Quase Sem Querer...

25 Agora você é minha, e eu sou seu...


Notas iniciais
CARACA! CARACA! VOCES NAO TEM NOÇÃO DO QUAO DIFICIL FOI ESCREVER ESSE CAPITULO!
Saibam que eu me esforcei ao maximo, espremi meu cerebro para fazer desse momento delena o mais perfeito, porém nao sei se consegui... me digam voces...
Me desculpem se tiver qualquer erro de ortografia, eu acabei de escrever essa cap e vim postar, dei uma revisada meio basica, mais algo pode ter escapado pelos meus olhos, entao ja me desculpo antecipadamente!

Bom, como de costume, nos vemos nas notas finais... o

Damon se pós de pé me levantando junto com ele. Andávamos lentamente fazendo o caminho de volta até a orla, porém Damon parecia bastante ansioso. Ele parou de repente, bufando incomodado. Damon passou um dos seus braços pela minha cintura, e o outro impulsionou minhas pernas pra cima, me pegando no colo.

_ Ai! Damon me coloca no chão! – Eu sacudia minhas pernas e referia leves socos em seu ombro para que ele me soltasse, porém ele não o fez.

_ Lena, você está muito devagar hoje! – Ele começou a andar novamente, porém em um ritmo mais apressado.

_ Damon, me coloca no chão! – bati com os saltos que estavam em minha mão em suas costas.

_ Caramba! – Ele chiou de dor, mas mesmo assim não me pós no chão. – Dá pra parar de me bater? Eu não vou te soltar! – Damon voltou a andar apressado. Eu não ia bater, ia fazer coisa melhor – Ai,ai,ai... – Mordi seu ombro com força, fazendo ele finalmente parar e me colocar no chão para poder alisar o ombro mordido.

_ Eu disse pra me colocar no chão... – Dei de ombros e pude ver seus olhos azuis, ainda acinzentados, brilharem desafiadoramente.

_ Lena isso vai ter volta...

Ele ajeitou sua postura enquanto me olhava com os olhos cheios de uma falsa fúria e um sorriso de lado desafiador nos lábios. Damon tentava parecer ameaçador com toda essa postura, mas eu sei que ele não faria nada contra mim, não nesse sentido. Dei de ombros e voltei a andar, ignorando Damon pra trás com toda a sua pose ameaçadora.

Andava lenta e despreocupadamente quando sentir Damon passar seu braço pela minha cintura, me puxando para junto de si. Enquanto um de seus braços me prendia perto de seu corpo, ele levou a mão livre até meus cabelos, colocando os de lado, deixando o caminho livre para meu pescoço. Senti um arrepio transpassar pelo meu corpo assim que seus lábios se encostaram à pele sensível do meu pescoço. Minhas pernas amoleceram e um gemido sôfrego escapou pelos meus lábios quando ele parou de beijar, e passou a morde meu pescoço.

_ Damon... – minha voz saiu um sussurro graças a uma fraqueza súbita que dominou meu corpo, deitei minha cabeça em seu ombro e me segurei no braço de Damon que estava em minha cintura. — Essa é sua vingança? Descobrir meu ponto fraco e me torturar com isso?

Ele soltou uma risada rouca, deliciosamente agradável aos ouvidos. Sua mão, que ainda segurava meu cabelo, deslizou pelo meu braço. Enquanto seus dedos deixavam fogo por onde passavam, outro ponto de meu corpo clamava por atenção. Suas mãos se juntaram em minha cintura, a apertando e me aproximando mais ainda do seu corpo, para que eu sentisse o símbolo de seu desejo por mim em meu traseiro. Damon passou suas mãos para minhas coxas por baixo do meu vestido curto.

_ Lena... – ele murmurou em meu ouvido, enquanto seus dedos queimavam sobre a pele de minha coxa – Isso seria muito fácil...

