhado por ter ficado tão distraído.
– Tire suas roupas- deixou a bolsa que carregava encima da mesinha do centro, junto com seu casaco, sentando-se no sofá sem se importar em molhá-lo, o tecido era impermeável.
– O-oi? – repetiu sua fala, sem entender o que ele queria dizer com aquilo, ao perceber a confusão do mais alto Ruki se explicou.
– Tire essas roupas molhadas e vai tomar um banho- sorriu, vendo-o suspirar aliviado- Eu tomo depois de você.
– Mas não é melhor você tomar primeiro, eu não quero incomodar.
– Eu estou bem, ande logo antes que se resfrie- fez um sinal com a mão, meio que o enxotando- O banheiro é a primeira porta a direita no corredor, pode deixar suas roupas no cesto.
– Obrigado- fez uma breve reverencia e foi ao banheiro, realmente precisava de um banho.
Ruki se espreguiçou no sofá, pegando um livro que estava por perto, se ocupando em lê-lo enquanto esperava. Inconscientemente passou a refletir sobre Reita e o passeio que haviam tido.
Dezenove anos, universitário, sem muitos amigos, se constrangia fácil, era tímido, mas quando encontrava assunto falava tanto quanto o vocalista. Havia conseguido com que ele relaxasse mais em sua presença, ainda assim investidas diretas não funcionavam com ele, faziam com que recuasse e ficasse na defensiva, gentileza parecia atraí-lo mais. Apesar de saber disso, era tentador provocá-lo.
– “Ele me faz sentir um pervertido assediando uma garota pura e inocente”-riu.
– Ruki-san- um chamado baixo e receoso fez com que olhasse para o começo do corredor, onde o autor dos seus pensamentos estava parado com uma toalha enrolada na cintura, abraçando os próprios ombros.
– “Ele tem um bom corpo”-não se impediu de secar seu abdômen, que não era forte, mas bem delineado.
– Que... que roupas eu vou vestir?- abaixou a cabeça, tentando disfarçar com a franja sua vergonha.
– Ah, claro!- levantou do sofá em um pulo- Espere aqui- foi para o quarto, pegando a calça e blusa mais largas que tinha, retornando à sala.
– Aqui está- entregou-as para Reita, que agradeceu mudamente, com um aceno com a cabeça- Pode se trocar no meu quarto se quiser.
– Ok – sorriu ainda envergonhado, seguiram juntos pelo corredor.
Enquanto andavam Ruki olhou-o melhor, percebendo que estava com a mesma faixa sobre o nariz, só que limpa.
– É outra faixa?
– É eu tenho sempre uma reserva comigo- um pensamento perverso passou pela mente do mais baixo.
– Hum, que precavido, suponho que tenha camisinhas também- o outro parou, já podia prever o quanto o seu rosto estaria vermelho.
– Ah.. bem, eu...eu...- gesticulava nervosamente, tentando revidar ou ao menos se defender daquelas palavras maldosas, mas não conseguia, o que fez com que ficasse ainda mais nervoso e frustrado, seus olhos começando a umedecer.
– Ei, calma- se assustou com o repentino surto do maior, talvez tivesse mesmo ido longe demais daquela vez, aproximou a mão cautelosamente de sua cabeça, fazendo um leve cafuné — Desculpe, era uma brincadeira, eu sou um idiota- sorriu tranqüilizando-o. Assim que ele se acalmou, entrou no banheiro deixando-o sozinho e desconcertado.
– Droga- suspirou, encostando-se na parede do corredor, se não fosse tão tímido então poderia replicar aquelas provocações e até mesmo seduzir Ruki- “Mas é tudo uma brincadeira, ele não está interessado”- suspirou mais uma vez, não teria outra oportunidade como aquela de novo, era sua única chance de criar um laço com o vocalista- “Não posso estragar tudo”.
Fitou as roupas que iria vestir- roupas de Ruki- levando-as até o rosto, aspirando o perfume que emanava delas, provavelmente o cheiro estaria bem mais forte em seu quarto. Quando abriu a porta uma baforada de ar quente o deixou momentaneamente desnorteado, junto àquele balsamo que parecia se espalhar por toda casa.
O quarto era o ambiente mais extravagante de todo o apartamento, com uma cama de casal de ferro fundido na parede lateral, que era coberta por um papel de parede cinza com detalhes em preto, o chão de mármore igualmente preto, um armário de correr e prateleiras com alguns acessórios, e uma coleção de bonecos do filme The Nightmare Before Christmas.***
Sentou na cama, sentindo a textura dos lençóis escuros de algodão, deixou a roupa de lado e como que hipnotizado agarrou um dos travesseiros, aspirando fortemente seu aroma inebriante.
–“Ruki-san”
~//~
Saiu do banheiro vestindo apenas uma calça de moletom, revigorado, havia pensado melhor e estava decidido a pegar mais leve com Reita, ele não era como os outros homens com quem transava, não podia agir da mesma forma com ele.
– Reita-kun, você quer chocolate quen- estagnou na porta do quarto, não acreditando no que seus olhos lhe mostravam- “Fala sério”
O loiro mais novo estava com nada mais nada menos do que a toalha cobrindo sua nudez, dormindo na sua cama, abraçando o seu travesseiro e de conchinha.
