Quando o Amor Acontece
70 Capítulo 70 - Amar Nunca é Demais
Notas iniciais
Agora vamos mergulhar em um pouco mais de romance ♥
A manhã de sábado chegara ensolarada, talvez fosse um preludio das coisas boas que estavam por vir.
Por volta das dez da manhã Emmett acordara, abriu os olhos lentamente, desejando em pensamentos que a noite de ontem se repetisse por muitas e muitas vezes.
Diferente de quando adormeceram, agora, Rosalie estava de bruços, com seus lindos cabelos dourados espalhado pelo travesseiro. Um dos braços de Emmett envolvia a cintura fina de Rosalie, enquanto suas pernas circundavam as dela.
Afastou-se cautelosamente para não acordá-la. Permitiu-se observá-la dormindo por alguns instantes antes de se retirar da cama. Rosalie usava apenas um fino lençol branco que cobria parcialmente da metade de suas coxas a metade de suas costas.
Emmett se perdera na imagem maravilhosa que Rosalie concedia aos seus olhos de amante apaixonado. Devagar afastou alguns fios dos cabelos dourados da nuca de seu anjo, chegando mais perto, aspirou o perfume. Rosalie mexeu-se um pouco sentindo um calafrio percorrer todo seu corpo. No entanto, não chegara a acordar.
Antes de sair da cama, Emmett depositou um beijinho nas costas nuas de Rosalie.
Totalmente como veio ao mundo, ele foi ao closet onde pegou outra cueca boxer, porém vermelha dessa vez, e uma bermuda. Foi ao banheiro e fez sua previa higiene matinal. Iria tomar um banho, mas preferiu esperar Rosalie acordar, quem sabe ela aceitaria ir junto.
Antes de sair do quarto recolheu as roupas de Rosalie que estavam jogadas sobre o carpete felpudo e as deixou sobre a poltrona. Também recolheu sua cueca boxer branca e levou para o cesto de roupas usadas.
Descalço, ele foi para a cozinha. Fez uma parada rápida na sala de estar onde usou o telefone ligando para uma floricultura, próximo a seu apartamento. Pediu um buquê de rosas vermelhas e ressaltou que o cartão viesse em branco, pois ele mesmo escreveria.
Enquanto as flores estavam a caminho, Emmett preparou o café da manhã em silêncio, viajando nas memorias da noite anterior.
O aroma de café fresco se espalhou por todo o apartamento dando o aspecto familiar que Emmett tanto valorizava. Em uma bandeja – especifica para servir café na cama –, ele montou a primeira refeição do dia, de seu anjo. Colocou duas xícaras, um cestinho com croaçãs, geleia de uva, uma taça com morangos e uvas, algumas fatias de bolo, um iogurte e um copo de suco de laranja. Não esquecendo o pequeno bule com o café que acabara de retirar da cafeteira.
O interfone tocou, chamando sua atenção que até então estava focada na bandeja de café da manhã. Era Frank, o porteiro, avisando que o entregador de flores estava na portaria.
Rapidamente Emmett desceu para recebê-las. Torceu para que Rosalie não acordasse antes que ele retornasse, ou do contrario, estragaria a surpresa na cama.
[...]
De volta ao apartamento, Emmett foi ao escritório onde pegou uma caneta para iniciar suas palavras no cartão que a seu pedido viera em branco.
Depois de tê-lo escrito colocou entre as flores. Separou uma das rosas e colocou ao lado de uma das xícaras.
Da melhor forma que pode, levou a bandeja e o buquê de rosas para a suíte onde seu anjo dormia serenamente alheia ao que acontecia. Com o pé, ele abriu a porta que estava entreaberta, dando maior espaço para passar com a bandeja.
Deu alguns passos até se aproximar da grande cama, deixando a bandeja e as flores ali em um canto, no lado onde ele dormiu. Afastou-se novamente indo agora abrir as cortinas de seda, permitindo assim a entrada do sol no ambiente.
Rosalie virou o rosto para o lado oposto, incomodada com a claridade repentina. Emmett sorriu divertido.
- Anjo... – sussurrou ao sentar na beirada da cama. – Acorda amor! – pediu segurando em suas mãos o buquê de rosas vermelhas.
Ainda de olhos fechados Rosalie esboçou um sorriso, somente por ouvir o timbre da voz do homem que ama. O homem que a fez se sentir nas nuvens durante a madrugada em que se amaram pela primeira vez.