_ Então o que você quer? – perguntei. Mesmo sabendo suas intenções, eu queria ouvi-lo dizer em meu ouvido, naquele tom rouco e libidinoso que somente ele tinha. – O que você pretende fazer comigo?

_ Eu quero escutar você gemer meu nome Elena... – Damon murmurava em meu ouvido naquele justo tom de voz que fazia meu corpo querer em autocombustão. – Quero ver você implorando por mim...

Oh pelos deuses... Damon me levaria à loucura, apenas com aquelas poucas palavras sussurradas ao meu ouvido. Naquele momento realmente não estava me importando se alguém nos visse, eu só queria que ele me dominasse e me fizesse implorar e gemer como ele havia dito. Porém, contrariando os meus pensamentos ele se afastou de mim. Tremi com o vento frio que me assolou assim que suas mãos abandonaram meu corpo, e ele voltou a caminhar.

_ Damon! – exclamei perplexa com a sua repentina atitude, fiquei lá parada no meio do nada fitando suas costas enquanto ele se afastava. – Damon seu... idiota!

_ Olha a boca querida! – Ele se virou com um sorriso, que era uma mistura de vitorioso com safado, que até seria adorável se eu não estivesse com vontade de estrangula-lo – Vamos lerdeza!

* * *

Nos havíamos pegado um taxi próximo a praia onde estávamos, e agora seguíamos para casa. Eu não estava mais furiosa com ele, em verdade eu nunca estive, mas não daria a ele o gostinho de me ver assim tão entregue a ele. Durante todo o caminho me mantive em silêncio e com o rosto virado para a janela, evitando o ser másculo que estava ao meu lado. Eu podia sentir seu olhar queimando meu corpo enquanto passeava por toda a minha extensão.

Virei meu rosto para Damon e acabei por encontrar Damon com os olhos vidrados. Acompanhei seu olhar, e um sorriso surgiu em meus lábios. Minhas pernas estavam cruzadas e meu vestido, que já era curto, havia subido um pouco, mostrando boa parte das minhas coxas, e era essa porção de pele descoberta que Damon fitava com tamanha vontade. Decidi provoca-lo um pouco mais, peguei sua mão que estava apoiada sobre o banco ao meu lado, e a coloquei sobre minha coxa. Damon fitou meu rosto com os olhos arregalados, um pouco surpreso com a minha atitude. Mordi meu lábio inferior enquanto lhe dirigia um sorriso devasso.

Damon deslizou no banco para ficar mais perto de mim. Sua mão deslizou até a parte interna da minha coxa. Mordi meu lábio inferior prendendo um gemido de escapar por minha boca. Seu polegar massageava a minha pele, enquanto sua mão apertava minha coxa possessivamente. Com a mão livre ele puxou-me pelo queixo, para me beijar. Seus lábios pareciam querer devorar os meus, enquanto eu me deliciava. Sua língua provocava a minha com investidas profundas e voluptuosas. Tudo aquilo parecia uma dança libidinosa e deliciosa, e eu e Damon brigávamos por controle.

O taxista pigarreou chamando a nossa atenção. Ele nos fitava pelo retrovisor, e eu não sabia aonde enfiar a minha cara. Olhei ao redor, envergonhada, tentando não encarar os olhos do taxista pelo espelho, reparando que estávamos parados. Analisei a paisagem do lado fora pela janela, e percebi que estávamos parados na frente de casa.

Abri a porta do taxi, saindo para o vento frio que contrastava com a temperatura do interior do carro. Segui pelo pequeno caminho que dava na praia, e fiquei ali apenas encarando aquela paisagem, sentindo a areia nos meus pés, e a brisa salgada do mar bater em meu rosto. Logo senti as mãos quentes de Damon em meus ombros. Ele arrastou seu nariz pelo meu pescoço, respirando profundamente.

_ Eu adoro seu cheiro... – ele suspirou próximo ao meu ouvido ainda inspirando o perfume da minha pele.

_ Abre, por favor...

