Notas iniciais
Hey aqui está a penultima postagem da semana, espero que realmente estejam gostando.

Depois que trouxe as crianças pra casa comecei a fazer as ligações que me foram pedidas, demorou bastante para acabar com a agenda de contatos. Mas aparentemente todos já estavam quase prontos para ir, fiquei extremamente curioso, “O que será de tão importante?”.

Tinham se passado dois dias.

Deixei as crianças dormirem um pouco mais, enquanto arrumava algumas malas para levar, depois que carreguei o carro, os acordei e expliquei oque faríamos naquele dia, eles ficaram super animados com a ideia de ir para a fazenda, pois há muito tempo não íamos pra lá.

Foi uma viagem longa e cansativa, da ultima vez que viemos, tinha a Mônica pra alternar o volante, quando estava cansado, e nós sempre conversávamos bastante, sobre política, futebol e qualquer outra coisa. Era tudo muito melhor quando os quatro estavam juntos.

Quando já estava anoitecendo, avistamos de longe as luzes de nossa propriedade serem ligadas, era um lugar muito bonito, e bem grande. Tinha uma casa bem grande e uma menor do lado, um estabulo, um parque, uma piscina e era bem perto da mata, tudo isso num pedaço de terra rodeado por água de uma represa próxima dali.

Mônica havia escolhido aquele lugar, que nós construímos aos poucos, logo depois que casamos, seria o nosso esconderijo, nosso refugio da nossa vida cheia de preocupações e ocupações.

Quando estacionei o carro, vi que alguns parentes já haviam chegado, alguns tios e primos, e meus pais com meus sogros.

(Sr. Nimbão) – Que bom que chegou filho. – me deu um abraço.

(D. Keiko) – Que saudade do meu filhote, teve boa viagem? – me deu um abraço.

Sentia inveja do casamento de meus pais, mesmo que meu pai sempre teve que trabalhar duro pra dar uma vida confortável pro meu irmão e eu, minha mãe sempre estava em casa o esperando.

(Mauricio) – A viagem foi boa sim, estava com saudade de vocês também – fui até o carro e acordei as crianças que cochilavam,

(Mauricio) – Chegamos, vamos acordem – voltei a falar com meus pais,

(Mauricio) – onde estão o Nimbus, Dora e as crianças?

(Sr. Nimbão) – Estarão aqui em breve, vamos entrar.

As crianças tinham acordado e estavam agarrados na avó. Quando entramos, e eles viram meus sogros correram e foram abraça-los também.

(Mauricio) – Sr. Souza, D Luiza, como estão. – disse formalmente.

(Sr, Souza) – Bem meu filho, e vocês como estão? – ele parecia triste.

(Mauricio) – Estamos bem! – disse com um aceno de cabeça.

(D. Luísa) – Querido se importa de conversarmos – olhou para o marido que tentava interromper – a sós.

(Mauricio) – Certo – eu a acompanhei até o escritório, onde ela fechou a porta.

(D. Luísa) – Sente-se querido – disse apontando para a cadeira atrás da mesa, que era de sua filha.

(Mauricio) – Ok – eu sentei e estendi o braço para cadeira a frente, onde ela se sentou.

(D. Luísa) – Meu genro, você sabe o quanto meu marido e eu fazemos gosto do casamento de vocês – confirmei com a cabeça,

(D. Luísa) – Eu sei também que atualmente não está sendo nada fácil entre vocês dois no ultimo mês, e estou a par do que vocês têm conversado, – eu não me surpreendi, ela e a mãe eram muito próximas.

(D. Luísa) – Eu só peço que espere que ela volte para conversarem mais tranquilamente, não é nada fácil pra ela também, — eu dei um sorriso meio sarcástico,

(D. Luísa) – eu só preciso saber de uma coisa.

(Mauricio) – Pode perguntar.

(D. Luísa) – Você a ama?

(Mauricio) – Sim, mas acho que a verdadeira questão é se ela ainda me ama!

(D. Luísa) – Não existe questão, ela te ama eu sei disso. – ela se levantou e saiu.

Notas finais
E ai mereço um review.