Quando o Amor Acontece
69 Capítulo 69 - Renda-se ao Amor
Notas iniciais
*Um dos capitulo mais esperados. Não falo mais nada... *assoviando*
Nos vemos lá embaixo.
:)
Rosalie ficou de costas sobre algumas fotografias, enquanto trocavam beijos e caricias naquela imensa cama de casal, projetada sob medida. O mundo lá fora parecia não existir, até que foram interrompidos pelo toque do celular de Rosalie, dentro de sua bolsa.
Emmett parou o beijo, porém sem afastar seus lábios por completo dos de Rosalie. Rosalie o olhava com cara de menina sapeca, ponderando atender ou não o celular.
Emmett deslizou seus lábios fazendo um caminho de beijos, da clavícula de Rosalie, até chegar ao pé do ouvido, onde sussurrou.
- Deixa tocar... – seu timbre de voz rouco denunciando o quanto estava envolvido.
- Pode ser importante – Rosalie ressaltou.
- Mais importante que estar comigo? – Emmett colocou uma expressão magoada em seu rosto para dar ênfase a sua pergunta.
Com o corpo sob o de Emmett, Rosalie o encarou, mas algo na maneira como Emmett fingiu estar magoado, a fez sorrir.
- Do que você está rindo? – ele quis saber.
- Dessa sua cara de garoto magoado. Oh, que gracioso esse meu urso com carinha triste – provocou apertando as bochechas de Emmett.
Nesse meio tempo o celular havia parado de tocar, mas voltou a tocar novamente. Seja quem for parece ser insistente ao extremo.
[...]
Enquanto isso na sala de estar, Alice conversava com sua irmã, Isabella.
- Hei Bellita?! O papo deve estar muito bom lá dentro, não acha?
Isabella olhou de soslaio para Alice e lhe atirou uma almofada na cabeça.
- Ai! O que foi que eu fiz agora? – perguntou fazendo beicinho.
- Ainda pergunta?! Fica aí falando besteira... – Isabella resmungou.
- Eita lê, lê... Eu só falei que o papo deve estar bom, no sentido de interessante. Você que pensou besteira. Anda com a mente muito poluída hein mocinha... Ai, ai, ai...
- E agora a culpa é minha? Eu que só penso besteira? Ah, qual é? – Isabella se fingiu de indignada.
- Não sei ué, talvez... – Alice deu um meio sorriso, tentando fazer sua irmã Isabella sorri.
Fazia alguns dias que ninguém sorria naquela família. Desde os últimos acontecimentos uma nuvem mórbida pairava sobre suas cabeças.
Isabella retribuiu com um meio sorriso.
[...]
No quarto, depois de muita insistência da pessoa do outro lado da linha, Rosalie atendeu o bendito celular.
- Que estranho... – Rosalie sussurrou levando o celular ao ouvido. – Alô!
Do outro lado da linha nenhuma palavra fora pronunciada. No entanto, Rosalie pode notar a respiração irregular, antes que a pessoa finalizasse a ligação.
- Desligou. Bem, não deveria ser importante – concluiu Rosalie, mais para si mesma do que para Emmett.
Emmett estava deitado no centro da cama, todo largado. Sua expressão parecia realmente chateada agora.
Rosalie ficou receosa olhando para ele de soslaio. Guardou todas as fotografias e as cartas novamente na caixinha. Fechou e colocou sobre a mesinha de cabeceira do lado esquerdo da cama.
Olhou para Emmett com um sorriso sapeca, no entanto, o sorriso logo se desfez ao ver que ele continuava do mesmo jeito, encarando o teto, parecendo indiferente.
- Ursinho... – disse, passando a unha de seu dedo indicador no pé de Emmett. – Não fica bravo comigo vai... – Emmett puxou o pé para que Rosalie parasse. – Emm, não faz isso... – sussurrou passando suas mãos pelas pernas de Emmett até a altura das coxas.
Emmett continuava lhe dando o gelo.
- Então tá! – Rosalie resmungou antes de sair da cama indo em direção à porta do quarto.
Em apenas um pulo, Emmett saíra da cama. Alguns passos a frente alcançou Rosalie, pegando-a no colo. Rosalie gritou surpresa.
- Aonde você pensa que vai, anjo?
- Ah, agora você resolve falar comigo, né, seu urso bobo – resmungou bem próximo ao rosto de Emmett, enquanto ele ainda a segurava no colo.
- Eu estava fingindo – disse Emmett, revelando suas covinhas.