_ Abrir o que? – ele perguntou confuso.

Coloquei meus cabelos de lado, indicando que ele abrisse os botões do meu vestido. Ele hesitou um pouco, porém, logo suas mãos, que estavam em meus ombros, desceram para minhas costas. Damon abriu os botões em um movimento lento e torturante, no entanto, logo pude senti as alças folgarem em meus ombros. Me afastei de Damon, e me virei de frente para ele, coloquei meus sapatos no chão, e deixei meu vestido deslizar até meus pés. Damon observava com atenção todos os meus movimentos, e analisava meu corpo coberto apenas pela minha lingerie com seu olhar flamejante e cheio de pura volúpia.

_ Que tal um mergulho?

Não esperei por sua resposta e fui em direção ao imenso mar atrás de mim. Eu sentia seu olhar sobre mim, enquanto eu mergulhava na água gelada do oceano. Fiquei ali por um tempo, apenas observando a calmaria e apreciando o vento frio que apaziguava o meu calor. Pude escutar Damon se aproximar. Me virei a tempo de ver Damon adentrar na água apenas de cueca Box preta, com seu corpo másculo e viril vindo em minha direção. Senti meu corpo estremecer e meu coração querer pular para fora do meu peito com a visão do deus grego de olhos azuis e cabelos escuros. Quando dei por mim, Damon já estava ali, perto de mim, e me segurando pela cintura junto de si. Passei minhas pernas pelo seu quadril e meus braços ao redor de seu pescoço.

_ Sabe de uma coisa... – ele disse enquanto colocava uma mecha do meu cabelo molhado atrás da minha orelha – Foi aqui que tudo começou há algum tempo atrás...

Minha mente voou com as lembranças daquele dia. A nossa pequena viagem de carro até aqui, todas as conversas sem noções, e a cantoria absurdamente desafinada. O meu espanto a descobrir que ele era namorado de Katherine, e minha quase crise de choro quando ele me chamou de Lena pela primeira vez... Eu amava quando ele me chamava assim, somente ele tinha a capacidade de me chamar assim no tom de voz certo. As memórias daquele jantar catastrófico e as palavras de Katherine já não eram tão marcantes quanto o que o sucedeu. Eu e Damon, dentro desse mesmo mar, com os lábios macios e deliciosos colados nos meus, como em um sonho, e como ele fugiu naquele dia, a deixando pra trás, fitando suas costas enquanto ele ia embora.

_ Só que dessa vez você não vai fugir de mim...

Prendi minhas pernas com forças em seu quadril enquanto beijava seu lábio inferior para depois puxa-lo entre meus dentes. Damon beijou meus lábios libidinosamente. Suas mãos passeavam pelo meu corpo enquanto sua língua massageava a minha de um jeito delicadamente gostoso e apaixonante. Parei de beija-lo, e puxei seus cabelos para que ele olhasse para mim.

_ Eu te amo Damon... – Eu realmente o amava, e era maravilhosamente libertador dizer essas três palavras em voz alta. – Por favor, não me deixe sozinha de novo...

_ Você não sabe o quanto eu me odiei por ter te deixado naquele dia... Eu nunca mais vou te deixar, está me ouvindo – ele sussurrou entre meus lábios, respondendo a minha suplica enquanto mantinha seus olhos vidrados nos meus. – Eu te amo... Agora você é minha, e eu sou seu... Pra sempre.

* * *

Estávamos deitados na areia molhada próximo onde as ondas se quebravam. Sinceramente não sei como viemos para ali, pois a única coisa em que eu me mantinha minha atenção era no corpo quente e viril que estava sobre mim, nos lábios que me beijavam com tanto ardor, e nas mãos que pareciam mais labaredas flamejantes, espalhando fogo por onde passavam.