Emmett espalmou sua mão direita sobre as costas nuas de Rosalie, massageando levemente até alcançar o ombro, onde demorou um pouco mais.
Rosalie gemeu dengosa diante o toque que fazia toda sua pele ficar sensível.
- Já acordei amor... – murmurou.
- Então olha para mim – Emmett pediu amavelmente.
Rosalie virou devagar, segurando o lençol na altura dos seios. Tão logo seus olhos – ainda sonolentos –, viram o buquê de rosas, um magnifico sorriso se fez presente.
- Bom dia, meu amor – disse Emmett com seu lindo sorriso de covinhas encantadoras.
Rosalie levou sua mão direita ao rosto dele e lhe fez um carinho, ato que fez Emmett inclinar o rosto de encontro a sua mão.
- Bom dia, amor – respondeu seguido de um suspiro satisfatório.
- É para você – ele estendeu o buquê de rosas vermelhas na direção de Rosalie. – Um pequeno mimo para lembrar o quanto eu te amo.
Os olhos castanhos da jovem Rosalie Hale ficaram cristalinos de lágrimas, porém, eram lágrimas de felicidade genuína.
- Obrigada, meu urso lindo – agradeceu assim que sentou na cama para lhe dar um selinho.
Olhando para Emmett, ela retirou o cartão e começou a ler.
Rose, meu amor, meu anjo, minha vida...
São tantos sentimentos que tenho por você que chego a ficar confuso, por favor, não ria.
Primeiro você chegou à minha vida tão marrenta que me causava certo desconforto. Mas você sabia o que queria, não era, amor?! E então me fez ver o que eu me negava. De mansinho você se transformou em meu anjo, a garota que iluminava meus dias, mesmo quando esses estavam submersos em trevas. Virou toda minha vida de ponta cabeça me fazendo descobrir o amor.
O lindo anjo marrento que me fez agir como bobo, tudo em nome de uma palavrinha simples, mas que tem o grande poder de reger o mundo. Em nome do amor. O amor que me fez superar cada obstáculo, dia após dia, apenas sendo movido pela esperança de um dia voltar a te encontrar. Esse amor se tornou minha força vital durante os anos em que estive a espera do seu regresso.
Na noite de ontem, você me fez o homem mais feliz do mundo. Porque você sempre foi e sempre será a força que me mantem de pé.
Rosalie Lilian Hale Cullen, você é a minha vida, agora e sempre.
Com amor, Emmett McCarty, o seu urso bobo.
Rosalie terminou de ler o cartão com lágrimas no rosto. Com apenas um dos braços – com o outro ela mantinha o lençol cobrindo seu corpo nu –, ela o abraçou.
- Eu amo você, urso – sussurrou com a cabeça apoiada no ombro nu de Emmett.
Emmett a afastou minimamente, apenas o suficiente para olhá-la nos olhos e depositar um beijo em sua testa.
- Pela primeira vez você foi minha, de verdade, anjo. Ainda estou entorpecido com essa novidade. Isso é só um pequeno gesto de carinho que não se compara ao meu amor por você. Estar com você, sentir seu perfume, tocar sua pele macia é sem dúvida a melhor coisa que eu, Emmett McCarty, poderia supor fazer parte de minha vida.
Fazendo um carinho na bochecha de Emmett, ela disse.
- Como pude ficar tanto tempo longe de você, ursinho?! Se isso for um sonho, por favor, Emmett, não me acorde nunca mais.
Emmett a beijou levemente nos lábios, antes de se afastar para pegar um morango na taça que estava na bandeja. Levou o morango a boca de Rosalie para que ela o mordesse. Ela mordeu deixando a marca perfeita de seus dentes na metade da fruta, a outra metade Emmett comeu.
Rosalie enrolou o lençol branco em volta de seu corpo para que não caísse enquanto tomava o café da manhã na cama.
- Minha deusa grega – Emmett brincou, rindo da maneira como ela enrolou o lençol em seu corpo. No entanto seu sorriso ficou fraco, no momento em que viu uma marca roxa no ombro de Rosalie. Massageando o local, ele perguntou. – Te machuquei, amor?! Algo em seu corpo dói?
- Isso não foi um machucado, amor... – Rosalie sorriu. – Você foi perfeito. – respondeu, estendendo a mão para pegar um croaçã na bandeja. Emmett deu um beijo molhado no ombro dela antes de se afastar.