- Agora eu que não quero falar com você. Me põe de volta no chão porque eu não quero sentir esses seus braços me envolvendo, muito menos esse abdômen maravilhoso – sussurrou dedilhando sobre o peito forte de Emmett.
Emmett sorriu convencido ao notar que ela falava exatamente o contrario do que demonstrava sentir, ou querer.
- Ah não, anjo. Tem certeza de que você não quer...? – sussurrou roçando seus lábios aos de Rosalie.
Com os olhos quase fechados, Rosalie respondeu. – Não, eu não quero – em um sussurro abafado.
Emmett mordeu o lábio inferir de Rosalie com as pontinhas dos dentes. – Não quer não?! – sussurrou provocando-a.
De olhos fechados, como se estivesse dopada, Rosalie respondera.
- Não...
Um barulho de objetos caindo ecoou vindo da sala de estar. Isso chamou a atenção do casal entorpecido.
- O que será que aconteceu? – Rosalie perguntou assim que Emmett a pôs de volta ao chão.
- É melhor a gente ir conferir, antes que aquelas duas destruam o apartamento – disse Emmett segurando a mão de Rosalie.
Ambos saíram do quarto. Emmett mantinha os dedos de Rosalie entrelaçados aos seus, como se temesse soltá-la.
Ao chegarem a grande sala de estar, se depararam com uma guerra de almofadas entre Isabella e Alice.
Emmett soltou a mão de Rosalie, e devagar se aproximou das irmãs pegando ambas pela cintura mantendo-as presas em cada lado de seu corpo como se fossem duas bolas de futebol americano.
Rosalie riu da forma como ele as pegou, e ao mesmo tempo surpreendeu-se com a capacidade que ele tinha de erguê-las do chão de uma só vez, sem fazer muito esforço.
- Hei vocês querem destruir meu apartamento?! Vou fazê-las trabalhar para pagar o que quebrarem – disse Emmett ainda segurando-as.
- Até parece! – Isabella resmungou sendo mantida embaixo do braço do irmão.
Emmett sacudiu as duas, depois as jogou no sofá, mas não com violência.
- Arrumem a bagunça que vocês fizeram ok?!
- Sim, irmão urso – disse Alice, com um meio sorriso. – Está vendo como o irmão urso é cruel, Rose?!
Ao lado de Alice, Isabella arrumava os cabelos enquanto balançava a cabeça concordando com o que a irmã falava.
- Sim, muito cruel – Rosalie respondeu levando na brincadeira. Sentou ao lado das cunhadas que tinham os cabelos em pura desordem, assim como parte da sala de estar. Ao que tudo indica, Alice e Isabella eram as responsáveis pela desordem do ambiente.
- Anjo, não dê ouvidos ao que elas dizem. Essa baixinha fala pelos cotovelos e a Bella às vezes fica influenciada.
- Como assim?! – Isabella queixou-se com olhos arregalados. – Olha só, Alice. Falando mal da gente na nossa cara, que absurdo.
- Irmão urso mau, muito mau... – Alice queixou-se apontando o dedo para o irmão.
- Eu não sou mau, não digam isso na presença da Rose. O que ela vai pensar de mim?
- Ah, não amor, eu sei que elas estão brincando. Não se preocupe com isso – disse tocando o bíceps do braço esquerdo de Emmett.
- Vem Rose, vou te mostrar os meus troféus e medalhas – estendeu a mão para Rosalie, que segurou sem hesitar. – E vocês duas tratem de arrumar essa bagunça.
- Foi mal, Emmett. Já estamos indo arrumar – disse Isabella.
Emmett conduziu Rosalie até a sala dos troféus que ficava ao lado da sala de vídeo. Para Emmett aquela sala era quase como um santuário, poucas pessoas tinham permissão para entrar ali.
Emmett abriu a grande porta dupla de vidro fumê, revelando o interior de uma ampla sala, repleta de prateleiras de vidro. Cada espaço preenchido com troféus e medalhas. No centro da sala havia uma caixa de vidro sobre um suporte. Dentro dela se encontrava uma bola de basquete dourada, sem dúvida o preferido de Emmett.
Com o peito inflado de tanto orgulho, Rosalie adentrou o local observando cada um dos prêmios que Emmett recebera ao longo de sua carreira no basquete. Símbolo de cada vitória na vida de Emmett. Não significavam apenas renome, mas sim, um passo a frente para a vida que Emmett leva hoje em dia. Tudo fruto de seu esforço e de sua força de vontade. Aquele garoto que crescera no subúrbio da Filadélfia deu um passo de cada vez, e conseguira chegar aonde seus sonhos permitiram.