Em um movimento rápido, Damon se sentou comigo em seu colo, suas mãos apertaram meus seios por cima do tecido fino do meu sutiã preto rendado, me fazendo gemer em seus lábios. Suas mãos seguiram até o fecho frontal, e seus dedos habilidosos estavam prontos para abri-lo, quando coloquei minhas mãos sobre as deles o impedindo de prosseguir. Ele levantou a sobrancelha me olhando confuso.

_ Desculpa Lena, não quis te pressionar – ele disse nervoso.

_ Damon, cala a boca! – Ele me fitou confuso, não pude evitar sorrir de sua reação. Passei a mão por seu rosto, meu polegar acariciando seus lábios avermelhados e levemente inchados. Seus cabelos negros estavam cheios de areia assim como seu corpo, e eu provavelmente não devia estar diferente – Vamos entrar...

Damon se levantou, e me ajudou a fazer o mesmo. E fomos até nossas coisas que estavam jogadas na areia. Damon me deu sua camiseta preta para que eu vestisse, enquanto ele sacudia suas calças e as vestia. Peguei meu vestido e meu sapato, enquanto ele pegava sua jaqueta e seus tênis, e logo depois me abraçou pela cintura, para que seguíssemos juntos o caminho até em casa. Procurei minha bolsa, pra pegar as chaves de casa, porém me lembrei de que havia deixado no carro, e que o mesmo estava no estacionamento da Mystic uma hora dessas. Olhei preocupada para Damon, e ele estava rodando o molho de chaves em seus dedos com um sorriso convencido em seus lábios. Revirei os olhos, e cruzei os braços. Damon me puxou para si, depositando vários beijos por todo meu rosto, enquanto abria a porta da frente para que entrássemos.

Não havia ninguém ali, aparentemente, todas as luzes estavam apagadas e o silencio dominava toda a casa. Damon fechou a porta devagar para não fazer barulho, e me agarrou pela cintura, me beijando ferozmente enquanto procurávamos as escadas. Entre beijos interruptos encontramos e seguimos pela escada até o segundo andar, indo apressadamente para meu quarto. Damon me puxou pela cintura porta adentro e depois a trancou com a chave que estava na fechadura. Pegou meu vestido e meu sapato da minha mão, os jogando junto com suas coisas em algum lugar por ali.

Damon me jogou delicadamente contra a porta com aquele sorriso libertino que me fazia estremecer em um prazer antecipado. Ele colou nossos corpos, e voltou a me beijar. Seus lábios exploravam com voracidade toda a extensão de minha boca, minhas mãos estavam agarradas aos seus cabelos, enquanto eu puxava seu rosto para mais perto do meu, aprofundando nosso beijo ainda mais. As mãos de Damon foram a minha cintura e se agarraram ali firmemente, logo depois ele me impulsionou para cima, ainda me apoiando na porta, me fazendo abraçar seu quadril com as pernas para não cair.

Enquanto suas mãos apertavam minhas coxas de maneira possessiva, seus lábios desciam pelo meu pescoço indo em direção a gola em “v” de sua camiseta, que em mim ficou folgada, resultando em um decote mais avantajado do que eu estava acostumada a usar. Sua língua brincava entre o vão de meus seios, e suas mãos subiram por meu corpo, se encaminhando para a barra de sua camisa. Porém, antes que ele pudesse tirar a única peça que cobria meu corpo, além da lingerie preta rendada que eu usava, parei de beija-lo e sai de seu colo, e fui em até a porta do banheiro parando para observar um Damon visivelmente excitado e perplexo.

_ Preciso de um banho... – Falei mostrando o estado que eu me encontrava.

_ Serio?

Ele se sentou na beirada da minha cama, de frente para mim, me olhando incrédulo quando eu assenti com um dar de ombros e um aceno de cabeça, ele se jogou em minha cama, com as mãos cobrindo seu rosto. Tirei a sua camiseta que eu estava vestida, e joguei em cima dele, chamando a atenção dele, para que ele olhasse para mim, porém ele continuou deitado com os olhos fechados. Eu não acreditava no que estava prestes a fazer... Não que eu nunca tivesse feito sexo em minha vida, por favor, eu não sou nenhuma santa, mas também não sou nenhuma puta. Tenho meus limites e esses sempre foi um deles.