– “Só pode ser pra me provocar”- sentou ao seu lado na cama, com cuidado para não acordá-lo, vendo seu peito subir e descer tranquilamente, o ar escapando por seus lábios fazendo um delicado chiado, afastou uma mexa de cabelo que escondia seu rosto, sorrindo- “Tão bonitinho”
Passou a analisar seu corpo, os braços definidos, o peitoral firme, as pernas levemente torneadas, então certa parte em baixo daquela toalha lhe atraiu a curiosidade. Levantou o pano o suficiente para ver o que queria.
– “Dá pro gasto”- riu, voltando a observar sua face- “Esquece o pegar leve”
Apertou o membro por cima da toalha, fazendo-o remexer as pernas, ainda sem acordar, repetiu o ato um pouco mais forte, vendo-o fazer uma careta, abrindo os olhos um tanto perdido.
– Ru-ki... san?- piscou algumas vezes se acostumando com a claridade, aos poucos a imagem em sua frente ficando mais nítida, assim como sua mente- Ruki-san?! Eu...
– Shhh- encostou o indicador em seus lábios, logo o substituindo pelos próprios em um beijo superficial, segurou seu queixo obrigando-o a abrir mais a boca, deslizando a língua pelo espaço que lhe foi cedido, sentando por cima de seus quadris, quando Reita sentiu o peso do outro sobre si, não teve tempo de ter vergonha, agarrou sua cintura com uma das mãos, a outra apertando sua nuca com tanta força, que mesmo se Ruki quisesse não conseguiria apartar o beijo.
As duas línguas se entrelaçavam quase formando nós, suas bocas se movimentando como se quisessem sugar o máximo de ar que tinham, por vezes mudavam o ângulo aprofundando o beijo ou fazendo com que as línguas se enroscassem fora de suas bocas. O vocalista esfregava-se sobre seu membro, a fricção dos tecidos fazendo com que ficasse duro rapidamente, sentindo isso o loiro menor partiu o osculo, mas sem conseguir desgrudar direito as bocas pela pressão que Reita fazia em sua nuca, o forçando a continuar.
– Eu quero fazer uma coisa- falou ao separar minimamente os lábios, o outro concordou a contra gosto, soltando sua nuca.
Escorregou por seu corpo sem quebrar o contato visual que haviam iniciado, um arrepio de excitação passando pelo maior quando percebeu o que planejava, lambeu seu falo por cima do tecido, raspando os dentes na ponta para então morder a toalha, descobrindo seu membro que pulsava necessitado, lambeu os lábios com a visão, faminto para sentir seu gosto e assim o fez, roçando os lábios da base até a glande, sentindo cada veia saliente pela pele fina, o gosto do pré-gozo o fazendo gemer em deleite, ouviu Reita suspirar pesadamente, tão excitado quanto ele.
– “Mais provocações”-bufou aborrecido, empurrando sua cabeça pra frente em uma ordem muda para que o chupasse.
Queria torturá-lo um pouco mais, porém sob aquele gesto autoritário preferiu acatar o pedido, envolvendo seu falo até que alcançasse o fundo da garganta sem se engasgar — era um mestre nisso- passou a sugá-lo devagar, pressionando a língua contra o órgão quente sentindo-o crescer dentro de sua boca, os gemidos roucos do maior excitando-o ainda mais. Este segurou seus cabelos com cuidado, controlando a velocidade dos movimentos de vai e vem, podia gozar só com a visão da boca do vocalista engolindo seu pênis.
– “Tão erótico!”- sentiu-o aumentar a velocidade das chupadas, o barulho de seu membro batendo no céu da boca do menor sendo bastante audível, não ia agüentar mais.
– Ruki-san... matte...AHH- puxou seus cabelos pra trás forçando-o a parar o que fazia, porém não conseguiu controlar o orgasmo, acabando por espirrar sêmen em seu rosto.
Ruki não se importou, masturbando-o até que todo gozo fosse liberado e o membro ficasse mole, prolongando o orgasmo do maior que estava anestesiado pelo prazer. Aproveitou o momento para se livrar das próprias calças, seu membro latejando por estar sendo negligenciado, mas conseguia agüentar. Depois de alguns segundos normalizando a respiração, Reita voltou a olhá-lo, corando ao notar o liquido viscoso escorrendo por sua bochecha.
– Gomen!- sentou rapidamente, limpando seu rosto com os dedos, o outro sorriu pegando sua mão que agora estava suja, lambendo seus dedos de uma forma semelhante à de mais cedo com o sorvete, lubrificando um por um com sua saliva.
– Enfia em mim- deu uma ultima lambida em seu indicador olhando-o lascivamente, e Reita teve que se segurar pra não ter outra hemorragia nasal.
Jogou-o na cama, atacando seus lábios com fervor, deliciando-se em mais um osculo obsceno, Ruki envolveu seu pescoço com os braços, aconchegando-o no meio de suas pernas, sentiu os dígitos melados atravessarem a barreira de sua entrada, gemendo abafado pelo beijo que cada vez se tornava mais vigoroso, drenando o ar de ambos.