Rosalie se aproximou da caixa de vidro e tocou com cuidado.
- É tão linda, Emmett... – seus olhos estavam sobre a bola de basquete dourada, cheios de orgulho. – Estou tão orgulhosa de você, ursinho. Por nunca ter desistido de seus sonhos, por ser esse Emmett, tão família, tão amigo, tão minha vida... – seus olhos se encheram de lágrimas ao dizer essas palavras.
Emmett a abraçou por trás, depositando um beijo no topo da cabeça de Rosalie.
- Eu amo muito você, meu urso bobo – sussurrou envolvendo os braços de Emmett que circundavam sua cintura.
Emmett a virou para que ficasse de frente para ele. Fazendo um carinho na nuca de Rosalie, ele disse.
- Eu amo você Rosalie Lilian Hale, meu lindo anjo. Cada uma dessas conquistas foi recebida, com os pensamentos em você. Por isso tudo em minha vida sempre deu certo. Porque você realmente é o meu anjo.
Rosalie o abraçou apertado pela cintura, colando seu rosto ao peito másculo de Emmett, sentindo seu perfume embriagante.
Isabella e Alice surgiram em frente à porta da sala dos troféus, surpreendendo os dois em um momento tão intimo.
Alice pigarreou para chamar atenção. Rosalie se afastou um pouco de Emmett, porém sem deixá-lo por completo.
- Desculpa interrompê-los, mas é que Alice e eu, estamos indo para meu apartamento – Isabella informou.
- Estou indo dormir lá no apê da Bellita, e nós já arrumamos a bagunça na sala – essa era Alice, balançando o pé ao falar.
- Hei, hei, como assim?! Eu não estou mandado vocês irem embora – Emmett apressou-se a esclarecer.
- Não se preocupe Emm, nós sabemos. Só queremos deixá-los a sós. Será melhor assim... – Isabella esclareceu.
- Obrigada meninas, mas de verdade, vocês não precisam sair – disse Rosalie, meio sem jeito.
- Alice?! – Emmett a chamou para ter certeza de que sua irmã serelepe não estava frustrada, uma vez que Alice não gostava de dormir no apartamento de Isabella por causa de sua outra irmã, Maria.
- Está tudo bem irmão urso. Foi ideia minha – Alice o tranquilizou.
- Vem cá! – Emmett as convidou para um abraço entre irmãos.
Rosalie se afastou para que Emmett pudesse abraçar as irmãs. Juntas, Isabella e Alice o abraçaram pela cintura.
- Você também, meu anjo – Emmett a convidou.
Alice e Isabella abriram espaço para Rosalie, abraçando-a também.
Rosalie olhou para Emmett, que lhe deu uma piscadinha. Rosalie retribuiu aquela piscadinha com lindo sorriso cumplice.
- Ok. Agora estamos indo – disse Isabella ao sair do abraço.
- Você está de carro, Bella? – Emmett perguntou.
- Sim, está lá na garagem. Nos vemos depois – disse ao saírem da sala de troféus, todos indo para o hall do apartamento.
- Tchau, dirija com cuidado – disse Emmett ao abrir a porta para as irmãs.
- Tchau irmão urso. Tchau Rose.
- Tchau meninas! Fiquem tranquilas que cuidarei do irmão de vocês.
- Vamos deixar esses pombinhos fazendo suas pombices – Alice sussurrou para Isabella ao saírem.
Ao lado de Rosalie, Emmett disse.
- Juízo as duas, hein?!
Ambas sorriram ao entrar no elevador.
Emmett fechou a porta do apartamento, e então abraçou Rosalie por trás, fazendo cocegas na barriga dela.
Se encolhendo, em uma tentativa de escapar das eventuais cocegas, Rosalie resmungou.
- Para, Emmett, isso não vale.
- Porque não, anjo? – Emmett sussurrou ao pé do ouvido de Rosalie fazendo-a se arrepiar.
- Porque sim, ora essa – respondeu tentando escapar das mãos de Emmett, que insistia em lhe fazer cocegas.
Rosalie exclamou um grito fino, quando Emmett apertou ambos os lados de sua cintura. Mas não fora de dor, fora algo semelhante a um choque.
Rindo, ela disse. – Emm, não me faça xingar um palavrão...
