Químinca - Imagine Kuroo
1 Capítulo Único
Notas iniciais
Nunca pensei que teria que fazer companhia ao meu primo louco neste treino. Os meus pais tiveram que viajar a trabalho no fim-de-semana, mas eu como tinha um teste a caminho decidi não ir, assim sendo, eles disseram que eu poderia ficar em casa do Ryu para poder estudar. Porém, Saeko-nee não estava em casa, os tios também não e só me restou o louco do Ryu, que junto do seu amigo Nishinoya, conseguiram autorização para me levar junto ao treino deles contra uma equipa chamada Nekoma.
Eu só queria estudar, era péssima naquela disciplina e o teste era muito importante. O ambiente no ginásio não ajudava em nada, não conseguia me concentrar. Decidi então olhar durante uns 5 minutos para o jogo à minha frente. Qual não foi a minha surpresa quando vi o combo que aquela dupla da equipa do meu primo fazia. Eles eram muito bons mesmo, assim como o amigo dele, Nishinoya, ele era completamente diferente em campo.
Olhando para a outra equipa, eles também eram muito bons, definitivamente, uma boa equipa rival. Mas! Voltar aos estudos era mais importante. Agarrei de novo nos cadernos e tentei me concentrar nas letras e números. Já estava quase a arrancar os cabelos de tanto stress quando...
-Cuidado! — Ouvi alguém gritar e milésimos de segundos depois senti o impacto de uma bola na minha cara, fazendo-me largar os cadernos todos. O que eu estava a sentir? Dor e vergonha ao mesmo tempo, principalmente quando consegui abrir os olhos e vi aquele deus grego à minha frente. Um gato, literalmente. — Estás bem? Peço imensa desculpa! — Ele falou enquanto me ajudava a levantar e certificava-se que eu estava mesmo bem. Se bem que a minha cara de parva não deveria estar a ajudar muito.
Logo eles deram uma pausa no treino e veio quase tudo para cima de mim, felizmente aquele gato ainda não se tinha afastado e ajudava-me a juntar os cadernos que "voaram" com o impacto.
-Desculpa prima. Não deveria te ter arrastado para aqui mesmo sabendo que tens um teste de química em breve. — Ryu parecia mesmo arrependido, mas ele não tinha culpa, eu é que sou burra por não perceber nada daquilo.
-Química? Eu posso ajudar. — Qual não foi a minha surpresa quando reparo que foi aquele gato que falou. — Prazer, Kuroo! Pode não parecer, mas é no que sou melhor, a seguir ao volley claro.
Well, para além de gato, e que gato, acabou por rolar química entre nós.
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