Quer casar comigo?
22 Sim
SIM
QUARTO ANO DE NAMORO
Então, do nada, veio na mente de Asher e ele murmurou, sem acreditar:
—Nós temos a Bea.
Julie balançou a cabeça, desgostosa.
—Não, eu tenho a Bea. Ela é minha.
—Pare de ser egoísta. Nós podemos dividi-la.
—Eu não a divido com pessoas que não se lembravam da existência dela.
—Eu não...
—Asher.
—Beatrice ainda parece um sonho — confessou. — Inacreditável. Irreal. Boa demais para ser verdade.
—Ela é — disse Julie, sem dúvidas. — E ela é real.
—Você também esqueceu dela — murmurou Ash.
—O quê?! — exclamou Julie, escandalizada pelo que ouvia. — Como você pode dizer isso? Eu nunca...
—Julie — Ash a imitou.
Julie suspirou, sorrindo para si mesma e para ele, e concordou:
—Ela é boa demais para ser verdade. Às vezes acho que é um sonho, minha imaginação.
—Com quem ela ficou?
—Agora — enfatizou — você quer saber? Que belo pai você será.
—Será? — Asher animou-se, sorrindo para ela em busca de confirmação. — Você disse será?
—Hipoteticamente.
—Então, hipoteticamente, se você e eu nos casassemos...
—Hipoteticamente — interrompeu Julie para ter certeza que era hipotético.
—Hipoteticamente — repetiu ele, de acordo, revirando os olhos para ela, para que ela soubesse que não, não era hipotético. — Você deixaria que Bea tivesse o meu nome?
—Não. — Julie sorriu. — Ela não vai se chamar Asher.
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