- Aposto que ficaria super sexy – Emmett provocou.
Ainda rindo, Rosalie virou as costas para ele. – Você não tem jeito, meu ursinho bobo...
- É você quem me deixa bobo – ele resmungou.
- Agora vou fazer um tour por toda cobertura – avisou Rosalie. – E não venha me fazer cocegas.
Emmett passou as mãos na cabeça, como se o gesto o fizesse por as ideias no lugar.
[...]
Depois de ter olhado toda a cobertura em que Emmett vive, Rosalie fora só elogios. Principalmente em relação à hidromassagem que ficava na sacada, rodeada por uma parede de vidro. Com uma vista privilegiada. Sem mencionar o fato de que ela também amou a banheira da suíte.
Passava das dezoito horas quando, Rosalie decidira tomar um banho.
Enquanto Rosalie tomava banho na suíte de Emmett, ele foi esquentar o almoço que sua irmã, Isabella, preparou a tarde e ele nem ao menos tocou. Porém agora a fome o incomodava.
Preparou a mesa da sala de jantar, depois ficou na sala de estar esperando por Rosalie enquanto assistia TV. Zapeava os canais quando Rosalie retornou com seu perfume invadindo o ambiente deixando Emmett embriagado com o aroma convidativo.
- Hummm... Que cheiro bom – disse Rosalie, se referindo ao cheiro da comida que vinha da cozinha.
- Provocante... – Emmett sussurrou.
- Eu estou falando da comida Emm...
- E eu do seu perfume, anjo...
Rosalie sorriu.
- Vem, vamos jantar. Porque eu já soube que você não comeu praticamente nada hoje – disse Rosalie estendendo a mão para Emmett.
Emmett aceitou o convite, desligando a TV logo em seguida. Juntos foram para a sala de jantar, onde Emmett tinha preparo tudo perfeitamente.
- Hummm... Que ursinho prendado que você é amor. Mas não precisava de tudo isso, poderíamos ter jantado na cozinha mesmo.
- Claro que não, Rose – ele respondeu puxando a cadeira para Rosalie sentar.
Em meio a conversas paralelas e algumas provocações, entre risos, ambos jantaram com um maravilho vinho para acompanhar.
Depois do jantar Rosalie ajudou Emmett a retirar à mesa, e se ofereceu para pôr a louça na maquina para lavar. Enquanto isso Emmett fora tomar um banho.
Passava das vinte horas quando Rosalie foi para a suíte de Emmett e ligou a grande TV de plasma que ficava no suporte enfrente a cama. Enquanto esperava Emmett terminar o banho, ela esteve assistindo The Oprah Winfrey Network; um canal de TV a cabo dedicado a Oprah.
O aroma do perfume de Emmett invadiu o quarto. Não demorou muito ele apareceu com uma toalha branca em volta da cintura indo para o closet.
Rosalie observou de soslaio ele passar. Após alguns minutos ele retornou usando apenas uma cueca boxer branca.
Movida pelo desejo, não conseguira desviar o olhar. Notando que ela o observava, Emmett perguntou.
- Gosta do que ver, amor?
- Muito... – respondera sem ao menos pensar. Parecendo sair de um transe, Rosalie piscou os olhos algumas vezes.
Emmett se aproximou da cama, e de joelhos chegou mais perto de Rosalie.
Rosalie ainda usava o vestido de alças finas que vestiu depois do banho. O comprimento era acima dos joelhos.
- O que você está assistindo? – perguntou ao apoiar as costas em alguns travesseiros, trazendo Rosalie para seu peito nu.
Com as costas coladas ao peito nu de Emmett, ela respondera.
- O canal da Oprah, tem algumas coisas legais.
- Eu não sabia que você era fã da Oprah – disse Emmett.
- Não sou fã, digamos que apenas gosto de algumas coisas que ela faz.
[...]
Passaram-se alguns minutos de silêncio. O único som que se ouvia era a TV, no momento passava comerciais. No entanto para Emmett fora como se a TV deixasse de existir naquele cômodo. Tudo o que ele via, sentia e pensava era na mulher que se encontrava com a cabeça apoiada em se peito másculo.
Totalmente alheio e movido pelos instintos, Emmett começara a beijar minimamente o pescoço de Rosalie, beijos concentrados.
De costas para ele, Rosalie fechou os olhos deixando-se levar pela sensação prazerosa que os lábios de Emmett causavam em sua pele macia.