Nas costas de Emmett havia alguns riscos avermelhados, deixados pelas unhas de Rosalie, o que deixava ele mais que satisfeito.
Em meio a conversas bobas ambos tomaram café na cama.
[...]
Alguns minutos depois, Rosalie saiu da cama enrolada no lençol.
Emmett, que agora estava sentado na poltrona mexendo no tablet, pisou na ponta solta, fazendo o lençol cair, deixando Rosalie totalmente nua. Pega de surpresa ela se assustou, mas ao se dar conta do que tinha acontecido, ou melhor, de quem tinha feito o quê. Ela continuou andando em direção ao banheiro.
Emmett sorriu revelando suas covinhas encantadoras, se revelando um garoto travesso. Sem hesitar, deixou o tablet sobre a poltrona, indo para o banheiro também.
A porta estava entreaberta, o que ele deduziu ser um convite. Pela pequena abertura, ele pode notá-la se olhando no espelho, observando as pequenas marcas deixadas em seu corpo depois da noite de amor. No entanto, diferente de Royce, as marcas que Emmett deixara não foram de violência, e não estavam por todo seu corpo, mas sim em locais específicos.
Através do reflexo no espelho, Rosalie o viu se aproximar e lhe sorriu. Emmett chegou mais perto e a abraçou por trás, deslizando suas mãos pelo abdômen de Rosalie.
- Você é linda, amor. Tudo em você é perfeito – esclareceu, percorrendo suas mãos firmes por toda a lateral do corpo nu de Rosalie.
Através do reflexo no espelho, ele a olhava diretamente no fundo dos olhos. Rosalie poderia jurar que sentira borboletas no estomago enquanto as mãos de Emmett deslizavam nas laterais de seu corpo nu.
- Toma banho de banheira comigo? – sussurrou em forma de pergunta ao pé do ouvido de Rosalie.
Com um brilho único no olhar, Rosalie virou-se lentamente para ficar de frente para Emmett. Esse por sua vez ainda mantinha as mãos nas laterais do corpo dela.
- O que você quiser urso... – respondeu com um sorriso tímido.
Emmett sentiu seu peito inflar de ansiedade enquanto levava sua mão direita à nuca de Rosalie, trazendo-a para um beijo. Sem quebrar o beijo, ambos se aproximaram da banheira. Emmett estendeu uma das mãos e girou o registro de água, à medida que a banheira enchia uma leve camada de vapor começava se expandir.
Enquanto esperavam a banheira atingir o nível de água necessário, permaneceram entre beijos e carícias ousadas.
- Espera... – Rosalie murmurou entre o beijo. – Preciso pôr os sais aromáticos. Sem espuma não é legal... – fez beicinho propositalmente, e isso fez Emmett gargalhar.
Com as mãos na cintura fina de Rosalie, ele respondera apenas.
- Ok.
Rosalie sorriu.
- Amor...
- O que? – ele perguntou, beijando o pescoço de Rosalie sem intenção alguma de deixá-la se afastar.
- Você precisa me deixar ir – disse Rosalie em meio a um pequeno sorriso.
- Que chato – ele resmungou libertando-a de suas mãos firmes e necessitadas.
Enquanto Rosalie se ocupava com a banheira, colocando os aromatizantes de sua preferencia, Emmett retirou as duas peças de roupas que usava; a bermuda e a cueca boxer vermelha.
Rosalie arfou, no momento em que Emmett se aproximou de seu corpo beijando suas costas. A banheira já continha espumas considerável. Emmett segurou a mão direita de Rosalie lhe dando apoio para entrar na banheira. Lentamente ela fora deslizando seu corpo nu para baixo da camada de espuma perfumada.
Assim que Emmett entrara na banheira também, Rosalie encheu suas mãos com espuma e soprou no rosto dele, seguido de uma gargalhada gostosa.
Emmett lhe sorriu, enchendo as mãos com espuma e esfregando nas bochechas de Rosalie, que tentou desviar. Depois de míseros minutos jogando espuma um no outro, Rosalie se inclino para beijá-lo.
Deslizando suas mãos firmes e másculas pela lateral do corpo de Rosalie até alcançar a cintura fina, Emmett a puxou para seu colo, ato que fez suas partes intimas encostarem uma na outra. Rosalie arfou com a proximidade provocante. Emmett levou sua mão direita à nuca de Rosalie, encostando sua testa a dela, mantendo contato visual.