_ Damon...

O chamei manhosa, ele se sentou novamente me fitando com os olhos curiosos, eu mordi meu lábio inferior tentando esconder um pouco da vergonha que eu sentia. Coloquei as mãos sobre o fecho do meu sutiã, e em seguida o abrindo. Deslizei a peça pelos meus braços, deixando a cair sobre meus pés. Damon pareceu catatônico diante de mim, seus olhos estavam vidrados nos meus seios, na verdade, ele os comia com os olhos pra ser mais exata.

_ Você pode vim comigo se quiser... – peguei meu sutiã no chão e joguei sobre ele.

_ Convite VIP?

Não pude deixar de rir com sua piadinha. Damon, mais que depressa, se levantou e veio em minha direção, me empurrando e prendendo entre a parede fria do Box e seu corpo quente. Minhas mãos foram até sua calça que já estava com o cinto desafivelado e o botão aberto. Desci o zíper de sua calça lentamente, como uma forma de tortura-lo um pouco. Levei minhas mãos até a parte traseira de seu jeans escuro e coloquei-as sob o tecido, apertando seus glúteos com possessividade, assim como ele fazia comigo.

Em resposta Damon fez o mesmo, porém suas mãos quentes apertavam meus seios, e eu tive que morder meu lábio para não gemer em resposta ao seu toque. Ajudei Damon a se livrar de suas calças, as jogando em algum lugar pelo banheiro, e depois liguei o chuveiro. A água morna começou a sobre nossos corpos que pareciam estarem prestes a entrar em combustão. Damon voltou a me beijar meus lábios com volúpia, para logo depois passar a beijar meu pescoço, ombros e continuou seguindo até o vão entre meus seios. Joguei a cabeça pra trás, sentindo sua língua quente e macia brincar com meu seio esquerdo, enquanto sua mão massageava o outro.

Me deleitava com suas caricias, no entanto não eram o suficiente pra mim. Eu queria explora-lo, queria descobri cada pedacinho de sua pele branca e aparentemente apetitosa. Puxei seu rosto para o meu, o beijando novamente, porém minha língua trabalhava lentamente sobre a sua, o fazendo gemer agoniado sob mim. Mordi seu lábio inferior, puxando entre meus dentes e soltei, ele sorria descarado que fazia meu corpo treme ansiosa por senti-lo.

Mordisquei seu queixo, e depois fiz uma trilha de beijos dali, até seu pescoço, mordiscando e chupando sua pele, deixando alguns hematomas por lá. Passei a língua pelo seu peitoral, e fui me ajoelhando, seguindo com minha língua pelo sua barriga, beijando os gominhos de seu abdômen definido. Continuei a morder e a beijar seu abdômen, ignorando que bem próximo de mim, estava concentrado em um único órgão, todo o seu desejo naquele momento. Subi meus beijos até seus lábios novamente, porém minhas mãos brincavam na borda de sua cueca Box, o provocando.

Damon levou duas mãos até o meu quadril, e em resposta as minhas provocações ele também passou a brincar com o tecido da minha calcinha. Enquanto estava concentrada nos seus lábios, pude sentir um puxão e o barulho de algo se rasgando abaixo de mim. Olhei incrédula para o estrago que ele havia feito. De minha calcinha somente restaram as tiras em suas mãos.

_ Porra Damon, minha calcinha... – disse retirando o que restou dela de suas mãos – Isso é renda francesa, e foi um presente!

_ Vou ficar mais feliz por ter feito, se me disser que foi um presente de algum ex seu...