Emmett espalmou as mãos no abdômen de Rosalie, puxando-a para mais perto de seu corpo, que por sinal, parecia queimar em chamas por dentro.
Rosalie sussurrou um gemido abafado, sentindo uma pressão diferente atrás de seu corpo.
Com o timbre de sua voz rouco, Emmett sussurrou ao pé do ouvido de Rosalie.
- Anjo... Eu não consigo mais... Por favor, diga que sente o mesmo... – continuava sussurrando, seguido de beijos molhados no pescoço de Rosalie.
Rosalie se afastou minimamente, apenas o necessário para virar seu corpo de frente para Emmett, que se encontrava com a respiração ofegante. Em seus olhos era notável o desejo ardente.
- Sim... – fora tudo o que ela disse em um sussurro, levando suas mãos a nuca de Emmett, trazendo-o para um beijo ansioso.
Cuidadosamente, Emmett moveu seu corpo ficando sobre o corpo delicado de Rosalie, mantendo o peso de seu próprio corpo sobre os cotovelos enquanto trocavam beijos e carícias.
Suas mãos firmes moveram-se por toda a lateral do corpo de Rosalie – que parecia tremer ao seu toque –, levando o vestido junto. Chegando a altura dos seios, Emmett parou, notando algo diferente nos olhos de Rosalie, algo que ele jugou, ser medo.
Então ele parou. Parou porque precisava respeitar o tempo dela. lhe fez um carinho no rosto antes de depositar um beijo carinhoso na testa, logo em seguida outro na pontinha do nariz . – Rosalie relaxou um pouco. Então Emmett a beijou nos lábios levemente.
- Não tenha medo, anjo... Não vou te machucar, mas se quiser desistir, eu vou entender.
- Eu quero... – Rosalie sussurrou. Seu coração estava fora do ritmo, sua respiração estava ofegante, e uma sensação jamais sentida antes dominava todo seu corpo.
- Quer o que, anjo? Quer desistir? – perguntou cautelosamente.
- Não. Eu quero você...
Emmet lhe sorriu, revelando suas covinhas encantadoras. Roçou seus lábios aos de Rosalie, pedindo passagem para um beijo cheio de volúpia.
Rosalie ergueu os braços para que Emmett finalizasse a retirada do vestido. Com o gesto, os longos cabelos dourados de Rosalie se espalharam pelo travesseiro. Emmett ficara extasiado diante de tamanha beleza. Lentamente fora afagando os cabelos de Rosalie, até alcançar os ombros. Ansioso deslizou uma de suas mãos até o vão entre os seios dela, devagar deslizou a outra mão massageando um dos seios que parecia ter sido projetado para caberem exatamente entre suas mãos.
Rosalie gemeu arqueando as costas, movida pelo prazer imensurável que as carícias de Emmett lhe causavam.
Emmett a olhou intensamente no fundo dos olhos, antes de alcançar um dos seios de mamilos rosados com beijos ardentes, deixando pequenas marcas vermelhas por onde passava.
Ambos sussurravam gemidos impossíveis de conter.
Emmett fez um caminho de beijos, até chegar ao baixo ventre de Rosalie, onde parou para retirar a peça intima – em tons de rosa, com detalhes em preto –, que ela usava. Suas mãos sentiam a necessidade incontrolável de acariciar cada parte do corpo da mulher que ama. Tornara-se quase impossível conter qualquer ato.
Rosalie teve a leve sensação de seu corpo flutuar e aterrissar em pétalas de rosas.
Emmett se afastou minimamente de Rosalie. Segurou o pé direito dela, fazendo um caminho de beijos até alcançar o umbigo.
Rosalie cravou suas unhas nas costas de Emmett deixando marcas avermelhadas por onde passava. Seu coração palpitava contra seu peito tão absurdamente que ela podia jurar que Emmett ouvia.
De joelhos na cama, ele retirou a única peça que o impedia de fazê-la sua. Retirou sua cueca boxer, atirando-a em qualquer lugar.
O corpo inteiro de Rosalie tremeu ao vê-lo completamente nu. Emmett se inclinou sobre ela e lhe fez um carinho nos cabelos, do comprimento a pontas.
Beijando o canto da boca de Rosalie, ele sussurrou. – Serei cauteloso, amor, mas se sentir qualquer desconforto, é só falar que eu paro. Só iremos até onde você quiser...