- Eu te amo, anjo – sussurrou, unindo lentamente seu corpo ao dela mais uma vez. Rosalie arqueou as costas enquanto Emmett, agora, estava acariciando fascinado um dos seios de mamilos rosados e enrijecidos.
Dentro daquela banheira de água morna e aromática, o anjo e o urso fizeram amor pela segunda vez. Repetindo as sensações e o bem estar que ambos transmitiam um ao outro. Sensações que Rosalie estava disposta a repetir muitas e muitas vezes, antes de retornar para Chicago. Na verdade, ela preferia não ter que voltar para Chicago.
O casal estava recém-descobrindo sensações jamais sentidas com outro alguém. Cada toque era novo e único.
A cada investida, Emmett vazia a mulher que ama sentir-se no paraíso. Ondas de prazer, conforto e confiança dominavam as emoções.
[...]
Depois de um tempo relativamente longo, ambos estavam prontos para saírem para almoçar.
- Amor você viu a minha bolsa? – Rosalie perguntou, entrando no quarto pela segunda vez em busca do objeto.
Emmett estava pegando sua carteira quando ela lhe fez a pergunta.
- Não está lá na sala? – disse guardando a carteira no bolso.
- Não, acabei de vir de lá – respondeu levemente chateada por não encontrar a bolsa.
Emmett lhe sorriu revelando suas covinhas encantadoras.
- Tudo bem, eu te ajudo a procurar – Emmett começou a andar pelo quarto, recolhendo alguns lençóis que estavam jogados no chão sobre o carpete branco. Então, lá estava à bolsa, perdida entre os lençóis.
- Achei anjo – disse estendendo a bolsa na direção de Rosalie.
- Obrigada, urso – com um sorriso ela raspou as unhas de sua mão direita na bochecha de Emmett.
- Vamos?! – ele segurou a mão de Rosalie convidando-a a saírem do quarto.
Juntos saíram da cobertura, direto para o elevador.
- Ah, Rose, antes que eu esqueça. Quero que você conheça uma pessoa – disse assim que as portas do elevador se fecharam.
Curiosa, Rosalie não resistiu em esperar para descobrir de quem se tratava.
- Quem é? Olha lá, Emmett, eu te dou uns petelecos.
- É uma garotinha que mora aqui no prédio – se apressou em esclarecer. – Você vai gostar dela, anjo. A Madelayne é uma danadinha que está sempre falando comigo quando me encontra no saguão, às vezes ela vai pro meu apartamento jogar vídeo game com Alice, embora Alice às vezes a provoque. – enquanto falava ele mantinha um dos braços em volta da cintura de Rosalie. – Nos últimos dias ela esteve muito sensitiva, então, se ela falar algo que aparentemente não faça sentido, não se assuste, anjo.
Rosalie lhe sorriu. – Claro que não, amor. Eu sei que é coisa de criança. Sabe, dizem que existem as crianças cristal. Essas tem a capacidade incrível de pressentir coisas antes que as mesmas aconteçam, tem capacidade de se comunicar em uma realidade psíquica. São muitas histórias em torno dessas crianças especiais. Talvez a Madelayne seja uma delas.
- Interessante... Como você sabe sobre isso, anjo?
- Ah, eu estava lendo a respeito outro dia.
- Ela deve estar no play, agora – Emmett esclareceu.
Em determinado andar, uma senhora entrou no elevador. Os cumprimentou educadamente, e então todos ficaram em silêncio por um curto período. Logo o elevador chegou ao térreo e ambos se retiraram. A senhora seguiu a direção oposta.
Emmett foi até o playground de mãos dadas com Rosalie.
Como Emmett deduzira, lá estava a pequena Madelayne. Só que ao contrário dos outros dias, ela estava sozinha no balanço enquanto as outas crianças brincavam de pega-pega.
- Olha ela lá – disse Emmett apontando em direção ao balanço. Em passos lentos ambos se aproximaram.
A impressão que Emmett e Rosalie tiveram fora de que Madelayne falava com alguém, mas como a pequena poderia estar falando com alguém se o balanço ao lado estava vazio?! Fora essa a dúvida que pairou no ar.
Ao vê-lo se aproximar, Madelayne pulou do balanço.