Ele apertou minha bunda, agora eu estava completamente nua diante dele, minhas bochechas coraram a constatar tão fato, porém ele não me deu tempo de resmungar sobre, logo seus lábios estavam nos meus, e seus mãos passeavam por todo meu corpo, me fazendo esquecer de qualquer embaraço que eu poderia ter naquele exato momento. Minhas mãos foram até sua Box, e com sua ajuda, tirei a única peça que me impedia que ver sua hombridade por inteiro.

Meus olhos brilharam e, estranhamente, minha boca salivou com a visão de seu corpo nu próximo ao meu. Damon, e toda a sua “magnânima extensão”, eram absolutamente apetitosos. Damon me puxou para de si, em seguida, me impulsionando para cima, me prendendo em seu colo novamente. Desligou o registro do chuveiro atrás de nos, e saiu me carregando até o quarto. Me colocando delicadamente na cama e se mantendo sob ele, entre seus braços e pernas.

_ Você é perfeita sabia... – ele sussurrou olhando dentro dos meus olhos. – Minha perfeita...

Ele beijou lábios, para depois seguir por uma trilha de beijos leves e flamejantes. Damon segui pelo meu pescoço, e desceu até meu colo. Seus lábios se perderam por ali durante um tempo, e eu apenas me permitia sentir o que ele me proporcionava ali, sem nada a pensar nem nada a relevar, eu queria ser dele, completamente, de corpo e alma. Damon apoiou suas pernas no colchão e levou suas mãos a deslizarem pelos meus ombros até as minhas mãos, entrelaçando as suas as minhas, para depois coloca-las acima da minha cabeça, e voltou a trilhar seus beijos por meu corpo.

De seus seios, ele passou para a minha barriga, depositando seus beijos até meu umbigo, para depois seguir até meu quadril, mordendo e beijando por ali. Segurei o lábio entre os dentes ansiando em ver qual seria seu destino final. Damon largou minhas mãos, e se distanciou um pouco, indo ficar entre minhas pernas. Ele as afastou, liberando a passagem para que ele continuasse com seu caminho de beijos torturantes. Ele colocou uma de minhas pernas sobre seu ombro e se pós a beija-la.

_ O que eu lhe disse mais cedo? – ele disse entre um beijo e outro, me fazendo estremecer – Diga Elena...

_ Que ia me fazer gemer... – perdi a linha do raciocínio quando ele beijou a parte interna da minha coxa.

_ Gemer o quê? – sussurrou sobre a minha pele, meu corpo se arrepiou ao sentir seu halito quente bater em uma parte tão sensível – Diga...

_ Seu nome... – Arfei em busca de ar quando ele mordeu a parte da minha coxa, próxima a minha virilha.

_ O que mais? — Ele largou uma perna, somente para fazer o mesmo caminho torturante com a outra – Vamos Lena, seja uma boa menina e me diga...

_ Disse que ia me fazer implorar por você...

_ Então me diga uma coisa, querida... – Ele se inclinou sobre minha intimidade, sem nunca desviar os olhos dos meus – Você esta pronta pra gemer nome como nunca gemeu o de ninguém? Esta pronta pra implorar por mim?

Damon não me deu tempo de responder a sua pergunta, aparentemente retórica, e logo pude sentir sua língua passar por toda a minha intimidade. Um choque transpassou por meu corpo, me fazendo arquear e arfar de prazer. Eu mordia meu lábio inferior, tentando não gemer, não queria dar a ele o gostinho de sua vingança, porém estava sendo uma missão quase impossível. Sua língua trabalhava lenta e torturantemente em meu monte de nervos, e quando eu achava que seus movimentos acelerariam e eu me deleitaria em gozo, ele voltava a diminuir a velocidade me deixando angustiada com tudo aquilo.

_ Mais rápido... – Eu sussurrei enquanto minha mão direita se infiltrava em seus cabelos, o incitando a acelerar, porém ele não o fez, e eu sabia muito bem o porque. – Damon, por favor, mais rápido, Damon...