Rosalie maneou a cabeça positivamente se inclinando para encontrar os lábios de Emmett. Depois de um longo beijo, Emmett se posicionou melhor sobre ela, trazendo seus quadris para mais perto. Controlando sua respiração o máximo possível, ele uniu seu corpo ao dela lentamente. Sem fazer movimento algum, ficou apenas esperando pela reação de seu anjo.
Era de seu conhecimento que Rosalie fora abusada sexualmente por Royce King diversas vezes. Ele tinha plena consciência de que o momento poderia lhe trazer sensações ruins, assim como desconforto.
- Tudo bem, anjo? – perguntou com o timbre de voz rouco que deixou Rosalie completamente zonza.
- Sim... – ela respondeu, seguido de um beijo no ombro nu de Emmett.
Com a permissão concedida, Emmett foi mais fundo no ato. Com movimentos que arrancavam gemidos de puro prazer de Rosalie.
Rosalie agarrou os lençóis entre os dedos arqueando as costas enquanto Emmett aumentava as investidas. Certamente que ela jamais sentira algo parecido antes. Com Royce King, tudo era sofrido e violento. Totalmente abusivo.
Com Emmett não era apenas sexo, era amor, nele Rosalie confiava e sentia-se leve. Para Emmett não era uma mulher qualquer, era seu primeiro e único amor. Era a mulher que esperara por toda a vida. O prazer que ela estava lhe concedendo ficaria para sempre marcado nas memorias intocáveis de sua vida. Era algo que Emmett, mesmo que quisesse, jamais conseguiria esquecer.
Pela primeira vez em sua vida, Emmett podia dizer literalmente que Rosalie Lilian Hale era sua de corpo e alma.
Rosalie acabara de conhecer sensações jamais sentidas antes. Ao lado de Emmett McCarty não existia medo, dor, tampouco angustia. O amor entre eles supria todas as necessidades da jovem mulher que outrora sofrera nas mãos de um ser repugnante, conhecido por Royce King.
[...]
Com o corpo úmido de suor, respiração ofegante, Emmett deitou ao lado, levando Rosalie para sei peito nu. Fez um carinho nos cabelos dourados e depositou um beijo na testa suada.
Rosalie suspirou abraçada a Emmett, sentindo o calor do corpo másculo que aos poucos ia normalizando a respiração.
- Foi perfeito Emm... – sussurrou fechando os olhos lentamente, recebendo carinho nas costas em movimentos circulares.
- Esperei praticamente minha vida inteira por esse dia, anjo... Não tem palavras que definam todas as sensações que você acaba de me proporcionar. Eu te amo, minha Rose. Meu anjo...
Rosalie se aconchegou um pouco mais, colando seus seios ao peito nu de Emmett.
- Eu te amo urso – sussurrou de olhos fechados.
Aos poucos o silêncio se estabeleceu. Emmett ficara observando-a dormir colada ao seu corpo nu, até que pegara no sono também.
Lá fora as estrelas decoravam o céu de Los Angeles. A brisa fria da madrugada soprava através das cortinas de seda, passando por uma brecha na porta da varanda.
A TV ainda estava ligada. No noticiário falava sobre a previsão do tempo. No entanto, durante aquela madrugada não importava se frio fizesse. Juntos teriam o calor de seus corpos, dividindo os mesmos desejos e a mesma cama. Em um emaranhado de lençóis suados que revelavam que ali um jovem casal havia se amado da maneira mais apaixonante e necessitada que se possa supor.
Notas finais
Bem, como a fic não é classificada para maiores, eu tentei não usar palavras pesadas. Espero que tenham gostado, por que eu AMEII o/ o/ muitoooo.
*Lembrando, a Rose não se preocupou em usar preservativo porque ela usa anticoncepcional injetável, devido à relação atribulada dela com o traste do Royce King (ela nunca sabia quando o infeliz ia abusar dela). Não que ela não desejasse uma criança, o fato é que a vida com Royce era um inferno, então ela não poderia correr o risco de ter um laço tão forte com ele, um laço para a vida toda.
Com Emmett é diferente ela pode mudar de ideia...
Por favor, comentem não vai tirar pedaço :) e quem sabe alguém mais se habilita a fazer uma recomendação *olhinhos brilhando*
*Estou com as bochechas queimando de vergonha* foi o primeiro lemon de minha vida, espero que entendam e sejam boazinhas comigo.
Vejo vocês nos reviews!
Beijo, beijo
Sill
Ah, eu postei uma one, deem uma passadinha lá:
http://fanfiction.com.br/historia/264979/Do_Amor_As_Alturas/
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