- Oi Emmett! – ela o cumprimentou ao parar em sua frente.
- Oi Mady – Emmett respondeu tocando na pequena mãozinha. – Lembra que eu te falei que em breve você conheceria uma pessoa importante para mim?!
- Aham – murmurou olhando para Rosalie. – Ela é muito bonita, até parece um anjo.
- É, concordo com você – Emmett respondeu revelando suas covinhas encantadoras.
- Oi Madelayne – Rosalie lhe saudou. – Eu sou a Rose. E a propósito o seu nome é tão lindo quanto você, florzinha.
Madelayne lhe sorriu revelando o espaço dos dentinhos que lhe faltavam. Segurou a mão de Rosalie com sua mãozinha delicada.
- Vocês ficam tão bonitos juntos. Como um príncipe e uma princesa de contos de fadas. Eu adoro contos de fadas, sabia?!
Rosalie sorriu diante do que a pequena acabara de lhes dizer. Entretanto a atenção da pequena Madelayne se voltou para outro lugar. A pequena olhou para trás, Rosalie e Emmett seguiram o gesto, olhando na direção que ela olhava. Na verdade ela olhava para o balanço ao lado do que estivera antes, mas não havia ninguém lá, apenas o balanço vazio que balançava levemente. Emmett e Rosalie deduziram ser por conta do vento.
Voltando a olhá-los, Madelayne abraçou as pernas de Rosalie. Surpresa com o gesto de carinho momentâneo, Rosalie tentou abraçá-la de volta.
Então Madelayne sussurrou. – Ela está feliz que você esteja com ele. Ela está tranquila, porque sabe que você o ama e vai cuidar bem dele...
Os olhos de Rosalie ficaram marejados de lágrimas, associando o que a pequena Madelayne dizia, a memoria de Melinda. E, talvez, agora ela tivesse a certeza de que Madelayne era sim uma criança cristal.
Rosalie se ajoelhou para ficar na altura de Madelayne. Os olhinhos da pequena, agora, também estavam marejados de lágrimas.
- Se você a ver em seus sonhos, tenta lhes dizer que sou extremamente grata por tudo... – Rosalie sussurrou para que apenas Madelayne ouvisse.
- Ela sabe que sim... – Madelayne respondeu, olhando para o vazio. Ela está feliz por vocês... – disse juntando a mão de Rosalie a de Emmett.
Rosalie deu um beijinho na bochecha de Madelayne antes de ficar de pé novamente.
- Você é uma criança especial Mady. Sua mamãe tem sorte em ter você como filha – disse Rosalie lhe fazendo um leve carinho na bochecha.
- Obrigada, Rose! – a pequena respondeu. – Acho que agora eu vou brincar com as minhas amigas... – sorriu. – Tchau Emmett – estendeu os bracinhos para Emmett, que a pegou no colo e beijou estalado na bochecha antes de devolvê-la ao chão. – Tchau, Rose.
- Tchau, florzinha! – Rosalie respondeu gentilmente.
Madelayne correu para brincar com as amigas, mas no meio do caminho, parou e olhou para o balanço novamente. Acenou com a mãozinha como se estivesse dando tchau para alguém. Então, ela deu de ombros e chamou a atenção das amigas. – Eu também quero brincar, agora.
Rosalie e Emmett saíram do playground de mãos dadas indo pegar o carro na garagem.
- Ela é uma criança adorável. E você tinha razão quando disse que ela era meio sensitiva.
- É sim – Emmett respondeu. – Mas algumas vezes me deixa intrigado o que ela fala.
- Bobagem, Emmett. Ela é uma criança especial.
- Você tem razão, anjo. A Mady é uma criança especial – afirmou, beijando a mão de Rosalie levemente.
Impressionados ou não, o fato é que a pequena Madelayne é uma criança extremamente sensitiva. Talvez Rosalie estivesse certa ao dizer que Madelayne possa ser uma criança cristal. Talvez a pequena tenha a capacidade de pressentir coisas que nem mesmo a mente mais aberta possa aceitar e compreender.
Notas finais
Quem gostou do capítulo levanta a mão o/ o/ gente eu viajo muito escrevendo essas cenas :) hahahahahahah
Gostaram do cartão que Emmett escreveu?
E a Madelayne, hein? Seria uma criança a ser estudada?!
Vejo vocês nos reviews!
Beijo, beijo
Sill
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