Me dei por vencida, acabei gemendo e implorando ao mesmo tempo por ele. Dessa vez meus pedidos foram ouvidos e cumpridos. Damon acelerou seus movimentos em minha intimidade, me levando a um momento de puro êxtase e prazer simultâneo. Nem mesmo prender meus labios entre os dentes impediam meus gemidos de escaparem por minha boca, e eu sabia que Damon estava adorando me ver gemendo por ele.

Ondas súbitas de prazer absoluto transpassaram por todo meu corpo, me fazendo arquear minhas costas para recebê-las. Era algo sublime, e inexplicável. Pequenas ondas saiam daquele único ponto e viajavam pelo meu corpo, me causando espasmos por toda sua extensão. E de repente meus músculos se amolecerem, e um torpor dominou meu corpo. Era isso, eu tinha acabado de ter o melhor orgasmo de toda a minha vida, e Damon estava sugando e aparentemente se deliciando com meu gozo.

_ Viu? Não foi assim tão difícil gemer e implorar por mim, foi?

Ele se pós sobre mim novamente beijando meus lábios, eu podia sentir meu gosto em sua boca, e nada nunca foi tão excitando quanto isso. Em um movimento repentino, me pus sobre seu corpo, com minhas pernas uma de cada lado. Apoiei minhas mãos ao lado de sua cabeça e voltei a beija-lo. Eu ansiava por sentido dentro de mim, e sem mais delongas, me posicionei sobre sua masculinidade, e a deslizei para dentro da minha intimidade, soltando um gemido sôfrego, quando a sensação de total preenchimento me dominou.

Suas mãos foram para meu quadril, enquanto eu começava a iniciar uma serie de movimentos sobre seu membro. Rebolava sobre ele, e a cada investida eu me sentia mais próxima daquela sensação sublime novamente. Damon se sentou sobre a cama, e segurou minhas ancas, ditando o seu movimento. Abracei o seu corpo, de modo que sua cabeça se encaixasse em meus seios. Enquanto ele investia em minha intimidade, sua boca sugava, mordiscava, lábia, dentre outras coisas, os meus seios.

Abruptamente, Damon estava sobre mim novamente, e estocando com força, e me levando a algo que julguei ser a pura loucura. Aquelas ondas voltaram a surgir daquele mesmo ponto, e a se espalharem pelo meu corpo. Sentir o interior da minha intimidade se contrair, apertando a parte viril de Damon que encontrava dentro de mim. Minhas unhas arranharam a pele das costas de Damon, em uma tentativa falha de controlar minha excitação. Essa sensação era muito maior do que a outra, por um momento pensei que meu corpo fosse desfalecer em êxtase, porém me mantive acordada o suficiente para sentir e ver Damon se derramar dentro de mim deliciosamente.

Damon deitou o meu lado cuidadosamente, sem sair de dentro de mim, e me puxou para deitar sobre seu corpo quente e suado. Seus dedos faziam leves círculos na pele de minhas costas, me fazendo arrepiar. Uma fraqueza dominou meu corpo, e minhas pálpebras teimavam em se fechar.

_ Estou cansada... – disse me aconchegando mais no calor do seu peito.

_ Então durma meu amor... – Ele beijou minha testa, meus olhos já estavam fechados, mas antes de sentir o torpor me dominar por inteiro pude sentir ele me cobrindo com algo que julguei ser minha coberta.

_ Eu te amo Damon...

_ Eu te amo, minha Lena.

Notas finais
E ae? O que voces acharam? mereço no minimo uma recomendação pelo esforço neh? kkkk
Serio gente, como foi? Foi pior hot que voces ja viram neh?
Bom, eu so sei que me esforcei o maximo... Entao eu pergunto... Foi bom pra vocês? kkkkk
Me contem o que acharam, quero os minimos detalhes, ou seja, quero reviews enormes!!! kkkk
Bom eu vou dormir pois amanha tenho que ir cedo pra faculdade! Beijos e abraços e até o proximo!