– Ahhh....- deixou que um gemido escapasse por seus lábios ao ter mais um dedo em seu anûs, alargando-o, apesar de não ser necessário- Chega disso- inverteu as posições, voltando a sentar em seus quadris, substituiu seus dedos pelo falo novamente ereto, impulsionando-se pra baixo até ser totalmente penetrado.
– Huuummm...- mordeu o lábio inferior, abafando o gemido que viria alto, segurou sua cintura, auxiliando-o na penetração, um suspiro mútuo de satisfação sendo proferido ao ter seu membro completamente dentro do menor, ele era absurdamente quente, como imaginava.
Seus corpos começaram a se mover simultaneamente, o vocalista cavalgava arranhando sua barriga com as unhas curtas. Empurrou o quadril de encontro aos seus glúteos, fazendo com que seu corpo se elevasse e ele gemesse cada vez mais alto.
– Ahhhhh... que delicia, Reita você é uma delicia! Ahh- jogou a cabeça pra trás, cavalgando com mais intensidade, o falo saindo e entrando de seu corpo deixando-o extasiado de prazer.
– Humm.. Ruki-san- em um movimento surpresa virou, ficando por cima de seu corpo sem desconectar-se dele, colocou suas pernas por cima dos ombros segurando firmemente suas coxas antes de se afastar, penetrando-o novamente com até o talo, gemendo entre dentes.
– AHHHHH- gritou ao ter a próstata atingida com brusquidão, cravando as unhas nos braços do loiro maior, que segurava suas pernas na altura de sua cabeça, grudando os corpos cobertos de suor- Ah.. itaa.. Rei...- não conseguia controlar os próprios gemidos, sentindo-o rebolar dentro de si devagar, mas preciso, colando as testas.
– Ahh...- fitavam-se perdidos nas orbes um do outro, abraçou seu dorso, as estocadas se tornado cada vez mais rápidas, grudou os lábios em um selo forte, apartado por Reita que beijou seu rosto, descendo para o pescoço, só então notando os hematomas que haviam nele.
– “São recentes”- envergou as sobrancelhas, desgostoso, o menor percebeu para onde olhava, puxando seu queixo para que fitasse seu rosto.
– Não..ah, não ligue pra isso- iniciou outro beijo, surpreso ao ser empurrado, recebendo um olhar serio.
– Eu ligo- abaixou uma de suas pernas, levantando a outra até quase encostá-la na cama, engolfando-o com uma força exagerada.
– AHHH ...- arqueou as costas com a corrente de prazer que lhe assolou, segurando nas barras da cabeceira.
– Ruki-san.. ahh eu não quero que.. mais ninguem faça isso com você- se curvou, lambendo seu pescoço por cima das marcas, sabia que era estúpido sentir ciúmes daquilo, mas seu instinto possessivo falava o contrario.
Queria dar lhe tanto prazer que o vocalista só precisaria dele para satisfazê-lo.
A cama batia contra a parede com a intensidade em que se moviam. Enlaçou o pênis esquecido do outro, fazendo-o gritar e xingar, investindo de encontro ao seu membro. E foi naquele atrito entre os corpos e engolfadas alucinadas que ambos chegaram ao ápice, os movimentos parando lentamente, querendo que aquele orgasmo durasse o máximo possível.
Aos poucos os ofegos foram cessando e os corpos relaxando, o loiro maior despencou sobre o menor, estupefato, nunca estivera tão cansado e tão feliz ao mesmo tempo. Ruki resmungou, o peso do outro estava o esmagando.
– Reita-kun.. você esta me sufocando- deu alguns tapinhas em suas costas, chamando sua atenção.
– Ruki-san é tão quentinho.. – apertou seu corpo, sem ouvir o que ele havia dito.
– Pirralho sai de cima- o tom frio do menor fez com que obedecesse, retirando-se de dentro dele e deitando ao seu lado. Esperou que ele recuperasse o ar, voltando a abraçá-lo com a cabeça em seu ombro, tê-lo nos braços era como um sonho realizado.
– “Hurf, como ele gosta de me apertar”- suspirou, Reita estava com um sorriso tão grande, que se tivesse um rabo, estaria abanando de felicidade.
Aquilo ia contra a todos os seus princípios, mesmo assim ele parecia tão bem ali que não tinha coragem de afastá-lo.
– “Ele parece um filhotinho”-riu com aquele pensamento, o maior já dormia agarrado a seu tronco e ele como sempre teria que ficar acordado. Fechou os olhos que ardiam de cansaço, a respiração do outro em seu pescoço embalando seu sono.
– “Talvez só um cochilo”- sim um cochilo não faria mal.
Isso se lembrasse de acordar.
~//~
Notas finais
**Se fala quando entra na casa de alguém, significa "Com licença" ou "Desculpe por incomoda".
*** Ruki realmente tem bonecos do Jack esqueleto xD
O próximo capitulo vai ser tão light quanto esse, porque é o dia seguinte. Eu já comecei a escrever e se ele não vier até sábado eu me demito-q
Ai mereço reviews? Nem que seja um odiei? ;3;
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