Amy correu toda a rua à procura do monge. Lojas, igrejas, escolas... Nao encontrava o monge em lado nenhum, e por isso, desistiu e foi passear com a sua amiga Momoto, e foram até um bar, e foi lá que o encontraram.

Estava lá junto de uma rapariga, a tentar convencê-la a ter um filho, mas ela estava sempre a fugir dele.

- Ei, monge. Aquii... — chamou-o ela. Ele virou-se e saltou de surpresa ao vê-la.

- Hum.. Isto não é o que estás a pensar! Eu e a Rita somos amigas de infância.

- Não tens de me dar explicações, não te conheço de lado nenhum. Queria...

- Quem é essa tua amiga?

- É a Momoto, e este é o Miroku.

- Olá. — disse a sua amiga

- A sua beleza até brilha no escuro. — disse Miroku, beijando-lhe a mão. Momoto cora.

*Gota de água na cabeça de Amy*

- Chega de conversas. Miroku, queria agradecer-lhe pelo questionário. Foi um sucesso e é graças a ti que vou ter boa nota nele. Obrigada.

- De nada. Não querem vir almoçar? Eu consigo almoços à borla aqui...

- Isto é um bar! Como é que o consegues?

- No questionário disseste que era pelo teu charme... — disse Momoto, tímida.

- E é... mas... bem... O restaurante é da minha amiga Kagome.

- Aaah...

- Será que eu posso entrevista-la? — disse Amy, animada.- Tenho de fazer um questionário para o mês que vem.

- Depende...

- De quê?

- Se me deres um beijo.

*Traaash*

Miroku só apanhava.

Apesar de tudo, ele ficou contente por ter ajudado. Sabia que não valia a pena insistir com Amy, além disso, a sua cara-metade estava por aí algures, e chamava-se Sango.

Notas finais
Espero que tenham gostado.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!